Aniversário!! Agradecer profundamente a todos que neste dia, de uma forma ou de outra arranjaram um pouco do seu tempo para me ligar, mandar mensagens, ou escrever comentários que me aquecem por dentro. Nos dias que correm em que o tempo é o bem mais precioso. Sou cada vez mais grato por todos os momentos que partilham comigo. Este é um ano transformativo. Há coisas que nos mudam. Mesmo que não saibamos como ou de que forma. As coisas estão diferentes aqui dentro. Mas isso não é mau. Qual é a graça de uma vida em linha reta? Obrigado por tudo o que me deste pai. Amo-te. Onde quer que estejas sinto-te aqui. Onde quer que vocês estejam, obrigado por tudo o que me deram durante mais de metade da minha existência. Por todo o carinho e apoio. Se daqui a 365 dias ainda cá estivermos todos, que tenha valido a pena a viagem à volta do sol. Que tenha sido uma viagem interessante… é sinal que não foi linha reta.
Ninguém cresce confortável. Ninguém aprende a fazer certo. A curiosidade a cada esquina por tudo o que não encaixa. Sempre fui a contradição, o não ir atrás da manada. É difícil não encaixar, navegar na convenção, quando o seu sentido é ego, vaidade ou a percepção que têm de nós. Para quê? Tantos me conhecem, poucos sabem quem sou. Sei que não encaixo. Sei que nada sei. Abraço a ignorância ingénua de quem tem a fome de amanhã aprender mais, e de errar outra vez. É isso que me põe o sangue a correr. Nada é certo, e o que é certo, não me chega. É a procura, é a procura. A vida está na procura. Estou certo de que nunca estarei certo, a não ser na certeza que morrerei na procura. Assumo que sou caminho. Não sou quem chega. Pois quando chego, na verdade já parti noutra busca. O destino não me interessa. É a procura. São as questões. É o repensar. Corro milhas na minha cabeça na procura. A purga terminou. Perder desta vida, quem fez parte de nós, quem nos viu crescer, mexe-nos por dentro. Faz-nos coisas aqui dentro. Um misto de medo, saudade e frenesim pela vida que nos resta. Estamos todos a viver a vida que nos resta. Vamos sorrir para quem nos olha. Vamos perguntar como estão? … e esperar a resposta. Vamos resgatar gargalhadas alheias, sabendo que são jóias de vida que levamos para casa. Não via assim, não sentia assim… não me expunha ou escrevia assim… mas mexeram-me por dentro… e agora estão algures lá em cima a olhar para mim. A tomar conta, a tomar nota. Celebrar o que quer que nos faça bem, afastando o que não faz, mesmo que não encaixe na convenção, no esperado, mesmo que aos outros não faça sentido. Estas fotos foram tiradas nos ensaios da série que estou a fazer e que brevemente vão poder ver. Nelas há a busca, há a esperança e o gozo. Em cada cena pensar “eles vão divertir-se tanto quando virem isto” saber que vou resgatar gargalhadas. Saber que voltei a dar quando estava inteiro. Precisava disto… e precisava de o escrever. Pois não se sabe o que amanhã trará… Gratidão profunda a todos que estão desse lado… 📸 pic credit : luispamplona
Se isto são os OFF áudio da série, imaginem aquilo que é feito em IN. e mais não digo. Aqui com a querida @barbarafrancaa que é hilariante PS- Não sei o que gosto mais, se a cara circunspecta do realizador Luis Pamplona a assistir, se as gargalhadas da diretora de atores @ritalello_ a partir-se lá atrás. É isto. #vizinhosparasempre
In your Majesty land, doing exciting things!!
Vocês não estão preparados para o que aí vem!! Adoro-te meu periquito da Noruega @miguelraposo @tvioficial
Sinto que foi um momento raro de procura na articulação do que é isto das histórias e do que elas carregam e significam. Que verdade é esta? Foi em 2018 que fiz este vídeo para a TVI a propósito dos Emmys internacionais e da ficção nacional. Podia ter sido hoje.
