“Elas dobraram em quatro um papel que levava dentro uma cruzinha laboriosa.” Revolução e Mulheres, Maria Velho da Costa.
Teremos sempre o teatro. “Guião para um país possível” é a minha mais recente criação a partir dos Diários da Assembleia da República, que faz uma viagem pelos últimos cinquenta anos da democracia parlamentar. Discursos, apartes, momentos insólitos, moções de rejeição, pateadas, Grândola, sequestro, promessas, avanços, recuos, conquistas, derrotas, desmaios, corninhos, mamas de fora, direitos humanos, copos de água, microfones desligados, palavras apetrechadas de asas, cordalidade, amizade, cigarros, morte. Tudo cabe nesta história que construímos juntos. Teremos sempre o teatro para não nos falhar a memória. O espetáculo está em circulação por todo o país, podem encontrá-lo aqui: 15 e 16 de março, 2024 – Casa das Artes de Famalicão 23 de março, 2024 – Teatro-Cine de Pombal 12, 13 e 14 de abril, 2024 – Teatro do Bairro Alto, Lisboa 19 e 20 de abril, 2024 – Teatro Viriato, Viseu 26 de abril, 2024 – Teatro Sá da Bandeira, Santarém 4 de maio, 2024 – Casa Cultura Teatro Stephens, Marinha Grande 10 de maio, 2024 – Teatro Municipal de Vila Real 18 de maio – Cineteatro Louletano, Loulé 6 e 7 de julho, 2024 – Cineteatro Constantino Nery, Matosinhos 13 de setembro – Teatro José Lúcio da Silva, Leiria 5 de outubro, 2024 – Teatro Municipal da Covilhã 11 de outubro, 2024 – Cine-Teatro S. Pedro, Alcanena 18 de outubro, 2024 – Casa das Artes, Miranda do Corvo 21 de novembro, 2024 – ACERT, Tondela Fotografia de Teresa Pacheco Miranda
Um país em construção! Magnífico e frágil, como a Democracia! Hoje, em #santarem https://www.santaremcultura.pt/index.php/programacao/1071-guiao-para-um-pais-possivel
@sarahoneypie pela lente de @joannacorreia_ 💚 Um dos projetos mais recentes em que a Sara participou foi “O Melhor dos Mundos”, de Rita Nunes, que teve a sua estreia na competição do @indielisboa 🙌 Prevê-se que o filme passe ainda este ano pelas salas de cinema do país. Fiquem atentos!
@sarahoneypie pela lente de @joannacorreia_ 💚 Um dos projetos mais recentes em que a Sara participou foi “O Melhor dos Mundos”, de Rita Nunes, que teve a sua estreia na competição do @indielisboa 🙌 Prevê-se que o filme passe ainda este ano pelas salas de cinema do país. Fiquem atentos!
O filme “O Melhor dos Mundos”, de Rita Nunes, teve a sua estreia ontem no Indie Lisboa, na competição nacional. Passado exactamente um ano e mês após o fim das rodagens, a equipa voltou a reencontrar-se no foyer do Cinema São Jorge. Foi uma noite muito linda, cheia de abraços, reencontros e conversas. O melhor dos mundos acontece também quando se junta um projecto do qual nos orgulhamos, uma equipa de que gostamos, e a possibilidade de ter ao meu lado a minha maior companheira, a Pandora, que não só partilha o ecrã comigo para contar esta história, como ontem teve direito à sua primeira estreia no cinema, onde não faltaram fotografias, festinhas e lambidelas às mãos que acabavam de comer um doce ou um salgado, tendo subido também ela ao palco, cheia de classe, e sem estranhar uma plateia praticamente esgotada, logo se deitou de perna cruzada, enfrentando com uma tranquilidade redentora as centenas de pessoas que para ela olhavam. “O Melhor dos Mundos” será, de novo, exibido dia 1 de junho, às 21h45 no Cinema Ideal. Depois, é só esperar mais uns meses até o podermos ver nas salas de cinema de todo o país. A primeira fotografia é do @leandrophgomes, a segunda é do @bennygalmeida e a última é o cartaz do filme.
