Filipa Maló Franco Top 100 Instagram Photos and Posts

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Most liked Instagram photo of Filipa Maló Franco
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Filipa Maló Franco Instagram - Duarte ✨
4.08.24
Filipa Maló Franco Instagram - Duarte ✨
4.08.24
Filipa Maló Franco Instagram - O amor multiplicou 🤍
Filipa Maló Franco Instagram - O amor multiplicou 🤍
Filipa Maló Franco Instagram - O amor multiplicou 🤍
Filipa Maló Franco Instagram - Vamos para casa, meu favo de mel 🍯💛
Filipa Maló Franco Instagram - O nosso mundo 🤍
Filipa Maló Franco Instagram - Bolha de amor 🤍
Filipa Maló Franco Instagram - Bolha de amor 🤍
Filipa Maló Franco Instagram - Bolha de amor 🤍
Filipa Maló Franco Instagram - Bolha de amor 🤍
Filipa Maló Franco Instagram - Bolha de amor 🤍
Filipa Maló Franco Instagram - Bolha de amor 🤍
Filipa Maló Franco Instagram - Bolha de amor 🤍
Filipa Maló Franco Instagram - O colo é o habitat natural do bebé
Filipa Maló Franco Instagram - E vai ser…

Como acham que se vai chamar?
Filipa Maló Franco Instagram - E agora que tenho estas fotografias todas, a dificuldade é guardá-las só para mim 🤍🌸

A viver a tranquilidade que uma segunda gravidez traz, com a intranquilidade de andar a correr atrás de um “spider man” 🤣 ao menos é uma gravidez activa!
Filipa Maló Franco Instagram - Uma caminhada a três a apoiar o pai (@pedro.gameiroo ) e a sua comunidade 🤍 8km, vamos lá
Filipa Maló Franco Instagram - Espero que não me tenha escapado alguma opção. E aí? Como dormem todos melhor?

As imagens são IA e fui eu que dei indicação de como as queria. Usar com cautela mas aproveitando a sua funcionalidade.
Filipa Maló Franco Instagram - Espero que não me tenha escapado alguma opção. E aí? Como dormem todos melhor?

As imagens são IA e fui eu que dei indicação de como as queria. Usar com cautela mas aproveitando a sua funcionalidade.
Filipa Maló Franco Instagram - Espero que não me tenha escapado alguma opção. E aí? Como dormem todos melhor?

As imagens são IA e fui eu que dei indicação de como as queria. Usar com cautela mas aproveitando a sua funcionalidade.
Filipa Maló Franco Instagram - Espero que não me tenha escapado alguma opção. E aí? Como dormem todos melhor?

As imagens são IA e fui eu que dei indicação de como as queria. Usar com cautela mas aproveitando a sua funcionalidade.
Filipa Maló Franco Instagram - Espero que não me tenha escapado alguma opção. E aí? Como dormem todos melhor?

As imagens são IA e fui eu que dei indicação de como as queria. Usar com cautela mas aproveitando a sua funcionalidade.
Filipa Maló Franco Instagram - Espero que não me tenha escapado alguma opção. E aí? Como dormem todos melhor?

As imagens são IA e fui eu que dei indicação de como as queria. Usar com cautela mas aproveitando a sua funcionalidade.
Filipa Maló Franco Instagram - Espero que não me tenha escapado alguma opção. E aí? Como dormem todos melhor?

As imagens são IA e fui eu que dei indicação de como as queria. Usar com cautela mas aproveitando a sua funcionalidade.
Filipa Maló Franco Instagram - Espero que não me tenha escapado alguma opção. E aí? Como dormem todos melhor?

As imagens são IA e fui eu que dei indicação de como as queria. Usar com cautela mas aproveitando a sua funcionalidade.
Filipa Maló Franco Instagram - Espero que não me tenha escapado alguma opção. E aí? Como dormem todos melhor?

As imagens são IA e fui eu que dei indicação de como as queria. Usar com cautela mas aproveitando a sua funcionalidade.
Filipa Maló Franco Instagram - Espero que não me tenha escapado alguma opção. E aí? Como dormem todos melhor?

As imagens são IA e fui eu que dei indicação de como as queria. Usar com cautela mas aproveitando a sua funcionalidade.
Filipa Maló Franco Instagram - Espero que não me tenha escapado alguma opção. E aí? Como dormem todos melhor?

As imagens são IA e fui eu que dei indicação de como as queria. Usar com cautela mas aproveitando a sua funcionalidade.
Filipa Maló Franco Instagram - Muito se demoniza a amamentação. Ora é porque a livre demanda “habitua mal o bebé”. Ora porque o leite é fraco, porque o bebé não sai da mama. Ora porque é uma má associação de sono. Ou porque causa mais despertares. Ora porque na gravidez não se amamenta. Ou porque quando vierem dois (ou três) não há leite para o mais pequenino. 

Muito se demoniza a amamentação, com mitos sem sentido, que apenas nos afastam da nossa biologia e do que era expectável.

Vamos a FACTOS?
🤱a mama não é só alimento, e o bebé não pede mama só para se alimentar. Mama é relação e uma das melhores formas de co-regulação nos primeiros tempos.
🤱não há leites fracos. Mas há por vezes algumas dificuldades na amamentação e daí o acompanhamento ser tão importante.
🤱a idade MÉDIA de um desmame natural, na espécie humana, é pelos 3,5anos.
🤱a amamentação NÃO é uma má associação de sono. Pelo contrário. Promove um sono mais tranquilo para o bebé e para a mãe.
🤱a amamentação não é a causa para despertares nocturnos. É até uma ferramenta muito útil para despertares breves para ambos.
🤱a amamentação não é incompatível com a gravidez de um forma geral.
🤱o corpo está preparado para amamentar mais do que um filho/a.

E por aí? Que mitos tens ouvido?
Filipa Maló Franco Instagram - Generalizam que a amamentação para adormecer faz com que mantenham os despertares contínuos e que para que os deixem de ter, o adulto deve “ensinar a dormir”. Que os pais devem seguir tabelas de vigília. Que os horários devem ser rígidos. Que o co-sleeping causa perturbações de sono e ansiedade a dormir. 

Uma coisa é a minha formação em psicologia clínica e especialização na área perinatal e parentalidade (formação essa que inclui o sono do bebé); como também, a minha prática clínica, e com ela, o acompanhamento de muitas famílias nas suas dinâmicas e experiências a par do trabalho de equipa e intervisão. Mas também, não posso deixar de falar da minha experiência de maternidade, e do meu filho Tomás que me ensinou muito. E fazendo a ressalva de que, não podemos pegar na nossa experiência e generaliza-la (daí que comecei por falar na formação e na prática clínica), não posso perder de vista que em minha casa, temos outro exemplo, de que realmente tudo se alinha, se esperarmos. Que queremos tudo demasiado rápido. Que as expectativas é que não estão ajustadas e que na maioria dos casos, só precisamos de TEMPO.

O Tomás é uma criança ainda amamentada e sempre lhe dei maminha para adormecer e em todos os despertares. Com outros cuidadores adormece de formas distintas, nunca tentei que fosse diferente e na escola sempre dormiu a sesta sem problemas.

Dormiu exclusivamente ao colo nos primeiros MESES. Sestas todas ao colo até cerca dos 8 meses. Dormiu connosco desde que nasceu e já há uns meses que vai para a cama ao lado da nossa, por desejo próprio. Nunca fomos rígidos com horários, nem rotinas.Implementamos uma rotina muito simples, capaz de ser feita em todo o lado para a previsibilidade que é tão importante, mas só após os 6 meses. Os horários foram adaptados ao ritmo dele e não ao contrário.

Faz sestas onde for, com luz ou sem luz. Sem problemas para adormecer em qualquer lugar (valha-nos o marsúpio), nem resistência para ir dormir de noite (e já sabe que quando começa a rotina dos dentes e história com maminha, é para dormir).

Este é um testemunho para sossegar os corações de quem tem medo que não corra bem ❤️.
Filipa Maló Franco Instagram - 🤍
Filipa Maló Franco Instagram - O nosso ovinho .🤍💛
Boa Páscoa para todos!
Filipa Maló Franco Instagram - ❤️
Filipa Maló Franco Instagram - ❤️
Filipa Maló Franco Instagram - O sono dos bebés tem-se tornado um verdadeiro negócio, que parece a todos os pais, exaustos e cansados, o investimento certo.

É que todos querem saber o mesmo: como se adormece um filho pequeno e como se garante que dorme a noite toda de forma autónoma e segura? Não há soluções milagrosas, mas neste Consulta Aberta a psicóloga Filipa Malo Franco explica quais são as melhores formas de embalo.

Ouça através do link na bio.

#familia #crianca #bebe #sono #sleep #sleeping #podcast #saude #bemestar #consultaaberta #sicnoticias
Filipa Maló Franco Instagram - Amamentação&Gravidez

Talvez um dos maiores mitos em torno da amamentação e gravidez, é que ambos não são compatíveis. E apesar de profissional e com formação na área da amamentação e saúde mental, quando engravidei, também foi um motivo de algum receio e muitas dúvidas.

A verdade é que excepto algumas situações muito específicas da gravidez, a amamentação é compatível com a mesma e pode decorrer sem qualquer problema.

Por aqui, felizmente tem corrido tudo bem. E como em tudo, o bem não significa ausência de desafios, ou dificuldades, significa que o balanço é positivo. Sim há uma grande sensibilidade, sim já senti aversão, sim quando estão doentes é muito exigente. Mas também é verdade que existem todos os outros momentos, que para mim, e neste momento, se sobrepõem. 

Ao longo da gravidez fui notando que a demanda foi diminuindo, e novamente parece que a biologia sabe o que faz. E mesmo que nunca tenha tido o objectivo da amamentação em tandem, nem nunca tenha sido algo que me encantasse, já não me parece uma possibilidade tão distante. 

E como será depois? Não sei. O depois logo se vê. 
Agora, está tudo bem. 🤍
Filipa Maló Franco Instagram - Os bebés relacionam-se ainda dentro do útero. Se já sabíamos, a tecnologia que temos actualmente continua a comprovar-nos isso mesmo.

Sou uma grande apologista das ecografias emocionais, porque na minha opinião, ajudam no sonho do bebé, no imaginar o bebé e em observar em tempo real, o bebé com feições mais definidas. 

Também no Tomás, fizemos as nossas ecografias na @ecobabycare e ainda hoje, nos meus workshops e palestras, utilizo as suas fotografias para mostrar como os bebés sentem emoções dentro do útero. Em vídeo, consegui apanhar com este meu novo bebé 🐣. 

E ainda mais incrível, consegui filmar a reação imediata, à minha voz.

Obrigada @ecobabycare por nos proporcionarem estes momentos. E também, por ajudarem no meu trabalho, em prol da relação do bebé ainda na gestação. Porque para quem tinha dúvidas de que ela já existe dentro da barriga, este vídeo, não deixa margem para mais. 🤍
Filipa Maló Franco Instagram - Dia da mãe. Um dia bonito para uns. De reconhecimento. De amor. Agridoce para outros. Povoado de sonhos, ou pesadelos ou sonhos por alcançar. Com memórias felizes, assim-assim, e outras, que apertam um coração, que chora.

E num dia em que se pensa todas as mães, que se ouvem relatos de quem o é, e que se fala da maternidade, mães guerreiras, felicidade e das mais variadas histórias; também é um dia em que não se fala de todas as outras como se devia.

Sobre aquelas que o desejam, mas que a vida lhes trocou as voltas, e se sentem contra relógio, num sonho adiado contra a sua vontade.

E as que o são, mesmo quando a vida lhes tira antes de dar. Restando um “e se” que sufoca, devagarinho.

E é também um dia que nos devia relembrar que a maternidade é um desejo construído. E que o respeito para com as mulheres que não o desejam deveria imperar; ao invés de as consumir e aprisionar na pressão social emergente, que as faz sentir que são menos, por não quererem algo que contrariamente ao que se pensa, não é inato; mas adquirido.

Dia da mãe. Um dia que nos relembra todas as mães. Mas também as mulheres. Um dia que se celebra as mães que somos. As mães que temos. As mães que conhecemos. As mães que mesmo não sendo mães biológicas o foram; de coração. As mães a quem o sonho lhes foi roubado. As mães de anjos. As mães de causas. As futuras mães. 

às mães… todas elas 🤍
Filipa Maló Franco Instagram - Dia da mãe. Um dia bonito para uns. De reconhecimento. De amor. Agridoce para outros. Povoado de sonhos, ou pesadelos ou sonhos por alcançar. Com memórias felizes, assim-assim, e outras, que apertam um coração, que chora.

E num dia em que se pensa todas as mães, que se ouvem relatos de quem o é, e que se fala da maternidade, mães guerreiras, felicidade e das mais variadas histórias; também é um dia em que não se fala de todas as outras como se devia.

Sobre aquelas que o desejam, mas que a vida lhes trocou as voltas, e se sentem contra relógio, num sonho adiado contra a sua vontade.

E as que o são, mesmo quando a vida lhes tira antes de dar. Restando um “e se” que sufoca, devagarinho.

E é também um dia que nos devia relembrar que a maternidade é um desejo construído. E que o respeito para com as mulheres que não o desejam deveria imperar; ao invés de as consumir e aprisionar na pressão social emergente, que as faz sentir que são menos, por não quererem algo que contrariamente ao que se pensa, não é inato; mas adquirido.

Dia da mãe. Um dia que nos relembra todas as mães. Mas também as mulheres. Um dia que se celebra as mães que somos. As mães que temos. As mães que conhecemos. As mães que mesmo não sendo mães biológicas o foram; de coração. As mães a quem o sonho lhes foi roubado. As mães de anjos. As mães de causas. As futuras mães. 

às mães… todas elas 🤍
Filipa Maló Franco Instagram - Dia da mãe. Um dia bonito para uns. De reconhecimento. De amor. Agridoce para outros. Povoado de sonhos, ou pesadelos ou sonhos por alcançar. Com memórias felizes, assim-assim, e outras, que apertam um coração, que chora.

E num dia em que se pensa todas as mães, que se ouvem relatos de quem o é, e que se fala da maternidade, mães guerreiras, felicidade e das mais variadas histórias; também é um dia em que não se fala de todas as outras como se devia.

Sobre aquelas que o desejam, mas que a vida lhes trocou as voltas, e se sentem contra relógio, num sonho adiado contra a sua vontade.

E as que o são, mesmo quando a vida lhes tira antes de dar. Restando um “e se” que sufoca, devagarinho.

E é também um dia que nos devia relembrar que a maternidade é um desejo construído. E que o respeito para com as mulheres que não o desejam deveria imperar; ao invés de as consumir e aprisionar na pressão social emergente, que as faz sentir que são menos, por não quererem algo que contrariamente ao que se pensa, não é inato; mas adquirido.