Até já Porto ! Os últimos bilhetes estão à venda na @bolpt ! Vamos começar a semana dos 50 anos de 25 de Abril em grande no @coliseuportoageas ! Contamos com a vossa presença ! 👏👏👏🎭
O @miguelraposo teve um lapso de memória… mas entretanto já foi medicado, com pau nas costas. No próximo vídeo ele já se lembra. #vizinhosparasempre @tvioficial
Um anúncio numa casa de banho!!! Apenas uma amostra do que por aí vem. Preparem-se!!! #probioticosforlife #therealdeal #estanahora #ninguemparaobenfica #soltemoprisioneiro #fibrogurte @tvioficial @pluraloficialpt
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25 de Abril sempre 🌹 Ganhámos a nossa noite ! 2 dias e 4 espectáculos no @casino.estoril com casa cheia ❤️
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Aqui vamos nós!!! Não podem perder este REI ZAROLHO Uma comédia negra escrita e encenada por Marc Crehuet. Onde tenho o privilégio de estar em palco, ao lado os grandes Benedita Pereira, Dinarte Branco, Jorge Mourato e Susana Blazer. Um jantar de casais, organizado por duas amigas que há muito não se veem com o propósito de conhecerem os respectivos parceiros. Lídia mora no bairro dos subúrbios onde cresceu, está desempregada e namora com David, um polícia do corpo de intervenção. Sandra é uma intelectual que saiu do bairro há muitos anos e está apaixonada por André, um realizador de documentários a enfrentar um período conturbado, após ter perdido um olho durante um ataque da polícia numa manifestação. Apesar de navegarem em esferas opostas da estrutura social, ao longo do jantar é revelado que David e André têm um passado recente em comum. Fora do campo de batalha David é obrigado a confrontar o seu sistema de crenças. Manterá as suas convicções ou estará disposto a repensar os seus valores? Uma comédia que traduz a perplexidade diante de uma realidade social complexa e muitas vezes incoerente. No meio da incerteza da vida, as personagens procuram encontrar respostas e dar sentido às coisas, de olhos vendados num mundo caótico onde a lógica lhes escapa por entre os dedos. 🔜 Em cena no Teatro Maria Matos a partir de 30 de Março. 🎫 Bilhetes já à venda na Ticketline e nos locais habituais.
Neste Dia Mundial do Teatro estarei em palco a exercer uma das mais vibrantes formas de arte. A arte do todo, do cru, do vivo, do agora, do eminente. O Rei zarolho de @mcrehuet estreia no Teatro Maria Matos dia 30. Estarei entre um elenco maravilhoso na partilha com quem nos der o privilégio vir ver. Viva o TEATRO.
Tinha 15 anos, a idade da busca. Tinha os meus gostos pois então, gostava de desenho, de escrever poemas, e de jogar à bola na rua. Mas sempre houve algo no “fingir” ser outra pessoa que me aliviava, que me resolvia, mesmo que fosse só na minha cabeça. Quis o destino que tropeçasse na arte. Depois de aos 15 anos fazer um casting daquilo que pensava ser uma publicidade, dou por mim contratado pra fazer uma personagem numa novela. Tudo me intimidava. Até as luzes. Jamais me tinha atrevido a sonhar em ser ator e no entanto estava ali. Com todas as pessoas que eu conhecia e admirava. E finalmente conheci o protagonista deste testemunho o nosso Armando Cortez . O Armando era malandro, sempre de piada pronta. No entanto era na forma como estava em silêncio e observava, que captava a minha atenção. Um dia a meio de uma cena que estávamos a ensaiar, pega-me pela mão e leva-me para trás do Decor, longe do olhar de todos e pede-me para que diga o meu texto. Eu comecei e ele interrompeu dizendo “respira, respira. Tens de respirar a tua personagem”. Começou então a fazer várias vezes o mesmo, passando comigo as cenas e fazendo me ver com os olhos da alma. Mal sabia ele que o que ele estava a fazer era na verdade a mudar a minha vida. Um dia acabou por se irritar um pouco com o meu amadorismo e diz-me a frase que carrego comigo até ao fim dos meus dias “Se te digo isto é por que sei que vales a pena”. Não consigo escrever estas palavras sem que os meus olhos turvem. A minha vida seguiu, sempre na busca do que ele terá visto num miúdo amador de 15 anos. Ainda hoje em vários momentos lhe pergunto o que é que ele viu. Apesar de saber que é algo que nunca me vai responder. Sei que está comigo. Hoje, 25 anos depois de ter a minha estreia em teatro. Volto a pisar o mesmo palco do teatro Maria Matos e no meio de um daqueles momentos em que me faço a mesma pergunta, olho para cima e vejo este quadro. Ali está ele a piscar o “olho” ao que “viu” há 25 anos na minha estreia de uma peça que se chama O Rei Zarolho. Adivinhem quem faz o zarolho? Ele há coisas. Um abraço do tamanho do tempo meu querido Armando.
