O meu antes e depois em dia de espectáculo. O desafio diário de apertar o meu cabelão. Tudo pelo teatro. Aproveito para dizer que ainda estão a tempo de vir ver este penteado ao vivo, no @teatroaberto. #tempestadeainda_teatroaberto #peterhandke #teatro #actriz
O meu antes e depois em dia de espectáculo. O desafio diário de apertar o meu cabelão. Tudo pelo teatro. Aproveito para dizer que ainda estão a tempo de vir ver este penteado ao vivo, no @teatroaberto. #tempestadeainda_teatroaberto #peterhandke #teatro #actriz
Eu, o Xisto e o Sol. SuZen strikes again. . #aldeiasdoxisto #SuZen #pirososnoxistoenotrilho #nofilternomakeup
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Até dia 17 de Março, ainda cá estamos. Ainda TEMPESTADE AINDA #peterhandke
Até dia 17 de Março, ainda cá estamos. Ainda TEMPESTADE AINDA #peterhandke
Última semana! Ah mas é um espectáculo grande e pesado. Pois! E a falta que faz. É um espectáculo duro. Para pensar. Para agitar. E não conformar. Para lembrar. E que triste e fraca anda a memória. Últimas oportunidades. Estamos a 4 espectáculos do fim da Tempestade. Ainda. No @teatroaberto #peterhandke #tempestadeaínda #teatro #actriz #leonorbaboactores 📷 @l_barros_
3 meses em cena e à luta com o cabelo… Foi um espectáculo cabeludo… e tão bom. #tempestadeaínda #teatroaberto #actriz #peterhandke #doberdan #leonorbaboactores #nomakeup
Estamos a preparar uma coisa muito especial com um texto imperdível: TEMPESTADE AINDA Peter Handke VERSÃO João Lourenço | Vera San Payo de Lemos DRAMATURGIA Vera San Payo de Lemos ENCENAÇÃO João Lourenço CENÁRIO João Lourenço FIGURINOS Marisa Fernandes COM Carolina Picoito Pinto | Crista Alfaiate | João Pedro Vaz | Luís Barros | Manuel Sá Pessoa | Mia Henriques | Sérgio Praia | Susana Arrais Estamos em 1943, nos chamados tempos sombrios, tempos de guerra, morte, destruição, barbárie, mas também tempos de simples formas de vida, tempos de cultivar os campos, amassar o pão, colher maçãs. Estamos em 1943, na chamada Áustria profunda, na região da Caríntia, a terra natal de Peter Handke, o escritor que surge na peça como Eu, o cronista. Está no presente e, ao mesmo tempo, no passado. Vê toda a família, do lado materno, a aparecer num prado verde da sua região: o avô, a avó, a mãe, a irmã e os três irmãos da mãe. São camponeses, eslovenos, vivem na Áustria anexada que se tornou parte do Reich, a língua que falam é indesejada. Os irmãos da mãe partem para a guerra com o uniforme alemão, a irmã esconde-se na floresta, faz parte da Resistência contra os alemães, a mãe fica grávida de um alemão, o pai do Eu, o cronista. O escritor regressa à suas origens, dá voz aos seus antepassados, conta a história da sua família e, na linguagem densa e poética que o caracteriza, faz um louvor à paisagem da sua região, às montanhas, aos rios, às árvores, à neve, ao vento. O título, que cita a didascália Storm still, de Rei Lear, de Shakespeare, condensa a visão da História de Peter Handke enquanto escritor e único descendente desta família: o passado não passou, continua no presente, há tempestade ainda, as vozes dos antepassados não se calaram, continuam nele, no escritor, e em nós que as lemos, interpretamos e vamos ver e ouvir no palco. (Como se lê no site do @teatroaberto ) #teatro #peterhandke
Estamos a preparar uma coisa muito especial com um texto imperdível: TEMPESTADE AINDA Peter Handke VERSÃO João Lourenço | Vera San Payo de Lemos DRAMATURGIA Vera San Payo de Lemos ENCENAÇÃO João Lourenço CENÁRIO João Lourenço FIGURINOS Marisa Fernandes COM Carolina Picoito Pinto | Crista Alfaiate | João Pedro Vaz | Luís Barros | Manuel Sá Pessoa | Mia Henriques | Sérgio Praia | Susana Arrais Estamos em 1943, nos chamados tempos sombrios, tempos de guerra, morte, destruição, barbárie, mas também tempos de simples formas de vida, tempos de cultivar os campos, amassar o pão, colher maçãs. Estamos em 1943, na chamada Áustria profunda, na região da Caríntia, a terra natal de Peter