O futebol deste cara joga pra escanteio qualquer rivalidade – até mesmo a histórica entre Brasil e Argentina. Vi muito brasileiro – e gente do mundo inteiro – torcendo por @leomessi nesta final eletrizante. Uma despedida à altura do gênio que, muito além de craque da Copa, capitaneou uma era.
Imagino a festa no céu do meu amigo Diego. Aqui, somos milhões de todas as nacionalidades a te aplaudir de pé. Parabéns, Messi!
Único. Genial. Técnico. Criativo. Perfeito. Inigualável. Aonde Pelé chegou, ficou. Sem nunca ter saído do topo, ele nos deixa hoje. O rei do futebol – um só. O maior de todos os tempos.
O mundo de luto. A tristeza da despedida misturada ao orgulho imenso da história escrita.
Que privilégio vir depois de você, meu amigo. Seu talento é uma escola pela qual todo jogador deveria passar. Seu legado transcende gerações. E é assim que seguirá vivo. Hoje e sempre, celebraremos você.
Obrigado, Pelé. Descanse em paz.
Quem também acordou assim hoje? 🐦 Vaaaamos, Brasil! 🇧🇷 Voa, Pombo! @richarlison
Críticas podem ser construtivas ou destrutivas na vida de alguém. Palavras têm poder de levantar e derrubar – às vezes, as mesmas que impulsionam uma pessoa desencorajam outra. Por isso, é importante ter cuidado com o que falamos, mas – sobretudo – com o que ouvimos. Porque não podemos controlar o que os outros vão dizer – e vivemos tempos sombrios de normalização dos discursos de ódio -, mas podemos filtrar o que chega aos nossos ouvidos.
Que a sua autoimagem, @dejesusoficial, não se baseie no que os outros falam. Que você nunca esqueça da onde veio porque aquele menino que tinha o sonho de ser jogador não trilhou um caminho fácil, cheio de oportunidades e privilégios. Aquele menino fez o improvável, o “impossível”, o extraordinário. Ele saiu do Jardim Peri para conquistar o mundo. Ganhou vários títulos, foi artilheiro, campeão da Copa América (decisivo na primeira conquista da era Tite), campeão olímpico (fundamental no ouro inédito do Brasil) – tudo isso muito novo. É o brasileiro com maior média de gols na história da Premier League.
Enquanto muitos insistem em comparar trajetórias para desqualificar um atleta, to aqui hoje pra te lembrar que sua história é única. Você chegou à Seleção com muito mérito e espero que ainda brilhe muito com o seu futebol. Que supere o que precisar ser superado, que enfrente o que precisar ser enfrentado, que siga acreditando nos seus sonhos porque foram eles que te trouxeram até aqui.
Boa recuperação, craque!
A cada quatro anos, somos tocados pelo evento mais incrível do planeta. Há quase um século, a Copa do Mundo tem a extraordinária capacidade de forjar reis, deuses, magos e histórias que serão contadas e recontadas por várias gerações.
Vai muito além do entretenimento: o futebol é um potente instrumento de paz e a Copa, com a “cultura do encontro”, proporciona reflexões valiosas sobre as relações e diferenças entre os povos. Acredito genuinamente que o Mundial pode plantar sementes de grandes transformações.
Pessoalmente, é como me sinto: com novos saberes, ideias, percepções, ponderações e perspectivas germinando. Já vivi todas as emoções no campo e posso dizer que, fora dele, a bagagem que volta com a gente também é imensa – cabe a nós o cultivo e a colheita.
Da edição mais compacta de todos os tempos, levo as lembranças de tantos momentos épicos nos estádios monumentais e tecnológicos – tecnologia, aliás, foi ponto alto da Copa no Catar. Levo as palavras de Morgan Freeman na cerimônia de abertura espetaculosa e surpreendente – “Todos são bem-vindos. Esse é um convite para todo o mundo.”
