Home Actress Vera Kolodzig HD Instagram Photos and Wallpapers July 2023 Vera Kolodzig Instagram - Desde criança que sonhava estudar em Londres, onde os imponentes teatros são arrebatados por sinfonias épicas e histórias contadas por actores que cantam e dançam. Vim a 1a vez a esta cidade naquela que recordo ser a única viagem com a família toda (tinha ido com os meus irmãos a L.A. aos 9 anos, mas a minha mãe não foi). Lembro-me do meu pai a passear de chapéu com o jornal debaixo do braço por Hyde Park e da minha irmã a tirar fotografias nas cabines telefónicas vermelhas. Eu, na minha adolescência, ficava mais admirada com as fachadas dos teatros sonhando com a possibilidade de vir um dia a pisar um enorme palco. Comecei a fazer televisão aos 14 anos, e o sonho manteve-se. Juntei dinheiro para poder vir estudar para aqui aos 18 anos, e candidatei-me a uma bolsa da UE depois de passar na audição para mais de 1500 candidatos. Consegui. Fiquei três anos com um intervalo pelo meio em que voltei a Portugal para fazer uma novela e repor finanças. Podia dizer que foram os melhores anos da minha vida mas não foram. Vinha cheia de sonhos e vontades, cheia de ideias e ilusões, e a realidade foi bem diferente. Em 70 alunos havia apenas 3 estrangeiros, entre eles eu. O choque cultural foi grande, a integração difícil. Sentia-me um alien por não querer começar a beber às 18h ou ser honesta demais nas minhas opiniões. Senti-me sozinha e incompreendida num país onde nem sequer dois beijinhos se dão quando se conhece alguém. Sentia-me triste com a falta de luz natural, comida real e mar. Sentia-me angustiada com as distâncias enormes e caras. Amava teatro, amava aprender, amava passear nos mercados, amava poder vestir-me como queria sem julgamentos, mas sentia falta de amor. E não entendia o sentido de humor. Foram anos incríveis sem dúvida! Aprendi muito sobre mim, sobre o mundo e sobre representação. Regressei a Portugal em 2007 e nunca mais tive vontade de voltar. Até agora, 16 anos depois. Porque agora tenho um filho com sonhos nos olhos, com a magia do Harry Potter e o fascínio por esta cidade. Agora tenho a melhor desculpa para vir fazer as pazes com Londres e reencontrar o amor por ela. . . . #london #instatravel #travelwithkids #londres #unitedkingdom #memories London Bridge

Vera Kolodzig Instagram – Desde criança que sonhava estudar em Londres, onde os imponentes teatros são arrebatados por sinfonias épicas e histórias contadas por actores que cantam e dançam. Vim a 1a vez a esta cidade naquela que recordo ser a única viagem com a família toda (tinha ido com os meus irmãos a L.A. aos 9 anos, mas a minha mãe não foi). Lembro-me do meu pai a passear de chapéu com o jornal debaixo do braço por Hyde Park e da minha irmã a tirar fotografias nas cabines telefónicas vermelhas. Eu, na minha adolescência, ficava mais admirada com as fachadas dos teatros sonhando com a possibilidade de vir um dia a pisar um enorme palco. Comecei a fazer televisão aos 14 anos, e o sonho manteve-se. Juntei dinheiro para poder vir estudar para aqui aos 18 anos, e candidatei-me a uma bolsa da UE depois de passar na audição para mais de 1500 candidatos. Consegui. Fiquei três anos com um intervalo pelo meio em que voltei a Portugal para fazer uma novela e repor finanças. Podia dizer que foram os melhores anos da minha vida mas não foram. Vinha cheia de sonhos e vontades, cheia de ideias e ilusões, e a realidade foi bem diferente. Em 70 alunos havia apenas 3 estrangeiros, entre eles eu. O choque cultural foi grande, a integração difícil. Sentia-me um alien por não querer começar a beber às 18h ou ser honesta demais nas minhas opiniões. Senti-me sozinha e incompreendida num país onde nem sequer dois beijinhos se dão quando se conhece alguém. Sentia-me triste com a falta de luz natural, comida real e mar. Sentia-me angustiada com as distâncias enormes e caras. Amava teatro, amava aprender, amava passear nos mercados, amava poder vestir-me como queria sem julgamentos, mas sentia falta de amor. E não entendia o sentido de humor. Foram anos incríveis sem dúvida! Aprendi muito sobre mim, sobre o mundo e sobre representação. Regressei a Portugal em 2007 e nunca mais tive vontade de voltar. Até agora, 16 anos depois. Porque agora tenho um filho com sonhos nos olhos, com a magia do Harry Potter e o fascínio por esta cidade. Agora tenho a melhor desculpa para vir fazer as pazes com Londres e reencontrar o amor por ela. . . . #london #instatravel #travelwithkids #londres #unitedkingdom #memories London Bridge