Handke, o escritor que surge na peça como Eu, o cronista. Está no presente e, ao mesmo tempo, no passado. Vê toda a família, do lado materno, a aparecer num prado verde da sua região: o avô, a avó, a mãe, a irmã e os três irmãos da mãe. São camponeses, eslovenos, vivem na Áustria anexada que se tornou parte do Reich, a língua que falam é indesejada. Os irmãos da mãe partem para a guerra com o uniforme alemão, a irmã esconde-se na floresta, faz parte da Resistência contra os alemães, a mãe fica grávida de um alemão, o pai do Eu, o cronista. O escritor regressa à suas origens, dá voz aos seus antepassados, conta a história da sua família e, na linguagem densa e poética que o caracteriza, faz um louvor à paisagem da sua região, às montanhas, aos rios, às árvores, à neve, ao vento. O título, que cita a didascália Storm still, de Rei Lear, de Shakespeare, condensa a visão da História de Peter Handke enquanto escritor e único descendente desta família: o passado não passou, continua no presente, há tempestade ainda, as vozes dos antepassados não se calaram, continuam nele, no escritor, e em nós que as lemos, interpretamos e vamos ver e ouvir no palco. (Como se lê no site do @teatroaberto ) #teatro #peterhandke
2.ª dos 48 . Passei o meu dia de anos a trabalhar e feliz! Em ensaios no Teatro Aberto, com gente bonita e que fica bem em fotografias de família. Não podia começar melhor este novo ano de vida. . #aniversárionoteatro #48 #teatroaberto #actriz
2.ª dos 48 . Passei o meu dia de anos a trabalhar e feliz! Em ensaios no Teatro Aberto, com gente bonita e que fica bem em fotografias de família. Não podia começar melhor este novo ano de vida. . #aniversárionoteatro #48 #teatroaberto #actriz
2.ª dos 48 . Passei o meu dia de anos a trabalhar e feliz! Em ensaios no Teatro Aberto, com gente bonita e que fica bem em fotografias de família. Não podia começar melhor este novo ano de vida. . #aniversárionoteatro #48 #teatroaberto #actriz
Vem. Abrimos hoje as portas ao público, depois de 2 meses e meio de ensaios intensos e intensivos, para poder dizer estas palavras do Peter Handke com a verdade que merecem. Agora precisamos dos ouvidos, dos olhos, do sentir de cada um de vocês. Agora precisamos da respiração do público a perturbar-nos. Adoro a surpresa de cada récita… Adoro essa perturbação que surge na respiração, no momento inesperado, no riso nervoso, essa inquietação do corpo e da alma. Só assim se consegue ultrapassar as saudades dos ensaios… Porque a perturbação continua, A Perturbação Ainda. Tempestade Ainda Vem. Ao Teatro Aberto #tempestadeainda_teatroaberto #teatro #peterhanke #nobeldaliteratura2019 #teatroaberto #joãolourenço #leonorbaboactores #susanaarrais #actriz
Sexta-feira dia 15 estreamos. Gostava muito de vos ver por lá! Tempestade Ainda Peter Handke Uma viagem no tempo, um sonho acordado: no papel de Eu, o escritor, Peter Handke regressa às suas raízes, na região da Caríntia, na Áustria profunda, para narrar a história dos seus antepassados eslovenos no tempo da Segunda Guerra Mundial. Na paisagem de montanhas, florestas e vales da sua terra natal, os familiares do seu lado materno – o avô, a avó, a mãe, a irmã e os três irmãos da mãe – vêm ao seu encontro e contam-lhe a opressão que sofreram sob o domínio nazi, a proibição de falarem a sua língua, a obrigação de partirem para a guerra com o uniforme alemão, a resistência dos partisans nas montanhas. Misturando recordações, factos e ficção, Peter Handke presta homenagem aos seus antepassados e ilumina acontecimentos obscurecidos ou esquecidos pelos livros de História. O título, que cita a didascália Storm still, de Rei Lear, de Shakespeare, condensa a sua visão da História: o passado continua no presente, há tempestade ainda, as vozes dos antepassados não se calaram, continuam nele, no escritor, e em quem vem ao teatro para as escutar. VERSÃO João Lourenço | Vera San Payo de Lemos DRAMATURGIA Vera San Payo de Lemos ENCENAÇÃO João Lourenço DIRECÇÃO MUSICAL Renato Júnior CORO João Paulo Santos CENÁRIO João Lourenço FIGURINOS Marisa Fernandes DESENHO DE LUZ João Lourenço | Paulo Santos COM Carolina Picoito Pinto | Crista Alfaiate | João Pedro Vaz | Luís Barros | Manuel Sá Pessoa | Mia Henriques | Sérgio Praia | Susana Arrais MÚSICOS Carlota Ferreira | Ernesto Rodrigues HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO BILHETEIRA TEATRO ABERTO Quarta-feira, Quinta-feira e Domingo, das 14h às 19h Sexta-Feira e Sábado, das 14h às 22h CONTACTOS PARA RESERVAS ( 351) 213 880 089 ( 351) 931 827 000 [email protected]
Aproveito esta fotografia em que o @l_barros_ me apanhou num ensaio no Teatro Aberto, para falar de cansaço e Teatro. Estávamos ainda sem imaginar o que os 3 meses em que estivemos em cena, nos iam dar de dores, cansaços e vontade de sentar, deitar, chorar. Sim dores! E não só de crescimento. Mas não saberia viver sem elas. Não sei fazer de outra maneira. Se a vida não tiver o mistério e falhas; Se o Teatro não tiver a dúvida, a insatisfação e o erro… A vida cansa. Ainda bem. O Teatro é vida. Quando a vida não cansa, parece que não vivo. Quando o Teatro não me cansar, desisto. “Agora já podes chorar” Ouvia-se no final do espectáculo que estava no outro lado da Praça de Espanha, dito pela personagem do professor na voz do Joao Mota (o meu professor). E aquilo fez-me um eco! Cansemo-nos! Choremos! VIVA O TEATRO #teatro #diamundialdoteatro #teatroaberto #teatrodacomuna #actriz #leonorbaboactores
#lighthouse #farol #luz
Sou fã da Drenagem Linfática Eléctrica, e agora percebi que também faz magia nas dores de costas e ciática. @skincarelisboa
Última semana! Ah mas é um espectáculo grande e pesado. Pois! E a falta que faz. É um espectáculo duro. Para pensar. Para agitar. E não conformar. Para lembrar. E que triste e fraca anda a memória. Últimas oportunidades. Estamos a 4 espectáculos do fim da Tempestade. Ainda. No @teatroaberto #peterhandke #tempestadeaínda #teatro #actriz #leonorbaboactores 📷 @l_barros_
Semana de estreia no Teatro Aberto. TEMPESTADE AINDA Peter Handke VERSÃO João Lourenço | Vera San Payo de Lemos DRAMATURGIA Vera San Payo de Lemos ENCENAÇÃO João Lourenço DIRECÇÃO MUSICAL Renato Júnior CORO João Paulo Santos CENÁRIO João Lourenço FIGURINOS Marisa Fernandes DESENHO DE LUZ João Lourenço | Paulo Santos COM Carolina Picoito Pinto | Crista Alfaiate | João Pedro Vaz | Luís Barros | Manuel Sá Pessoa | Mia Henriques | Sérgio Praia | Susana Arrais MÚSICOS Carlota Ferreira | Ernesto Rodrigues
Brevemente… no @teatroaberto TEMPESTADE AINDA Peter Handke VERSÃO João Lourenço | Vera San Payo de Lemos DRAMATURGIA Vera San Payo de Lemos ENCENAÇÃO João Lourenço CENÁRIO João Lourenço FIGURINOS Marisa Fernandes COM Carolina Picoito Pinto | Crista Alfaiate | João Pedro Vaz | Luís Barros | Manuel Sá Pessoa | Mia Henriques | Sérgio Praia | Susana Arrais
Uma viagem no tempo, um sonho acordado: no papel de Eu, o escritor, Peter Handke regressa às suas raízes, na região da Caríntia, na Áustria profunda, para narrar a história dos seus antepassados eslovenos no tempo da Segunda Guerra Mundial. Na paisagem de montanhas, florestas e vales da sua terra natal, os familiares do seu lado materno – o avô, a avó, a mãe, a irmã e os três irmãos da mãe – vêm ao seu encontro e contam-lhe a opressão que sofreram sob o domínio nazi, a proibição de falarem a sua língua, a obrigação de partirem para a guerra com o uniforme alemão, a resistência dos partisans nas montanhas. COM Carolina Picoito Pinto | Crista Alfaiate | João Pedro Vaz | Luís Barros | Manuel Sá Pessoa | Mia Henriques | Sérgio Praia | Susana Arrais MÚSICOS Carlota Ferreira | Ernesto Rodrigues E as preciosas @ritamcapelo e @gansaconstanca VERSÃO João Lourenço | Vera San Payo de Lemos DRAMATURGIA Vera San Payo de Lemos ENCENAÇÃO João Lourenço DIRECÇÃO MUSICAL Renato Júnior CORO João Paulo Santos CENÁRIO João Lourenço FIGURINOS Marisa Fernandes DESENHO DE LUZ João Lourenço | Paulo Santos