E as surpresas positivas não param por aí. O primeiro país do Oriente Médio a sediar um Mundial nos deu uma verdadeira aula de mobilidade urbana, com um sistema de transporte inovador, sustentável e gratuito. Por falar em sustentabilidade, mais uma aula que a gente leva para o mundo dos negócios: o Estádio 974, composto por 974 containers, que foi palco da goleada do Brasil sobre a Coreia do Sul – ao fim da partida, teve início o processo de desmontagem das estruturas modulares que reduzem o custo da construção e da manutenção bem como possibilitam que o material seja reutilizado.
Que as portas que se abriram para receber o torneio (com mais de um milhão de turistas) não se fechem agora. Deixo aqui o meu agradecimento aos anfitriões árabes por essa edição histórica.
A cada quatro anos, somos tocados pelo evento mais incrível do planeta. Há quase um século, a Copa do Mundo tem a extraordinária capacidade de forjar reis, deuses, magos e histórias que serão contadas e recontadas por várias gerações.
Vai muito além do entretenimento: o futebol é um potente instrumento de paz e a Copa, com a “cultura do encontro”, proporciona reflexões valiosas sobre as relações e diferenças entre os povos. Acredito genuinamente que o Mundial pode plantar sementes de grandes transformações.
Pessoalmente, é como me sinto: com novos saberes, ideias, percepções, ponderações e perspectivas germinando. Já vivi todas as emoções no campo e posso dizer que, fora dele, a bagagem que volta com a gente também é imensa – cabe a nós o cultivo e a colheita.
Da edição mais compacta de todos os tempos, levo as lembranças de tantos momentos épicos nos estádios monumentais e tecnológicos – tecnologia, aliás, foi ponto alto da Copa no Catar. Levo as palavras de Morgan Freeman na cerimônia de abertura espetaculosa e surpreendente – “Todos são bem-vindos. Esse é um convite para todo o mundo.”
E as surpresas positivas não param por aí. O primeiro país do Oriente Médio a sediar um Mundial nos deu uma verdadeira aula de mobilidade urbana, com um sistema de transporte inovador, sustentável e gratuito. Por falar em sustentabilidade, mais uma aula que a gente leva para o mundo dos negócios: o Estádio 974, composto por 974 containers, que foi palco da goleada do Brasil sobre a Coreia do Sul – ao fim da partida, teve início o processo de desmontagem das estruturas modulares que reduzem o custo da construção e da manutenção bem como possibilitam que o material seja reutilizado.
Que as portas que se abriram para receber o torneio (com mais de um milhão de turistas) não se fechem agora. Deixo aqui o meu agradecimento aos anfitriões árabes por essa edição histórica.
A cada quatro anos, somos tocados pelo evento mais incrível do planeta. Há quase um século, a Copa do Mundo tem a extraordinária capacidade de forjar reis, deuses, magos e histórias que serão contadas e recontadas por várias gerações.
Vai muito além do entretenimento: o futebol é um potente instrumento de paz e a Copa, com a “cultura do encontro”, proporciona reflexões valiosas sobre as relações e diferenças entre os povos. Acredito genuinamente que o Mundial pode plantar sementes de grandes transformações.
Pessoalmente, é como me sinto: com novos saberes, ideias, percepções, ponderações e perspectivas germinando. Já vivi todas as emoções no campo e posso dizer que, fora dele, a bagagem que volta com a gente também é imensa – cabe a nós o cultivo e a colheita.
Da edição mais compacta de todos os tempos, levo as lembranças de tantos momentos épicos nos estádios monumentais e tecnológicos – tecnologia, aliás, foi ponto alto da Copa no Catar. Levo as palavras de Morgan Freeman na cerimônia de abertura espetaculosa e surpreendente – “Todos são bem-vindos. Esse é um convite para todo o mundo.”
