As vezes parece q estamos felizes e radiantes o tempo todo por aqui neh? Claro, pq as redes só mostram uma parte da nossas vidas. Mas a verdade é que o dia a dia é cheio de altos e baixos, medos, alegrias, angústias, culpa. Por um lado, muito feliz com as realizações profissionais. Por outro, triste e culpada por não dar conta de tudo o que remete aos meus filhos. Eu tenho trabalhado muito nesse último mês, e isso não é uma reclamação, eu sabia que seria assim. Me propus a isso sabendo que quando acabasse ficaria apenas em casa com as crianças. Mas esses últimos 10 dias tem sido muito difíceis.
Venho para o trabalho chorando, deixando parte de mim em casa, sabendo que meus filhos sentem minha falta no dia a dia. Títi e Bless conseguem expressar seus sentimentos e estão mais acostumados com o ritmo. Zyan não, ele sofre a cada partida minha e do Bruno mesmo eu dizendo a ele que volto mais tarde pra contar história e colocá-lo pra dormir. Perdi o final das férias dos mais velhos, a primeira semana de aula do mais novo, A estreia de Zyan em um colégio e todo o sentimento desconhecido da escola nova, a entrada na escolinha de futebol…Mas sempre tentando acertar, e me desdobrar em mil pra me fazer presente de alguma forma.
Junto a isso tive algumas crises de ansiedade no trabalho, tendo q pedir a uma equipe inteira alguns minutos pra respirar e não entrar no set chorando. Essa é a parte que ninguém vê, mas que também existe.
Hoje é o nosso último dia de gravação de um trabalho intenso! Todos os dias, dez a doze horas, sentimentos a flor da pele… Minha parceira de trabalho Fepa, grávida e também muito emotiva, muitas vezes segurou minha barra, assim como eu segurei a dela. Imagina? Ela longe de casa, na reta final da gravidez, cheia de hormônios que deixam a gente ainda mais sensível, precisando carinho e acolhimento dos seus! Ela foi forte demais!
A verdade é uma só: nós, mulheres, somos foda! Somos mil em uma e isso já sabemos, somos chamadas de guerreiras a todo tempo, e somos, mas, às vezes o que precisamos é sentar, respirar e nos permitir não fazer ou não ser nada. Só ser. Ser o que quisermos e o que é possível no dia a dia.
***continua na legenda***
As vezes parece q estamos felizes e radiantes o tempo todo por aqui neh? Claro, pq as redes só mostram uma parte da nossas vidas. Mas a verdade é que o dia a dia é cheio de altos e baixos, medos, alegrias, angústias, culpa. Por um lado, muito feliz com as realizações profissionais. Por outro, triste e culpada por não dar conta de tudo o que remete aos meus filhos. Eu tenho trabalhado muito nesse último mês, e isso não é uma reclamação, eu sabia que seria assim. Me propus a isso sabendo que quando acabasse ficaria apenas em casa com as crianças. Mas esses últimos 10 dias tem sido muito difíceis.
Venho para o trabalho chorando, deixando parte de mim em casa, sabendo que meus filhos sentem minha falta no dia a dia. Títi e Bless conseguem expressar seus sentimentos e estão mais acostumados com o ritmo. Zyan não, ele sofre a cada partida minha e do Bruno mesmo eu dizendo a ele que volto mais tarde pra contar história e colocá-lo pra dormir. Perdi o final das férias dos mais velhos, a primeira semana de aula do mais novo, A estreia de Zyan em um colégio e todo o sentimento desconhecido da escola nova, a entrada na escolinha de futebol…Mas sempre tentando acertar, e me desdobrar em mil pra me fazer presente de alguma forma.
Junto a isso tive algumas crises de ansiedade no trabalho, tendo q pedir a uma equipe inteira alguns minutos pra respirar e não entrar no set chorando. Essa é a parte que ninguém vê, mas que também existe.