Vera Kolodzig Instagram - Desde criança que sonhava estudar em Londres, onde os imponentes teatros são arrebatados por sinfonias épicas e histórias contadas por actores que cantam e dançam. Vim a 1a vez a esta cidade naquela que recordo ser a única viagem com a família toda (tinha ido com os meus irmãos a L.A. aos 9 anos, mas a minha mãe não foi). Lembro-me do meu pai a passear de chapéu com o jornal debaixo do braço por Hyde Park e da minha irmã a tirar fotografias nas cabines telefónicas vermelhas. Eu, na minha adolescência, ficava mais admirada com as fachadas dos teatros sonhando com a possibilidade de vir um dia a pisar um enorme palco. Comecei a fazer televisão aos 14 anos, e o sonho manteve-se. Juntei dinheiro para poder vir estudar para aqui aos 18 anos, e candidatei-me a uma bolsa da UE depois de passar na audição para mais de 1500 candidatos. Consegui. Fiquei três anos com um intervalo pelo meio em que voltei a Portugal para fazer uma novela e repor finanças. Podia dizer que foram os melhores anos da minha vida mas não foram. Vinha cheia de sonhos e vontades, cheia de ideias e ilusões, e a realidade foi bem diferente. Em 70 alunos havia apenas 3 estrangeiros, entre eles eu. O choque cultural foi grande, a integração difícil. Sentia-me um alien por não querer começar a beber às 18h ou ser honesta demais nas minhas opiniões. Senti-me sozinha e incompreendida num país onde nem sequer dois beijinhos se dão quando se conhece alguém. Sentia-me triste com a falta de luz natural, comida real e mar. Sentia-me angustiada com as distâncias enormes e caras. Amava teatro, amava aprender, amava passear nos mercados, amava poder vestir-me como queria sem julgamentos, mas sentia falta de amor. E não entendia o sentido de humor. Foram anos incríveis sem dúvida! Aprendi muito sobre mim, sobre o mundo e sobre representação. Regressei a Portugal em 2007 e nunca mais tive vontade de voltar. Até agora, 16 anos depois. Porque agora tenho um filho com sonhos nos olhos, com a magia do Harry Potter e o fascínio por esta cidade. Agora tenho a melhor desculpa para vir fazer as pazes com Londres e reencontrar o amor por ela. . . . #london #instatravel #travelwithkids #londres #unitedkingdom #memories London Bridge

Vera Kolodzig Instagram – Desde criança que sonhava estudar em Londres, onde os imponentes teatros são arrebatados por sinfonias épicas e histórias contadas por actores que cantam e dançam. Vim a 1a vez a esta cidade naquela que recordo ser a única viagem com a família toda (tinha ido com os meus irmãos a L.A. aos 9 anos, mas a minha mãe não foi). Lembro-me do meu pai a passear de chapéu com o jornal debaixo do braço por Hyde Park e da minha irmã a tirar fotografias nas cabines telefónicas vermelhas. Eu, na minha adolescência, ficava mais admirada com as fachadas dos teatros sonhando com a possibilidade de vir um dia a pisar um enorme palco.
Comecei a fazer televisão aos 14 anos, e o sonho manteve-se. Juntei dinheiro para poder vir estudar para aqui aos 18 anos, e candidatei-me a uma bolsa da UE depois de passar na audição para mais de 1500 candidatos. Consegui.
Fiquei três anos com um intervalo pelo meio em que voltei a Portugal para fazer uma novela e repor finanças.
Podia dizer que foram os melhores anos da minha vida mas não foram. Vinha cheia de sonhos e vontades, cheia de ideias e ilusões, e a realidade foi bem diferente. Em 70 alunos havia apenas 3 estrangeiros, entre eles eu. O choque cultural foi grande, a integração difícil. Sentia-me um alien por não querer começar a beber às 18h ou ser honesta demais nas minhas opiniões. Senti-me sozinha e incompreendida num país onde nem sequer dois beijinhos se dão quando se conhece alguém. Sentia-me triste com a falta de luz natural, comida real e mar. Sentia-me angustiada com as distâncias enormes e caras. Amava teatro, amava aprender, amava passear nos mercados, amava poder vestir-me como queria sem julgamentos, mas sentia falta de amor. E não entendia o sentido de humor.
Foram anos incríveis sem dúvida! Aprendi muito sobre mim, sobre o mundo e sobre representação. Regressei a Portugal em 2007 e nunca mais tive vontade de voltar. Até agora, 16 anos depois. Porque agora tenho um filho com sonhos nos olhos, com a magia do Harry Potter e o fascínio por esta cidade. Agora tenho a melhor desculpa para vir fazer as pazes com Londres e reencontrar o amor por ela.
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#london #instatravel #travelwithkids #londres #unitedkingdom #memories London Bridge | Posted on 05/Jul/2023 02:52:50