E as surpresas positivas não param por aí. O primeiro país do Oriente Médio a sediar um Mundial nos deu uma verdadeira aula de mobilidade urbana, com um sistema de transporte inovador, sustentável e gratuito. Por falar em sustentabilidade, mais uma aula que a gente leva para o mundo dos negócios: o Estádio 974, composto por 974 containers, que foi palco da goleada do Brasil sobre a Coreia do Sul – ao fim da partida, teve início o processo de desmontagem das estruturas modulares que reduzem o custo da construção e da manutenção bem como possibilitam que o material seja reutilizado.
Que as portas que se abriram para receber o torneio (com mais de um milhão de turistas) não se fechem agora. Deixo aqui o meu agradecimento aos anfitriões árabes por essa edição histórica.
A cada quatro anos, somos tocados pelo evento mais incrível do planeta. Há quase um século, a Copa do Mundo tem a extraordinária capacidade de forjar reis, deuses, magos e histórias que serão contadas e recontadas por várias gerações.
Vai muito além do entretenimento: o futebol é um potente instrumento de paz e a Copa, com a “cultura do encontro”, proporciona reflexões valiosas sobre as relações e diferenças entre os povos. Acredito genuinamente que o Mundial pode plantar sementes de grandes transformações.
Pessoalmente, é como me sinto: com novos saberes, ideias, percepções, ponderações e perspectivas germinando. Já vivi todas as emoções no campo e posso dizer que, fora dele, a bagagem que volta com a gente também é imensa – cabe a nós o cultivo e a colheita.
Da edição mais compacta de todos os tempos, levo as lembranças de tantos momentos épicos nos estádios monumentais e tecnológicos – tecnologia, aliás, foi ponto alto da Copa no Catar. Levo as palavras de Morgan Freeman na cerimônia de abertura espetaculosa e surpreendente – “Todos são bem-vindos. Esse é um convite para todo o mundo.”
E as surpresas positivas não param por aí. O primeiro país do Oriente Médio a sediar um Mundial nos deu uma verdadeira aula de mobilidade urbana, com um sistema de transporte inovador, sustentável e gratuito. Por falar em sustentabilidade, mais uma aula que a gente leva para o mundo dos negócios: o Estádio 974, composto por 974 containers, que foi palco da goleada do Brasil sobre a Coreia do Sul – ao fim da partida, teve início o processo de desmontagem das estruturas modulares que reduzem o custo da construção e da manutenção bem como possibilitam que o material seja reutilizado.
Que as portas que se abriram para receber o torneio (com mais de um milhão de turistas) não se fechem agora. Deixo aqui o meu agradecimento aos anfitriões árabes por essa edição histórica.
A cada quatro anos, somos tocados pelo evento mais incrível do planeta. Há quase um século, a Copa do Mundo tem a extraordinária capacidade de forjar reis, deuses, magos e histórias que serão contadas e recontadas por várias gerações.
Vai muito além do entretenimento: o futebol é um potente instrumento de paz e a Copa, com a “cultura do encontro”, proporciona reflexões valiosas sobre as relações e diferenças entre os povos. Acredito genuinamente que o Mundial pode plantar sementes de grandes transformações.
Pessoalmente, é como me sinto: com novos saberes, ideias, percepções, ponderações e perspectivas germinando. Já vivi todas as emoções no campo e posso dizer que, fora dele, a bagagem que volta com a gente também é imensa – cabe a nós o cultivo e a colheita.
Da edição mais compacta de todos os tempos, levo as lembranças de tantos momentos épicos nos estádios monumentais e tecnológicos – tecnologia, aliás, foi ponto alto da Copa no Catar. Levo as palavras de Morgan Freeman na cerimônia de abertura espetaculosa e surpreendente – “Todos são bem-vindos. Esse é um convite para todo o mundo.”
