Home Actress Catarina Furtado HD Photos and Wallpapers April 2024 Catarina Furtado Instagram - Tenho um sorriso, porque apesar dos dados recolhidos pelo @unfpa no Relatório sobre População e Desenvolvimento, hoje apresentado em todo o mundo, acredito que vamos fazer MAIS e MELHOR pelas pessoas deixadas ainda MAIS para trás, cujos direitos, têm sido sistematicamente violados, esquecidos, ignorados: as raparigas e as mulheres. Haja vontade política e investimentos na igualdade de género e na saúde e direitos sexuais e reprodutivos, essenciais para garantir um futuro mais justo e com retornos económicos significativos! “VIDAS ENTRELAÇADAS, FIOS DE ESPERANÇA: ACABAR COM AS DESIGUALDADES NA SAÚDE E NOS DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS “,é o relatório, que eu hoje também apresentei enquanto Embaixadora de Boa Vontade. Apenas alguns dados (outros partilhei na crónica que escrevi hoje no @publico.pt mas o relatório estará acessível no site da @pdfactor): O Relatório vem lembrar os avanços: - A taxa de gravidez não intencional caiu quase 20%; - Mais de 60 países aumentaram o acesso ao aborto seguro; - Mais de 160 países aprovaram leis contra a violência doméstica; - Duplicou o número de mulheres que usam contraceção. - E desde 2020 as mortes maternas diminuíram 34% e a taxa de gravidez adolescente caiu um terço. Mas o Relatório vem também, e sobretudo, alertar e apelar à ação! O progresso não foi suficientemente rápido, nem chegou a todas as pessoas: - A violência baseada no género continua em todos os países. - Desde há oito anos que não se regista uma redução da mortalidade materna e, num número alarmante de países, as taxas estão mesmo a aumentar. São cerca de 800 mulheres a morrer todos os dias por razões associadas à gravidez e parto e quase todas essas mortes são evitáveis. - Um quarto das mulheres não pode dizer NÃO a sexo com o marido/ parceiro. - Cerca de metade das mulheres não pode tomar decisões sobre a sua saúde e 1 em cada 10 não pode escolher métodos contracetivos. A causa? A desigualdade! As diferenças de poder e de oportunidades relacionadas com género, situação económica, etnia, orientação sexual e deficiência, são barreiras que limitam drasticamente as escolhas. A verdade é que sabemos como fazer diferente. É querer fazer com empatia!

Catarina Furtado Instagram – Tenho um sorriso, porque apesar dos dados recolhidos pelo @unfpa no Relatório sobre População e Desenvolvimento, hoje apresentado em todo o mundo, acredito que vamos fazer MAIS e MELHOR pelas pessoas deixadas ainda MAIS para trás, cujos direitos, têm sido sistematicamente violados, esquecidos, ignorados: as raparigas e as mulheres. Haja vontade política e investimentos na igualdade de género e na saúde e direitos sexuais e reprodutivos, essenciais para garantir um futuro mais justo e com retornos económicos significativos! “VIDAS ENTRELAÇADAS, FIOS DE ESPERANÇA: ACABAR COM AS DESIGUALDADES NA SAÚDE E NOS DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS “,é o relatório, que eu hoje também apresentei enquanto Embaixadora de Boa Vontade. Apenas alguns dados (outros partilhei na crónica que escrevi hoje no @publico.pt mas o relatório estará acessível no site da @pdfactor): O Relatório vem lembrar os avanços: – A taxa de gravidez não intencional caiu quase 20%; – Mais de 60 países aumentaram o acesso ao aborto seguro; – Mais de 160 países aprovaram leis contra a violência doméstica; – Duplicou o número de mulheres que usam contraceção. – E desde 2020 as mortes maternas diminuíram 34% e a taxa de gravidez adolescente caiu um terço. Mas o Relatório vem também, e sobretudo, alertar e apelar à ação! O progresso não foi suficientemente rápido, nem chegou a todas as pessoas: – A violência baseada no género continua em todos os países. – Desde há oito anos que não se regista uma redução da mortalidade materna e, num número alarmante de países, as taxas estão mesmo a aumentar. São cerca de 800 mulheres a morrer todos os dias por razões associadas à gravidez e parto e quase todas essas mortes são evitáveis. – Um quarto das mulheres não pode dizer NÃO a sexo com o marido/ parceiro. – Cerca de metade das mulheres não pode tomar decisões sobre a sua saúde e 1 em cada 10 não pode escolher métodos contracetivos. A causa? A desigualdade! As diferenças de poder e de oportunidades relacionadas com género, situação económica, etnia, orientação sexual e deficiência, são barreiras que limitam drasticamente as escolhas. A verdade é que sabemos como fazer diferente. É querer fazer com empatia!