Dia da mãe. Um dia que nos relembra todas as mães. Mas também as mulheres. Um dia que se celebra as mães que somos. As mães que temos. As mães que conhecemos. As mães que mesmo não sendo mães biológicas o foram; de coração. As mães a quem o sonho lhes foi roubado. As mães de anjos. As mães de causas. As futuras mães. 

às mães… todas elas 🤍
Filipa Maló Franco Instagram - Dia da mãe. Um dia bonito para uns. De reconhecimento. De amor. Agridoce para outros. Povoado de sonhos, ou pesadelos ou sonhos por alcançar. Com memórias felizes, assim-assim, e outras, que apertam um coração, que chora.

E num dia em que se pensa todas as mães, que se ouvem relatos de quem o é, e que se fala da maternidade, mães guerreiras, felicidade e das mais variadas histórias; também é um dia em que não se fala de todas as outras como se devia.

Sobre aquelas que o desejam, mas que a vida lhes trocou as voltas, e se sentem contra relógio, num sonho adiado contra a sua vontade.

E as que o são, mesmo quando a vida lhes tira antes de dar. Restando um “e se” que sufoca, devagarinho.

E é também um dia que nos devia relembrar que a maternidade é um desejo construído. E que o respeito para com as mulheres que não o desejam deveria imperar; ao invés de as consumir e aprisionar na pressão social emergente, que as faz sentir que são menos, por não quererem algo que contrariamente ao que se pensa, não é inato; mas adquirido.

Dia da mãe. Um dia que nos relembra todas as mães. Mas também as mulheres. Um dia que se celebra as mães que somos. As mães que temos. As mães que conhecemos. As mães que mesmo não sendo mães biológicas o foram; de coração. As mães a quem o sonho lhes foi roubado. As mães de anjos. As mães de causas. As futuras mães. 

às mães… todas elas 🤍
Filipa Maló Franco Instagram - Dia da mãe. Um dia bonito para uns. De reconhecimento. De amor. Agridoce para outros. Povoado de sonhos, ou pesadelos ou sonhos por alcançar. Com memórias felizes, assim-assim, e outras, que apertam um coração, que chora.

E num dia em que se pensa todas as mães, que se ouvem relatos de quem o é, e que se fala da maternidade, mães guerreiras, felicidade e das mais variadas histórias; também é um dia em que não se fala de todas as outras como se devia.

Sobre aquelas que o desejam, mas que a vida lhes trocou as voltas, e se sentem contra relógio, num sonho adiado contra a sua vontade.

E as que o são, mesmo quando a vida lhes tira antes de dar. Restando um “e se” que sufoca, devagarinho.

E é também um dia que nos devia relembrar que a maternidade é um desejo construído. E que o respeito para com as mulheres que não o desejam deveria imperar; ao invés de as consumir e aprisionar na pressão social emergente, que as faz sentir que são menos, por não quererem algo que contrariamente ao que se pensa, não é inato; mas adquirido.

Dia da mãe. Um dia que nos relembra todas as mães. Mas também as mulheres. Um dia que se celebra as mães que somos. As mães que temos. As mães que conhecemos. As mães que mesmo não sendo mães biológicas o foram; de coração. As mães a quem o sonho lhes foi roubado. As mães de anjos. As mães de causas. As futuras mães. 

às mães… todas elas 🤍
Filipa Maló Franco Instagram - Dia da mãe. Um dia bonito para uns. De reconhecimento. De amor. Agridoce para outros. Povoado de sonhos, ou pesadelos ou sonhos por alcançar. Com memórias felizes, assim-assim, e outras, que apertam um coração, que chora.

E num dia em que se pensa todas as mães, que se ouvem relatos de quem o é, e que se fala da maternidade, mães guerreiras, felicidade e das mais variadas histórias; também é um dia em que não se fala de todas as outras como se devia.

Sobre aquelas que o desejam, mas que a vida lhes trocou as voltas, e se sentem contra relógio, num sonho adiado contra a sua vontade.

E as que o são, mesmo quando a vida lhes tira antes de dar. Restando um “e se” que sufoca, devagarinho.

E é também um dia que nos devia relembrar que a maternidade é um desejo construído. E que o respeito para com as mulheres que não o desejam deveria imperar; ao invés de as consumir e aprisionar na pressão social emergente, que as faz sentir que são menos, por não quererem algo que contrariamente ao que se pensa, não é inato; mas adquirido.

Dia da mãe. Um dia que nos relembra todas as mães. Mas também as mulheres. Um dia que se celebra as mães que somos. As mães que temos. As mães que conhecemos. As mães que mesmo não sendo mães biológicas o foram; de coração. As mães a quem o sonho lhes foi roubado. As mães de anjos. As mães de causas. As futuras mães. 

às mães… todas elas 🤍
Filipa Maló Franco Instagram - Qual a melhor estimulação que posso dar ao meu bebé, nos primeiros meses?

Colo
Proximidade
Mimo
Conversas 
Músicas 
Amor 
Pele com pele

E sabem que mais? A proximidade, o olhar, a pele com pele, os beijinhos, o contacto e o colo, ativam o centro de recompensa do bebé e dos seu cuidador, promovendo o desenvolvimento óptimo, e a felicidade em ambos.
Filipa Maló Franco Instagram - Fomos casar a amiga 🤍👰‍♀️💍
#Ines&Silas
Filipa Maló Franco Instagram - E hoje foi dia de ver este bebé, no conforto da nossa casa. Teste do pezinho e suporte nos cuidados ao bebé e amamentação. 

A Mom está de férias mas deixou tudo orientado com a Enf Carolina, para que os seu bebés/famílias continuem a ter os cuidados que merecem… 

E claro, não consegue estar completemante desligada e ainda fizemos videochamada 🥰

Obrigada pelo cuidado @mom_baby_care 🤍
Filipa Maló Franco Instagram - E hoje foi dia de ver este bebé, no conforto da nossa casa. Teste do pezinho e suporte nos cuidados ao bebé e amamentação. 

A Mom está de férias mas deixou tudo orientado com a Enf Carolina, para que os seu bebés/famílias continuem a ter os cuidados que merecem… 

E claro, não consegue estar completemante desligada e ainda fizemos videochamada 🥰

Obrigada pelo cuidado @mom_baby_care 🤍
Filipa Maló Franco Instagram - E hoje foi dia de ver este bebé, no conforto da nossa casa. Teste do pezinho e suporte nos cuidados ao bebé e amamentação. 

A Mom está de férias mas deixou tudo orientado com a Enf Carolina, para que os seu bebés/famílias continuem a ter os cuidados que merecem… 

E claro, não consegue estar completemante desligada e ainda fizemos videochamada 🥰

Obrigada pelo cuidado @mom_baby_care 🤍
Filipa Maló Franco Instagram - Primeiro post do ano, e sai um dos temas mais pedidos. 

A empatia não nasce com o bebé.

É por isso que exigir pedidos de desculpa ou gestos de reparação precoce não ensina cuidado, ensina obediência ou muitas vezes, a importância de o fazer pelo adulto e pelas suas emoções e não, pelo próprio ou porque efetivamente se compreendeu a gravidade.

É verdade que eu acho que devemos ensinar sobre o significado de um pedido de desculpa. Ensinar principalmente através do exemplo mas também, de como podemos através da palavra mostrar que sentimos culpa e arrependimento. Mas em relação aos abraços sou contra que o devemos promover e incentivar principalmente quando a criança está zangada ou triste. 

Basta pensarmos em nós e na forma como não nos apetece abraçar o outro quando não o sentimos. 

Em suma, a empatia, que será a base para um pedido de desculpa e vontade de abraçar após um conflito, constrói-se na relação. E uma criança aprende a considerar o outro quando, primeiro, foi escutada, regulada e respeitada nos seus limites.

Antes da empatia, vem a segurança.
Antes da reparação, vem a compreensão.
Filipa Maló Franco Instagram - Primeiro post do ano, e sai um dos temas mais pedidos. 

A empatia não nasce com o bebé.

É por isso que exigir pedidos de desculpa ou gestos de reparação precoce não ensina cuidado, ensina obediência ou muitas vezes, a importância de o fazer pelo adulto e pelas suas emoções e não, pelo próprio ou porque efetivamente se compreendeu a gravidade.

É verdade que eu acho que devemos ensinar sobre o significado de um pedido de desculpa. Ensinar principalmente através do exemplo mas também, de como podemos através da palavra mostrar que sentimos culpa e arrependimento. Mas em relação aos abraços sou contra que o devemos promover e incentivar principalmente quando a criança está zangada ou triste. 

Basta pensarmos em nós e na forma como não nos apetece abraçar o outro quando não o sentimos. 

Em suma, a empatia, que será a base para um pedido de desculpa e vontade de abraçar após um conflito, constrói-se na relação. E uma criança aprende a considerar o outro quando, primeiro, foi escutada, regulada e respeitada nos seus limites.

Antes da empatia, vem a segurança.
Antes da reparação, vem a compreensão.
Filipa Maló Franco Instagram - Primeiro post do ano, e sai um dos temas mais pedidos. 

A empatia não nasce com o bebé.

É por isso que exigir pedidos de desculpa ou gestos de reparação precoce não ensina cuidado, ensina obediência ou muitas vezes, a importância de o fazer pelo adulto e pelas suas emoções e não, pelo próprio ou porque efetivamente se compreendeu a gravidade.

É verdade que eu acho que devemos ensinar sobre o significado de um pedido de desculpa. Ensinar principalmente através do exemplo mas também, de como podemos através da palavra mostrar que sentimos culpa e arrependimento. Mas em relação aos abraços sou contra que o devemos promover e incentivar principalmente quando a criança está zangada ou triste. 

Basta pensarmos em nós e na forma como não nos apetece abraçar o outro quando não o sentimos. 

Em suma, a empatia, que será a base para um pedido de desculpa e vontade de abraçar após um conflito, constrói-se na relação. E uma criança aprende a considerar o outro quando, primeiro, foi escutada, regulada e respeitada nos seus limites.

Antes da empatia, vem a segurança.
Antes da reparação, vem a compreensão.
Filipa Maló Franco Instagram - Primeiro post do ano, e sai um dos temas mais pedidos. 

A empatia não nasce com o bebé.

É por isso que exigir pedidos de desculpa ou gestos de reparação precoce não ensina cuidado, ensina obediência ou muitas vezes, a importância de o fazer pelo adulto e pelas suas emoções e não, pelo próprio ou porque efetivamente se compreendeu a gravidade.

É verdade que eu acho que devemos ensinar sobre o significado de um pedido de desculpa. Ensinar principalmente através do exemplo mas também, de como podemos através da palavra mostrar que sentimos culpa e arrependimento. Mas em relação aos abraços sou contra que o devemos promover e incentivar principalmente quando a criança está zangada ou triste. 

Basta pensarmos em nós e na forma como não nos apetece abraçar o outro quando não o sentimos. 

Em suma, a empatia, que será a base para um pedido de desculpa e vontade de abraçar após um conflito, constrói-se na relação. E uma criança aprende a considerar o outro quando, primeiro, foi escutada, regulada e respeitada nos seus limites.

Antes da empatia, vem a segurança.
Antes da reparação, vem a compreensão.
Filipa Maló Franco Instagram - Primeiro post do ano, e sai um dos temas mais pedidos. 

A empatia não nasce com o bebé.

É por isso que exigir pedidos de desculpa ou gestos de reparação precoce não ensina cuidado, ensina obediência ou muitas vezes, a importância de o fazer pelo adulto e pelas suas emoções e não, pelo próprio ou porque efetivamente se compreendeu a gravidade.

É verdade que eu acho que devemos ensinar sobre o significado de um pedido de desculpa. Ensinar principalmente através do exemplo mas também, de como podemos através da palavra mostrar que sentimos culpa e arrependimento. Mas em relação aos abraços sou contra que o devemos promover e incentivar principalmente quando a criança está zangada ou triste. 

Basta pensarmos em nós e na forma como não nos apetece abraçar o outro quando não o sentimos. 

Em suma, a empatia, que será a base para um pedido de desculpa e vontade de abraçar após um conflito, constrói-se na relação. E uma criança aprende a considerar o outro quando, primeiro, foi escutada, regulada e respeitada nos seus limites.

Antes da empatia, vem a segurança.
Antes da reparação, vem a compreensão.
Filipa Maló Franco Instagram - Primeiro post do ano, e sai um dos temas mais pedidos. 

A empatia não nasce com o bebé.

É por isso que exigir pedidos de desculpa ou gestos de reparação precoce não ensina cuidado, ensina obediência ou muitas vezes, a importância de o fazer pelo adulto e pelas suas emoções e não, pelo próprio ou porque efetivamente se compreendeu a gravidade.

É verdade que eu acho que devemos ensinar sobre o significado de um pedido de desculpa. Ensinar principalmente através do exemplo mas também, de como podemos através da palavra mostrar que sentimos culpa e arrependimento. Mas em relação aos abraços sou contra que o devemos promover e incentivar principalmente quando a criança está zangada ou triste. 

Basta pensarmos em nós e na forma como não nos apetece abraçar o outro quando não o sentimos. 

Em suma, a empatia, que será a base para um pedido de desculpa e vontade de abraçar após um conflito, constrói-se na relação. E uma criança aprende a considerar o outro quando, primeiro, foi escutada, regulada e respeitada nos seus limites.

Antes da empatia, vem a segurança.
Antes da reparação, vem a compreensão.
Filipa Maló Franco Instagram - Porque antes de sermos psicólogos, somos pessoas. E embora tenha formação especializada na área perinatal e parentalidade, também sou mãe (entre muitas outras coisas). Com tudo o que isso implica. E também tenho dúvidas e receios. E também erro e vou aprendendo com isso. E também não sei sempre o que fazer, nem como agir. E fico com o coração apertadinho muitas vezes. E também passo por uma gravidez. E um parto. E um pós-parto.

Sou mãe. E abraço todos os dias a ideia de que sermos “só” mães é suficiente. Sem almejar a perfeição. Trabalhando o que sou e a criança que fui. 

E se há algo de protector que o meu trabalho traz à minha maternidade, por estar mais atenta ao que poderá eventualmente acontecer e por considerar que o conhecimento sobre a biologia e o desenvolvimento sossegam o nosso coração e nos trazem mais confiança; também é com o rótulo de “psicóloga com formação especializada” que vêm muitas expectativas (principalmente dos outros) e ideias de que há a razão, e depois há o resto. É que nem sempre há espaço para só ser.

