Home Actress Sara Barradas HD Instagram Photos and Wallpapers April 2024 Sara Barradas Instagram - Notícias e factos sobre Paris: A hora de fecho dos cafés e restaurantes é respeitada ao minuto. Como tal, antes do fecho põem-nos a conta na mesa mesmo que não tenhamos pedido e depois mandam-nos embora. A simpatia dos empregados parisienses tem muito que se lhe diga, podendo haver excepções, claro. Agora o Palácio de Versalhes: Luís XIV, que foi o primeiro rei totalitário, além de um ego desmedido e dos complexos de superioridade, devia sofrer um transtorno obssessivo-compulsivo. Queria que as árvores estivessem sempre geometricamente aparadas. (terceira foto) Ninguém podia ter mais ou melhor do que ele. Ninguém podia ter sapatos com um salto maior do que os dele. Queria incrustar ouro nas paredes do Grand Trianon, mas como lhe disseram que mármore rosa era ainda mais caro foi o que mandou vir. Por sua vez, Luís XV, seu bisneto e sucessor, que ficou conhecido pelas suas/seus mais de 100 amantes, mandou construir o Petit Trianon (quarta foto) para lá instalar a sua principal amante oficial: Madame de Pompadour. Mais tarde, o seu neto Luís XVI, instala no mesmo pequeno palácio a sua esposa, Marie Antoinette. O que eu também não sabia é que o Luís XVI tinha mandado construir nos jardins do Petit Trianon uma espécie de “Portugal dos Pequenitos da Áustria” da época só para agradar a sua esposa que tinha saudades do seu país e vivia infeliz. Pergunto-me quanto mediriam estas pessoas para dormirem em camas tão pequenas…? (sexta foto) Outro facto, o palácio é mesmo majestoso! Estupendamente grande e bonito por dentro e por fora. O último vídeo, na famosa Sala de Espelhos, era suposto ser uma fotografia. Para terminar, tivemos a melhor visita guiada de sempre do nosso amigo @davidsalvado 🇫🇷

Sara Barradas Instagram – Notícias e factos sobre Paris: A hora de fecho dos cafés e restaurantes é respeitada ao minuto. Como tal, antes do fecho põem-nos a conta na mesa mesmo que não tenhamos pedido e depois mandam-nos embora. A simpatia dos empregados parisienses tem muito que se lhe diga, podendo haver excepções, claro. Agora o Palácio de Versalhes: Luís XIV, que foi o primeiro rei totalitário, além de um ego desmedido e dos complexos de superioridade, devia sofrer um transtorno obssessivo-compulsivo. Queria que as árvores estivessem sempre geometricamente aparadas. (terceira foto) Ninguém podia ter mais ou melhor do que ele. Ninguém podia ter sapatos com um salto maior do que os dele. Queria incrustar ouro nas paredes do Grand Trianon, mas como lhe disseram que mármore rosa era ainda mais caro foi o que mandou vir. Por sua vez, Luís XV, seu bisneto e sucessor, que ficou conhecido pelas suas/seus mais de 100 amantes, mandou construir o Petit Trianon (quarta foto) para lá instalar a sua principal amante oficial: Madame de Pompadour. Mais tarde, o seu neto Luís XVI, instala no mesmo pequeno palácio a sua esposa, Marie Antoinette. O que eu também não sabia é que o Luís XVI tinha mandado construir nos jardins do Petit Trianon uma espécie de “Portugal dos Pequenitos da Áustria” da época só para agradar a sua esposa que tinha saudades do seu país e vivia infeliz. Pergunto-me quanto mediriam estas pessoas para dormirem em camas tão pequenas…? (sexta foto) Outro facto, o palácio é mesmo majestoso! Estupendamente grande e bonito por dentro e por fora. O último vídeo, na famosa Sala de Espelhos, era suposto ser uma fotografia. Para terminar, tivemos a melhor visita guiada de sempre do nosso amigo @davidsalvado 🇫🇷