Catarina Furtado Instagram - Tenho um sorriso, porque apesar dos dados recolhidos pelo @unfpa no Relatório sobre População e Desenvolvimento, hoje apresentado em todo o mundo, acredito que vamos fazer MAIS e MELHOR pelas pessoas deixadas ainda MAIS para trás, cujos direitos, têm sido sistematicamente violados, esquecidos, ignorados: as raparigas e as mulheres. Haja vontade política e investimentos na igualdade de género e na saúde e direitos sexuais e reprodutivos, essenciais para garantir um futuro mais justo e com retornos económicos significativos! “VIDAS ENTRELAÇADAS, FIOS DE ESPERANÇA: ACABAR COM AS DESIGUALDADES NA SAÚDE E NOS DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS “,é o relatório, que eu hoje também apresentei enquanto Embaixadora de Boa Vontade. Apenas alguns dados (outros partilhei na crónica que escrevi hoje no @publico.pt mas o relatório estará acessível no site da @pdfactor): O Relatório vem lembrar os avanços: - A taxa de gravidez não intencional caiu quase 20%; - Mais de 60 países aumentaram o acesso ao aborto seguro; - Mais de 160 países aprovaram leis contra a violência doméstica; - Duplicou o número de mulheres que usam contraceção. - E desde 2020 as mortes maternas diminuíram 34% e a taxa de gravidez adolescente caiu um terço. Mas o Relatório vem também, e sobretudo, alertar e apelar à ação! O progresso não foi suficientemente rápido, nem chegou a todas as pessoas: - A violência baseada no género continua em todos os países. - Desde há oito anos que não se regista uma redução da mortalidade materna e, num número alarmante de países, as taxas estão mesmo a aumentar. São cerca de 800 mulheres a morrer todos os dias por razões associadas à gravidez e parto e quase todas essas mortes são evitáveis. - Um quarto das mulheres não pode dizer NÃO a sexo com o marido/ parceiro. - Cerca de metade das mulheres não pode tomar decisões sobre a sua saúde e 1 em cada 10 não pode escolher métodos contracetivos. A causa? A desigualdade! As diferenças de poder e de oportunidades relacionadas com género, situação económica, etnia, orientação sexual e deficiência, são barreiras que limitam drasticamente as escolhas. A verdade é que sabemos como fazer diferente. É querer fazer com empatia!

Catarina Furtado Instagram – Tenho um sorriso, porque apesar dos dados recolhidos pelo @unfpa no Relatório sobre População e Desenvolvimento, hoje apresentado em todo o mundo, acredito que vamos fazer MAIS e MELHOR pelas pessoas deixadas ainda MAIS para trás, cujos direitos, têm sido sistematicamente violados, esquecidos, ignorados: as raparigas e as mulheres.

Haja vontade política e investimentos na igualdade de género e na saúde e direitos sexuais e reprodutivos, essenciais para garantir um futuro mais justo e com retornos económicos significativos!

“VIDAS ENTRELAÇADAS, FIOS DE ESPERANÇA: ACABAR COM AS DESIGUALDADES NA SAÚDE E NOS DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS “,é o relatório, que eu hoje também apresentei enquanto Embaixadora de Boa Vontade.