Hoje é o nosso último dia de gravação de um trabalho intenso! Todos os dias, dez a doze horas, sentimentos a flor da pele… Minha parceira de trabalho Fepa, grávida e também muito emotiva, muitas vezes segurou minha barra, assim como eu segurei a dela. Imagina? Ela longe de casa, na reta final da gravidez, cheia de hormônios que deixam a gente ainda mais sensível, precisando carinho e acolhimento dos seus! Ela foi forte demais!
A verdade é uma só: nós, mulheres, somos foda! Somos mil em uma e isso já sabemos, somos chamadas de guerreiras a todo tempo, e somos, mas, às vezes o que precisamos é sentar, respirar e nos permitir não fazer ou não ser nada. Só ser. Ser o que quisermos e o que é possível no dia a dia.
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As vezes parece q estamos felizes e radiantes o tempo todo por aqui neh? Claro, pq as redes só mostram uma parte da nossas vidas. Mas a verdade é que o dia a dia é cheio de altos e baixos, medos, alegrias, angústias, culpa. Por um lado, muito feliz com as realizações profissionais. Por outro, triste e culpada por não dar conta de tudo o que remete aos meus filhos. Eu tenho trabalhado muito nesse último mês, e isso não é uma reclamação, eu sabia que seria assim. Me propus a isso sabendo que quando acabasse ficaria apenas em casa com as crianças. Mas esses últimos 10 dias tem sido muito difíceis.
Venho para o trabalho chorando, deixando parte de mim em casa, sabendo que meus filhos sentem minha falta no dia a dia. Títi e Bless conseguem expressar seus sentimentos e estão mais acostumados com o ritmo. Zyan não, ele sofre a cada partida minha e do Bruno mesmo eu dizendo a ele que volto mais tarde pra contar história e colocá-lo pra dormir. Perdi o final das férias dos mais velhos, a primeira semana de aula do mais novo, A estreia de Zyan em um colégio e todo o sentimento desconhecido da escola nova, a entrada na escolinha de futebol…Mas sempre tentando acertar, e me desdobrar em mil pra me fazer presente de alguma forma.
Junto a isso tive algumas crises de ansiedade no trabalho, tendo q pedir a uma equipe inteira alguns minutos pra respirar e não entrar no set chorando. Essa é a parte que ninguém vê, mas que também existe.
Hoje é o nosso último dia de gravação de um trabalho intenso! Todos os dias, dez a doze horas, sentimentos a flor da pele… Minha parceira de trabalho Fepa, grávida e também muito emotiva, muitas vezes segurou minha barra, assim como eu segurei a dela. Imagina? Ela longe de casa, na reta final da gravidez, cheia de hormônios que deixam a gente ainda mais sensível, precisando carinho e acolhimento dos seus! Ela foi forte demais!
A verdade é uma só: nós, mulheres, somos foda! Somos mil em uma e isso já sabemos, somos chamadas de guerreiras a todo tempo, e somos, mas, às vezes o que precisamos é sentar, respirar e nos permitir não fazer ou não ser nada. Só ser. Ser o que quisermos e o que é possível no dia a dia.
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As vezes parece q estamos felizes e radiantes o tempo todo por aqui neh? Claro, pq as redes só mostram uma parte da nossas vidas. Mas a verdade é que o dia a dia é cheio de altos e baixos, medos, alegrias, angústias, culpa. Por um lado, muito feliz com as realizações profissionais. Por outro, triste e culpada por não dar conta de tudo o que remete aos meus filhos. Eu tenho trabalhado muito nesse último mês, e isso não é uma reclamação, eu sabia que seria assim. Me propus a isso sabendo que quando acabasse ficaria apenas em casa com as crianças. Mas esses últimos 10 dias tem sido muito difíceis.
Venho para o trabalho chorando, deixando parte de mim em casa, sabendo que meus filhos sentem minha falta no dia a dia. Títi e Bless conseguem expressar seus sentimentos e estão mais acostumados com o ritmo. Zyan não, ele sofre a cada partida minha e do Bruno mesmo eu dizendo a ele que volto mais tarde pra contar história e colocá-lo pra dormir. Perdi o final das férias dos mais velhos, a primeira semana de aula do mais novo, A estreia de Zyan em um colégio e todo o sentimento desconhecido da escola nova, a entrada na escolinha de futebol…Mas sempre tentando acertar, e me desdobrar em mil pra me fazer presente de alguma forma.
