Home Actress Gal Costa HD Instagram Photos and Wallpapers March 2024 Gal Costa Instagram - #TBT No Centro Cultural Óscar Ramos, em Manaus, está a exposição permanente de quadros, croquis, fotografias e outros objetos de Óscar Ramos, artista gráfico que produziu, entre as décadas de 1970 e 1990, capas de LPs de artistas como Gal, Bethânia, Gil e Caetano.  Produzido por Léo Gandelman, com concepção e repertório por Waly Salomão, “Plural” (1990) é o 22° álbum de Gal. Sua capa e o encarte são mais uma obra legada por Óscar Ramos à história do design discográfico brasileiro. O artista, que já havia colaborado no icônico “Fa-Tal” (1971), junto com Luciano Figueiredo, também assinou a capa de “Baby Gal”, em 1983. O relato em detalhes sobre a concepção de “Plural” é mais uma das raridades expostas no Centro Cultural. “Foi possivelmente, até agora, o trabalho que mais exigiu de mim e me envolveu mais do que comumente. Recebi o recado de Gal por meio de Waly e fui encontrá-la no estúdio de gravação: longas conversas sobre o disco, sobre suas intenções, sobre aquele momento de sua vida. Ela estava linda, super sensual, super tranquila. Seu cabelo era tão perfumado e sedoso, eu ficava horas olhando para ela Heddy Lamar-Dalila-bahiana-pensando no que fazer”, descreve no manuscrito. Óscar foi buscar inspiração em obras do amigo Hélio Oiticica, mais especificamente na capa que ele criou para o disco “Legal” (1970), também de Gal Costa, e na série “Metaesquemas”, composta por obras abstratas a partir de formas geométricas e espaços. “Havia algum tempo já, depois de tanto meditar sobre o metaesquema, que me familiarizara com a projeção ortogonal e espelhada do mesmo. E o que fiz foi exatamente isso: espelhar as palavras GAL e PLURAL até conseguir criar um ‘modo’ metaesquema”. Outra inspiração foi a estética cinematográfica do livro “The Image Makers”, pois Óscar queria que Gal posasse para o fotógrafo Milton Montenegro com a aura de uma estrela de cinema: “Desenhei para ele a foto como a queria, um plural de imagens da cantora e a geringonça de espelhos que triplicaria a imagem”. (Continua nos comentários)

Gal Costa Instagram – #TBT No Centro Cultural Óscar Ramos, em Manaus, está a exposição permanente de quadros, croquis, fotografias e outros objetos de Óscar Ramos, artista gráfico que produziu, entre as décadas de 1970 e 1990, capas de LPs de artistas como Gal, Bethânia, Gil e Caetano.  Produzido por Léo Gandelman, com concepção e repertório por Waly Salomão, “Plural” (1990) é o 22° álbum de Gal. Sua capa e o encarte são mais uma obra legada por Óscar Ramos à história do design discográfico brasileiro. O artista, que já havia colaborado no icônico “Fa-Tal” (1971), junto com Luciano Figueiredo, também assinou a capa de “Baby Gal”, em 1983. O relato em detalhes sobre a concepção de “Plural” é mais uma das raridades expostas no Centro Cultural. “Foi possivelmente, até agora, o trabalho que mais exigiu de mim e me envolveu mais do que comumente. Recebi o recado de Gal por meio de Waly e fui encontrá-la no estúdio de gravação: longas conversas sobre o disco, sobre suas intenções, sobre aquele momento de sua vida. Ela estava linda, super sensual, super tranquila. Seu cabelo era tão perfumado e sedoso, eu ficava horas olhando para ela Heddy Lamar-Dalila-bahiana-pensando no que fazer”, descreve no manuscrito. Óscar foi buscar inspiração em obras do amigo Hélio Oiticica, mais especificamente na capa que ele criou para o disco “Legal” (1970), também de Gal Costa, e na série “Metaesquemas”, composta por obras abstratas a partir de formas geométricas e espaços. “Havia algum tempo já, depois de tanto meditar sobre o metaesquema, que me familiarizara com a projeção ortogonal e espelhada do mesmo. E o que fiz foi exatamente isso: espelhar as palavras GAL e PLURAL até conseguir criar um ‘modo’ metaesquema”. Outra inspiração foi a estética cinematográfica do livro “The Image Makers”, pois Óscar queria que Gal posasse para o fotógrafo Milton Montenegro com a aura de uma estrela de cinema: “Desenhei para ele a foto como a queria, um plural de imagens da cantora e a geringonça de espelhos que triplicaria a imagem”. (Continua nos comentários)