O filme “O Melhor dos Mundos”, de Rita Nunes, teve a sua estreia ontem no Indie Lisboa, na competição nacional. Passado exactamente um ano e mês após o fim das rodagens, a equipa voltou a reencontrar-se no foyer do Cinema São Jorge. Foi uma noite muito linda, cheia de abraços, reencontros e conversas. O melhor dos mundos acontece também quando se junta um projecto do qual nos orgulhamos, uma equipa de que gostamos, e a possibilidade de ter ao meu lado a minha maior companheira, a Pandora, que não só partilha o ecrã comigo para contar esta história, como ontem teve direito à sua primeira estreia no cinema, onde não faltaram fotografias, festinhas e lambidelas às mãos que acabavam de comer um doce ou um salgado, tendo subido também ela ao palco, cheia de classe, e sem estranhar uma plateia praticamente esgotada, logo se deitou de perna cruzada, enfrentando com uma tranquilidade redentora as centenas de pessoas que para ela olhavam. “O Melhor dos Mundos” será, de novo, exibido dia 1 de junho, às 21h45 no Cinema Ideal. Depois, é só esperar mais uns meses até o podermos ver nas salas de cinema de todo o país. A primeira fotografia é do @leandrophgomes, a segunda é do @bennygalmeida e a última é o cartaz do filme.
O filme “O Melhor dos Mundos”, de Rita Nunes, teve a sua estreia ontem no Indie Lisboa, na competição nacional. Passado exactamente um ano e mês após o fim das rodagens, a equipa voltou a reencontrar-se no foyer do Cinema São Jorge. Foi uma noite muito linda, cheia de abraços, reencontros e conversas. O melhor dos mundos acontece também quando se junta um projecto do qual nos orgulhamos, uma equipa de que gostamos, e a possibilidade de ter ao meu lado a minha maior companheira, a Pandora, que não só partilha o ecrã comigo para contar esta história, como ontem teve direito à sua primeira estreia no cinema, onde não faltaram fotografias, festinhas e lambidelas às mãos que acabavam de comer um doce ou um salgado, tendo subido também ela ao palco, cheia de classe, e sem estranhar uma plateia praticamente esgotada, logo se deitou de perna cruzada, enfrentando com uma tranquilidade redentora as centenas de pessoas que para ela olhavam. “O Melhor dos Mundos” será, de novo, exibido dia 1 de junho, às 21h45 no Cinema Ideal. Depois, é só esperar mais uns meses até o podermos ver nas salas de cinema de todo o país. A primeira fotografia é do @leandrophgomes, a segunda é do @bennygalmeida e a última é o cartaz do filme.
Este fim de tarde estarei na Livraria Flâneur, pelas 18h30, com a desafiante tarefa de apresentar o mais recente livro de Susana Moreira Marques – que apenas conheço através das suas palavras, numa longa relação enquanto sua leitora. Poderia agora tentar escrever umas linhas sobre a minha experiência nesta leitura de “Terceiro andar sem elevador”, mas prefiro deixar o convite a aparecerem, para nos escutarmos, partilharmos impressões, leituras e conversas. Cidades, caminhos, mudanças, animais selvagens, paisagens, aves em movimento que parecem paradas, silêncios, solidão, crianças ou paredes riscadas que testemunham que estamos mais altos do que no verão passado. Estas Notas de Lisboa são notas sobre qualquer cidade, qualquer casa, qualquer janela que nos possibilite olhar para o mundo. Até logo.
Há 4 anos, estávamos em plena pandemia e confinamentos. Não saíamos de casa há cerca de dois meses e era também esse o tempo que contava sem ir ao teatro, sem fazer teatro, sem falar sobre teatro, sem ensaiar, sem conversar com colegas nas pausas, sem emprestar livros nem ter livros emprestados. Entre confinamentos e medidas de emergência, conseguimos agendar uma vaga numa Conservatória para entregar a ata da fundação de uma cooperativa cultural chamada Cassandra, no dia 21 de maio de 2020. Faz amanhã 4 anos que tudo isto se começou a tornar real: criar uma equipa, encontrar formas de financiamento, contratos de trabalho, um clube do livro, uma comunidade de centenas de pessoas à volta da leitura, criar os nossos espetáculos, circular por todo o país, levá-los a três continentes, calendarizar longos meses de pesquisa e ensaios, arranjar um lugar para trabalhar, fazer desse lugar casa, pintar, lavar, aprender a fazer cimento, ter insónias quando o dinheiro não é suficiente, emocionar-nos quando somos capazes, e, no futuro, ter uma livraria com um catálogo feminista de curadoria colectiva, onde reunimos sugestões de leitura de centenas de pessoas. Ao peito, do lado do coração, mas sobretudo, do lado esquerdo, a Cassandra, onde cabem todas as dezenas pessoas que trabalharam connosco nestes últimos 4 anos, todas as que nos ajudaram, as que emprestaram coisas, as que ofereceram, as que deram a sua força de trabalho, os seus tempos livres, os seus donativos, as suas conversas, o seu empenho, a sua dedicação, todas as que nos disseram como podíamos fazer melhor e nos desculparam quando não correu tão bem, as que se juntam mensalmente no nosso lindo clube de leitura e que nos desafiam a pensar diferente. Sobretudo, cabem aquelas que diariamente trabalham para que tudo isto seja possível: que aguentam montagens, digressões, pânicos e sonhos. E, dentro dessas, a duas cujo nome rima: à Susana e à Mariana, para quem as palavras não são suficientes. Amanhã é dia de aniversário. A nossa casa estará aberta das 8h às 20h, a livraria (em construção) terá tudo com 10% de desconto, e haverá um sorteio de convites para próximo espetáculo. Sopramos velas às 19h. Aparece!