Junto a isso tive algumas crises de ansiedade no trabalho, tendo q pedir a uma equipe inteira alguns minutos pra respirar e não entrar no set chorando. Essa é a parte que ninguém vê, mas que também existe.
Hoje é o nosso último dia de gravação de um trabalho intenso! Todos os dias, dez a doze horas, sentimentos a flor da pele… Minha parceira de trabalho Fepa, grávida e também muito emotiva, muitas vezes segurou minha barra, assim como eu segurei a dela. Imagina? Ela longe de casa, na reta final da gravidez, cheia de hormônios que deixam a gente ainda mais sensível, precisando carinho e acolhimento dos seus! Ela foi forte demais!
A verdade é uma só: nós, mulheres, somos foda! Somos mil em uma e isso já sabemos, somos chamadas de guerreiras a todo tempo, e somos, mas, às vezes o que precisamos é sentar, respirar e nos permitir não fazer ou não ser nada. Só ser. Ser o que quisermos e o que é possível no dia a dia.
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As vezes parece q estamos felizes e radiantes o tempo todo por aqui neh? Claro, pq as redes só mostram uma parte da nossas vidas. Mas a verdade é que o dia a dia é cheio de altos e baixos, medos, alegrias, angústias, culpa. Por um lado, muito feliz com as realizações profissionais. Por outro, triste e culpada por não dar conta de tudo o que remete aos meus filhos. Eu tenho trabalhado muito nesse último mês, e isso não é uma reclamação, eu sabia que seria assim. Me propus a isso sabendo que quando acabasse ficaria apenas em casa com as crianças. Mas esses últimos 10 dias tem sido muito difíceis.
Venho para o trabalho chorando, deixando parte de mim em casa, sabendo que meus filhos sentem minha falta no dia a dia. Títi e Bless conseguem expressar seus sentimentos e estão mais acostumados com o ritmo. Zyan não, ele sofre a cada partida minha e do Bruno mesmo eu dizendo a ele que volto mais tarde pra contar história e colocá-lo pra dormir. Perdi o final das férias dos mais velhos, a primeira semana de aula do mais novo, A estreia de Zyan em um colégio e todo o sentimento desconhecido da escola nova, a entrada na escolinha de futebol…Mas sempre tentando acertar, e me desdobrar em mil pra me fazer presente de alguma forma.
Junto a isso tive algumas crises de ansiedade no trabalho, tendo q pedir a uma equipe inteira alguns minutos pra respirar e não entrar no set chorando. Essa é a parte que ninguém vê, mas que também existe.
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A verdade é uma só: nós, mulheres, somos foda! Somos mil em uma e isso já sabemos, somos chamadas de guerreiras a todo tempo, e somos, mas, às vezes o que precisamos é sentar, respirar e nos permitir não fazer ou não ser nada. Só ser. Ser o que quisermos e o que é possível no dia a dia.
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As vezes parece q estamos felizes e radiantes o tempo todo por aqui neh? Claro, pq as redes só mostram uma parte da nossas vidas. Mas a verdade é que o dia a dia é cheio de altos e baixos, medos, alegrias, angústias, culpa. Por um lado, muito feliz com as realizações profissionais. Por outro, triste e culpada por não dar conta de tudo o que remete aos meus filhos. Eu tenho trabalhado muito nesse último mês, e isso não é uma reclamação, eu sabia que seria assim. Me propus a isso sabendo que quando acabasse ficaria apenas em casa com as crianças. Mas esses últimos 10 dias tem sido muito difíceis.