Se contar historiais é a tua paixão, não percas esta oportunidade e vem mostrar o teu talento. A @ageasgrupo e a @cnnportugal @tvioficial criaram o Prémio Audiovisual Ageas. Não só vamos contar histórias incríveis de superação, como ao mesmo tempo iremos descobrir novos valores nacionais nas diversas vertentes do Audiovisual. Apressem-se, pois não têm muito tempo. As candidaturas estão abertas em : https://cnnportugal.iol.pt/historias-seguras Tenho o privilégio de ter sido convidado para mentor das equipas nas diversas etapas e mal posso esperar por partilhar esta aventura convosco
A Magia existe!! A Magia dos olhos a brilhar, do acreditar no IMPOSSÍVEL. Não vos consigo escrever o quando admiro o Luís de Matos e o quanto ele me inspira. O quanto numa só pessoa, o estudo, trabalho, sabedoria, persistência e o acreditar, o altruísmo, bondade e sentido do bem comum, se fundem tão harmoniosamente numa só pessoa. Chamar-lhe de amigo é um privilégio na minha vida. Ele é um motor de um grupo que faz quase literalmente o impossível, em cima e atrás do palco. Cada gesto, cada palavra, cada olhar acontecem para DAR algo. Para dar a surpresa, o suspiro, o conforto, o espanto e a emoção. O IMPOSSÍVEL de Luís de Matos é sobretudo emoção, e nós precisamos tanto disso. Se apanharem este espectáculo, não o percam. Irão recuperar parte de vocês mesmos. Aquela parte de nós, que acredita no impossível. Breve história deste carrossel de fotos: Fui como espectador, e após um número de fuga de um tanque de água, que me deixa super aflito (como se pode ver pela minha cara na foto). Pouco depois sou convidado a ir ao palco participar num número de um mágico australiano, cheio de vergonha lá fui a pensar: “…estes safados”. Afinal o Australiano não fazia ideia quem eu era, e diz mais tarde que o único critério que procura quando vai buscar voluntários no público é: “kind eyes” olhos bons. Fui feliz naquele momento.
A Magia existe!! A Magia dos olhos a brilhar, do acreditar no IMPOSSÍVEL. Não vos consigo escrever o quando admiro o Luís de Matos e o quanto ele me inspira. O quanto numa só pessoa, o estudo, trabalho, sabedoria, persistência e o acreditar, o altruísmo, bondade e sentido do bem comum, se fundem tão harmoniosamente numa só pessoa. Chamar-lhe de amigo é um privilégio na minha vida. Ele é um motor de um grupo que faz quase literalmente o impossível, em cima e atrás do palco. Cada gesto, cada palavra, cada olhar acontecem para DAR algo. Para dar a surpresa, o suspiro, o conforto, o espanto e a emoção. O IMPOSSÍVEL de Luís de Matos é sobretudo emoção, e nós precisamos tanto disso. Se apanharem este espectáculo, não o percam. Irão recuperar parte de vocês mesmos. Aquela parte de nós, que acredita no impossível. Breve história deste carrossel de fotos: Fui como espectador, e após um número de fuga de um tanque de água, que me deixa super aflito (como se pode ver pela minha cara na foto). Pouco depois sou convidado a ir ao palco participar num número de um mágico australiano, cheio de vergonha lá fui a pensar: “…estes safados”. Afinal o Australiano não fazia ideia quem eu era, e diz mais tarde que o único critério que procura quando vai buscar voluntários no público é: “kind eyes” olhos bons. Fui feliz naquele momento.
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A Magia existe!! A Magia dos olhos a brilhar, do acreditar no IMPOSSÍVEL. Não vos consigo escrever o quando admiro o Luís de Matos e o quanto ele me inspira. O quanto numa só pessoa, o estudo, trabalho, sabedoria, persistência e o acreditar, o altruísmo, bondade e sentido do bem comum, se fundem tão harmoniosamente numa só pessoa. Chamar-lhe de amigo é um privilégio na minha vida. Ele é um motor de um grupo que faz quase literalmente o impossível, em cima e atrás do palco. Cada gesto, cada palavra, cada olhar acontecem para DAR algo. Para dar a surpresa, o suspiro, o conforto, o espanto e a emoção. O IMPOSSÍVEL de Luís de Matos é sobretudo emoção, e nós precisamos tanto disso. Se apanharem este espectáculo, não o percam. Irão recuperar parte de vocês mesmos. Aquela parte de nós, que acredita no impossível. Breve história deste carrossel de fotos: Fui como espectador, e após um número de fuga de um tanque de água, que me deixa super aflito (como se pode ver pela minha cara na foto). Pouco depois sou convidado a ir ao palco participar num número de um mágico australiano, cheio de vergonha lá fui a pensar: “…estes safados”. Afinal o Australiano não fazia ideia quem eu era, e diz mais tarde que o único critério que procura quando vai buscar voluntários no público é: “kind eyes” olhos bons. Fui feliz naquele momento.
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