Quase parece um sonho. Criámos a Cassandra há quatro anos, e hoje, a equipa divide-se, pela primeira vez, para apresentar dois espetáculos em duas cidades de dois países diferentes, praticamente ao mesmo tempo. “Guião para um país possível” é apresentado hoje em Santarém, no Teatro da Bandeira, no dia seguinte aos cinquenta anos desde a revolução, na mesma cidade de onde, cinquenta anos antes, partiam os tanques rumo ao Convento do Carmo, acabando, assim com quarenta e oito anos de ditadura fascista. A 1743 km de distância, em Yverdon-les-Bains, na Suiça, outra parte da equipa prepara-se para apresentar “Monólogo de uma mulher chamada Maria com a sua patroa”, de forma a comemorar o 25 de abril numa das cidades suíças com mais emigrantes portugueses, em que a profissão predominante é a de empregada doméstica, num dia em que estas trabalhadoras terão um encontro para falar sobre a sua profissão, e irão também assistir ao espetáculo à noite. A partir das 17h de amanhã, o foyer do Thèâtre Benno Besson será ocupado por caldo verde, vinho e rosquinhas, para quem quiser aparecer mais cedo e falar português. Neste preciso momento, a Cassandra tem nove pessoas na estrada, todas com um contrato, a assegurar estas duas digressões. Se há quatros anos imaginávamos que isto seria possível! Nenhuma destas equipas conseguiu passar o 25 de abril na rua, mas não nos faltaram cravos e músicas, enquanto preparávamos estas apresentações para quem se quiser juntar a outras formas de comemorar abril: a ver um teatro livre como este que conquistaram para nós.
Quase parece um sonho. Criámos a Cassandra há quatro anos, e hoje, a equipa divide-se, pela primeira vez, para apresentar dois espetáculos em duas cidades de dois países diferentes, praticamente ao mesmo tempo. “Guião para um país possível” é apresentado hoje em Santarém, no Teatro da Bandeira, no dia seguinte aos cinquenta anos desde a revolução, na mesma cidade de onde, cinquenta anos antes, partiam os tanques rumo ao Convento do Carmo, acabando, assim com quarenta e oito anos de ditadura fascista. A 1743 km de distância, em Yverdon-les-Bains, na Suiça, outra parte da equipa prepara-se para apresentar “Monólogo de uma mulher chamada Maria com a sua patroa”, de forma a comemorar o 25 de abril numa das cidades suíças com mais emigrantes portugueses, em que a profissão predominante é a de empregada doméstica, num dia em que estas trabalhadoras terão um encontro para falar sobre a sua profissão, e irão também assistir ao espetáculo à noite. A partir das 17h de amanhã, o foyer do Thèâtre Benno Besson será ocupado por caldo verde, vinho e rosquinhas, para quem quiser aparecer mais cedo e falar português. Neste preciso momento, a Cassandra tem nove pessoas na estrada, todas com um contrato, a assegurar estas duas digressões. Se há quatros anos imaginávamos que isto seria possível! Nenhuma destas equipas conseguiu passar o 25 de abril na rua, mas não nos faltaram cravos e músicas, enquanto preparávamos estas apresentações para quem se quiser juntar a outras formas de comemorar abril: a ver um teatro livre como este que conquistaram para nós.