Antes de sermos psicólogos, somos pessoas. E hoje também é dia de falar dessa vulnerabilidade, que nos torna, sem dúvida, mais humanos 🤍
Filipa Maló Franco Instagram - Porque antes de sermos psicólogos, somos pessoas. E embora tenha formação especializada na área perinatal e parentalidade, também sou mãe (entre muitas outras coisas). Com tudo o que isso implica. E também tenho dúvidas e receios. E também erro e vou aprendendo com isso. E também não sei sempre o que fazer, nem como agir. E fico com o coração apertadinho muitas vezes. E também passo por uma gravidez. E um parto. E um pós-parto.

Sou mãe. E abraço todos os dias a ideia de que sermos “só” mães é suficiente. Sem almejar a perfeição. Trabalhando o que sou e a criança que fui. 

E se há algo de protector que o meu trabalho traz à minha maternidade, por estar mais atenta ao que poderá eventualmente acontecer e por considerar que o conhecimento sobre a biologia e o desenvolvimento sossegam o nosso coração e nos trazem mais confiança; também é com o rótulo de “psicóloga com formação especializada” que vêm muitas expectativas (principalmente dos outros) e ideias de que há a razão, e depois há o resto. É que nem sempre há espaço para só ser.

Antes de sermos psicólogos, somos pessoas. E hoje também é dia de falar dessa vulnerabilidade, que nos torna, sem dúvida, mais humanos 🤍
Filipa Maló Franco Instagram - Porque antes de sermos psicólogos, somos pessoas. E embora tenha formação especializada na área perinatal e parentalidade, também sou mãe (entre muitas outras coisas). Com tudo o que isso implica. E também tenho dúvidas e receios. E também erro e vou aprendendo com isso. E também não sei sempre o que fazer, nem como agir. E fico com o coração apertadinho muitas vezes. E também passo por uma gravidez. E um parto. E um pós-parto.

Sou mãe. E abraço todos os dias a ideia de que sermos “só” mães é suficiente. Sem almejar a perfeição. Trabalhando o que sou e a criança que fui. 

E se há algo de protector que o meu trabalho traz à minha maternidade, por estar mais atenta ao que poderá eventualmente acontecer e por considerar que o conhecimento sobre a biologia e o desenvolvimento sossegam o nosso coração e nos trazem mais confiança; também é com o rótulo de “psicóloga com formação especializada” que vêm muitas expectativas (principalmente dos outros) e ideias de que há a razão, e depois há o resto. É que nem sempre há espaço para só ser.

Antes de sermos psicólogos, somos pessoas. E hoje também é dia de falar dessa vulnerabilidade, que nos torna, sem dúvida, mais humanos 🤍
Filipa Maló Franco Instagram - Porque antes de sermos psicólogos, somos pessoas. E embora tenha formação especializada na área perinatal e parentalidade, também sou mãe (entre muitas outras coisas). Com tudo o que isso implica. E também tenho dúvidas e receios. E também erro e vou aprendendo com isso. E também não sei sempre o que fazer, nem como agir. E fico com o coração apertadinho muitas vezes. E também passo por uma gravidez. E um parto. E um pós-parto.

Sou mãe. E abraço todos os dias a ideia de que sermos “só” mães é suficiente. Sem almejar a perfeição. Trabalhando o que sou e a criança que fui. 

E se há algo de protector que o meu trabalho traz à minha maternidade, por estar mais atenta ao que poderá eventualmente acontecer e por considerar que o conhecimento sobre a biologia e o desenvolvimento sossegam o nosso coração e nos trazem mais confiança; também é com o rótulo de “psicóloga com formação especializada” que vêm muitas expectativas (principalmente dos outros) e ideias de que há a razão, e depois há o resto. É que nem sempre há espaço para só ser.

Antes de sermos psicólogos, somos pessoas. E hoje também é dia de falar dessa vulnerabilidade, que nos torna, sem dúvida, mais humanos 🤍
Filipa Maló Franco Instagram - Porque antes de sermos psicólogos, somos pessoas. E embora tenha formação especializada na área perinatal e parentalidade, também sou mãe (entre muitas outras coisas). Com tudo o que isso implica. E também tenho dúvidas e receios. E também erro e vou aprendendo com isso. E também não sei sempre o que fazer, nem como agir. E fico com o coração apertadinho muitas vezes. E também passo por uma gravidez. E um parto. E um pós-parto.

Sou mãe. E abraço todos os dias a ideia de que sermos “só” mães é suficiente. Sem almejar a perfeição. Trabalhando o que sou e a criança que fui. 

E se há algo de protector que o meu trabalho traz à minha maternidade, por estar mais atenta ao que poderá eventualmente acontecer e por considerar que o conhecimento sobre a biologia e o desenvolvimento sossegam o nosso coração e nos trazem mais confiança; também é com o rótulo de “psicóloga com formação especializada” que vêm muitas expectativas (principalmente dos outros) e ideias de que há a razão, e depois há o resto. É que nem sempre há espaço para só ser.

Antes de sermos psicólogos, somos pessoas. E hoje também é dia de falar dessa vulnerabilidade, que nos torna, sem dúvida, mais humanos 🤍
Filipa Maló Franco Instagram - “Colo colo colo colo colo” 😂
(2,5A)
Identificação das emoções, e uma delícia de resposta no final. Tive de eternizar, com a certeza de que os nossos filhos, interiorizam a forma como os ajudamos a lidar com o que sentem. Porque é com o outro que os bebés e crianças pequenas se regulam… sempre.
Filipa Maló Franco Instagram - E estamos a terminar a primeira semana em que o Tomás vai todos os dias para a escola (desde os 24 meses que só vai três dias por semana) e não podia estar a correr melhor. E numa idade em que os amiguinhos ganham um protagonismo diferente dentro dele, que a separação dos pais já é muito mais natural, apesar de a adaptação ter corrido muito bem ao longo do tempo, com momentos mais fáceis que outros e de ver a escola com entusiasmo, hoje de manhã disse-me que gostava muito de ir para a escola. E eu gosto muito que ele goste.💚
Filipa Maló Franco Instagram - E é quando passamos por tudo de novo, que parece ser mais fácil aproveitar o que de bom este estado, que nem sempre é de graça, nos pode trazer. E é isso que a segunda gravidez me tem trazido.

Com uma tranquilidade de quem já não tem tantos receios. Com uma confiança mais robusta no corpo, no tempo e na impermanência e também, na forma como sei que são poucos meses com a possibilidade de passar pelo bom, pelo mau e pelo assim-assim; mesmo com todos os desconfortos que lhe estão associados -até porque comigo o primeiro trimestre não dá tréguas-, que até eles ganham uma importância  diferente.

Uma segunda gravidez que passa “a correr”. E o corpo parece ter muito mais força e energia, mesmo nos dias difíceis, o que numa primeira instância, nem pareceria ser possível. 

O que me leva a pensar que por mais que um segundo filho nos traga todos os desafios que lhe estão associados, também é com outros olhos que olhamos para eles. Outra confiança com a qual os enfrentamos. Outra segurança de que realmente tudo passa. Outra disponibilidade para percebermos que independentemente de a vida ser feita de muitas coisas, e de os altos e baixos fazerem parte bem como, todas as dificuldades e desafios com os quais nos vamos deparando; o que fica é a forma como também valorizamos as pequenas coisas. Como nos sentimos mais confiantes e tranquilos na nossa imperfeição. E como nos entregamos, ao que há de vir, com a certeza, que também passará: mesmo os momentos, que por nós, ficariam para sempre.
Filipa Maló Franco Instagram - Vamos compreender os medos ao longo da primeira infância?

Neste post tentei relacionar duas perguntas muito frequentes: os medos e a sua relação com o sono noturno.

A criança é um mundo. E sempre que trabalhamos algo dentro dela, temos de a conhecer, compreender à luz do desenvolvimento emocional e relacional. Tudo o que a envolve e a sua história. Sendo certo que um medo não se supera porque o adulto quer, ou porque parece tão disparatado que dizer que “não é preciso ter medo” magicamente resolve. É na incompreensão que tudo se amplifica, e o que vejo frequentemente em consulta, são medos não traduzidos e acima de tudo, não compreendidos.

Fez-vos sentido?
Filipa Maló Franco Instagram - Vamos compreender os medos ao longo da primeira infância?

Neste post tentei relacionar duas perguntas muito frequentes: os medos e a sua relação com o sono noturno.

A criança é um mundo. E sempre que trabalhamos algo dentro dela, temos de a conhecer, compreender à luz do desenvolvimento emocional e relacional. Tudo o que a envolve e a sua história. Sendo certo que um medo não se supera porque o adulto quer, ou porque parece tão disparatado que dizer que “não é preciso ter medo” magicamente resolve. É na incompreensão que tudo se amplifica, e o que vejo frequentemente em consulta, são medos não traduzidos e acima de tudo, não compreendidos.

Fez-vos sentido?
Filipa Maló Franco Instagram - Vamos compreender os medos ao longo da primeira infância?

Neste post tentei relacionar duas perguntas muito frequentes: os medos e a sua relação com o sono noturno.

A criança é um mundo. E sempre que trabalhamos algo dentro dela, temos de a conhecer, compreender à luz do desenvolvimento emocional e relacional. Tudo o que a envolve e a sua história. Sendo certo que um medo não se supera porque o adulto quer, ou porque parece tão disparatado que dizer que “não é preciso ter medo” magicamente resolve. É na incompreensão que tudo se amplifica, e o que vejo frequentemente em consulta, são medos não traduzidos e acima de tudo, não compreendidos.

Fez-vos sentido?
Filipa Maló Franco Instagram - Vamos compreender os medos ao longo da primeira infância?

Neste post tentei relacionar duas perguntas muito frequentes: os medos e a sua relação com o sono noturno.

A criança é um mundo. E sempre que trabalhamos algo dentro dela, temos de a conhecer, compreender à luz do desenvolvimento emocional e relacional. Tudo o que a envolve e a sua história. Sendo certo que um medo não se supera porque o adulto quer, ou porque parece tão disparatado que dizer que “não é preciso ter medo” magicamente resolve. É na incompreensão que tudo se amplifica, e o que vejo frequentemente em consulta, são medos não traduzidos e acima de tudo, não compreendidos.

Fez-vos sentido?
Filipa Maló Franco Instagram - Vamos compreender os medos ao longo da primeira infância?

Neste post tentei relacionar duas perguntas muito frequentes: os medos e a sua relação com o sono noturno.

A criança é um mundo. E sempre que trabalhamos algo dentro dela, temos de a conhecer, compreender à luz do desenvolvimento emocional e relacional. Tudo o que a envolve e a sua história. Sendo certo que um medo não se supera porque o adulto quer, ou porque parece tão disparatado que dizer que “não é preciso ter medo” magicamente resolve. É na incompreensão que tudo se amplifica, e o que vejo frequentemente em consulta, são medos não traduzidos e acima de tudo, não compreendidos.

Fez-vos sentido?
Filipa Maló Franco Instagram - Vamos compreender os medos ao longo da primeira infância?

Neste post tentei relacionar duas perguntas muito frequentes: os medos e a sua relação com o sono noturno.

A criança é um mundo. E sempre que trabalhamos algo dentro dela, temos de a conhecer, compreender à luz do desenvolvimento emocional e relacional. Tudo o que a envolve e a sua história. Sendo certo que um medo não se supera porque o adulto quer, ou porque parece tão disparatado que dizer que “não é preciso ter medo” magicamente resolve. É na incompreensão que tudo se amplifica, e o que vejo frequentemente em consulta, são medos não traduzidos e acima de tudo, não compreendidos.

Fez-vos sentido?
Filipa Maló Franco Instagram - Vamos compreender os medos ao longo da primeira infância?

Neste post tentei relacionar duas perguntas muito frequentes: os medos e a sua relação com o sono noturno.

A criança é um mundo. E sempre que trabalhamos algo dentro dela, temos de a conhecer, compreender à luz do desenvolvimento emocional e relacional. Tudo o que a envolve e a sua história. Sendo certo que um medo não se supera porque o adulto quer, ou porque parece tão disparatado que dizer que “não é preciso ter medo” magicamente resolve. É na incompreensão que tudo se amplifica, e o que vejo frequentemente em consulta, são medos não traduzidos e acima de tudo, não compreendidos.

Fez-vos sentido?
Filipa Maló Franco Instagram - Vamos compreender os medos ao longo da primeira infância?

Neste post tentei relacionar duas perguntas muito frequentes: os medos e a sua relação com o sono noturno.

A criança é um mundo. E sempre que trabalhamos algo dentro dela, temos de a conhecer, compreender à luz do desenvolvimento emocional e relacional. Tudo o que a envolve e a sua história. Sendo certo que um medo não se supera porque o adulto quer, ou porque parece tão disparatado que dizer que “não é preciso ter medo” magicamente resolve. É na incompreensão que tudo se amplifica, e o que vejo frequentemente em consulta, são medos não traduzidos e acima de tudo, não compreendidos.

Fez-vos sentido?
Filipa Maló Franco Instagram - Vamos a alguns factos controversos sobre o sono do bebé? 

Ressalva 1: se és um adulto que se sente tremendamente exausto e desesperado, deves procurar acompanhamento ou aconselhamento psicológico (como por exemplo a consulta do sono do bebé ) para que se possa pensar em estratégias atentas às emoções de todos e à família;

Ressalva 2: perante algumas situações, mesmo com toda a sua normalidade, adaptar o ambiente externo, rotinas, horários, capacitar e empoderar os pais, ajudam nas dinâmicas individuais e subjectivas (sempre que aches que se justifica, procura um aconselhamento com alguém capacitado e com formação para o fazer );

Ressalva 3: perante sintomatologia depressiva, ansiosa, desregulação emocional, e outra, que afecte significativamente o dia-a-dia e as relações, é crucial procurar ajuda psicológica (a minha equipa pode ajudar).

Para te ajudar com o sono do bebé, tenho disponível:
🌙 COLO: curso online para pais
onde para além do sono do bebé, tens 10 aulas sobre diversos temas focados na gravidez e primeiro ano de vida do bebé e da família (inscrição link na bio)
🌙Consulta do sono do bebé (0-3 anos) com a minha equipa especialista (link na bio)
Filipa Maló Franco Instagram - Os meus dois amores 🤍🤍
Filipa Maló Franco Instagram - Se o teu bebé te procura para readormecer durante a noite, NÃO significa que:
⭐️ deveria conseguir auto-regular-se;
⭐️não o ensinaste a dormir bem;
⭐️está mal-habituado;
⭐️já devia dormir sozinho;
⭐️ nunca vai conseguir fazê-lo; 
⭐️ precisas de fazer algo para mudar isso.

É urgente olharmos o sono dos bebés, do ponto de vista relacional, do desenvolvimento e vinculativo. Os bebés nascem a saber dormir. Os bebés desenvolvem-se na relação. A procura pelo contacto e proximidade, é inata e promove o bom desenvolvimento. O sono do bebé, não se treina. A autonomia, não se força. 