E as surpresas positivas não param por aí. O primeiro país do Oriente Médio a sediar um Mundial nos deu uma verdadeira aula de mobilidade urbana, com um sistema de transporte inovador, sustentável e gratuito. Por falar em sustentabilidade, mais uma aula que a gente leva para o mundo dos negócios: o Estádio 974, composto por 974 containers, que foi palco da goleada do Brasil sobre a Coreia do Sul – ao fim da partida, teve início o processo de desmontagem das estruturas modulares que reduzem o custo da construção e da manutenção bem como possibilitam que o material seja reutilizado.
Que as portas que se abriram para receber o torneio (com mais de um milhão de turistas) não se fechem agora. Deixo aqui o meu agradecimento aos anfitriões árabes por essa edição histórica.
A cada quatro anos, somos tocados pelo evento mais incrível do planeta. Há quase um século, a Copa do Mundo tem a extraordinária capacidade de forjar reis, deuses, magos e histórias que serão contadas e recontadas por várias gerações.
Vai muito além do entretenimento: o futebol é um potente instrumento de paz e a Copa, com a “cultura do encontro”, proporciona reflexões valiosas sobre as relações e diferenças entre os povos. Acredito genuinamente que o Mundial pode plantar sementes de grandes transformações.
Pessoalmente, é como me sinto: com novos saberes, ideias, percepções, ponderações e perspectivas germinando. Já vivi todas as emoções no campo e posso dizer que, fora dele, a bagagem que volta com a gente também é imensa – cabe a nós o cultivo e a colheita.
Da edição mais compacta de todos os tempos, levo as lembranças de tantos momentos épicos nos estádios monumentais e tecnológicos – tecnologia, aliás, foi ponto alto da Copa no Catar. Levo as palavras de Morgan Freeman na cerimônia de abertura espetaculosa e surpreendente – “Todos são bem-vindos. Esse é um convite para todo o mundo.”
E as surpresas positivas não param por aí. O primeiro país do Oriente Médio a sediar um Mundial nos deu uma verdadeira aula de mobilidade urbana, com um sistema de transporte inovador, sustentável e gratuito. Por falar em sustentabilidade, mais uma aula que a gente leva para o mundo dos negócios: o Estádio 974, composto por 974 containers, que foi palco da goleada do Brasil sobre a Coreia do Sul – ao fim da partida, teve início o processo de desmontagem das estruturas modulares que reduzem o custo da construção e da manutenção bem como possibilitam que o material seja reutilizado.
Que as portas que se abriram para receber o torneio (com mais de um milhão de turistas) não se fechem agora. Deixo aqui o meu agradecimento aos anfitriões árabes por essa edição histórica.
A cada quatro anos, somos tocados pelo evento mais incrível do planeta. Há quase um século, a Copa do Mundo tem a extraordinária capacidade de forjar reis, deuses, magos e histórias que serão contadas e recontadas por várias gerações.
Vai muito além do entretenimento: o futebol é um potente instrumento de paz e a Copa, com a “cultura do encontro”, proporciona reflexões valiosas sobre as relações e diferenças entre os povos. Acredito genuinamente que o Mundial pode plantar sementes de grandes transformações.
Pessoalmente, é como me sinto: com novos saberes, ideias, percepções, ponderações e perspectivas germinando. Já vivi todas as emoções no campo e posso dizer que, fora dele, a bagagem que volta com a gente também é imensa – cabe a nós o cultivo e a colheita.
Da edição mais compacta de todos os tempos, levo as lembranças de tantos momentos épicos nos estádios monumentais e tecnológicos – tecnologia, aliás, foi ponto alto da Copa no Catar. Levo as palavras de Morgan Freeman na cerimônia de abertura espetaculosa e surpreendente – “Todos são bem-vindos. Esse é um convite para todo o mundo.”