Venho para o trabalho chorando, deixando parte de mim em casa, sabendo que meus filhos sentem minha falta no dia a dia. Títi e Bless conseguem expressar seus sentimentos e estão mais acostumados com o ritmo. Zyan não, ele sofre a cada partida minha e do Bruno mesmo eu dizendo a ele que volto mais tarde pra contar história e colocá-lo pra dormir. Perdi o final das férias dos mais velhos, a primeira semana de aula do mais novo, A estreia de Zyan em um colégio e todo o sentimento desconhecido da escola nova, a entrada na escolinha de futebol…Mas sempre tentando acertar, e me desdobrar em mil pra me fazer presente de alguma forma.
Junto a isso tive algumas crises de ansiedade no trabalho, tendo q pedir a uma equipe inteira alguns minutos pra respirar e não entrar no set chorando. Essa é a parte que ninguém vê, mas que também existe.
Hoje é o nosso último dia de gravação de um trabalho intenso! Todos os dias, dez a doze horas, sentimentos a flor da pele… Minha parceira de trabalho Fepa, grávida e também muito emotiva, muitas vezes segurou minha barra, assim como eu segurei a dela. Imagina? Ela longe de casa, na reta final da gravidez, cheia de hormônios que deixam a gente ainda mais sensível, precisando carinho e acolhimento dos seus! Ela foi forte demais!
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Venho para o trabalho chorando, deixando parte de mim em casa, sabendo que meus filhos sentem minha falta no dia a dia. Títi e Bless conseguem expressar seus sentimentos e estão mais acostumados com o ritmo. Zyan não, ele sofre a cada partida minha e do Bruno mesmo eu dizendo a ele que volto mais tarde pra contar história e colocá-lo pra dormir. Perdi o final das férias dos mais velhos, a primeira semana de aula do mais novo, A estreia de Zyan em um colégio e todo o sentimento desconhecido da escola nova, a entrada na escolinha de futebol…Mas sempre tentando acertar, e me desdobrar em mil pra me fazer presente de alguma forma.
Junto a isso tive algumas crises de ansiedade no trabalho, tendo q pedir a uma equipe inteira alguns minutos pra respirar e não entrar no set chorando. Essa é a parte que ninguém vê, mas que também existe.
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As vezes parece q estamos felizes e radiantes o tempo todo por aqui neh? Claro, pq as redes só mostram uma parte da nossas vidas. Mas a verdade é que o dia a dia é cheio de altos e baixos, medos, alegrias, angústias, culpa. Por um lado, muito feliz com as realizações profissionais. Por outro, triste e culpada por não dar conta de tudo o que remete aos meus filhos. Eu tenho trabalhado muito nesse último mês, e isso não é uma reclamação, eu sabia que seria assim. Me propus a isso sabendo que quando acabasse ficaria apenas em casa com as crianças. Mas esses últimos 10 dias tem sido muito difíceis.
Venho para o trabalho chorando, deixando parte de mim em casa, sabendo que meus filhos sentem minha falta no dia a dia. Títi e Bless conseguem expressar seus sentimentos e estão mais acostumados com o ritmo. Zyan não, ele sofre a cada partida minha e do Bruno mesmo eu dizendo a ele que volto mais tarde pra contar história e colocá-lo pra dormir. Perdi o final das férias dos mais velhos, a primeira semana de aula do mais novo, A estreia de Zyan em um colégio e todo o sentimento desconhecido da escola nova, a entrada na escolinha de futebol…Mas sempre tentando acertar, e me desdobrar em mil pra me fazer presente de alguma forma.
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Venho para o trabalho chorando, deixando parte de mim em casa, sabendo que meus filhos sentem minha falta no dia a dia. Títi e Bless conseguem expressar seus sentimentos e estão mais acostumados com o ritmo. Zyan não, ele sofre a cada partida minha e do Bruno mesmo eu dizendo a ele que volto mais tarde pra contar história e colocá-lo pra dormir. Perdi o final das férias dos mais velhos, a primeira semana de aula do mais novo, A estreia de Zyan em um colégio e todo o sentimento desconhecido da escola nova, a entrada na escolinha de futebol…Mas sempre tentando acertar, e me desdobrar em mil pra me fazer presente de alguma forma.