Estes são os resultados preliminares (e ainda secretos) do nosso estudo sobre o “sono dos bebés em Portugal” que se encontra em desenvolvimento, mas que já nos coloca questões importantes. Resultados que são factos e baseados na nossa amostra com uma dimensão bastante considerável. E a partir dele, propomos a seguinte reflexão: se temos 67% dos bebés até aos 2 anos, que acordam de noite e procuram o adulto para readormecer  sempre ou frequentemente e apenas 17% não o faz (nunca (4%) ou raramente), qual a norma? Não será urgente repensarmos o que consideramos normal, à luz do que é comum no desenvolvimento infantil? Fica para pensar…
Filipa Maló Franco Instagram - E a propósito do que conversei com a @rita.ddg no live sobre o sono dos bebés que podem assistir no meu feed, relembro alguns aspectos que foram importantes e ditos, para que possamos partilhar a mensagem e assim, contribuir para a informação científica actualizada, confiança parental, amor e proximidade, em prol da infância e vinculação ❤️
Filipa Maló Franco Instagram - Dias OFF.

Mas a clínica continua em pleno funcionamento, com uma equipa que trabalha do bebé ao adulto, presencial em diversos pontos do país e online para todo o mundo 🤍
Filipa Maló Franco Instagram - Registos de ontem e uma barriga que já não deixa ver os pés 🤍
Filipa Maló Franco Instagram - “É falta de rotina”
“É associação mama/sono”
“É associação ao colo”
“É falta de autonomia”
“É dependência”

É sempre “alguma coisa” mas o que é certo é que quase todos os bebés passam por estas fases, o sono raramente é linear nos primeiros 3 anos de vida e ao longo da primeira infância é esperado uma necessidade de presença, medos e outras questões que o influenciam. 

Para mim parece-me óbvio que em qualquer área do desenvolvimento, importa sempre perceber que se há um padrão que se identifica e se muitos bebés e crianças passam pelas mesmas questões e dificuldades, teremos que as compreender e não, batalhar contra elas. Contudo, sinto todos os dias que com o sono dos bebés estamos frequentemente a m campos de batalha. Perco a conta às vezes que os pais me chegam, frustrados, exaustos, até desesperados porque vivem em torno do sono dos seus filhos, cumprem rotinas e horários ao segundo, tentam que os filhos não precisem deles e que mesmo assim, os bebés não dormem como eles imaginam q deviam dormir.

Inclusivamente, na @clinicafilipamalofranco tenho uma equipa de sete profissionais especializadas em sono pediátrico e perinatal e as queixas são SEMPRE as mesmas. Também a idade de pedido de ajuda, tende a seguir um padrão, isto porque, são momentos de grandes alterações e necessidades que se compreendem e identificam na maioria dos bebés e crianças pequenas.

Também, parece-me óbvio que se fosse sempre tão fácil aplicar planos, rotinas e se a questão dependesse da “autonomia” o sono dos bebés não estaria em problema ascendente. A verdade é que há umas gerações atrás, com menos regras e especialistas, os bebés dormiam melhor. E melhor não significa mais tempo seguido. Há uns 50 anos para cá tudo mudou, e um dia explico-vos porquê.

Contudo, não me canso de dizer: o sono do bebé não é comportamental. É o resultado do seu desenvolvimento e necessidades emocionais e de vinculação. É fluido. Altera-se com o que acontece durante o dia. Tem fases. E é com segurança que digo que ajudo muitas famílias, com resultados, respeitando as necessidades dos bebés. É possível… e a minha profissão ensinou-me que o comportamento reage sempre a uma emoção e necessidade.
Filipa Maló Franco Instagram - “É falta de rotina”
“É associação mama/sono”
“É associação ao colo”
“É falta de autonomia”
“É dependência”

É sempre “alguma coisa” mas o que é certo é que quase todos os bebés passam por estas fases, o sono raramente é linear nos primeiros 3 anos de vida e ao longo da primeira infância é esperado uma necessidade de presença, medos e outras questões que o influenciam. 

Para mim parece-me óbvio que em qualquer área do desenvolvimento, importa sempre perceber que se há um padrão que se identifica e se muitos bebés e crianças passam pelas mesmas questões e dificuldades, teremos que as compreender e não, batalhar contra elas. Contudo, sinto todos os dias que com o sono dos bebés estamos frequentemente a m campos de batalha. Perco a conta às vezes que os pais me chegam, frustrados, exaustos, até desesperados porque vivem em torno do sono dos seus filhos, cumprem rotinas e horários ao segundo, tentam que os filhos não precisem deles e que mesmo assim, os bebés não dormem como eles imaginam q deviam dormir.

Inclusivamente, na @clinicafilipamalofranco tenho uma equipa de sete profissionais especializadas em sono pediátrico e perinatal e as queixas são SEMPRE as mesmas. Também a idade de pedido de ajuda, tende a seguir um padrão, isto porque, são momentos de grandes alterações e necessidades que se compreendem e identificam na maioria dos bebés e crianças pequenas.

Também, parece-me óbvio que se fosse sempre tão fácil aplicar planos, rotinas e se a questão dependesse da “autonomia” o sono dos bebés não estaria em problema ascendente. A verdade é que há umas gerações atrás, com menos regras e especialistas, os bebés dormiam melhor. E melhor não significa mais tempo seguido. Há uns 50 anos para cá tudo mudou, e um dia explico-vos porquê.

Contudo, não me canso de dizer: o sono do bebé não é comportamental. É o resultado do seu desenvolvimento e necessidades emocionais e de vinculação. É fluido. Altera-se com o que acontece durante o dia. Tem fases. E é com segurança que digo que ajudo muitas famílias, com resultados, respeitando as necessidades dos bebés. É possível… e a minha profissão ensinou-me que o comportamento reage sempre a uma emoção e necessidade.
Filipa Maló Franco Instagram - “É falta de rotina”
“É associação mama/sono”
“É associação ao colo”
“É falta de autonomia”
“É dependência”

É sempre “alguma coisa” mas o que é certo é que quase todos os bebés passam por estas fases, o sono raramente é linear nos primeiros 3 anos de vida e ao longo da primeira infância é esperado uma necessidade de presença, medos e outras questões que o influenciam. 

Para mim parece-me óbvio que em qualquer área do desenvolvimento, importa sempre perceber que se há um padrão que se identifica e se muitos bebés e crianças passam pelas mesmas questões e dificuldades, teremos que as compreender e não, batalhar contra elas. Contudo, sinto todos os dias que com o sono dos bebés estamos frequentemente a m campos de batalha. Perco a conta às vezes que os pais me chegam, frustrados, exaustos, até desesperados porque vivem em torno do sono dos seus filhos, cumprem rotinas e horários ao segundo, tentam que os filhos não precisem deles e que mesmo assim, os bebés não dormem como eles imaginam q deviam dormir.

Inclusivamente, na @clinicafilipamalofranco tenho uma equipa de sete profissionais especializadas em sono pediátrico e perinatal e as queixas são SEMPRE as mesmas. Também a idade de pedido de ajuda, tende a seguir um padrão, isto porque, são momentos de grandes alterações e necessidades que se compreendem e identificam na maioria dos bebés e crianças pequenas.

Também, parece-me óbvio que se fosse sempre tão fácil aplicar planos, rotinas e se a questão dependesse da “autonomia” o sono dos bebés não estaria em problema ascendente. A verdade é que há umas gerações atrás, com menos regras e especialistas, os bebés dormiam melhor. E melhor não significa mais tempo seguido. Há uns 50 anos para cá tudo mudou, e um dia explico-vos porquê.

Contudo, não me canso de dizer: o sono do bebé não é comportamental. É o resultado do seu desenvolvimento e necessidades emocionais e de vinculação. É fluido. Altera-se com o que acontece durante o dia. Tem fases. E é com segurança que digo que ajudo muitas famílias, com resultados, respeitando as necessidades dos bebés. É possível… e a minha profissão ensinou-me que o comportamento reage sempre a uma emoção e necessidade.
Filipa Maló Franco Instagram - “É falta de rotina”
“É associação mama/sono”
“É associação ao colo”
“É falta de autonomia”
“É dependência”

É sempre “alguma coisa” mas o que é certo é que quase todos os bebés passam por estas fases, o sono raramente é linear nos primeiros 3 anos de vida e ao longo da primeira infância é esperado uma necessidade de presença, medos e outras questões que o influenciam. 

Para mim parece-me óbvio que em qualquer área do desenvolvimento, importa sempre perceber que se há um padrão que se identifica e se muitos bebés e crianças passam pelas mesmas questões e dificuldades, teremos que as compreender e não, batalhar contra elas. Contudo, sinto todos os dias que com o sono dos bebés estamos frequentemente a m campos de batalha. Perco a conta às vezes que os pais me chegam, frustrados, exaustos, até desesperados porque vivem em torno do sono dos seus filhos, cumprem rotinas e horários ao segundo, tentam que os filhos não precisem deles e que mesmo assim, os bebés não dormem como eles imaginam q deviam dormir.

Inclusivamente, na @clinicafilipamalofranco tenho uma equipa de sete profissionais especializadas em sono pediátrico e perinatal e as queixas são SEMPRE as mesmas. Também a idade de pedido de ajuda, tende a seguir um padrão, isto porque, são momentos de grandes alterações e necessidades que se compreendem e identificam na maioria dos bebés e crianças pequenas.

Também, parece-me óbvio que se fosse sempre tão fácil aplicar planos, rotinas e se a questão dependesse da “autonomia” o sono dos bebés não estaria em problema ascendente. A verdade é que há umas gerações atrás, com menos regras e especialistas, os bebés dormiam melhor. E melhor não significa mais tempo seguido. Há uns 50 anos para cá tudo mudou, e um dia explico-vos porquê.

Contudo, não me canso de dizer: o sono do bebé não é comportamental. É o resultado do seu desenvolvimento e necessidades emocionais e de vinculação. É fluido. Altera-se com o que acontece durante o dia. Tem fases. E é com segurança que digo que ajudo muitas famílias, com resultados, respeitando as necessidades dos bebés. É possível… e a minha profissão ensinou-me que o comportamento reage sempre a uma emoção e necessidade.
Filipa Maló Franco Instagram - “É falta de rotina”
“É associação mama/sono”
“É associação ao colo”
“É falta de autonomia”
“É dependência”

É sempre “alguma coisa” mas o que é certo é que quase todos os bebés passam por estas fases, o sono raramente é linear nos primeiros 3 anos de vida e ao longo da primeira infância é esperado uma necessidade de presença, medos e outras questões que o influenciam. 

Para mim parece-me óbvio que em qualquer área do desenvolvimento, importa sempre perceber que se há um padrão que se identifica e se muitos bebés e crianças passam pelas mesmas questões e dificuldades, teremos que as compreender e não, batalhar contra elas. Contudo, sinto todos os dias que com o sono dos bebés estamos frequentemente a m campos de batalha. Perco a conta às vezes que os pais me chegam, frustrados, exaustos, até desesperados porque vivem em torno do sono dos seus filhos, cumprem rotinas e horários ao segundo, tentam que os filhos não precisem deles e que mesmo assim, os bebés não dormem como eles imaginam q deviam dormir.

Inclusivamente, na @clinicafilipamalofranco tenho uma equipa de sete profissionais especializadas em sono pediátrico e perinatal e as queixas são SEMPRE as mesmas. Também a idade de pedido de ajuda, tende a seguir um padrão, isto porque, são momentos de grandes alterações e necessidades que se compreendem e identificam na maioria dos bebés e crianças pequenas.

Também, parece-me óbvio que se fosse sempre tão fácil aplicar planos, rotinas e se a questão dependesse da “autonomia” o sono dos bebés não estaria em problema ascendente. A verdade é que há umas gerações atrás, com menos regras e especialistas, os bebés dormiam melhor. E melhor não significa mais tempo seguido. Há uns 50 anos para cá tudo mudou, e um dia explico-vos porquê.

Contudo, não me canso de dizer: o sono do bebé não é comportamental. É o resultado do seu desenvolvimento e necessidades emocionais e de vinculação. É fluido. Altera-se com o que acontece durante o dia. Tem fases. E é com segurança que digo que ajudo muitas famílias, com resultados, respeitando as necessidades dos bebés. É possível… e a minha profissão ensinou-me que o comportamento reage sempre a uma emoção e necessidade.
Filipa Maló Franco Instagram - “É falta de rotina”
“É associação mama/sono”
“É associação ao colo”
“É falta de autonomia”
“É dependência”

É sempre “alguma coisa” mas o que é certo é que quase todos os bebés passam por estas fases, o sono raramente é linear nos primeiros 3 anos de vida e ao longo da primeira infância é esperado uma necessidade de presença, medos e outras questões que o influenciam. 

Para mim parece-me óbvio que em qualquer área do desenvolvimento, importa sempre perceber que se há um padrão que se identifica e se muitos bebés e crianças passam pelas mesmas questões e dificuldades, teremos que as compreender e não, batalhar contra elas. Contudo, sinto todos os dias que com o sono dos bebés estamos frequentemente a m campos de batalha. Perco a conta às vezes que os pais me chegam, frustrados, exaustos, até desesperados porque vivem em torno do sono dos seus filhos, cumprem rotinas e horários ao segundo, tentam que os filhos não precisem deles e que mesmo assim, os bebés não dormem como eles imaginam q deviam dormir.

Inclusivamente, na @clinicafilipamalofranco tenho uma equipa de sete profissionais especializadas em sono pediátrico e perinatal e as queixas são SEMPRE as mesmas. Também a idade de pedido de ajuda, tende a seguir um padrão, isto porque, são momentos de grandes alterações e necessidades que se compreendem e identificam na maioria dos bebés e crianças pequenas.

Também, parece-me óbvio que se fosse sempre tão fácil aplicar planos, rotinas e se a questão dependesse da “autonomia” o sono dos bebés não estaria em problema ascendente. A verdade é que há umas gerações atrás, com menos regras e especialistas, os bebés dormiam melhor. E melhor não significa mais tempo seguido. Há uns 50 anos para cá tudo mudou, e um dia explico-vos porquê.

Contudo, não me canso de dizer: o sono do bebé não é comportamental. É o resultado do seu desenvolvimento e necessidades emocionais e de vinculação. É fluido. Altera-se com o que acontece durante o dia. Tem fases. E é com segurança que digo que ajudo muitas famílias, com resultados, respeitando as necessidades dos bebés. É possível… e a minha profissão ensinou-me que o comportamento reage sempre a uma emoção e necessidade.
Filipa Maló Franco Instagram - “É falta de rotina”
“É associação mama/sono”
“É associação ao colo”
“É falta de autonomia”
“É dependência”

É sempre “alguma coisa” mas o que é certo é que quase todos os bebés passam por estas fases, o sono raramente é linear nos primeiros 3 anos de vida e ao longo da primeira infância é esperado uma necessidade de presença, medos e outras questões que o influenciam. 