Deixo aqui a intervenção completa que escrevi e li no dia 2 de março de 2024, no Comício do Bloco de Esquerda. O mundo é um projeto coletivo e um projeto constante. É normal ter medo. Ainda há tanto para fazer. Mas a resposta ao medo precisa de ser uma resposta sobre a forma como cuidamos uns dos outros. Agora como nunca, precisamos de votar nas nossas convicções, um voto sem medo. No próximo dia 10 de março, eu voto Bloco de Esquerda. Voto no projeto colectivo do país que desejo.
Faz agora um ano que chegava o prazo de entrega de uma peça que me tinha comprometido a escrever para uma leitura encenada no Teatro Nacional da Catalunha. Demorei meses a começar. Cada mês que passava sem ter aberto o word para escrever a primeira palavra, sentia-me uma fraude, e foi na semana da sua entrega que consegui começar a escrevê-la. Claro que falhei todos os prazos. Multipliquei-me em emails de desculpa: à equipa de Barcelona, que há muito esperava pelo texto, ao tradutor, que via o tempo de tradução para catalão cada vez mais reduzido, e à equipa do Teatro Nacional São João, responsável por este intercâmbio de dramaturgos e encenadores portugueses e catalães. Felizmente, todos compreenderam que nem sempre conseguimos controlar tempos de escrita, do impulso, da criação. E, pelo respeito e tranquilidade que me deram, fui capaz de escrever uma peça de que gosto mesmo muito. Foi também a primeira vez que escrevi uma peça sem estar numa sala de ensaio com os atores à minha frente. Nunca imaginei escrever uma peça sozinha, apenas com a minha cabeça, as minhas mãos e a minha imaginação. Sempre precisei de investigações, entrevistas, documentos, pessoas, atores, equipas criativas que me desafiassem e para as quais escrevia novas páginas a cada dia de ensaio. Isto foi uma total novidade para mim: escrever no vazio. Talvez por isso tenha acabado por escrever uma peça para fantasmas. Recentemente, fui convidada pelas Leituras no Mosteiro a levar um texto da minha autoria e escolhi aquele que andava a escrever há exactamente um ano, e que nunca foi lido em português. Estarei muito bem acompanhada por duas mulheres que admiro – Sara Inês Gigante e Mariana Dixe, que também terão os seus textos a ser lidos por quem quiser aparecer. Estou curiosa para ouvi-los e para conhecer as histórias entre a primeira ideia que tiveram e o momento em que o texto sai pela ponta dos dedos. É já amanhã, dia 19, às 19h, no Mosteiro São Bento da Vitória, no Porto. A entrada é gratuita.
Faz agora um ano que chegava o prazo de entrega de uma peça que me tinha comprometido a escrever para uma leitura encenada no Teatro Nacional da Catalunha. Demorei meses a começar. Cada mês que passava sem ter aberto o word para escrever a primeira palavra, sentia-me uma fraude, e foi na semana da sua entrega que consegui começar a escrevê-la. Claro que falhei todos os prazos. Multipliquei-me em emails de desculpa: à equipa de Barcelona, que há muito esperava pelo texto, ao tradutor, que via o tempo de tradução para catalão cada vez mais reduzido, e à equipa do Teatro Nacional São João, responsável por este intercâmbio de dramaturgos e encenadores portugueses e catalães. Felizmente, todos compreenderam que nem sempre conseguimos controlar tempos de escrita, do impulso, da criação. E, pelo respeito e tranquilidade que me deram, fui capaz de escrever uma peça de que gosto mesmo muito. Foi também a primeira vez que escrevi uma peça sem estar numa sala de ensaio com os atores à minha frente. Nunca imaginei escrever uma peça sozinha, apenas com a minha cabeça, as minhas mãos e a minha imaginação. Sempre precisei de investigações, entrevistas, documentos, pessoas, atores, equipas criativas que me desafiassem e para as quais escrevia novas páginas a cada dia de ensaio. Isto foi uma total novidade para mim: escrever no vazio. Talvez por isso tenha acabado por escrever uma peça para fantasmas. Recentemente, fui convidada pelas Leituras no Mosteiro a levar um texto da minha autoria e escolhi aquele que andava a escrever há exactamente um ano, e que nunca foi lido em português. Estarei muito bem acompanhada por duas mulheres que admiro – Sara Inês Gigante e Mariana Dixe, que também terão os seus textos a ser lidos por quem quiser aparecer. Estou curiosa para ouvi-los e para conhecer as histórias entre a primeira ideia que tiveram e o momento em que o texto sai pela ponta dos dedos. É já amanhã, dia 19, às 19h, no Mosteiro São Bento da Vitória, no Porto. A entrada é gratuita.