Apenas alguns dados (outros partilhei na crónica que escrevi hoje no @publico.pt mas o relatório estará acessível no site da @pdfactor):

O Relatório vem lembrar os avanços:
– A taxa de gravidez não intencional caiu quase
20%;
– Mais de 60 países aumentaram o acesso ao aborto seguro;
– Mais de 160 países aprovaram leis contra a violência doméstica;
– Duplicou o número de mulheres que usam contraceção.
– E desde 2020 as mortes maternas diminuíram 34% e a taxa de gravidez adolescente caiu um terço.

Mas o Relatório vem também, e sobretudo, alertar e apelar à ação!
O progresso não foi suficientemente rápido, nem chegou a todas as pessoas:
– A violência baseada no género continua em todos os países.
– Desde há oito anos que não se regista uma redução da mortalidade materna e, num número alarmante de países, as taxas estão mesmo a aumentar.
São cerca de 800 mulheres a morrer todos os dias por razões associadas à gravidez e parto e quase todas essas mortes são evitáveis.
– Um quarto das mulheres não pode dizer NÃO a sexo com o marido/ parceiro.
– Cerca de metade das mulheres não pode tomar decisões sobre a sua saúde e 1 em cada 10 não pode escolher métodos contracetivos.

A causa? A desigualdade!

As diferenças de poder e de oportunidades relacionadas com género, situação económica, etnia, orientação sexual e deficiência, são barreiras que limitam drasticamente as escolhas.

A verdade é que sabemos como fazer diferente.
É querer fazer com empatia! | Posted on 18/Apr/2024 00:18:56

Catarina Furtado Instagram – Tenho um sorriso, porque apesar dos dados recolhidos pelo @unfpa no Relatório sobre População e Desenvolvimento, hoje apresentado em todo o mundo, acredito que vamos fazer MAIS e MELHOR pelas pessoas deixadas ainda MAIS para trás, cujos direitos, têm sido sistematicamente violados, esquecidos, ignorados: as raparigas e as mulheres.

Haja vontade política e investimentos na igualdade de género e na saúde e direitos sexuais e reprodutivos, essenciais para garantir um futuro mais justo e com retornos económicos significativos!

“VIDAS ENTRELAÇADAS, FIOS DE ESPERANÇA: ACABAR COM AS DESIGUALDADES NA SAÚDE E NOS DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS “,é o relatório, que eu hoje também apresentei enquanto Embaixadora de Boa Vontade.

Apenas alguns dados (outros partilhei na crónica que escrevi hoje no @publico.pt mas o relatório estará acessível no site da @pdfactor):

O Relatório vem lembrar os avanços:
– A taxa de gravidez não intencional caiu quase
20%;
– Mais de 60 países aumentaram o acesso ao aborto seguro;
– Mais de 160 países aprovaram leis contra a violência doméstica;
– Duplicou o número de mulheres que usam contraceção.
– E desde 2020 as mortes maternas diminuíram 34% e a taxa de gravidez adolescente caiu um terço.

Mas o Relatório vem também, e sobretudo, alertar e apelar à ação!
O progresso não foi suficientemente rápido, nem chegou a todas as pessoas:
– A violência baseada no género continua em todos os países.
– Desde há oito anos que não se regista uma redução da mortalidade materna e, num número alarmante de países, as taxas estão mesmo a aumentar. 
São cerca de 800 mulheres a morrer todos os dias por razões associadas à gravidez e parto e quase todas essas mortes são evitáveis.
– Um quarto das mulheres não pode dizer NÃO a sexo com o marido/ parceiro.
– Cerca de metade das mulheres não pode tomar decisões sobre a sua saúde e 1 em cada 10 não pode escolher métodos contracetivos.

A causa? A desigualdade!

As diferenças de poder e de oportunidades relacionadas com género, situação económica, etnia, orientação sexual e deficiência, são barreiras que limitam drasticamente as escolhas.

A verdade é que sabemos como fazer diferente. 
É querer fazer com empatia!
Catarina Furtado Instagram – Alô, Alô!
Venho lembrar que domingo espalharmos alegria, talento, muitas outras emoções e tanta competição ( da boa 😜:).

Adoro os “meus” miúdos e miúdas e as suas famílias! 

Digam lá se a nova edição do The Voice Kids não está imperdível? 
O que acharam?

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My team de ouro :
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