Para mim parece-me óbvio que em qualquer área do desenvolvimento, importa sempre perceber que se há um padrão que se identifica e se muitos bebés e crianças passam pelas mesmas questões e dificuldades, teremos que as compreender e não, batalhar contra elas. Contudo, sinto todos os dias que com o sono dos bebés estamos frequentemente a m campos de batalha. Perco a conta às vezes que os pais me chegam, frustrados, exaustos, até desesperados porque vivem em torno do sono dos seus filhos, cumprem rotinas e horários ao segundo, tentam que os filhos não precisem deles e que mesmo assim, os bebés não dormem como eles imaginam q deviam dormir.

Inclusivamente, na @clinicafilipamalofranco tenho uma equipa de sete profissionais especializadas em sono pediátrico e perinatal e as queixas são SEMPRE as mesmas. Também a idade de pedido de ajuda, tende a seguir um padrão, isto porque, são momentos de grandes alterações e necessidades que se compreendem e identificam na maioria dos bebés e crianças pequenas.

Também, parece-me óbvio que se fosse sempre tão fácil aplicar planos, rotinas e se a questão dependesse da “autonomia” o sono dos bebés não estaria em problema ascendente. A verdade é que há umas gerações atrás, com menos regras e especialistas, os bebés dormiam melhor. E melhor não significa mais tempo seguido. Há uns 50 anos para cá tudo mudou, e um dia explico-vos porquê.

Contudo, não me canso de dizer: o sono do bebé não é comportamental. É o resultado do seu desenvolvimento e necessidades emocionais e de vinculação. É fluido. Altera-se com o que acontece durante o dia. Tem fases. E é com segurança que digo que ajudo muitas famílias, com resultados, respeitando as necessidades dos bebés. É possível… e a minha profissão ensinou-me que o comportamento reage sempre a uma emoção e necessidade.
Filipa Maló Franco Instagram - “É falta de rotina”
“É associação mama/sono”
“É associação ao colo”
“É falta de autonomia”
“É dependência”

É sempre “alguma coisa” mas o que é certo é que quase todos os bebés passam por estas fases, o sono raramente é linear nos primeiros 3 anos de vida e ao longo da primeira infância é esperado uma necessidade de presença, medos e outras questões que o influenciam. 

Para mim parece-me óbvio que em qualquer área do desenvolvimento, importa sempre perceber que se há um padrão que se identifica e se muitos bebés e crianças passam pelas mesmas questões e dificuldades, teremos que as compreender e não, batalhar contra elas. Contudo, sinto todos os dias que com o sono dos bebés estamos frequentemente a m campos de batalha. Perco a conta às vezes que os pais me chegam, frustrados, exaustos, até desesperados porque vivem em torno do sono dos seus filhos, cumprem rotinas e horários ao segundo, tentam que os filhos não precisem deles e que mesmo assim, os bebés não dormem como eles imaginam q deviam dormir.

Inclusivamente, na @clinicafilipamalofranco tenho uma equipa de sete profissionais especializadas em sono pediátrico e perinatal e as queixas são SEMPRE as mesmas. Também a idade de pedido de ajuda, tende a seguir um padrão, isto porque, são momentos de grandes alterações e necessidades que se compreendem e identificam na maioria dos bebés e crianças pequenas.

Também, parece-me óbvio que se fosse sempre tão fácil aplicar planos, rotinas e se a questão dependesse da “autonomia” o sono dos bebés não estaria em problema ascendente. A verdade é que há umas gerações atrás, com menos regras e especialistas, os bebés dormiam melhor. E melhor não significa mais tempo seguido. Há uns 50 anos para cá tudo mudou, e um dia explico-vos porquê.

Contudo, não me canso de dizer: o sono do bebé não é comportamental. É o resultado do seu desenvolvimento e necessidades emocionais e de vinculação. É fluido. Altera-se com o que acontece durante o dia. Tem fases. E é com segurança que digo que ajudo muitas famílias, com resultados, respeitando as necessidades dos bebés. É possível… e a minha profissão ensinou-me que o comportamento reage sempre a uma emoção e necessidade.
Filipa Maló Franco Instagram - “É falta de rotina”
“É associação mama/sono”
“É associação ao colo”
“É falta de autonomia”
“É dependência”

É sempre “alguma coisa” mas o que é certo é que quase todos os bebés passam por estas fases, o sono raramente é linear nos primeiros 3 anos de vida e ao longo da primeira infância é esperado uma necessidade de presença, medos e outras questões que o influenciam. 

Para mim parece-me óbvio que em qualquer área do desenvolvimento, importa sempre perceber que se há um padrão que se identifica e se muitos bebés e crianças passam pelas mesmas questões e dificuldades, teremos que as compreender e não, batalhar contra elas. Contudo, sinto todos os dias que com o sono dos bebés estamos frequentemente a m campos de batalha. Perco a conta às vezes que os pais me chegam, frustrados, exaustos, até desesperados porque vivem em torno do sono dos seus filhos, cumprem rotinas e horários ao segundo, tentam que os filhos não precisem deles e que mesmo assim, os bebés não dormem como eles imaginam q deviam dormir.

Inclusivamente, na @clinicafilipamalofranco tenho uma equipa de sete profissionais especializadas em sono pediátrico e perinatal e as queixas são SEMPRE as mesmas. Também a idade de pedido de ajuda, tende a seguir um padrão, isto porque, são momentos de grandes alterações e necessidades que se compreendem e identificam na maioria dos bebés e crianças pequenas.

Também, parece-me óbvio que se fosse sempre tão fácil aplicar planos, rotinas e se a questão dependesse da “autonomia” o sono dos bebés não estaria em problema ascendente. A verdade é que há umas gerações atrás, com menos regras e especialistas, os bebés dormiam melhor. E melhor não significa mais tempo seguido. Há uns 50 anos para cá tudo mudou, e um dia explico-vos porquê.

Contudo, não me canso de dizer: o sono do bebé não é comportamental. É o resultado do seu desenvolvimento e necessidades emocionais e de vinculação. É fluido. Altera-se com o que acontece durante o dia. Tem fases. E é com segurança que digo que ajudo muitas famílias, com resultados, respeitando as necessidades dos bebés. É possível… e a minha profissão ensinou-me que o comportamento reage sempre a uma emoção e necessidade.
Filipa Maló Franco Instagram - “Estão demasiado apegados a ti”

Quem é que já ouviu este “palpite” e ficou com dúvidas, se realmente seria um problema do bebé ou criança pequena?

Este é um excerto da primeira edição do COLO, um curso para pais, focado no primeiro ano do bebé.

Podem saber mais sobre a segunda edição deste curso, desta vez todo online, no link da bio.
Filipa Maló Franco Instagram - Que dia tão bom a conversarmos sobre amor, parentalidade e educação 🤍. Porque a mudança, em prol de infâncias mais felizes, começa em nós enquanto pais.

Obrigada pelo convite @parentali_talks
Filipa Maló Franco Instagram - Que dia tão bom a conversarmos sobre amor, parentalidade e educação 🤍. Porque a mudança, em prol de infâncias mais felizes, começa em nós enquanto pais.

Obrigada pelo convite @parentali_talks
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Filipa Maló Franco Instagram - Que todos os dias, sejam dia da criança ser…
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Filipa Maló Franco - 16.9K Likes - Duarte ✨
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Caption : Duarte ✨ 4.08.24
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Filipa Maló Franco - 14K Likes - O amor multiplicou 🤍

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Filipa Maló Franco - 8.9K Likes - Vamos para casa, meu favo de mel 🍯💛

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Filipa Maló Franco - 8.5K Likes - O nosso mundo 🤍

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Filipa Maló Franco - 6.3K Likes - Bolha de amor 🤍

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Filipa Maló Franco - 5.6K Likes - O colo é o habitat natural do bebé

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Filipa Maló Franco - 5.5K Likes - E vai ser…

Como acham que se vai chamar?

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Filipa Maló Franco - 4.1K Likes - E agora que tenho estas fotografias todas, a dificuldade é guardá-las só para mim 🤍🌸

A viver a tranquilidade que uma segunda gravidez traz, com a intranquilidade de andar a correr atrás de um “spider man” 🤣 ao menos é uma gravidez activa!

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Filipa Maló Franco - 3.9K Likes - Uma caminhada a três a apoiar o pai (@pedro.gameiroo ) e a sua comunidade 🤍 8km, vamos lá

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Filipa Maló Franco - 3.9K Likes - Espero que não me tenha escapado alguma opção. E aí? Como dormem todos melhor?

As imagens são IA e fui eu que dei indicação de como as queria. Usar com cautela mas aproveitando a sua funcionalidade.

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Caption : Espero que não me tenha escapado alguma opção. E aí? Como dormem todos melhor? As imagens são IA e fui eu que dei indicação de como as queria. Usar com cautela mas aproveitando a sua funcionalidade.
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As imagens são IA e fui eu que dei indicação de como as queria. Usar com cautela mas aproveitando a sua funcionalidade.

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Filipa Maló Franco - 3.7K Likes - Muito se demoniza a amamentação. Ora é porque a livre demanda “habitua mal o bebé”. Ora porque o leite é fraco, porque o bebé não sai da mama. Ora porque é uma má associação de sono. Ou porque causa mais despertares. Ora porque na gravidez não se amamenta. Ou porque quando vierem dois (ou três) não há leite para o mais pequenino. 

Muito se demoniza a amamentação, com mitos sem sentido, que apenas nos afastam da nossa biologia e do que era expectável.

Vamos a FACTOS?
🤱a mama não é só alimento, e o bebé não pede mama só para se alimentar. Mama é relação e uma das melhores formas de co-regulação nos primeiros tempos.
🤱não há leites fracos. Mas há por vezes algumas dificuldades na amamentação e daí o acompanhamento ser tão importante.
🤱a idade MÉDIA de um desmame natural, na espécie humana, é pelos 3,5anos.
🤱a amamentação NÃO é uma má associação de sono. Pelo contrário. Promove um sono mais tranquilo para o bebé e para a mãe.
🤱a amamentação não é a causa para despertares nocturnos. É até uma ferramenta muito útil para despertares breves para ambos.
🤱a amamentação não é incompatível com a gravidez de um forma geral.
🤱o corpo está preparado para amamentar mais do que um filho/a.

E por aí? Que mitos tens ouvido?

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Caption : Muito se demoniza a amamentação. Ora é porque a livre demanda “habitua mal o bebé”. Ora porque o leite é fraco, porque o bebé não sai da mama. Ora porque é uma má associação de sono. Ou porque causa mais despertares. Ora porque na gravidez não se amamenta. Ou porque quando vierem dois (ou três) não há leite para o mais pequenino. Muito se demoniza a amamentação, com mitos sem sentido, que apenas nos afastam da nossa biologia e do que era expectável. Vamos a FACTOS? 🤱a mama não é só alimento, e o bebé não pede mama só para se alimentar. Mama é relação e uma das melhores formas de co-regulação nos primeiros tempos. 🤱não há leites fracos. Mas há por vezes algumas dificuldades na amamentação e daí o acompanhamento ser tão importante. 🤱a idade MÉDIA de um desmame natural, na espécie humana, é pelos 3,5anos. 🤱a amamentação NÃO é uma má associação de sono. Pelo contrário. Promove um sono mais tranquilo para o bebé e para a mãe. 🤱a amamentação não é a causa para despertares nocturnos. É até uma ferramenta muito útil para despertares breves para ambos. 🤱a amamentação não é incompatível com a gravidez de um forma geral. 🤱o corpo está preparado para amamentar mais do que um filho/a. E por aí? Que mitos tens ouvido?
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Filipa Maló Franco - 3.5K Likes - Generalizam que a amamentação para adormecer faz com que mantenham os despertares contínuos e que para que os deixem de ter, o adulto deve “ensinar a dormir”. Que os pais devem seguir tabelas de vigília. Que os horários devem ser rígidos. Que o co-sleeping causa perturbações de sono e ansiedade a dormir. 

Uma coisa é a minha formação em psicologia clínica e especialização na área perinatal e parentalidade (formação essa que inclui o sono do bebé); como também, a minha prática clínica, e com ela, o acompanhamento de muitas famílias nas suas dinâmicas e experiências a par do trabalho de equipa e intervisão. Mas também, não posso deixar de falar da minha experiência de maternidade, e do meu filho Tomás que me ensinou muito. E fazendo a ressalva de que, não podemos pegar na nossa experiência e generaliza-la (daí que comecei por falar na formação e na prática clínica), não posso perder de vista que em minha casa, temos outro exemplo, de que realmente tudo se alinha, se esperarmos. Que queremos tudo demasiado rápido. Que as expectativas é que não estão ajustadas e que na maioria dos casos, só precisamos de TEMPO.

O Tomás é uma criança ainda amamentada e sempre lhe dei maminha para adormecer e em todos os despertares. Com outros cuidadores adormece de formas distintas, nunca tentei que fosse diferente e na escola sempre dormiu a sesta sem problemas.

Dormiu exclusivamente ao colo nos primeiros MESES. Sestas todas ao colo até cerca dos 8 meses. Dormiu connosco desde que nasceu e já há uns meses que vai para a cama ao lado da nossa, por desejo próprio. Nunca fomos rígidos com horários, nem rotinas.Implementamos uma rotina muito simples, capaz de ser feita em todo o lado para a previsibilidade que é tão importante, mas só após os 6 meses. Os horários foram adaptados ao ritmo dele e não ao contrário.

Faz sestas onde for, com luz ou sem luz. Sem problemas para adormecer em qualquer lugar (valha-nos o marsúpio), nem resistência para ir dormir de noite (e já sabe que quando começa a rotina dos dentes e história com maminha, é para dormir).

Este é um testemunho para sossegar os corações de quem tem medo que não corra bem ❤️.