Sara Barradas Instagram - Notícias e factos sobre Paris: A hora de fecho dos cafés e restaurantes é respeitada ao minuto. Como tal, antes do fecho põem-nos a conta na mesa mesmo que não tenhamos pedido e depois mandam-nos embora. A simpatia dos empregados parisienses tem muito que se lhe diga, podendo haver excepções, claro. Agora o Palácio de Versalhes: Luís XIV, que foi o primeiro rei totalitário, além de um ego desmedido e dos complexos de superioridade, devia sofrer um transtorno obssessivo-compulsivo. Queria que as árvores estivessem sempre geometricamente aparadas. (terceira foto) Ninguém podia ter mais ou melhor do que ele. Ninguém podia ter sapatos com um salto maior do que os dele. Queria incrustar ouro nas paredes do Grand Trianon, mas como lhe disseram que mármore rosa era ainda mais caro foi o que mandou vir. Por sua vez, Luís XV, seu bisneto e sucessor, que ficou conhecido pelas suas/seus mais de 100 amantes, mandou construir o Petit Trianon (quarta foto) para lá instalar a sua principal amante oficial: Madame de Pompadour. Mais tarde, o seu neto Luís XVI, instala no mesmo pequeno palácio a sua esposa, Marie Antoinette. O que eu também não sabia é que o Luís XVI tinha mandado construir nos jardins do Petit Trianon uma espécie de “Portugal dos Pequenitos da Áustria” da época só para agradar a sua esposa que tinha saudades do seu país e vivia infeliz. Pergunto-me quanto mediriam estas pessoas para dormirem em camas tão pequenas…? (sexta foto) Outro facto, o palácio é mesmo majestoso! Estupendamente grande e bonito por dentro e por fora. O último vídeo, na famosa Sala de Espelhos, era suposto ser uma fotografia. Para terminar, tivemos a melhor visita guiada de sempre do nosso amigo @davidsalvado 🇫🇷

Sara Barradas Instagram – Notícias e factos sobre Paris:

A hora de fecho dos cafés e restaurantes é respeitada ao minuto. Como tal, antes do fecho põem-nos a conta na mesa mesmo que não tenhamos pedido e depois mandam-nos embora. A simpatia dos empregados parisienses tem muito que se lhe diga, podendo haver excepções, claro.

Agora o Palácio de Versalhes:
Luís XIV, que foi o primeiro rei totalitário, além de um ego desmedido e dos complexos de superioridade, devia sofrer um transtorno obssessivo-compulsivo. Queria que as árvores estivessem sempre geometricamente aparadas. (terceira foto)
Ninguém podia ter mais ou melhor do que ele. Ninguém podia ter sapatos com um salto maior do que os dele.
Queria incrustar ouro nas paredes do Grand Trianon, mas como lhe disseram que mármore rosa era ainda mais caro foi o que mandou vir.

Por sua vez, Luís XV, seu bisneto e sucessor, que ficou conhecido pelas suas/seus mais de 100 amantes, mandou construir o Petit Trianon (quarta foto) para lá instalar a sua principal amante oficial: Madame de Pompadour.
Mais tarde, o seu neto Luís XVI, instala no mesmo pequeno palácio a sua esposa, Marie Antoinette.

O que eu também não sabia é que o Luís XVI tinha mandado construir nos jardins do Petit Trianon uma espécie de “Portugal dos Pequenitos da Áustria” da época só para agradar a sua esposa que tinha saudades do seu país e vivia infeliz.

Pergunto-me quanto mediriam estas pessoas para dormirem em camas tão pequenas…? (sexta foto)

Outro facto, o palácio é mesmo majestoso! Estupendamente grande e bonito por dentro e por fora.

O último vídeo, na famosa Sala de Espelhos, era suposto ser uma fotografia.

Para terminar, tivemos a melhor visita guiada de sempre do nosso amigo @davidsalvado
🇫🇷 | Posted on 07/Feb/2024 04:08:13

Sara Barradas Instagram – Notícias e factos sobre Paris:

A hora de fecho dos cafés e restaurantes é respeitada ao minuto. Como tal, antes do fecho põem-nos a conta na mesa mesmo que não tenhamos pedido e depois mandam-nos embora. A simpatia dos empregados parisienses tem muito que se lhe diga, podendo haver excepções, claro.