E as surpresas positivas não param por aí. O primeiro país do Oriente Médio a sediar um Mundial nos deu uma verdadeira aula de mobilidade urbana, com um sistema de transporte inovador, sustentável e gratuito. Por falar em sustentabilidade, mais uma aula que a gente leva para o mundo dos negócios: o Estádio 974, composto por 974 containers, que foi palco da goleada do Brasil sobre a Coreia do Sul – ao fim da partida, teve início o processo de desmontagem das estruturas modulares que reduzem o custo da construção e da manutenção bem como possibilitam que o material seja reutilizado.
Que as portas que se abriram para receber o torneio (com mais de um milhão de turistas) não se fechem agora. Deixo aqui o meu agradecimento aos anfitriões árabes por essa edição histórica.
A cada quatro anos, somos tocados pelo evento mais incrível do planeta. Há quase um século, a Copa do Mundo tem a extraordinária capacidade de forjar reis, deuses, magos e histórias que serão contadas e recontadas por várias gerações.
Vai muito além do entretenimento: o futebol é um potente instrumento de paz e a Copa, com a “cultura do encontro”, proporciona reflexões valiosas sobre as relações e diferenças entre os povos. Acredito genuinamente que o Mundial pode plantar sementes de grandes transformações.
Pessoalmente, é como me sinto: com novos saberes, ideias, percepções, ponderações e perspectivas germinando. Já vivi todas as emoções no campo e posso dizer que, fora dele, a bagagem que volta com a gente também é imensa – cabe a nós o cultivo e a colheita.
Da edição mais compacta de todos os tempos, levo as lembranças de tantos momentos épicos nos estádios monumentais e tecnológicos – tecnologia, aliás, foi ponto alto da Copa no Catar. Levo as palavras de Morgan Freeman na cerimônia de abertura espetaculosa e surpreendente – “Todos são bem-vindos. Esse é um convite para todo o mundo.”
E as surpresas positivas não param por aí. O primeiro país do Oriente Médio a sediar um Mundial nos deu uma verdadeira aula de mobilidade urbana, com um sistema de transporte inovador, sustentável e gratuito. Por falar em sustentabilidade, mais uma aula que a gente leva para o mundo dos negócios: o Estádio 974, composto por 974 containers, que foi palco da goleada do Brasil sobre a Coreia do Sul – ao fim da partida, teve início o processo de desmontagem das estruturas modulares que reduzem o custo da construção e da manutenção bem como possibilitam que o material seja reutilizado.
Que as portas que se abriram para receber o torneio (com mais de um milhão de turistas) não se fechem agora. Deixo aqui o meu agradecimento aos anfitriões árabes por essa edição histórica.
Vocês uniram o Brasil novamente. Foi lindo ver o país (quase) inteiro deixar as diferenças de lado pra vibrar com o nosso futebol. Sorrimos juntos, choramos juntos – estamos com vocês.
Eu e quem enxerga o atleta além da bola; quem sabe – por experiência ou por simplesmente se colocar no lugar do outro – como pesa a expectativa de mais de 200 milhões de brasileiros; quem já se sentiu pressionado, subestimado e desacreditado por comparações que põem em xeque o seu talento nos momentos mais difíceis; quem conhece o ponto de partida desfavorável e o caminho íngrime percorrido desde a infância pra chegar tão longe; quem reconhece que ninguém sonhava mais que vocês em levantar a taça do hexa.
Recebam meu carinho, respeito e abraço.
Entendam também que vão me perguntar e, como ex-jogador, não posso fingir que não vi nada de errado. Discordo profundamente, porém, de quem acha que o erro tá na dança, no brinco, no cabelo ou no pandeiro. As mudanças de comportamento entre gerações são naturais. Na mesma partida em que fomos eliminados, @neymarjr igualou o rei @pele como maior artilheiro da seleção brasileira – um recorde estabelecido há 60 anos. Como negar o brilho, a competência e a grandiosidade de vocês que são os novos ídolos das nossas crianças?