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Caption : Generalizam que a amamentação para adormecer faz com que mantenham os despertares contínuos e que para que os deixem de ter, o adulto deve “ensinar a dormir”. Que os pais devem seguir tabelas de vigília. Que os horários devem ser rígidos. Que o co-sleeping causa perturbações de sono e ansiedade a dormir. Uma coisa é a minha formação em psicologia clínica e especialização na área perinatal e parentalidade (formação essa que inclui o sono do bebé); como também, a minha prática clínica, e com ela, o acompanhamento de muitas famílias nas suas dinâmicas e experiências a par do trabalho de equipa e intervisão. Mas também, não posso deixar de falar da minha experiência de maternidade, e do meu filho Tomás que me ensinou muito. E fazendo a ressalva de que, não podemos pegar na nossa experiência e generaliza-la (daí que comecei por falar na formação e na prática clínica), não posso perder de vista que em minha casa, temos outro exemplo, de que realmente tudo se alinha, se esperarmos. Que queremos tudo demasiado rápido. Que as expectativas é que não estão ajustadas e que na maioria dos casos, só precisamos de TEMPO. O Tomás é uma criança ainda amamentada e sempre lhe dei maminha para adormecer e em todos os despertares. Com outros cuidadores adormece de formas distintas, nunca tentei que fosse diferente e na escola sempre dormiu a sesta sem problemas. Dormiu exclusivamente ao colo nos primeiros MESES. Sestas todas ao colo até cerca dos 8 meses. Dormiu connosco desde que nasceu e já há uns meses que vai para a cama ao lado da nossa, por desejo próprio. Nunca fomos rígidos com horários, nem rotinas.Implementamos uma rotina muito simples, capaz de ser feita em todo o lado para a previsibilidade que é tão importante, mas só após os 6 meses. Os horários foram adaptados ao ritmo dele e não ao contrário. Faz sestas onde for, com luz ou sem luz. Sem problemas para adormecer em qualquer lugar (valha-nos o marsúpio), nem resistência para ir dormir de noite (e já sabe que quando começa a rotina dos dentes e história com maminha, é para dormir). Este é um testemunho para sossegar os corações de quem tem medo que não corra bem ❤️.
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Filipa Maló Franco - 3.5K Likes - 🤍

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Filipa Maló Franco - 3.4K Likes - O nosso ovinho .🤍💛
Boa Páscoa para todos!

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Filipa Maló Franco - 2.8K Likes - O sono dos bebés tem-se tornado um verdadeiro negócio, que parece a todos os pais, exaustos e cansados, o investimento certo.

É que todos querem saber o mesmo: como se adormece um filho pequeno e como se garante que dorme a noite toda de forma autónoma e segura? Não há soluções milagrosas, mas neste Consulta Aberta a psicóloga Filipa Malo Franco explica quais são as melhores formas de embalo.

Ouça através do link na bio.

#familia #crianca #bebe #sono #sleep #sleeping #podcast #saude #bemestar #consultaaberta #sicnoticias

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Caption : O sono dos bebés tem-se tornado um verdadeiro negócio, que parece a todos os pais, exaustos e cansados, o investimento certo. É que todos querem saber o mesmo: como se adormece um filho pequeno e como se garante que dorme a noite toda de forma autónoma e segura? Não há soluções milagrosas, mas neste Consulta Aberta a psicóloga Filipa Malo Franco explica quais são as melhores formas de embalo. Ouça através do link na bio. #familia #crianca #bebe #sono #sleep #sleeping #podcast #saude #bemestar #consultaaberta #sicnoticias
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Filipa Maló Franco - 2.7K Likes - Amamentação&Gravidez

Talvez um dos maiores mitos em torno da amamentação e gravidez, é que ambos não são compatíveis. E apesar de profissional e com formação na área da amamentação e saúde mental, quando engravidei, também foi um motivo de algum receio e muitas dúvidas.

A verdade é que excepto algumas situações muito específicas da gravidez, a amamentação é compatível com a mesma e pode decorrer sem qualquer problema.

Por aqui, felizmente tem corrido tudo bem. E como em tudo, o bem não significa ausência de desafios, ou dificuldades, significa que o balanço é positivo. Sim há uma grande sensibilidade, sim já senti aversão, sim quando estão doentes é muito exigente. Mas também é verdade que existem todos os outros momentos, que para mim, e neste momento, se sobrepõem. 

Ao longo da gravidez fui notando que a demanda foi diminuindo, e novamente parece que a biologia sabe o que faz. E mesmo que nunca tenha tido o objectivo da amamentação em tandem, nem nunca tenha sido algo que me encantasse, já não me parece uma possibilidade tão distante. 

E como será depois? Não sei. O depois logo se vê. 
Agora, está tudo bem. 🤍

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Caption : Amamentação&Gravidez Talvez um dos maiores mitos em torno da amamentação e gravidez, é que ambos não são compatíveis. E apesar de profissional e com formação na área da amamentação e saúde mental, quando engravidei, também foi um motivo de algum receio e muitas dúvidas. A verdade é que excepto algumas situações muito específicas da gravidez, a amamentação é compatível com a mesma e pode decorrer sem qualquer problema. Por aqui, felizmente tem corrido tudo bem. E como em tudo, o bem não significa ausência de desafios, ou dificuldades, significa que o balanço é positivo. Sim há uma grande sensibilidade, sim já senti aversão, sim quando estão doentes é muito exigente. Mas também é verdade que existem todos os outros momentos, que para mim, e neste momento, se sobrepõem. Ao longo da gravidez fui notando que a demanda foi diminuindo, e novamente parece que a biologia sabe o que faz. E mesmo que nunca tenha tido o objectivo da amamentação em tandem, nem nunca tenha sido algo que me encantasse, já não me parece uma possibilidade tão distante. E como será depois? Não sei. O depois logo se vê. Agora, está tudo bem. 🤍
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Filipa Maló Franco - 2.4K Likes - Os bebés relacionam-se ainda dentro do útero. Se já sabíamos, a tecnologia que temos actualmente continua a comprovar-nos isso mesmo.

Sou uma grande apologista das ecografias emocionais, porque na minha opinião, ajudam no sonho do bebé, no imaginar o bebé e em observar em tempo real, o bebé com feições mais definidas. 

Também no Tomás, fizemos as nossas ecografias na @ecobabycare e ainda hoje, nos meus workshops e palestras, utilizo as suas fotografias para mostrar como os bebés sentem emoções dentro do útero. Em vídeo, consegui apanhar com este meu novo bebé 🐣. 

E ainda mais incrível, consegui filmar a reação imediata, à minha voz.

Obrigada @ecobabycare por nos proporcionarem estes momentos. E também, por ajudarem no meu trabalho, em prol da relação do bebé ainda na gestação. Porque para quem tinha dúvidas de que ela já existe dentro da barriga, este vídeo, não deixa margem para mais. 🤍

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Caption : Os bebés relacionam-se ainda dentro do útero. Se já sabíamos, a tecnologia que temos actualmente continua a comprovar-nos isso mesmo. Sou uma grande apologista das ecografias emocionais, porque na minha opinião, ajudam no sonho do bebé, no imaginar o bebé e em observar em tempo real, o bebé com feições mais definidas. Também no Tomás, fizemos as nossas ecografias na @ecobabycare e ainda hoje, nos meus workshops e palestras, utilizo as suas fotografias para mostrar como os bebés sentem emoções dentro do útero. Em vídeo, consegui apanhar com este meu novo bebé 🐣. E ainda mais incrível, consegui filmar a reação imediata, à minha voz. Obrigada @ecobabycare por nos proporcionarem estes momentos. E também, por ajudarem no meu trabalho, em prol da relação do bebé ainda na gestação. Porque para quem tinha dúvidas de que ela já existe dentro da barriga, este vídeo, não deixa margem para mais. 🤍
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Filipa Maló Franco - 2.3K Likes - Dia da mãe. Um dia bonito para uns. De reconhecimento. De amor. Agridoce para outros. Povoado de sonhos, ou pesadelos ou sonhos por alcançar. Com memórias felizes, assim-assim, e outras, que apertam um coração, que chora.

E num dia em que se pensa todas as mães, que se ouvem relatos de quem o é, e que se fala da maternidade, mães guerreiras, felicidade e das mais variadas histórias; também é um dia em que não se fala de todas as outras como se devia.

Sobre aquelas que o desejam, mas que a vida lhes trocou as voltas, e se sentem contra relógio, num sonho adiado contra a sua vontade.

E as que o são, mesmo quando a vida lhes tira antes de dar. Restando um “e se” que sufoca, devagarinho.

E é também um dia que nos devia relembrar que a maternidade é um desejo construído. E que o respeito para com as mulheres que não o desejam deveria imperar; ao invés de as consumir e aprisionar na pressão social emergente, que as faz sentir que são menos, por não quererem algo que contrariamente ao que se pensa, não é inato; mas adquirido.

Dia da mãe. Um dia que nos relembra todas as mães. Mas também as mulheres. Um dia que se celebra as mães que somos. As mães que temos. As mães que conhecemos. As mães que mesmo não sendo mães biológicas o foram; de coração. As mães a quem o sonho lhes foi roubado. As mães de anjos. As mães de causas. As futuras mães. 

às mães… todas elas 🤍

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Caption : Dia da mãe. Um dia bonito para uns. De reconhecimento. De amor. Agridoce para outros. Povoado de sonhos, ou pesadelos ou sonhos por alcançar. Com memórias felizes, assim-assim, e outras, que apertam um coração, que chora. E num dia em que se pensa todas as mães, que se ouvem relatos de quem o é, e que se fala da maternidade, mães guerreiras, felicidade e das mais variadas histórias; também é um dia em que não se fala de todas as outras como se devia. Sobre aquelas que o desejam, mas que a vida lhes trocou as voltas, e se sentem contra relógio, num sonho adiado contra a sua vontade. E as que o são, mesmo quando a vida lhes tira antes de dar. Restando um “e se” que sufoca, devagarinho. E é também um dia que nos devia relembrar que a maternidade é um desejo construído. E que o respeito para com as mulheres que não o desejam deveria imperar; ao invés de as consumir e aprisionar na pressão social emergente, que as faz sentir que são menos, por não quererem algo que contrariamente ao que se pensa, não é inato; mas adquirido. Dia da mãe. Um dia que nos relembra todas as mães. Mas também as mulheres. Um dia que se celebra as mães que somos. As mães que temos. As mães que conhecemos. As mães que mesmo não sendo mães biológicas o foram; de coração. As mães a quem o sonho lhes foi roubado. As mães de anjos. As mães de causas. As futuras mães. às mães… todas elas 🤍
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Filipa Maló Franco - 2.3K Likes - Dia da mãe. Um dia bonito para uns. De reconhecimento. De amor. Agridoce para outros. Povoado de sonhos, ou pesadelos ou sonhos por alcançar. Com memórias felizes, assim-assim, e outras, que apertam um coração, que chora.

E num dia em que se pensa todas as mães, que se ouvem relatos de quem o é, e que se fala da maternidade, mães guerreiras, felicidade e das mais variadas histórias; também é um dia em que não se fala de todas as outras como se devia.

Sobre aquelas que o desejam, mas que a vida lhes trocou as voltas, e se sentem contra relógio, num sonho adiado contra a sua vontade.

E as que o são, mesmo quando a vida lhes tira antes de dar. Restando um “e se” que sufoca, devagarinho.

E é também um dia que nos devia relembrar que a maternidade é um desejo construído. E que o respeito para com as mulheres que não o desejam deveria imperar; ao invés de as consumir e aprisionar na pressão social emergente, que as faz sentir que são menos, por não quererem algo que contrariamente ao que se pensa, não é inato; mas adquirido.

Dia da mãe. Um dia que nos relembra todas as mães. Mas também as mulheres. Um dia que se celebra as mães que somos. As mães que temos. As mães que conhecemos. As mães que mesmo não sendo mães biológicas o foram; de coração. As mães a quem o sonho lhes foi roubado. As mães de anjos. As mães de causas. As futuras mães. 

às mães… todas elas 🤍

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Caption : Dia da mãe. Um dia bonito para uns. De reconhecimento. De amor. Agridoce para outros. Povoado de sonhos, ou pesadelos ou sonhos por alcançar. Com memórias felizes, assim-assim, e outras, que apertam um coração, que chora. E num dia em que se pensa todas as mães, que se ouvem relatos de quem o é, e que se fala da maternidade, mães guerreiras, felicidade e das mais variadas histórias; também é um dia em que não se fala de todas as outras como se devia. Sobre aquelas que o desejam, mas que a vida lhes trocou as voltas, e se sentem contra relógio, num sonho adiado contra a sua vontade. E as que o são, mesmo quando a vida lhes tira antes de dar. Restando um “e se” que sufoca, devagarinho. E é também um dia que nos devia relembrar que a maternidade é um desejo construído. E que o respeito para com as mulheres que não o desejam deveria imperar; ao invés de as consumir e aprisionar na pressão social emergente, que as faz sentir que são menos, por não quererem algo que contrariamente ao que se pensa, não é inato; mas adquirido. Dia da mãe. Um dia que nos relembra todas as mães. Mas também as mulheres. Um dia que se celebra as mães que somos. As mães que temos. As mães que conhecemos. As mães que mesmo não sendo mães biológicas o foram; de coração. As mães a quem o sonho lhes foi roubado. As mães de anjos. As mães de causas. As futuras mães. às mães… todas elas 🤍
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Filipa Maló Franco - 2.3K Likes - Dia da mãe. Um dia bonito para uns. De reconhecimento. De amor. Agridoce para outros. Povoado de sonhos, ou pesadelos ou sonhos por alcançar. Com memórias felizes, assim-assim, e outras, que apertam um coração, que chora.

E num dia em que se pensa todas as mães, que se ouvem relatos de quem o é, e que se fala da maternidade, mães guerreiras, felicidade e das mais variadas histórias; também é um dia em que não se fala de todas as outras como se devia.

Sobre aquelas que o desejam, mas que a vida lhes trocou as voltas, e se sentem contra relógio, num sonho adiado contra a sua vontade.

E as que o são, mesmo quando a vida lhes tira antes de dar. Restando um “e se” que sufoca, devagarinho.

E é também um dia que nos devia relembrar que a maternidade é um desejo construído. E que o respeito para com as mulheres que não o desejam deveria imperar; ao invés de as consumir e aprisionar na pressão social emergente, que as faz sentir que são menos, por não quererem algo que contrariamente ao que se pensa, não é inato; mas adquirido.

Dia da mãe. Um dia que nos relembra todas as mães. Mas também as mulheres. Um dia que se celebra as mães que somos. As mães que temos. As mães que conhecemos. As mães que mesmo não sendo mães biológicas o foram; de coração. As mães a quem o sonho lhes foi roubado. As mães de anjos. As mães de causas. As futuras mães. 

às mães… todas elas 🤍

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Caption : Dia da mãe. Um dia bonito para uns. De reconhecimento. De amor. Agridoce para outros. Povoado de sonhos, ou pesadelos ou sonhos por alcançar. Com memórias felizes, assim-assim, e outras, que apertam um coração, que chora. E num dia em que se pensa todas as mães, que se ouvem relatos de quem o é, e que se fala da maternidade, mães guerreiras, felicidade e das mais variadas histórias; também é um dia em que não se fala de todas as outras como se devia. Sobre aquelas que o desejam, mas que a vida lhes trocou as voltas, e se sentem contra relógio, num sonho adiado contra a sua vontade. E as que o são, mesmo quando a vida lhes tira antes de dar. Restando um “e se” que sufoca, devagarinho. E é também um dia que nos devia relembrar que a maternidade é um desejo construído. E que o respeito para com as mulheres que não o desejam deveria imperar; ao invés de as consumir e aprisionar na pressão social emergente, que as faz sentir que são menos, por não quererem algo que contrariamente ao que se pensa, não é inato; mas adquirido. Dia da mãe. Um dia que nos relembra todas as mães. Mas também as mulheres. Um dia que se celebra as mães que somos. As mães que temos. As mães que conhecemos. As mães que mesmo não sendo mães biológicas o foram; de coração. As mães a quem o sonho lhes foi roubado. As mães de anjos. As mães de causas. As futuras mães. às mães… todas elas 🤍
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Filipa Maló Franco - 2.3K Likes - Dia da mãe. Um dia bonito para uns. De reconhecimento. De amor. Agridoce para outros. Povoado de sonhos, ou pesadelos ou sonhos por alcançar. Com memórias felizes, assim-assim, e outras, que apertam um coração, que chora.