“São dois braços, são dois braços Servem p’ra dar um abraço” (assim cantava Sérgio Godinho) Este é o abraço que demos há uma semana, mesmo antes de abrir portas ao público de “Guião para um país possível”. Na última semana têm sido muitos os abraços que temos dado, abraços a toda a equipa antes da estreia, abraços de descarga de adrenalina que damos uns aos outros quando nos cruzamos nos bastidores, abraços ao público que está no foyer e se começa a tornar fiel dos nossos espetáculos. Depois de 4 dias de apresentações em Viana do Castelo, fazemos uma pequena pausa nas apresentações – pois os braços também têm de chegar para a família e amigos nesta altura de natal e festas! – mas entraremos no novo ano com os braços carregados de datas desta digressão: 11 e 12 de janeiro, 2024 – Teatro-Cine de Torres Vedras 19 e 20 de janeiro, 2024 – Fábrica Ideias Gafanha da Nazaré (23 Milhas – Ílhavo) 17 e 18 de fevereiro, 2024 – Teatro Municipal Baltazar Dias (Funchal) 8 e 9 de março, 2024 – O Teatrão (Coimbra) 15 e 16 de março, 2024 – Casa das Artes de Famalicão 23 de março, 2024 – Teatro-Cine de Pombal 13 e 14 de abril, 2024 – Teatro do Bairro Alto (Lisboa) 19 e 20 de abril, 2024 – Teatro Viriato (Viseu) 26 de abril, 2024 – Teatro Sá da Bandeira (Santarém) 4 de maio, 2024 – Casa Cultura Teatro Stephens (Marinha Grande) 10 e 11 de maio, 2024 – Teatro Municipal de Vila Real 18 de maio – Cineteatro Louletano (Loulé) 6 e 7 de julho, 2024 – Cineteatro Constantino Nery (Matosinhos) 13 de setembro – Teatro José Lúcio da Silva (Leiria) 5 de outubro, 2024 – Teatro Municipal da Covilhã 11 de outubro, 2024 – Cine-Teatro S. Pedro (Alcanena) 18 de outubro, 2024 – Casa das Artes (Miranda do Corvo) 20 e 21 de novembro, 2024 – ACERT (Tondela) Há bilheteiras que já estão abertas e oferecer bilhetes para o teatro como prenda de natal é mesmo aquela ideia que vos vai custar um abraço apertado de quem a receber! Podem saber tudo em www.cassandra.pt “Guião para um país possível” é um espetáculo criado a partir dos Diários da Assembleia da República, para contar os últimos cinquenta anos da nossa democracia.
Naquele dia, há cinco meses, eu ainda tinha 32 anos, tinha acabado de fazer o maior corte ao cabelo dos últimos anos, e estava um sol abrasador. Naquele dia, precisei que me emprestassem uma t-shirt e eu emprestei protetor solar de volta. Aquele, era um dia de verão em que todas as desculpas são boas para não se comparecer a nenhum evento. E, ainda assim, aquele foi o dia em juntámos novamente dezenas pessoas à volta de um livro. E é assim que tem sido em todos os dias dos últimos três anos, desde que se iniciaram as Heróides – clube do livro feminista. O lugar em que as pessoas que me eram desconhecidas passaram a companheiras e amigas. O lugar em que a leitura deixou de ser uma atividade tão solitária, onde sou desafiada a pensar diferente, aprendo a escutar, e a perder o medo de falar sobre o que acho que acho ou que sinto. Amanhã será o dia em que vou acordar antes do nascer do sol, e me vou meter num carro cheio de boleias, almofadas e mantas, para um novo encontro presencial, desta vez em Setúbal, num dia em que o frio e o dezembro voltam a ser o cocktail ideal para não tirar ninguém de casa. Amanhã, quem nos convida é “A Amiga Genial”, de Elena Ferrante, um livro que nem sequer consegui ler! Mas amanhã é o dia que mais anseio, pois sei que aquele será o lugar onde não faz mal não fazer tudo bem, onde não faz mal não ter nada de mais para dizer, onde não faz mal não ter lido. Este é o clube onde não se pede permissão para entrar, nem desculpa por querer falar. É para quem quiser aparecer e, como eu, aprender novas formas de interpretar a vida e o mundo. Amanhã será mais um encontro para encontrarmos o firmamento nas possibilidades infinitas do alfabeto. Vem também, estamos na Casa da Cultura, em Setúbal, entre as 12h e as 17h. Fotografias de Filipa Brito