Falhamos sim do ponto de vista técnico. E eu sei que vocês sabem: é legítimo que o torcedor esteja decepcionado nesse momento. Vocês também estão. Mérito do adversário, claro, mas tenho certeza que vocês sabem onde erraram. Dói em todo mundo. Dói muito mais em vocês.
Ainda assim, é do jogo, é do esporte e é da vida. O erro. A frustração. O gosto amargo da derrota. O “quase”. A grande oportunidade que escapa das mãos. O tropeço que nos derruba tão perto de realizar o maior sonho – alguns não terão essa chance de novo, eu sei. Mas o futebol é uma escola cheia de lições extraordinárias que levamos pra fora das quatro linhas e saber perder é o que faz de nós verdadeiros atletas. Cair e levantar. Continuar. Recomeçar. Amadurecer. Reinventar. Diferenciar os limites que precisamos respeitar dos que podemos superar.
[continua nos comentários]
Feliz 2023! Happy new year! 🚀🚀🚀🚀🎉🎉🎉🎉🎉🎉 Madrid, Spain
Glória. Seu nome, sua pele, sua história. Pioneira, potente, extraordinária. A perda imensa é nossa. Glória só venceu. As muitas portas que abriu jamais serão fechadas.
Meus sentimentos aos familiares, amigos e admiradores.
Descanse em paz, minha querida amiga. Sentirei saudades.
Tarde de padel entre amigos. Obrigado pelo convite H.E. Sheik Jassim Bin Hamad Al Thani. Doha
102 anos do @cruzeiro. Orgulho de fazer parte dessa história. Ontem, hoje e sempre.
2022 foi cabuloso. Ansioso para as próximas páginas que vamos escrever juntos.
Nação Celeste, este dia é nosso! ⭐️ #diadocruzeiro #cruzeiro102anos
Há quase 30 anos, essas cerimônias fazem parte da minha vida. A emoção que senti ontem, no entanto, foi única. Estar presente é sempre especial, mas, desde 2002, não sentia nada parecido. A honra de subir ao palco do #thebest para homenagear Pelé é tão grande quanto a de ser eleito o melhor do mundo.
Um jogador muito à frente do seu tempo. Nos anos 50, já era moderno. Chutava com as duas pernas, saltava mais alto que os outros, fazia o controle orientado, gol de bicicleta, de cabeça, já pedalava e era extremamente inteligente.
Um amigo querido. Presente em um dos momentos mais difíceis da minha vida – quando lesionei o joelho no ano 2000 – e também em um dos mais felizes – na conquista do Penta em 2002. Eu nunca vou esquecer daquele abraço.
E o mundo nunca vai esquecer do seu talento. Não vai esquecer também que o rei do futebol é um homem preto. Um legado de representatividade à altura de sua genialidade. Temos muito a caminhar na luta antirracista com o que Pelé nos deixou. Dentro e fora de campo.
Obrigado, Rei. 👑🖤
Obrigado por dividir comigo esse momento, Márcia Aoki.
Obrigado pelo convite, @gianni_infantino.
Parabéns pela noite inesquecível, @fifaworldcup.
Há quase 30 anos, essas cerimônias fazem parte da minha vida. A emoção que senti ontem, no entanto, foi única. Estar presente é sempre especial, mas, desde 2002, não sentia nada parecido. A honra de subir ao palco do #thebest para homenagear Pelé é tão grande quanto a de ser eleito o melhor do mundo.
Um jogador muito à frente do seu tempo. Nos anos 50, já era moderno. Chutava com as duas pernas, saltava mais alto que os outros, fazia o controle orientado, gol de bicicleta, de cabeça, já pedalava e era extremamente inteligente.
Um amigo querido. Presente em um dos momentos mais difíceis da minha vida – quando lesionei o joelho no ano 2000 – e também em um dos mais felizes – na conquista do Penta em 2002. Eu nunca vou esquecer daquele abraço.