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Hoje é o nosso último dia de gravação de um trabalho intenso! Todos os dias, dez a doze horas, sentimentos a flor da pele… Minha parceira de trabalho Fepa, grávida e também muito emotiva, muitas vezes segurou minha barra, assim como eu segurei a dela. Imagina? Ela longe de casa, na reta final da gravidez, cheia de hormônios que deixam a gente ainda mais sensível, precisando carinho e acolhimento dos seus! Ela foi forte demais!
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As vezes parece q estamos felizes e radiantes o tempo todo por aqui neh? Claro, pq as redes só mostram uma parte da nossas vidas. Mas a verdade é que o dia a dia é cheio de altos e baixos, medos, alegrias, angústias, culpa. Por um lado, muito feliz com as realizações profissionais. Por outro, triste e culpada por não dar conta de tudo o que remete aos meus filhos. Eu tenho trabalhado muito nesse último mês, e isso não é uma reclamação, eu sabia que seria assim. Me propus a isso sabendo que quando acabasse ficaria apenas em casa com as crianças. Mas esses últimos 10 dias tem sido muito difíceis.
Venho para o trabalho chorando, deixando parte de mim em casa, sabendo que meus filhos sentem minha falta no dia a dia. Títi e Bless conseguem expressar seus sentimentos e estão mais acostumados com o ritmo. Zyan não, ele sofre a cada partida minha e do Bruno mesmo eu dizendo a ele que volto mais tarde pra contar história e colocá-lo pra dormir. Perdi o final das férias dos mais velhos, a primeira semana de aula do mais novo, A estreia de Zyan em um colégio e todo o sentimento desconhecido da escola nova, a entrada na escolinha de futebol…Mas sempre tentando acertar, e me desdobrar em mil pra me fazer presente de alguma forma.
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Já dizia aquele ditado: se organizar direitinho… 😛
Tem novidade deliciooooosa chegando pra vocês no @Gioh_oficial. Nós dois COMO VOCÊS NUNCA VIRAM ANTES! 😱😱😱
Topam??? Uma parada só entre a gente…que tal? Querem participar do NOSSO SURUBAUM??? 🔥
Então já ativa o sininho e fica de olho nos nossos convidados, pq esse programa vai dar o que falar!
Dia 05/03, às 19h, tem estreia do SURUBAUM! ANOTA NA AGENDA!
#canalgioh #giohnoyoutube #surubaum
A energia da última semana de gravação é essa!!! Vamo q tá acabando…🙏🏿🔥🔥🔥
Não tem aquele ditado, “Quem canta seus males espanta” ??? Tô assim! Quem mais??? Polo Cine
Oiieee, tudo bem? Já estão sabendo neh?
Nós estávamos aqui te olhando de longe e pensamos em te chamar pra uma parada só entre a gente…que tal? Topa entrar pro nosso SURUBAUM? 🔥 A partir da próxima terça, 05/03, a gente se encontra no @gioh_oficial, no YouTube, pra falar sobre amor, romance, relacionamento, afeto e claro, sexo!
Muito prazer…vc é o nosso convidado especial, vem pro NOSSO SURUBAUM! 😈
Então já se inscreve no canal e ativa o sininho! Fica de olho nos nossos convidados, pq esse programa vai dar o que falar!!!! #surubaum #gioh #brunogagliasso #gioewbank São Paulo, Brazil
TEMPO x FRUSTRAÇÃO 🫠 Polo Cine
E por aqui continuamos assim…camarim, gravações, meia calça, salto, cansaço, alegria, makes, looks e penteados baphonicos 💙 #quemnaopodesesacode @gnt Polo Cine
E por aqui continuamos assim…camarim, gravações, meia calça, salto, cansaço, alegria, makes, looks e penteados baphonicos 💙 #quemnaopodesesacode @gnt Polo Cine
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Nosso CARNAVAL foi assim:
AMOR, NATUREZA e PAZ!!!
Obrigada Deus 🩷🙏🏿🙏🏿🙏🏿✨
Nosso CARNAVAL foi assim:
AMOR, NATUREZA e PAZ!!!
Obrigada Deus 🩷🙏🏿🙏🏿🙏🏿✨
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