Agora o Palácio de Versalhes:
Luís XIV, que foi o primeiro rei totalitário, além de um ego desmedido e dos complexos de superioridade, devia sofrer um transtorno obssessivo-compulsivo. Queria que as árvores estivessem sempre geometricamente aparadas. (terceira foto)
Ninguém podia ter mais ou melhor do que ele. Ninguém podia ter sapatos com um salto maior do que os dele. 
Queria incrustar ouro nas paredes do Grand Trianon, mas como lhe disseram que mármore rosa era ainda mais caro foi o que mandou vir.

Por sua vez, Luís XV, seu bisneto e sucessor, que ficou conhecido pelas suas/seus mais de 100 amantes, mandou construir o Petit Trianon (quarta foto) para lá instalar a sua principal amante oficial: Madame de Pompadour.
Mais tarde, o seu neto Luís XVI, instala no mesmo pequeno palácio a sua esposa, Marie Antoinette.

O que eu também não sabia é que o Luís XVI tinha mandado construir nos jardins do Petit Trianon uma espécie de “Portugal dos Pequenitos da Áustria” da época só para agradar a sua esposa que tinha saudades do seu país e vivia infeliz. 

Pergunto-me quanto mediriam estas pessoas para dormirem em camas tão pequenas…? (sexta foto)

Outro facto, o palácio é mesmo majestoso! Estupendamente grande e bonito por dentro e por fora.

O último vídeo, na famosa Sala de Espelhos, era suposto ser uma fotografia.

Para terminar, tivemos a melhor visita guiada de sempre do nosso amigo @davidsalvado 
🇫🇷
Sara Barradas Instagram – Estou no teatro só há 11 anos, mas o teatro está em mim há muitos mais. Eu comecei a fazer teatro “a pedir licença”, mas o teatro não bateu à minha porta. Entrou de rompante, e ficou. Instalou-se. Gosto da palavra instalação, é muito teatral.
Hoje é o Dia Mundial do Teatro e, apesar de ter feito aqui uma breve compilação de espectáculos que fiz como actriz e como ponto, isto não é sobre mim. É sobre eles. Eles, que me inspiram. As minhas referências e o público.
As minhas referências TEATRAIS, excluindo os autores são, maioritariamente, portuguesas e são MUITAS (desisti de tentar enumerá-las aqui, até porque seria injusto, ficaria sempre alguém por mencionar). Por isso, é dia de as celebrar! 
Obrigada a todos os actores, autores e encenadores que me inspiram e influenciam. Que se instalam em mim. 
Deixo uma breve passagem da mensagem do Dia Mundial do Teatro deste ano, que é do Jon Fosse. Curiosamente, trabalhei como ponto num espectáculo com texto dele – Foi Assim – dos Artistas Unidos, ainda o ano passado. Eu e a querida @lidiamunoz .

“(…)É a abordagem exatamente oposta de todas os conflitos violentos que vemos no mundo com demasiada frequência, a mesma que indulta a tentação destrutiva de aniquilar tudo o que é estrangeiro, tudo o que é único e diferente, frequentemente através da utilização das invenções mais desumanas que a tecnologia já pôs à nossa disposição. Há terrorismo no mundo. Há guerra. Porque também temos um lado 2 de 2 páginas animalesco, instigado pelo instinto de experienciarmos o outro, o estrangeiro, mais como uma ameaça à nossa existência, do que como um mistério fascinante. É assim que a autenticidade – aquelas diferenças que todos podemos ver – desaparecem, deixando atrás de si uma mesmice coletiva para a qual tudo o que é diferente é visto como uma ameaça que tem de ser erradicada. Aquilo que é visto de fora como uma diferença, por exemplo na religião ou na ideologia política, torna-se algo que precisa ser derrotado e
destruído.
A guerra é a batalha contra aquilo que está profundamente no nosso íntimo: algo único. E é também a batalha contra a arte, contra aquilo que está profundamente no íntimo de toda a arte.”

Check out the latest gallery of Sara Barradas