Naquele dia, há cinco meses, eu ainda tinha 32 anos, tinha acabado de fazer o maior corte ao cabelo dos últimos anos, e estava um sol abrasador. Naquele dia, precisei que me emprestassem uma t-shirt e eu emprestei protetor solar de volta. Aquele, era um dia de verão em que todas as desculpas são boas para não se comparecer a nenhum evento. E, ainda assim, aquele foi o dia em juntámos novamente dezenas pessoas à volta de um livro. E é assim que tem sido em todos os dias dos últimos três anos, desde que se iniciaram as Heróides – clube do livro feminista. O lugar em que as pessoas que me eram desconhecidas passaram a companheiras e amigas. O lugar em que a leitura deixou de ser uma atividade tão solitária, onde sou desafiada a pensar diferente, aprendo a escutar, e a perder o medo de falar sobre o que acho que acho ou que sinto. Amanhã será o dia em que vou acordar antes do nascer do sol, e me vou meter num carro cheio de boleias, almofadas e mantas, para um novo encontro presencial, desta vez em Setúbal, num dia em que o frio e o dezembro voltam a ser o cocktail ideal para não tirar ninguém de casa. Amanhã, quem nos convida é “A Amiga Genial”, de Elena Ferrante, um livro que nem sequer consegui ler! Mas amanhã é o dia que mais anseio, pois sei que aquele será o lugar onde não faz mal não fazer tudo bem, onde não faz mal não ter nada de mais para dizer, onde não faz mal não ter lido. Este é o clube onde não se pede permissão para entrar, nem desculpa por querer falar. É para quem quiser aparecer e, como eu, aprender novas formas de interpretar a vida e o mundo. Amanhã será mais um encontro para encontrarmos o firmamento nas possibilidades infinitas do alfabeto. Vem também, estamos na Casa da Cultura, em Setúbal, entre as 12h e as 17h. Fotografias de Filipa Brito
Naquele dia, há cinco meses, eu ainda tinha 32 anos, tinha acabado de fazer o maior corte ao cabelo dos últimos anos, e estava um sol abrasador. Naquele dia, precisei que me emprestassem uma t-shirt e eu emprestei protetor solar de volta. Aquele, era um dia de verão em que todas as desculpas são boas para não se comparecer a nenhum evento. E, ainda assim, aquele foi o dia em juntámos novamente dezenas pessoas à volta de um livro. E é assim que tem sido em todos os dias dos últimos três anos, desde que se iniciaram as Heróides – clube do livro feminista. O lugar em que as pessoas que me eram desconhecidas passaram a companheiras e amigas. O lugar em que a leitura deixou de ser uma atividade tão solitária, onde sou desafiada a pensar diferente, aprendo a escutar, e a perder o medo de falar sobre o que acho que acho ou que sinto. Amanhã será o dia em que vou acordar antes do nascer do sol, e me vou meter num carro cheio de boleias, almofadas e mantas, para um novo encontro presencial, desta vez em Setúbal, num dia em que o frio e o dezembro voltam a ser o cocktail ideal para não tirar ninguém de casa. Amanhã, quem nos convida é “A Amiga Genial”, de Elena Ferrante, um livro que nem sequer consegui ler! Mas amanhã é o dia que mais anseio, pois sei que aquele será o lugar onde não faz mal não fazer tudo bem, onde não faz mal não ter nada de mais para dizer, onde não faz mal não ter lido. Este é o clube onde não se pede permissão para entrar, nem desculpa por querer falar. É para quem quiser aparecer e, como eu, aprender novas formas de interpretar a vida e o mundo. Amanhã será mais um encontro para encontrarmos o firmamento nas possibilidades infinitas do alfabeto. Vem também, estamos na Casa da Cultura, em Setúbal, entre as 12h e as 17h. Fotografias de Filipa Brito
Naquele dia, há cinco meses, eu ainda tinha 32 anos, tinha acabado de fazer o maior corte ao cabelo dos últimos anos, e estava um sol abrasador. Naquele dia, precisei que me emprestassem uma t-shirt e eu emprestei protetor solar de volta. Aquele, era um dia de verão em que todas as desculpas são boas para não se comparecer a nenhum evento. E, ainda assim, aquele foi o dia em juntámos novamente dezenas pessoas à volta de um livro. E é assim que tem sido em todos os dias dos últimos três anos, desde que se iniciaram as Heróides – clube do livro feminista. O lugar em que as pessoas que me eram desconhecidas passaram a companheiras e amigas. O lugar em que a leitura deixou de ser uma atividade tão solitária, onde sou desafiada a