E num dia em que se pensa todas as mães, que se ouvem relatos de quem o é, e que se fala da maternidade, mães guerreiras, felicidade e das mais variadas histórias; também é um dia em que não se fala de todas as outras como se devia.

Sobre aquelas que o desejam, mas que a vida lhes trocou as voltas, e se sentem contra relógio, num sonho adiado contra a sua vontade.

E as que o são, mesmo quando a vida lhes tira antes de dar. Restando um “e se” que sufoca, devagarinho.

E é também um dia que nos devia relembrar que a maternidade é um desejo construído. E que o respeito para com as mulheres que não o desejam deveria imperar; ao invés de as consumir e aprisionar na pressão social emergente, que as faz sentir que são menos, por não quererem algo que contrariamente ao que se pensa, não é inato; mas adquirido.

Dia da mãe. Um dia que nos relembra todas as mães. Mas também as mulheres. Um dia que se celebra as mães que somos. As mães que temos. As mães que conhecemos. As mães que mesmo não sendo mães biológicas o foram; de coração. As mães a quem o sonho lhes foi roubado. As mães de anjos. As mães de causas. As futuras mães. 

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Caption : Dia da mãe. Um dia bonito para uns. De reconhecimento. De amor. Agridoce para outros. Povoado de sonhos, ou pesadelos ou sonhos por alcançar. Com memórias felizes, assim-assim, e outras, que apertam um coração, que chora. E num dia em que se pensa todas as mães, que se ouvem relatos de quem o é, e que se fala da maternidade, mães guerreiras, felicidade e das mais variadas histórias; também é um dia em que não se fala de todas as outras como se devia. Sobre aquelas que o desejam, mas que a vida lhes trocou as voltas, e se sentem contra relógio, num sonho adiado contra a sua vontade. E as que o são, mesmo quando a vida lhes tira antes de dar. Restando um “e se” que sufoca, devagarinho. E é também um dia que nos devia relembrar que a maternidade é um desejo construído. E que o respeito para com as mulheres que não o desejam deveria imperar; ao invés de as consumir e aprisionar na pressão social emergente, que as faz sentir que são menos, por não quererem algo que contrariamente ao que se pensa, não é inato; mas adquirido. Dia da mãe. Um dia que nos relembra todas as mães. Mas também as mulheres. Um dia que se celebra as mães que somos. As mães que temos. As mães que conhecemos. As mães que mesmo não sendo mães biológicas o foram; de coração. As mães a quem o sonho lhes foi roubado. As mães de anjos. As mães de causas. As futuras mães. às mães… todas elas 🤍
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E num dia em que se pensa todas as mães, que se ouvem relatos de quem o é, e que se fala da maternidade, mães guerreiras, felicidade e das mais variadas histórias; também é um dia em que não se fala de todas as outras como se devia.

Sobre aquelas que o desejam, mas que a vida lhes trocou as voltas, e se sentem contra relógio, num sonho adiado contra a sua vontade.

E as que o são, mesmo quando a vida lhes tira antes de dar. Restando um “e se” que sufoca, devagarinho.

E é também um dia que nos devia relembrar que a maternidade é um desejo construído. E que o respeito para com as mulheres que não o desejam deveria imperar; ao invés de as consumir e aprisionar na pressão social emergente, que as faz sentir que são menos, por não quererem algo que contrariamente ao que se pensa, não é inato; mas adquirido.

Dia da mãe. Um dia que nos relembra todas as mães. Mas também as mulheres. Um dia que se celebra as mães que somos. As mães que temos. As mães que conhecemos. As mães que mesmo não sendo mães biológicas o foram; de coração. As mães a quem o sonho lhes foi roubado. As mães de anjos. As mães de causas. As futuras mães. 

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E num dia em que se pensa todas as mães, que se ouvem relatos de quem o é, e que se fala da maternidade, mães guerreiras, felicidade e das mais variadas histórias; também é um dia em que não se fala de todas as outras como se devia.

Sobre aquelas que o desejam, mas que a vida lhes trocou as voltas, e se sentem contra relógio, num sonho adiado contra a sua vontade.

E as que o são, mesmo quando a vida lhes tira antes de dar. Restando um “e se” que sufoca, devagarinho.

E é também um dia que nos devia relembrar que a maternidade é um desejo construído. E que o respeito para com as mulheres que não o desejam deveria imperar; ao invés de as consumir e aprisionar na pressão social emergente, que as faz sentir que são menos, por não quererem algo que contrariamente ao que se pensa, não é inato; mas adquirido.

Dia da mãe. Um dia que nos relembra todas as mães. Mas também as mulheres. Um dia que se celebra as mães que somos. As mães que temos. As mães que conhecemos. As mães que mesmo não sendo mães biológicas o foram; de coração. As mães a quem o sonho lhes foi roubado. As mães de anjos. As mães de causas. As futuras mães. 

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Filipa Maló Franco - 2.1K Likes - Qual a melhor estimulação que posso dar ao meu bebé, nos primeiros meses?

Colo
Proximidade
Mimo
Conversas 
Músicas 
Amor 
Pele com pele

E sabem que mais? A proximidade, o olhar, a pele com pele, os beijinhos, o contacto e o colo, ativam o centro de recompensa do bebé e dos seu cuidador, promovendo o desenvolvimento óptimo, e a felicidade em ambos.

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Caption : Qual a melhor estimulação que posso dar ao meu bebé, nos primeiros meses? Colo Proximidade Mimo Conversas Músicas Amor Pele com pele E sabem que mais? A proximidade, o olhar, a pele com pele, os beijinhos, o contacto e o colo, ativam o centro de recompensa do bebé e dos seu cuidador, promovendo o desenvolvimento óptimo, e a felicidade em ambos.
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Filipa Maló Franco - 2.1K Likes - Fomos casar a amiga 🤍👰‍♀️💍
#Ines&Silas

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Caption : Fomos casar a amiga 🤍👰‍♀️💍 #Ines&Silas
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Filipa Maló Franco - 2.1K Likes - E hoje foi dia de ver este bebé, no conforto da nossa casa. Teste do pezinho e suporte nos cuidados ao bebé e amamentação. 

A Mom está de férias mas deixou tudo orientado com a Enf Carolina, para que os seu bebés/famílias continuem a ter os cuidados que merecem… 

E claro, não consegue estar completemante desligada e ainda fizemos videochamada 🥰

Obrigada pelo cuidado @mom_baby_care 🤍

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Caption : E hoje foi dia de ver este bebé, no conforto da nossa casa. Teste do pezinho e suporte nos cuidados ao bebé e amamentação. A Mom está de férias mas deixou tudo orientado com a Enf Carolina, para que os seu bebés/famílias continuem a ter os cuidados que merecem… E claro, não consegue estar completemante desligada e ainda fizemos videochamada 🥰 Obrigada pelo cuidado @mom_baby_care 🤍
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Filipa Maló Franco - 2.1K Likes - E hoje foi dia de ver este bebé, no conforto da nossa casa. Teste do pezinho e suporte nos cuidados ao bebé e amamentação. 

A Mom está de férias mas deixou tudo orientado com a Enf Carolina, para que os seu bebés/famílias continuem a ter os cuidados que merecem… 

E claro, não consegue estar completemante desligada e ainda fizemos videochamada 🥰

Obrigada pelo cuidado @mom_baby_care 🤍

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A Mom está de férias mas deixou tudo orientado com a Enf Carolina, para que os seu bebés/famílias continuem a ter os cuidados que merecem… 

E claro, não consegue estar completemante desligada e ainda fizemos videochamada 🥰

Obrigada pelo cuidado @mom_baby_care 🤍

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Filipa Maló Franco - 1.9K Likes - Primeiro post do ano, e sai um dos temas mais pedidos. 

A empatia não nasce com o bebé.

É por isso que exigir pedidos de desculpa ou gestos de reparação precoce não ensina cuidado, ensina obediência ou muitas vezes, a importância de o fazer pelo adulto e pelas suas emoções e não, pelo próprio ou porque efetivamente se compreendeu a gravidade.

É verdade que eu acho que devemos ensinar sobre o significado de um pedido de desculpa. Ensinar principalmente através do exemplo mas também, de como podemos através da palavra mostrar que sentimos culpa e arrependimento. Mas em relação aos abraços sou contra que o devemos promover e incentivar principalmente quando a criança está zangada ou triste. 

Basta pensarmos em nós e na forma como não nos apetece abraçar o outro quando não o sentimos. 

Em suma, a empatia, que será a base para um pedido de desculpa e vontade de abraçar após um conflito, constrói-se na relação. E uma criança aprende a considerar o outro quando, primeiro, foi escutada, regulada e respeitada nos seus limites.

Antes da empatia, vem a segurança.
Antes da reparação, vem a compreensão.

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Caption : Primeiro post do ano, e sai um dos temas mais pedidos. A empatia não nasce com o bebé. É por isso que exigir pedidos de desculpa ou gestos de reparação precoce não ensina cuidado, ensina obediência ou muitas vezes, a importância de o fazer pelo adulto e pelas suas emoções e não, pelo próprio ou porque efetivamente se compreendeu a gravidade. É verdade que eu acho que devemos ensinar sobre o significado de um pedido de desculpa. Ensinar principalmente através do exemplo mas também, de como podemos através da palavra mostrar que sentimos culpa e arrependimento. Mas em relação aos abraços sou contra que o devemos promover e incentivar principalmente quando a criança está zangada ou triste. Basta pensarmos em nós e na forma como não nos apetece abraçar o outro quando não o sentimos. Em suma, a empatia, que será a base para um pedido de desculpa e vontade de abraçar após um conflito, constrói-se na relação. E uma criança aprende a considerar o outro quando, primeiro, foi escutada, regulada e respeitada nos seus limites. Antes da empatia, vem a segurança. Antes da reparação, vem a compreensão.
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Filipa Maló Franco - 1.9K Likes - Primeiro post do ano, e sai um dos temas mais pedidos. 

A empatia não nasce com o bebé.

É por isso que exigir pedidos de desculpa ou gestos de reparação precoce não ensina cuidado, ensina obediência ou muitas vezes, a importância de o fazer pelo adulto e pelas suas emoções e não, pelo próprio ou porque efetivamente se compreendeu a gravidade.

É verdade que eu acho que devemos ensinar sobre o significado de um pedido de desculpa. Ensinar principalmente através do exemplo mas também, de como podemos através da palavra mostrar que sentimos culpa e arrependimento. Mas em relação aos abraços sou contra que o devemos promover e incentivar principalmente quando a criança está zangada ou triste. 

Basta pensarmos em nós e na forma como não nos apetece abraçar o outro quando não o sentimos. 

Em suma, a empatia, que será a base para um pedido de desculpa e vontade de abraçar após um conflito, constrói-se na relação. E uma criança aprende a considerar o outro quando, primeiro, foi escutada, regulada e respeitada nos seus limites.

Antes da empatia, vem a segurança.
Antes da reparação, vem a compreensão.

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Caption : Primeiro post do ano, e sai um dos temas mais pedidos. A empatia não nasce com o bebé. É por isso que exigir pedidos de desculpa ou gestos de reparação precoce não ensina cuidado, ensina obediência ou muitas vezes, a importância de o fazer pelo adulto e pelas suas emoções e não, pelo próprio ou porque efetivamente se compreendeu a gravidade. É verdade que eu acho que devemos ensinar sobre o significado de um pedido de desculpa. Ensinar principalmente através do exemplo mas também, de como podemos através da palavra mostrar que sentimos culpa e arrependimento. Mas em relação aos abraços sou contra que o devemos promover e incentivar principalmente quando a criança está zangada ou triste. Basta pensarmos em nós e na forma como não nos apetece abraçar o outro quando não o sentimos. Em suma, a empatia, que será a base para um pedido de desculpa e vontade de abraçar após um conflito, constrói-se na relação. E uma criança aprende a considerar o outro quando, primeiro, foi escutada, regulada e respeitada nos seus limites. Antes da empatia, vem a segurança. Antes da reparação, vem a compreensão.
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A empatia não nasce com o bebé.

É por isso que exigir pedidos de desculpa ou gestos de reparação precoce não ensina cuidado, ensina obediência ou muitas vezes, a importância de o fazer pelo adulto e pelas suas emoções e não, pelo próprio ou porque efetivamente se compreendeu a gravidade.

É verdade que eu acho que devemos ensinar sobre o significado de um pedido de desculpa. Ensinar principalmente através do exemplo mas também, de como podemos através da palavra mostrar que sentimos culpa e arrependimento. Mas em relação aos abraços sou contra que o devemos promover e incentivar principalmente quando a criança está zangada ou triste. 

Basta pensarmos em nós e na forma como não nos apetece abraçar o outro quando não o sentimos. 

Em suma, a empatia, que será a base para um pedido de desculpa e vontade de abraçar após um conflito, constrói-se na relação. E uma criança aprende a considerar o outro quando, primeiro, foi escutada, regulada e respeitada nos seus limites.

Antes da empatia, vem a segurança.
Antes da reparação, vem a compreensão.

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A empatia não nasce com o bebé.

É por isso que exigir pedidos de desculpa ou gestos de reparação precoce não ensina cuidado, ensina obediência ou muitas vezes, a importância de o fazer pelo adulto e pelas suas emoções e não, pelo próprio ou porque efetivamente se compreendeu a gravidade.

É verdade que eu acho que devemos ensinar sobre o significado de um pedido de desculpa. Ensinar principalmente através do exemplo mas também, de como podemos através da palavra mostrar que sentimos culpa e arrependimento. Mas em relação aos abraços sou contra que o devemos promover e incentivar principalmente quando a criança está zangada ou triste. 

Basta pensarmos em nós e na forma como não nos apetece abraçar o outro quando não o sentimos. 

Em suma, a empatia, que será a base para um pedido de desculpa e vontade de abraçar após um conflito, constrói-se na relação. E uma criança aprende a considerar o outro quando, primeiro, foi escutada, regulada e respeitada nos seus limites.