E o mundo nunca vai esquecer do seu talento. Não vai esquecer também que o rei do futebol é um homem preto. Um legado de representatividade à altura de sua genialidade. Temos muito a caminhar na luta antirracista com o que Pelé nos deixou. Dentro e fora de campo.
Obrigado, Rei. 👑🖤
Obrigado por dividir comigo esse momento, Márcia Aoki.
Obrigado pelo convite, @gianni_infantino.
Parabéns pela noite inesquecível, @fifaworldcup.
Triste perda para o nosso futebol. Maior artilheiro da história do Brasileirão.
Descanse em paz, amigo. Aqui, seguirá como referência.
Meus sentimentos à família, amigos e fãs.
A Copa do Mundo sempre marcou a minha vida. Na infância, era um sonho. Na juventude, o fio condutor da minha carreira. Passados 20 anos do Penta, minha relação com o torneio segue se reinventando a cada edição. Desta vez, minha estreia foi como streamer. A Copa do Catar é um marco no meu pós-carreira, em um ano igualmente emblemático da minha trajetória no mundo dos negócios.
Nossa cobertura do Mundial’22 pela @ronaldotv – a que batizamos de Seleção Fenômeno – testemunhou a merecida coroação do gênio @leomessi; vibrou com o avanço de Marrocos – a primeira seleção africana em uma semifinal de Copa do Mundo; viu o francês @k.mbappe, aos 23 anos, chutar a porta de todos os recordes; presenciou o primeiro trio de arbitragem feminino em 92 anos de história; comemorou da arquibancada os gols mais bonitos da edição – de @neymarjr e @richarlison.
Tudo isso (e muito mais) sob uma perspectiva humana e empática, que combinou resenha, entretenimento e análise crítica em formatos inovadores. Foi especial demais entrevistar nossos craques após os jogos. Da diversão com a Dança do Pombo à emoção com a pureza do @casemiro e o brilho nos olhos do @rodrygogoes.
Trabalhamos incansavelmente para entregar conteúdo de qualidade – sem apelação, desrespeito ou ódio. Chegamos ao fim da Copa com a sensação de missão cumprida, ansiosos para a próxima convocação da Seleção Fenômeno.
Muito obrigado a todos os creators do canal que somaram mais de 200 milhões de views em nossas plataformas durante o torneio (sem contar o que foi replicado pelos veículos da mídia tradicional e digital).
Um agradecimento especial a você que assistiu e nos acompanhou nessa jornada multiplataforma.
Estamos só começando! 2026 é logo ali.
Hoje o Fenômeno viveu um dia emocionante!
Seu amigo de longa data, João Ramalho, produtor-executivo da Globo, foi homenageado pela FIFA e @Ronaldo fez questão de comparecer para entregar o prêmio pela nona cobertura de Copa do Mundo. 👏
E essa parceria tem muita história! São mais de 20 anos de amizade entre o patrão e João, que tem o carinhoso apelido de Seu Nélio – o pai do Fenômeno.
Parabéns, João!
#ronaldotv #joaoramalho #fifaworldcup #ronaldo #fenomeno
DIA 10 UM TRIBUTO AO REI PELÉ 🔟
@ronaldo e @ronaldotv planejaram uma live em tributo ao Rei @pele! Nesse dia 10, amanhã, para homenagear o maior 10 e o maior jogador de futebol de todos os tempos! Convidados especiais! Lembranças! Histórias e momentos inesquecíveis de Pelé e de Edson!
E claro que não vai faltar uma homenagem para o @rdinamite10 na Live!
#ronaldotv #reipelé #pele #ronaldo #fenomeno
The first ever @Sorare 𝐋𝐞𝐠𝐞𝐧𝐝 𝐔𝐧𝐢𝐪𝐮𝐞 card is HERE!
And what better way to kick it off than with one of the best strikers of all time: @ronaldo! 🇧🇷
Discover it on the global fantasy football game, Sorare. Link in story.
#Sorare #OwnYourGame #SorareLegends