pensar diferente, aprendo a escutar, e a perder o medo de falar sobre o que acho que acho ou que sinto. Amanhã será o dia em que vou acordar antes do nascer do sol, e me vou meter num carro cheio de boleias, almofadas e mantas, para um novo encontro presencial, desta vez em Setúbal, num dia em que o frio e o dezembro voltam a ser o cocktail ideal para não tirar ninguém de casa. Amanhã, quem nos convida é “A Amiga Genial”, de Elena Ferrante, um livro que nem sequer consegui ler! Mas amanhã é o dia que mais anseio, pois sei que aquele será o lugar onde não faz mal não fazer tudo bem, onde não faz mal não ter nada de mais para dizer, onde não faz mal não ter lido. Este é o clube onde não se pede permissão para entrar, nem desculpa por querer falar. É para quem quiser aparecer e, como eu, aprender novas formas de interpretar a vida e o mundo. Amanhã será mais um encontro para encontrarmos o firmamento nas possibilidades infinitas do alfabeto. Vem também, estamos na Casa da Cultura, em Setúbal, entre as 12h e as 17h. Fotografias de Filipa Brito
Naquele dia, há cinco meses, eu ainda tinha 32 anos, tinha acabado de fazer o maior corte ao cabelo dos últimos anos, e estava um sol abrasador. Naquele dia, precisei que me emprestassem uma t-shirt e eu emprestei protetor solar de volta. Aquele, era um dia de verão em que todas as desculpas são boas para não se comparecer a nenhum evento. E, ainda assim, aquele foi o dia em juntámos novamente dezenas pessoas à volta de um livro. E é assim que tem sido em todos os dias dos últimos três anos, desde que se iniciaram as Heróides – clube do livro feminista. O lugar em que as pessoas que me eram desconhecidas passaram a companheiras e amigas. O lugar em que a leitura deixou de ser uma atividade tão solitária, onde sou desafiada a pensar diferente, aprendo a escutar, e a perder o medo de falar sobre o que acho que acho ou que sinto. Amanhã será o dia em que vou acordar antes do nascer do sol, e me vou meter num carro cheio de boleias, almofadas e mantas, para um novo encontro presencial, desta vez em Setúbal, num dia em que o frio e o dezembro voltam a ser o cocktail ideal para não tirar ninguém de casa. Amanhã, quem nos convida é “A Amiga Genial”, de Elena Ferrante, um livro que nem sequer consegui ler! Mas amanhã é o dia que mais anseio, pois sei que aquele será o lugar onde não faz mal não fazer tudo bem, onde não faz mal não ter nada de mais para dizer, onde não faz mal não ter lido. Este é o clube onde não se pede permissão para entrar, nem desculpa por querer falar. É para quem quiser aparecer e, como eu, aprender novas formas de interpretar a vida e o mundo. Amanhã será mais um encontro para encontrarmos o firmamento nas possibilidades infinitas do alfabeto. Vem também, estamos na Casa da Cultura, em Setúbal, entre as 12h e as 17h. Fotografias de Filipa Brito
Naquele dia, há cinco meses, eu ainda tinha 32 anos, tinha acabado de fazer o maior corte ao cabelo dos últimos anos, e estava um sol abrasador. Naquele dia, precisei que me emprestassem uma t-shirt e eu emprestei protetor solar de volta. Aquele, era um dia de verão em que todas as desculpas são boas para não se comparecer a nenhum evento. E, ainda assim, aquele foi o dia em juntámos novamente dezenas pessoas à volta de um livro. E é assim que tem sido em todos os dias dos últimos três anos, desde que se iniciaram as Heróides – clube do livro feminista. O lugar em que as pessoas que me eram desconhecidas passaram a companheiras e amigas. O lugar em que a leitura deixou de ser uma atividade tão solitária, onde sou desafiada a pensar diferente, aprendo a escutar, e a perder o medo de falar sobre o que acho que acho ou que sinto. Amanhã será o dia em que vou acordar antes do nascer do sol, e me vou meter num carro cheio de boleias, almofadas e mantas, para um novo encontro presencial, desta vez em Setúbal, num dia em que o frio e o dezembro voltam a ser o cocktail ideal para não tirar ninguém de casa. Amanhã, quem nos convida é “A Amiga Genial”, de Elena Ferrante, um livro que nem sequer consegui ler! Mas amanhã é o dia que mais anseio, pois sei que aquele será o lugar onde não faz mal não fazer tudo bem, onde não faz mal não ter nada de mais para dizer, onde não faz mal não ter lido. Este é o clube onde não se pede permissão para entrar, nem desculpa por querer falar. É para quem quiser aparecer e, como eu, aprender novas formas de interpretar a vida e o mundo. Amanhã será mais um encontro para encontrarmos o firmamento nas possibilidades infinitas do alfabeto. Vem também, estamos na Casa da Cultura, em Setúbal, entre as 12h e as 17h. Fotografias de Filipa Brito