Antes da empatia, vem a segurança.
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A empatia não nasce com o bebé.

É por isso que exigir pedidos de desculpa ou gestos de reparação precoce não ensina cuidado, ensina obediência ou muitas vezes, a importância de o fazer pelo adulto e pelas suas emoções e não, pelo próprio ou porque efetivamente se compreendeu a gravidade.

É verdade que eu acho que devemos ensinar sobre o significado de um pedido de desculpa. Ensinar principalmente através do exemplo mas também, de como podemos através da palavra mostrar que sentimos culpa e arrependimento. Mas em relação aos abraços sou contra que o devemos promover e incentivar principalmente quando a criança está zangada ou triste. 

Basta pensarmos em nós e na forma como não nos apetece abraçar o outro quando não o sentimos. 

Em suma, a empatia, que será a base para um pedido de desculpa e vontade de abraçar após um conflito, constrói-se na relação. E uma criança aprende a considerar o outro quando, primeiro, foi escutada, regulada e respeitada nos seus limites.

Antes da empatia, vem a segurança.
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A empatia não nasce com o bebé.

É por isso que exigir pedidos de desculpa ou gestos de reparação precoce não ensina cuidado, ensina obediência ou muitas vezes, a importância de o fazer pelo adulto e pelas suas emoções e não, pelo próprio ou porque efetivamente se compreendeu a gravidade.

É verdade que eu acho que devemos ensinar sobre o significado de um pedido de desculpa. Ensinar principalmente através do exemplo mas também, de como podemos através da palavra mostrar que sentimos culpa e arrependimento. Mas em relação aos abraços sou contra que o devemos promover e incentivar principalmente quando a criança está zangada ou triste. 

Basta pensarmos em nós e na forma como não nos apetece abraçar o outro quando não o sentimos. 

Em suma, a empatia, que será a base para um pedido de desculpa e vontade de abraçar após um conflito, constrói-se na relação. E uma criança aprende a considerar o outro quando, primeiro, foi escutada, regulada e respeitada nos seus limites.

Antes da empatia, vem a segurança.
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Filipa Maló Franco - 1.5K Likes - Porque antes de sermos psicólogos, somos pessoas. E embora tenha formação especializada na área perinatal e parentalidade, também sou mãe (entre muitas outras coisas). Com tudo o que isso implica. E também tenho dúvidas e receios. E também erro e vou aprendendo com isso. E também não sei sempre o que fazer, nem como agir. E fico com o coração apertadinho muitas vezes. E também passo por uma gravidez. E um parto. E um pós-parto.

Sou mãe. E abraço todos os dias a ideia de que sermos “só” mães é suficiente. Sem almejar a perfeição. Trabalhando o que sou e a criança que fui. 

E se há algo de protector que o meu trabalho traz à minha maternidade, por estar mais atenta ao que poderá eventualmente acontecer e por considerar que o conhecimento sobre a biologia e o desenvolvimento sossegam o nosso coração e nos trazem mais confiança; também é com o rótulo de “psicóloga com formação especializada” que vêm muitas expectativas (principalmente dos outros) e ideias de que há a razão, e depois há o resto. É que nem sempre há espaço para só ser.

Antes de sermos psicólogos, somos pessoas. E hoje também é dia de falar dessa vulnerabilidade, que nos torna, sem dúvida, mais humanos 🤍

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Caption : Porque antes de sermos psicólogos, somos pessoas. E embora tenha formação especializada na área perinatal e parentalidade, também sou mãe (entre muitas outras coisas). Com tudo o que isso implica. E também tenho dúvidas e receios. E também erro e vou aprendendo com isso. E também não sei sempre o que fazer, nem como agir. E fico com o coração apertadinho muitas vezes. E também passo por uma gravidez. E um parto. E um pós-parto. Sou mãe. E abraço todos os dias a ideia de que sermos “só” mães é suficiente. Sem almejar a perfeição. Trabalhando o que sou e a criança que fui. E se há algo de protector que o meu trabalho traz à minha maternidade, por estar mais atenta ao que poderá eventualmente acontecer e por considerar que o conhecimento sobre a biologia e o desenvolvimento sossegam o nosso coração e nos trazem mais confiança; também é com o rótulo de “psicóloga com formação especializada” que vêm muitas expectativas (principalmente dos outros) e ideias de que há a razão, e depois há o resto. É que nem sempre há espaço para só ser. Antes de sermos psicólogos, somos pessoas. E hoje também é dia de falar dessa vulnerabilidade, que nos torna, sem dúvida, mais humanos 🤍
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Filipa Maló Franco - 1.5K Likes - Porque antes de sermos psicólogos, somos pessoas. E embora tenha formação especializada na área perinatal e parentalidade, também sou mãe (entre muitas outras coisas). Com tudo o que isso implica. E também tenho dúvidas e receios. E também erro e vou aprendendo com isso. E também não sei sempre o que fazer, nem como agir. E fico com o coração apertadinho muitas vezes. E também passo por uma gravidez. E um parto. E um pós-parto.

Sou mãe. E abraço todos os dias a ideia de que sermos “só” mães é suficiente. Sem almejar a perfeição. Trabalhando o que sou e a criança que fui. 

E se há algo de protector que o meu trabalho traz à minha maternidade, por estar mais atenta ao que poderá eventualmente acontecer e por considerar que o conhecimento sobre a biologia e o desenvolvimento sossegam o nosso coração e nos trazem mais confiança; também é com o rótulo de “psicóloga com formação especializada” que vêm muitas expectativas (principalmente dos outros) e ideias de que há a razão, e depois há o resto. É que nem sempre há espaço para só ser.

Antes de sermos psicólogos, somos pessoas. E hoje também é dia de falar dessa vulnerabilidade, que nos torna, sem dúvida, mais humanos 🤍

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Caption : Porque antes de sermos psicólogos, somos pessoas. E embora tenha formação especializada na área perinatal e parentalidade, também sou mãe (entre muitas outras coisas). Com tudo o que isso implica. E também tenho dúvidas e receios. E também erro e vou aprendendo com isso. E também não sei sempre o que fazer, nem como agir. E fico com o coração apertadinho muitas vezes. E também passo por uma gravidez. E um parto. E um pós-parto. Sou mãe. E abraço todos os dias a ideia de que sermos “só” mães é suficiente. Sem almejar a perfeição. Trabalhando o que sou e a criança que fui. E se há algo de protector que o meu trabalho traz à minha maternidade, por estar mais atenta ao que poderá eventualmente acontecer e por considerar que o conhecimento sobre a biologia e o desenvolvimento sossegam o nosso coração e nos trazem mais confiança; também é com o rótulo de “psicóloga com formação especializada” que vêm muitas expectativas (principalmente dos outros) e ideias de que há a razão, e depois há o resto. É que nem sempre há espaço para só ser. Antes de sermos psicólogos, somos pessoas. E hoje também é dia de falar dessa vulnerabilidade, que nos torna, sem dúvida, mais humanos 🤍
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Filipa Maló Franco - 1.5K Likes - Porque antes de sermos psicólogos, somos pessoas. E embora tenha formação especializada na área perinatal e parentalidade, também sou mãe (entre muitas outras coisas). Com tudo o que isso implica. E também tenho dúvidas e receios. E também erro e vou aprendendo com isso. E também não sei sempre o que fazer, nem como agir. E fico com o coração apertadinho muitas vezes. E também passo por uma gravidez. E um parto. E um pós-parto.

Sou mãe. E abraço todos os dias a ideia de que sermos “só” mães é suficiente. Sem almejar a perfeição. Trabalhando o que sou e a criança que fui. 

E se há algo de protector que o meu trabalho traz à minha maternidade, por estar mais atenta ao que poderá eventualmente acontecer e por considerar que o conhecimento sobre a biologia e o desenvolvimento sossegam o nosso coração e nos trazem mais confiança; também é com o rótulo de “psicóloga com formação especializada” que vêm muitas expectativas (principalmente dos outros) e ideias de que há a razão, e depois há o resto. É que nem sempre há espaço para só ser.

Antes de sermos psicólogos, somos pessoas. E hoje também é dia de falar dessa vulnerabilidade, que nos torna, sem dúvida, mais humanos 🤍

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Sou mãe. E abraço todos os dias a ideia de que sermos “só” mães é suficiente. Sem almejar a perfeição. Trabalhando o que sou e a criança que fui. 

E se há algo de protector que o meu trabalho traz à minha maternidade, por estar mais atenta ao que poderá eventualmente acontecer e por considerar que o conhecimento sobre a biologia e o desenvolvimento sossegam o nosso coração e nos trazem mais confiança; também é com o rótulo de “psicóloga com formação especializada” que vêm muitas expectativas (principalmente dos outros) e ideias de que há a razão, e depois há o resto. É que nem sempre há espaço para só ser.

Antes de sermos psicólogos, somos pessoas. E hoje também é dia de falar dessa vulnerabilidade, que nos torna, sem dúvida, mais humanos 🤍

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Sou mãe. E abraço todos os dias a ideia de que sermos “só” mães é suficiente. Sem almejar a perfeição. Trabalhando o que sou e a criança que fui. 

E se há algo de protector que o meu trabalho traz à minha maternidade, por estar mais atenta ao que poderá eventualmente acontecer e por considerar que o conhecimento sobre a biologia e o desenvolvimento sossegam o nosso coração e nos trazem mais confiança; também é com o rótulo de “psicóloga com formação especializada” que vêm muitas expectativas (principalmente dos outros) e ideias de que há a razão, e depois há o resto. É que nem sempre há espaço para só ser.

Antes de sermos psicólogos, somos pessoas. E hoje também é dia de falar dessa vulnerabilidade, que nos torna, sem dúvida, mais humanos 🤍

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Filipa Maló Franco - 1.5K Likes - “Colo colo colo colo colo” 😂
(2,5A)
Identificação das emoções, e uma delícia de resposta no final. Tive de eternizar, com a certeza de que os nossos filhos, interiorizam a forma como os ajudamos a lidar com o que sentem. Porque é com o outro que os bebés e crianças pequenas se regulam… sempre.

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Caption : “Colo colo colo colo colo” 😂 (2,5A) Identificação das emoções, e uma delícia de resposta no final. Tive de eternizar, com a certeza de que os nossos filhos, interiorizam a forma como os ajudamos a lidar com o que sentem. Porque é com o outro que os bebés e crianças pequenas se regulam… sempre.
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Filipa Maló Franco - 1.5K Likes - E estamos a terminar a primeira semana em que o Tomás vai todos os dias para a escola (desde os 24 meses que só vai três dias por semana) e não podia estar a correr melhor. E numa idade em que os amiguinhos ganham um protagonismo diferente dentro dele, que a separação dos pais já é muito mais natural, apesar de a adaptação ter corrido muito bem ao longo do tempo, com momentos mais fáceis que outros e de ver a escola com entusiasmo, hoje de manhã disse-me que gostava muito de ir para a escola. E eu gosto muito que ele goste.💚

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Caption : E estamos a terminar a primeira semana em que o Tomás vai todos os dias para a escola (desde os 24 meses que só vai três dias por semana) e não podia estar a correr melhor. E numa idade em que os amiguinhos ganham um protagonismo diferente dentro dele, que a separação dos pais já é muito mais natural, apesar de a adaptação ter corrido muito bem ao longo do tempo, com momentos mais fáceis que outros e de ver a escola com entusiasmo, hoje de manhã disse-me que gostava muito de ir para a escola. E eu gosto muito que ele goste.💚
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Filipa Maló Franco - 1.4K Likes - E é quando passamos por tudo de novo, que parece ser mais fácil aproveitar o que de bom este estado, que nem sempre é de graça, nos pode trazer. E é isso que a segunda gravidez me tem trazido.

Com uma tranquilidade de quem já não tem tantos receios. Com uma confiança mais robusta no corpo, no tempo e na impermanência e também, na forma como sei que são poucos meses com a possibilidade de passar pelo bom, pelo mau e pelo assim-assim; mesmo com todos os desconfortos que lhe estão associados -até porque comigo o primeiro trimestre não dá tréguas-, que até eles ganham uma importância  diferente.

Uma segunda gravidez que passa “a correr”. E o corpo parece ter muito mais força e energia, mesmo nos dias difíceis, o que numa primeira instância, nem pareceria ser possível. 

O que me leva a pensar que por mais que um segundo filho nos traga todos os desafios que lhe estão associados, também é com outros olhos que olhamos para eles. Outra confiança com a qual os enfrentamos. Outra segurança de que realmente tudo passa. Outra disponibilidade para percebermos que independentemente de a vida ser feita de muitas coisas, e de os altos e baixos fazerem parte bem como, todas as dificuldades e desafios com os quais nos vamos deparando; o que fica é a forma como também valorizamos as pequenas coisas. Como nos sentimos mais confiantes e tranquilos na nossa imperfeição. E como nos entregamos, ao que há de vir, com a certeza, que também passará: mesmo os momentos, que por nós, ficariam para sempre.

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Caption : E é quando passamos por tudo de novo, que parece ser mais fácil aproveitar o que de bom este estado, que nem sempre é de graça, nos pode trazer. E é isso que a segunda gravidez me tem trazido. Com uma tranquilidade de quem já não tem tantos receios. Com uma confiança mais robusta no corpo, no tempo e na impermanência e também, na forma como sei que são poucos meses com a possibilidade de passar pelo bom, pelo mau e pelo assim-assim; mesmo com todos os desconfortos que lhe estão associados -até porque comigo o primeiro trimestre não dá tréguas-, que até eles ganham uma importância diferente. Uma segunda gravidez que passa “a correr”. E o corpo parece ter muito mais força e energia, mesmo nos dias difíceis, o que numa primeira instância, nem pareceria ser possível. O que me leva a pensar que por mais que um segundo filho nos traga todos os desafios que lhe estão associados, também é com outros olhos que olhamos para eles. Outra confiança com a qual os enfrentamos. Outra segurança de que realmente tudo passa. Outra disponibilidade para percebermos que independentemente de a vida ser feita de muitas coisas, e de os altos e baixos fazerem parte bem como, todas as dificuldades e desafios com os quais nos vamos deparando; o que fica é a forma como também valorizamos as pequenas coisas. Como nos sentimos mais confiantes e tranquilos na nossa imperfeição. E como nos entregamos, ao que há de vir, com a certeza, que também passará: mesmo os momentos, que por nós, ficariam para sempre.
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Filipa Maló Franco - 1.4K Likes - Vamos compreender os medos ao longo da primeira infância?

Neste post tentei relacionar duas perguntas muito frequentes: os medos e a sua relação com o sono noturno.

A criança é um mundo. E sempre que trabalhamos algo dentro dela, temos de a conhecer, compreender à luz do desenvolvimento emocional e relacional. Tudo o que a envolve e a sua história. