Ontem aconteceu o Prêmio Sim À Igualdade Racial do @id_br #PremioSimaIgualdadeRacial ✊🏾 Com o tema INTELIGÊNCIA ANCESTRAL, passado, presente e futuro se encontraram para conectar os saberes dos povos indígenas e negros à inteligência artificial. E assim, incentivar e acelerar ainda mais a diversidade, inclusão e igualdade racial em nossa sociedade. Foi uma noite especial de celebração, de encontros afetuosos, mensagens potentes e falas inspiradoras. Fico muito feliz e esperançosa com a confirmação de que estamos caminhando rumo a construção de um futuro melhor e mais justo para todos nós. Parabéns @luanagenot @tommendes7 ✨ A transmissão do Prêmio vai ao ar dia 26/05 após o Fantástico na @tvglobo e no canal ID_BR no YouTube. Vocês vão poder assistir e sentir um pouquinho do que vivenciamos ontem também! 🖤
Dia 29/4 foi o Dia internacional da dança. E eu já declarei aqui o quanto eu amo dançar. ❤️ Mas o que eu ainda não mostrei pra vcs são os desafios que eu enfrento para aprender uma coreografia nova. Por trás de todo close, sempre tem muito suor e perrengues. Nesse dia da gravação, estava fazendo tanto calor no Rio que até a sola do meu salto derreteu. 😅🔥 No começo do processo, eu sempre acho que não vou conseguir aprender e que é difícil demais acompanhar, depois eu respiro fundo e decido encarar, aí eu surto e tenho vontade de desistir, treino muito e ouço a música mil vezes ao dia, respiro fundo outra vez e decido me dar outra chance. Bora que vai dar certo. E no final, não é que dá certo mesmo?! Então… aproveitando que hoje é dia de #tbt… compartilho com vcs um pouquinho dos bastidores. A core completa vem aí… 👠 E aproveito para parabenizar todos os profissionais da dança, que mesmo com todas as dificuldades, seguem exercendo lindamente sua Arte. Obrigada @euklei.muniz por me conectar com a dança que faz meu coração vibrar, por me incentivar a sempre buscar meu melhor e a explorar todo potencial que meu corpo pode alcançar. #tbt #diainternacionaldadanca
Eu no meu dia mais fitness 🤡 Ainda bem que a @ju.tabet e a @bt_viscondepiraja não desistem de mim 😂 Brincadeiras a parte… Eu adoro praticar atividade física diariamente, pois além de manter meu corpo saudável, também é uma forma de cuidar da minha saúde mental. Não é sempre que estou com vontade de ir e nesses dias é que entra a disciplina pra não desistir. No final, acaba sendo divertido, me rende boas risadas e saio com aquela sensação de dever cumprido! Então bora que a semana ainda não acabou e tem muito treino pela frente 💪🏾 #mundobt #timebt #fitness
“Nosso maior medo não é sermos inadequados. Nosso maior medo é saber que somos mais poderosos do que podemos imaginar. É a nossa luz, não nossa escuridão, que mais nos assusta. ✨ Nós nos perguntamos: “Quem sou eu para ser brilhante, lindo, talentoso, fabuloso?”. Na verdade, quem é você para não ser? Todos nós fomos feitos para brilhar, assim como as crianças brilham. E na medida em que deixamos que nossa luz brilhe, inconscientemente damos permissão a outros para fazerem o mesmo. Quando nós nos libertamos do nosso próprio medo, nossa presença automaticamente libertará outros. “ 📕A Return To Love – Marianne Williamson
“Nosso maior medo não é sermos inadequados. Nosso maior medo é saber que somos mais poderosos do que podemos imaginar. É a nossa luz, não nossa escuridão, que mais nos assusta. ✨ Nós nos perguntamos: “Quem sou eu para ser brilhante, lindo, talentoso, fabuloso?”. Na verdade, quem é você para não ser? Todos nós fomos feitos para brilhar, assim como as crianças brilham. E na medida em que deixamos que nossa luz brilhe, inconscientemente damos permissão a outros para fazerem o mesmo. Quando nós nos libertamos do nosso próprio medo, nossa presença automaticamente libertará outros. “ 📕A Return To Love – Marianne Williamson
“Nosso maior medo não é sermos inadequados. Nosso maior medo é saber que somos mais poderosos do que podemos imaginar. É a nossa luz, não nossa escuridão, que mais nos assusta. ✨ Nós nos perguntamos: “Quem sou eu para ser brilhante, lindo, talentoso, fabuloso?”. Na verdade, quem é você para não ser? Todos nós fomos feitos para brilhar, assim como as crianças brilham. E na medida em que deixamos que nossa luz brilhe, inconscientemente damos permissão a outros para fazerem o mesmo. Quando nós nos libertamos do nosso próprio medo, nossa presença automaticamente libertará outros. “ 📕A Return To Love – Marianne Williamson
“Nosso maior medo não é sermos inadequados. Nosso maior medo é saber que somos mais poderosos do que podemos imaginar. É a nossa luz, não nossa escuridão, que mais nos assusta. ✨ Nós nos perguntamos: “Quem sou eu para ser brilhante, lindo, talentoso, fabuloso?”. Na verdade, quem é você para não ser? Todos nós fomos feitos para brilhar, assim como as crianças brilham. E na medida em que deixamos que nossa luz brilhe, inconscientemente damos permissão a outros para fazerem o mesmo. Quando nós nos libertamos do nosso próprio medo, nossa presença automaticamente libertará outros. “ 📕A Return To Love – Marianne Williamson
Maya Angelou é uma escritora estadunidense que nasceu em 4 de abril de 1928, em St. Louis, nos Estados Unidos. Além de escritora, foi também dançarina, cantora, atriz, professora e ativista política. Maya foi tão relevante que se tornou a primeira mulher negra a ser estampada em uma moeda americana. Conheci a obra de Maya através dos livros “Mamãe & Eu & Mamãe” e “Cartas a minha Filha”. Fiquei profundamente emocionada com sua história e fui acalentada pelos conselhos que ela sabiamente escreveu para a filha que nunca teve, mas que considera sermos todas nós, suas leitoras. Sua escrita tocou meu coração, pois mesmo com uma vida atravessada pelo racismo, abusos e muitas dificuldades, Maya conseguiu transformar toda sua dor em poesia e ainda inspirar tantas gerações de mulheres mundo a fora. Maya transformou suas dores em Arte. Suas palavras em potentes sementes. Hoje, dia de seu aniversário, celebro sua existência. E sigo sendo inspirada por seu afetuoso legado. Que a gente enfrente as derrotas no caminho, sem nos sentirmos derrotadas. Que a gente saiba a hora de rir, de sermos sérias e principalmente… que a gente nunca deixe de amar a vida 🖤
Começar a semana com novidades é bom demais. Hoje foi ao ar um bate papo super legal com @oliberal! Tive a oportunidade de contar um pouquinho sobre como foi o processo para viver a Isabela, em LUZ. Também falei sobre a importância que essa personagem tem na minha caminhada artística. Além de algumas curiosidades sobre mim. “É muito gratificante gerar identificação, ser inspiração e mostrar que nós podemos ocupar diversos espaços, na arte e na vida” Compartilho com vcs ink lá nos stories! 🥰 #OLiberal #TvPress
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Eu sempre gostei de dançar. Na minha infância e adolescência experimentei vários ritmos. Fiz aulas de ballet, jazz, afro e dança de salão. As aulas eram minhas atividades preferidas. Me divertia demais. Até que PAREI! A vida adulta foi me afastando desses momentos de leveza que me conectavam tanto com a minha criança. Passei mais de 10 anos sem dançar. E muita coisa aconteceu nesse tempo. Fui estudar Direito e me afastei da Arte. Fui endurecendo e meu corpo foi “enferrujando”… Mas quando anos depois decidi me reaproximar da Arte, a dança acabou voltando com força pra minha vida outra vez. Descobri o Stiletto e me apaixonei. Cada coreografia é um desafio e quando consigo aprender, considero uma conquista pessoal. Agradeço pela dança ter voltado pra minha vida. Não pretendo parar mais! 💛 Coreografia: @euklei.muniz