Naquele dia, há cinco meses, eu ainda tinha 32 anos, tinha acabado de fazer o maior corte ao cabelo dos últimos anos, e estava um sol abrasador. Naquele dia, precisei que me emprestassem uma t-shirt e eu emprestei protetor solar de volta. Aquele, era um dia de verão em que todas as desculpas são boas para não se comparecer a nenhum evento. E, ainda assim, aquele foi o dia em juntámos novamente dezenas pessoas à volta de um livro. E é assim que tem sido em todos os dias dos últimos três anos, desde que se iniciaram as Heróides – clube do livro feminista. O lugar em que as pessoas que me eram desconhecidas passaram a companheiras e amigas. O lugar em que a leitura deixou de ser uma atividade tão solitária, onde sou desafiada a pensar diferente, aprendo a escutar, e a perder o medo de falar sobre o que acho que acho ou que sinto. Amanhã será o dia em que vou acordar antes do nascer do sol, e me vou meter num carro cheio de boleias, almofadas e mantas, para um novo encontro presencial, desta vez em Setúbal, num dia em que o frio e o dezembro voltam a ser o cocktail ideal para não tirar ninguém de casa. Amanhã, quem nos convida é “A Amiga Genial”, de Elena Ferrante, um livro que nem sequer consegui ler! Mas amanhã é o dia que mais anseio, pois sei que aquele será o lugar onde não faz mal não fazer tudo bem, onde não faz mal não ter nada de mais para dizer, onde não faz mal não ter lido. Este é o clube onde não se pede permissão para entrar, nem desculpa por querer falar. É para quem quiser aparecer e, como eu, aprender novas formas de interpretar a vida e o mundo. Amanhã será mais um encontro para encontrarmos o firmamento nas possibilidades infinitas do alfabeto. Vem também, estamos na Casa da Cultura, em Setúbal, entre as 12h e as 17h. Fotografias de Filipa Brito
Naquele dia, há cinco meses, eu ainda tinha 32 anos, tinha acabado de fazer o maior corte ao cabelo dos últimos anos, e estava um sol abrasador. Naquele dia, precisei que me emprestassem uma t-shirt e eu emprestei protetor solar de volta. Aquele, era um dia de verão em que todas as desculpas são boas para não se comparecer a nenhum evento. E, ainda assim, aquele foi o dia em juntámos novamente dezenas pessoas à volta de um livro. E é assim que tem sido em todos os dias dos últimos três anos, desde que se iniciaram as Heróides – clube do livro feminista. O lugar em que as pessoas que me eram desconhecidas passaram a companheiras e amigas. O lugar em que a leitura deixou de ser uma atividade tão solitária, onde sou desafiada a pensar diferente, aprendo a escutar, e a perder o medo de falar sobre o que acho que acho ou que sinto. Amanhã será o dia em que vou acordar antes do nascer do sol, e me vou meter num carro cheio de boleias, almofadas e mantas, para um novo encontro presencial, desta vez em Setúbal, num dia em que o frio e o dezembro voltam a ser o cocktail ideal para não tirar ninguém de casa. Amanhã, quem nos convida é “A Amiga Genial”, de Elena Ferrante, um livro que nem sequer consegui ler! Mas amanhã é o dia que mais anseio, pois sei que aquele será o lugar onde não faz mal não fazer tudo bem, onde não faz mal não ter nada de mais para dizer, onde não faz mal não ter lido. Este é o clube onde não se pede permissão para entrar, nem desculpa por querer falar. É para quem quiser aparecer e, como eu, aprender novas formas de interpretar a vida e o mundo. Amanhã será mais um encontro para encontrarmos o firmamento nas possibilidades infinitas do alfabeto. Vem também, estamos na Casa da Cultura, em Setúbal, entre as 12h e as 17h. Fotografias de Filipa Brito