Vera Kolodzig Instagram – Viajar sozinha com uma criança de 8 anos requer alguma organização e planeamento. Eu, que gosto de aproveitar ao máximo as minhas viagens e neste caso tinha os dias contados, aprendi na última viagem a Barcelona que o melhor mesmo é organizar cada dia quando estamos em cidades grandes, para poder dar alguma segurança ao Mateus. Deixei alguns dias livres em Barcelona, que com a minha própria incerteza de para que lado me virar, culminou em birras de cansaço das duas partes 😬. Isto porque uma das grandes necessidades do Mateus é segurança, mais do que novidade. Então percebi que o maior estado de flow se dá quando existe estrutura, tal como a liberdade que as rotinas nos dão, tal como as melhores improvisações exigem preparação. 
Nesta viagem decidi que faríamos dia sim dia não as actividades para ele e as actividades para mim. Assim estamos os dois preparados para cada dia e acabamos por nos divertir mais. 
No primeiro dia fizemos uma walking tour do Harry Potter (eu nem sou muito de passeios de grupo organizados, mas a verdade é que sozinha com ele me dá alguma estrutura e facilita a logística), e foi espectacular! Ficámos a conhecer Londres pelas localizações das filmagens e ainda aprendemos alguma história. O segundo dia foi dedicado a mim – um reencontro com uma amiga de há 16 anos, uma visita à escola, um passeio na floresta (na natureza como eu gosto) e uma experiência gastronómica única criada pelo @henriquesapessoa no @joiabattersea . Hoje começámos no London Eye e percebi que o Mateus herdou o meu medo de alturas 😬. Nada que uma pequena mentirinha sobre como cada cápsula se transforma num zepelim e voa no caso de se desprender da roda não resolvesse. Deu para acalmar o seu coração acelerado, e passado umas horas assumi a mentira. O museu da cera foi demasiado intenso para nós. Não entendo a necessidade destes lugares de exagerarem nos decibéis do som. Já não basta a intensidade de levar com centenas de pessoas, ainda ficamos com o cérebro tremido de efeitos especiais. Acabámos o dia com o Rei Leão e já me emocionei. A beleza e o talento são arrebatadores para mim.
Que boa experiência esta! Londres… O meu coração está a abrir-se novamente para ti ❤️
Vera Kolodzig Instagram – Desde criança que sonhava estudar em Londres, onde os imponentes teatros são arrebatados por sinfonias épicas e histórias contadas por actores que cantam e dançam. Vim a 1a vez a esta cidade naquela que recordo ser a única viagem com a família toda (tinha ido com os meus irmãos a L.A. aos 9 anos, mas a minha mãe não foi). Lembro-me do meu pai a passear de chapéu com o jornal debaixo do braço por Hyde Park e da minha irmã a tirar fotografias nas cabines telefónicas vermelhas. Eu, na minha adolescência, ficava mais admirada com as fachadas dos teatros sonhando com a possibilidade de vir um dia a pisar um enorme palco. 
Comecei a fazer televisão aos 14 anos, e o sonho manteve-se. Juntei dinheiro para poder vir estudar para aqui aos 18 anos, e candidatei-me a uma bolsa da UE depois de passar na audição para mais de 1500 candidatos. Consegui. 
Fiquei três anos com um intervalo pelo meio em que voltei a Portugal para fazer uma novela e repor finanças. 
Podia dizer que foram os melhores anos da minha vida mas não foram. Vinha cheia de sonhos e vontades, cheia de ideias e ilusões, e a realidade foi bem diferente. Em 70 alunos havia apenas 3 estrangeiros, entre eles eu. O choque cultural foi grande, a integração difícil. Sentia-me um alien por não querer começar a beber às 18h ou ser honesta demais nas minhas opiniões. Senti-me sozinha e incompreendida num país onde nem sequer dois beijinhos se dão quando se conhece alguém. Sentia-me triste com a falta de luz natural, comida real e mar. Sentia-me angustiada com as distâncias enormes e caras. Amava teatro, amava aprender, amava passear nos mercados, amava poder vestir-me como queria sem julgamentos, mas sentia falta de amor. E não entendia o sentido de humor. 
Foram anos incríveis sem dúvida! Aprendi muito sobre mim, sobre o mundo e sobre representação. Regressei a Portugal em 2007 e nunca mais tive vontade de voltar. Até agora, 16 anos depois. Porque agora tenho um filho com sonhos nos olhos, com a magia do Harry Potter e o fascínio por esta cidade. Agora tenho a melhor desculpa para vir fazer as pazes com Londres e reencontrar o amor por ela.
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#london #instatravel #travelwithkids #londres #unitedkingdom #memories London Bridge

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