Hoje saiu uma matéria muito bacana na coluna @oancelmogois do @jornaloglobo ❤️ Falamos sobre a Isabela, minha personagem na série LUZ da @netflixbrasil . Também contei um pouquinho da minha trajetória artística, da decisão de ter largado o Direito em 2016 para seguir meu sonho de ser atriz. E muito mais… Eu sou muito grata por estar vivendo tantas coisas boas em minha vida. Desejo que essa boa fase dure por muitoooo tempo 🍀 E fico muito feliz de compartilhar com vocês também! Vou deixar o link da entrevista completa nos stories! Obrigada @_nelsonlimaneto Espero que gostem! ✨
Hoje saiu uma matéria muito bacana na coluna @oancelmogois do @jornaloglobo ❤️ Falamos sobre a Isabela, minha personagem na série LUZ da @netflixbrasil . Também contei um pouquinho da minha trajetória artística, da decisão de ter largado o Direito em 2016 para seguir meu sonho de ser atriz. E muito mais… Eu sou muito grata por estar vivendo tantas coisas boas em minha vida. Desejo que essa boa fase dure por muitoooo tempo 🍀 E fico muito feliz de compartilhar com vocês também! Vou deixar o link da entrevista completa nos stories! Obrigada @_nelsonlimaneto Espero que gostem! ✨
Hoje saiu uma matéria muito bacana na coluna @oancelmogois do @jornaloglobo ❤️ Falamos sobre a Isabela, minha personagem na série LUZ da @netflixbrasil . Também contei um pouquinho da minha trajetória artística, da decisão de ter largado o Direito em 2016 para seguir meu sonho de ser atriz. E muito mais… Eu sou muito grata por estar vivendo tantas coisas boas em minha vida. Desejo que essa boa fase dure por muitoooo tempo 🍀 E fico muito feliz de compartilhar com vocês também! Vou deixar o link da entrevista completa nos stories! Obrigada @_nelsonlimaneto Espero que gostem! ✨
“E eu não sou uma mulher?” Em 1851, Sojourner Truth fez um discurso como uma intervenção na Women’s Rights Convention em Akron, Ohio, Estados Unidos. Na ocasião, um grupo de homens discutiam sobre os direitos da mulher. Sojourner se levantou para falar após ouvir nessa reunião que mulheres não deveriam ter os mesmos direitos que os homens, porque seriam frágeis, intelectualmente débeis, entre outras discriminações. Além do machismo, ela também pontuou a diferença de tratamento dada para mulheres brancas e mulheres negras. “E eu não sou uma mulher? “ Inspirada pela provocação feita por Sojourner Truth em seu discurso, nesse #8M , Dia Internacional da Mulher, deixo aqui reflexões que considero importantes para a data, na voz potente de algumas das mulheres que são referências para mim. Pois infelizmente, algumas das questões levantadas em 1851 se perpetuam e atravessam mulheres negras até hoje. Que sejamos cada dia mais… Reconhecidas por nossas subjetividades, respeitadas em nossos direitos e acolhidas em nossas humanidades. *pra quem quiser ler o discurso completo, o link está nos stories. Fonte: Portal Geledes
“E eu não sou uma mulher?” Em 1851, Sojourner Truth fez um discurso como uma intervenção na Women’s Rights Convention em Akron, Ohio, Estados Unidos. Na ocasião, um grupo de homens discutiam sobre os direitos da mulher. Sojourner se levantou para falar após ouvir nessa reunião que mulheres não deveriam ter os mesmos direitos que os homens, porque seriam frágeis, intelectualmente débeis, entre outras discriminações. Além do machismo, ela também pontuou a diferença de tratamento dada para mulheres brancas e mulheres negras. “E eu não sou uma mulher? “ Inspirada pela provocação feita por Sojourner Truth em seu discurso, nesse #8M , Dia Internacional da Mulher, deixo aqui reflexões que considero importantes para a data, na voz potente de algumas das mulheres que são referências para mim. Pois infelizmente, algumas das questões levantadas em 1851 se perpetuam e atravessam mulheres negras até hoje. Que sejamos cada dia mais… Reconhecidas por nossas subjetividades, respeitadas em nossos direitos e acolhidas em nossas humanidades. *pra quem quiser ler o discurso completo, o link está nos stories. Fonte: Portal Geledes
“E eu não sou uma mulher?” Em 1851, Sojourner Truth fez um discurso como uma intervenção na Women’s Rights Convention em Akron, Ohio, Estados Unidos. Na ocasião, um grupo de homens discutiam sobre os direitos da mulher. Sojourner se levantou para falar após ouvir nessa reunião que mulheres não deveriam ter os mesmos direitos que os homens, porque seriam frágeis, intelectualmente débeis, entre outras discriminações. Além do machismo, ela também pontuou a diferença de tratamento dada para mulheres brancas e mulheres negras. “E eu não sou uma mulher? “ Inspirada pela provocação feita por Sojourner Truth em seu discurso, nesse #8M , Dia Internacional da Mulher, deixo aqui reflexões que considero importantes para a data, na voz potente de algumas das mulheres que são referências para mim. Pois infelizmente, algumas das questões levantadas em 1851 se perpetuam e atravessam mulheres negras até hoje. Que sejamos cada dia mais… Reconhecidas por nossas subjetividades, respeitadas em nossos direitos e acolhidas em nossas humanidades. *pra quem quiser ler o discurso completo, o link está nos stories. Fonte: Portal Geledes
“E eu não sou uma mulher?” Em 1851, Sojourner Truth fez um discurso como uma intervenção na Women’s Rights Convention em Akron, Ohio, Estados Unidos. Na ocasião, um grupo de homens discutiam sobre os direitos da mulher. Sojourner se levantou para falar após ouvir nessa reunião que mulheres não deveriam ter os mesmos direitos que os homens, porque seriam frágeis, intelectualmente débeis, entre outras discriminações. Além do machismo, ela também pontuou a diferença de tratamento dada para mulheres brancas e mulheres negras. “E eu não sou uma mulher? “ Inspirada pela provocação feita por Sojourner Truth em seu discurso, nesse #8M , Dia Internacional da Mulher, deixo aqui reflexões que considero importantes para a data, na voz potente de algumas das mulheres que são referências para mim. Pois infelizmente, algumas das questões levantadas em 1851 se perpetuam e atravessam mulheres negras até hoje. Que sejamos cada dia mais… Reconhecidas por nossas subjetividades, respeitadas em nossos direitos e acolhidas em nossas humanidades. *pra quem quiser ler o discurso completo, o link está nos stories. Fonte: Portal Geledes
“E eu não sou uma mulher?” Em 1851, Sojourner Truth fez um discurso como uma intervenção na Women’s Rights Convention em Akron, Ohio, Estados Unidos. Na ocasião, um grupo de homens discutiam sobre os direitos da mulher. Sojourner se levantou para falar após ouvir nessa reunião que mulheres não deveriam ter os mesmos direitos que os homens, porque seriam frágeis, intelectualmente débeis, entre outras discriminações. Além do machismo, ela também pontuou a diferença de tratamento dada para mulheres brancas e mulheres negras. “E eu não sou uma mulher? “ Inspirada pela provocação feita por Sojourner Truth em seu discurso, nesse #8M , Dia Internacional da Mulher, deixo aqui reflexões que considero importantes para a data, na voz potente de algumas das mulheres que são referências para mim. Pois infelizmente, algumas das questões levantadas em 1851 se perpetuam e atravessam mulheres negras até hoje. Que sejamos cada dia mais… Reconhecidas por nossas subjetividades, respeitadas em nossos direitos e acolhidas em nossas humanidades. *pra quem quiser ler o discurso completo, o link está nos stories. Fonte: Portal Geledes