Vanessa da Mata Instagram – Era vez do silêncio no quintal de minha casa! O ingá fálico reboliço na minha face roçando, enquanto eu tomava café melado, e o ingá dependurado na mãe dele. A minha pele dura de lama branca, que eu colocava, das tantas cacheiras que eu ia, levar meu corpo a banhar nelas, colocando o barro da piçarra no rosto, esticando-o todo banhada por rios indecentemente no luxo d’água Garças e Araguaia. Meu Mato Grosso engrossado em mim, morador profundo! Contava as jabuticabeiras, nove delas, sendo a mais velha da idade que minha avó teria. A corte das jasmineiras fazendo um corredor de caminho que seguia, resistindo aos anos de desmantelo e desdém à natureza de seus impostores “donos” que as matam, como os homens que amam, provando o contrário e matando suas mulheres! Residia ali meus pensamentos de outrora que me traziam agora, tão longe e tão forte, o que não esmorecera em mim! Cada árvore, criatura, alimento, desdobrando ecoando criando outras crianças e criaturas. O frescor do ar que elas tecem em seu sofisticado viver de existência do oxigênio. O arder do fogo que elas, ainda bem, não experimentaram, jamais ter! Deito meu corpo e me lembro da vida tamanha que se tem de tantas criaturas pequeninas coloridas grandes fortes ou finas, donas também da natureza! Sinto agora uma ardência de alegria e vontade de estar lá. Pena, Não tenho como, não posso! Vou me buscar no meu fundo. Eu já vendo o meu rosto, gargalhado, sentido, passado no lúdico várias vezes, naquele modo vivo daquele quintal estimulante, afrontando a morte com total saúde e flerte sendo imensidão! Sempre que preciso, vou lá sentir o cheiro aonde mais amo em mim, onde e quando eu me deixava no grandioso nivelamento do chão! | Posted on 01/Feb/2024 08:21:00
Home Actress Vanessa da Mata HD Instagram Photos and Wallpapers February 2024 Vanessa da Mata Instagram - Era vez do silêncio no quintal de minha casa! O ingá fálico reboliço na minha face roçando, enquanto eu tomava café melado, e o ingá dependurado na mãe dele. A minha pele dura de lama branca, que eu colocava, das tantas cacheiras que eu ia, levar meu corpo a banhar nelas, colocando o barro da piçarra no rosto, esticando-o todo banhada por rios indecentemente no luxo d’água Garças e Araguaia. Meu Mato Grosso engrossado em mim, morador profundo! Contava as jabuticabeiras, nove delas, sendo a mais velha da idade que minha avó teria. A corte das jasmineiras fazendo um corredor de caminho que seguia, resistindo aos anos de desmantelo e desdém à natureza de seus impostores “donos” que as matam, como os homens que amam, provando o contrário e matando suas mulheres! Residia ali meus pensamentos de outrora que me traziam agora, tão longe e tão forte, o que não esmorecera em mim! Cada árvore, criatura, alimento, desdobrando ecoando criando outras crianças e criaturas. O frescor do ar que elas tecem em seu sofisticado viver de existência do oxigênio. O arder do fogo que elas, ainda bem, não experimentaram, jamais ter! Deito meu corpo e me lembro da vida tamanha que se tem de tantas criaturas pequeninas coloridas grandes fortes ou finas, donas também da natureza! Sinto agora uma ardência de alegria e vontade de estar lá. Pena, Não tenho como, não posso! Vou me buscar no meu fundo. Eu já vendo o meu rosto, gargalhado, sentido, passado no lúdico várias vezes, naquele modo vivo daquele quintal estimulante, afrontando a morte com total saúde e flerte sendo imensidão! Sempre que preciso, vou lá sentir o cheiro aonde mais amo em mim, onde e quando eu me deixava no grandioso nivelamento do chão!
Vanessa da Mata Instagram – Era vez do silêncio no quintal de minha casa! O ingá fálico reboliço na minha face roçando, enquanto eu tomava café melado, e o ingá dependurado na mãe dele. A minha pele dura de lama branca, que eu colocava, das tantas cacheiras que eu ia, levar meu corpo a banhar nelas, colocando o barro da piçarra no rosto, esticando-o todo banhada por rios indecentemente no luxo d’água Garças e Araguaia. Meu Mato Grosso engrossado em mim, morador profundo! Contava as jabuticabeiras, nove delas, sendo a mais velha da idade que minha avó teria. A corte das jasmineiras fazendo um corredor de caminho que seguia, resistindo aos anos de desmantelo e desdém à natureza de seus impostores “donos” que as matam, como os homens que amam, provando o contrário e matando suas mulheres! Residia ali meus pensamentos de outrora que me traziam agora, tão longe e tão forte, o que não esmorecera em mim! Cada árvore, criatura, alimento, desdobrando ecoando criando outras crianças e criaturas. O frescor do ar que elas tecem em seu sofisticado viver de existência do oxigênio. O arder do fogo que elas, ainda bem, não experimentaram, jamais ter! Deito meu corpo e me lembro da vida tamanha que se tem de tantas criaturas pequeninas coloridas grandes fortes ou finas, donas também da natureza! Sinto agora uma ardência de alegria e vontade de estar lá. Pena, Não tenho como, não posso! Vou me buscar no meu fundo. Eu já vendo o meu rosto, gargalhado, sentido, passado no lúdico várias vezes, naquele modo vivo daquele quintal estimulante, afrontando a morte com total saúde e flerte sendo imensidão! Sempre que preciso, vou lá sentir o cheiro aonde mais amo em mim, onde e quando eu me deixava no grandioso nivelamento do chão!
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