Gal Costa Instagram - #TBT No Centro Cultural Óscar Ramos, em Manaus, está a exposição permanente de quadros, croquis, fotografias e outros objetos de Óscar Ramos, artista gráfico que produziu, entre as décadas de 1970 e 1990, capas de LPs de artistas como Gal, Bethânia, Gil e Caetano.  Produzido por Léo Gandelman, com concepção e repertório por Waly Salomão, “Plural” (1990) é o 22° álbum de Gal. Sua capa e o encarte são mais uma obra legada por Óscar Ramos à história do design discográfico brasileiro. O artista, que já havia colaborado no icônico “Fa-Tal” (1971), junto com Luciano Figueiredo, também assinou a capa de “Baby Gal”, em 1983. O relato em detalhes sobre a concepção de “Plural” é mais uma das raridades expostas no Centro Cultural. “Foi possivelmente, até agora, o trabalho que mais exigiu de mim e me envolveu mais do que comumente. Recebi o recado de Gal por meio de Waly e fui encontrá-la no estúdio de gravação: longas conversas sobre o disco, sobre suas intenções, sobre aquele momento de sua vida. Ela estava linda, super sensual, super tranquila. Seu cabelo era tão perfumado e sedoso, eu ficava horas olhando para ela Heddy Lamar-Dalila-bahiana-pensando no que fazer”, descreve no manuscrito. Óscar foi buscar inspiração em obras do amigo Hélio Oiticica, mais especificamente na capa que ele criou para o disco “Legal” (1970), também de Gal Costa, e na série “Metaesquemas”, composta por obras abstratas a partir de formas geométricas e espaços. “Havia algum tempo já, depois de tanto meditar sobre o metaesquema, que me familiarizara com a projeção ortogonal e espelhada do mesmo. E o que fiz foi exatamente isso: espelhar as palavras GAL e PLURAL até conseguir criar um ‘modo’ metaesquema”. Outra inspiração foi a estética cinematográfica do livro “The Image Makers”, pois Óscar queria que Gal posasse para o fotógrafo Milton Montenegro com a aura de uma estrela de cinema: “Desenhei para ele a foto como a queria, um plural de imagens da cantora e a geringonça de espelhos que triplicaria a imagem”. (Continua nos comentários)

Gal Costa Instagram – #TBT No Centro Cultural Óscar Ramos, em Manaus, está a exposição permanente de quadros, croquis, fotografias e outros objetos de Óscar Ramos, artista gráfico que produziu, entre as décadas de 1970 e 1990, capas de LPs de artistas como Gal, Bethânia, Gil e Caetano. 

Produzido por Léo Gandelman, com concepção e repertório por Waly Salomão, “Plural” (1990) é o 22° álbum de Gal. Sua capa e o encarte são mais uma obra legada por Óscar Ramos à história do design discográfico brasileiro. O artista, que já havia colaborado no icônico “Fa-Tal” (1971), junto com Luciano Figueiredo, também assinou a capa de “Baby Gal”, em 1983.

O relato em detalhes sobre a concepção de “Plural” é mais uma das raridades expostas no Centro Cultural. “Foi possivelmente, até agora, o trabalho que mais exigiu de mim e me envolveu mais do que comumente. Recebi o recado de Gal por meio de Waly e fui encontrá-la no estúdio de gravação: longas conversas sobre o disco, sobre suas intenções, sobre aquele momento de sua vida. Ela estava linda, super sensual, super tranquila. Seu cabelo era tão perfumado e sedoso, eu ficava horas olhando para ela Heddy Lamar-Dalila-bahiana-pensando no que fazer”, descreve no manuscrito.

Óscar foi buscar inspiração em obras do amigo Hélio Oiticica, mais especificamente na capa que ele criou para o disco “Legal” (1970), também de Gal Costa, e na série “Metaesquemas”, composta por obras abstratas a partir de formas geométricas e espaços.

“Havia algum tempo já, depois de tanto meditar sobre o metaesquema, que me familiarizara com a projeção ortogonal e espelhada do mesmo. E o que fiz foi exatamente isso: espelhar as palavras GAL e PLURAL até conseguir criar um ‘modo’ metaesquema”.

Outra inspiração foi a estética cinematográfica do livro “The Image Makers”, pois Óscar queria que Gal posasse para o fotógrafo Milton Montenegro com a aura de uma estrela de cinema: “Desenhei para ele a foto como a queria, um plural de imagens da cantora e a geringonça de espelhos que triplicaria a imagem”.

(Continua nos comentários) | Posted on 29/Feb/2024 20:42:34

Gal Costa Instagram – Há exatos 16 anos, Gal foi um dos destaques no 58º Festival da Canção Italiana, que aconteceu no Ariston Theatre, em 28 de fevereiro de 2008, em Sanremo, Itália. Gal fez um dueto com o italiano @sergiocammariere na canção “L’amore Non Si Spiega”.

As comemorações pelos 50 anos da bossa nova chegaram ao Velho Continente. A cantora Gal Costa recebeu um convite do pianista e compositor Sergio Carmariere para um dueto, no Festival da Canção Italiana, em Sanremo. Ele compôs “L’amore non si spiega” e buscava uma cantora brasileira para interpretar a canção e realizar uma homenagem ao gênero. O músico entrou em contato com a obra de Gal através do empresário Ettore Careta, que não pensou duas vezes antes de indicar a gata do sorriso de Alice. A baiana cantará uma versão em português da ‘bossa nova italiana, adaptada por Massimiliano de Tomasi. Para a ocasião, a cantora escolheu um modelito by Narciso Rodriguez.

Fonte: Jornal do Brasil 
Fotos: Tiziana Fabi/AFP e Elisabetta Villa via Getty Images

#GalCosta #EquipeGal
Gal Costa Instagram – 🎂✨ Hoje é um dia especial! É dia de celebrar o aniversário da diretora @dandaraferreira! A parceria e confiança mútua entre Gal e Dandara foi a essência de projetos extraordinários. Dandara trouxe sua visão única para a trajetória artística da nossa diva, dirigindo a elogiada série documental “O nome dela é Gal” (HBO, 2017) e, a convite da própria Gal, o longa-metragem “Meu Nome É Gal”(2023).

Dandara, que seu dia seja repleto de alegria, realizações e rodeado pelo carinho daqueles que reconhecem e admiram o incrível trabalho que você faz! 🌟🎈 Parabéns! 

#GalCosta #EquipeGal

Check out the latest gallery of Gal Costa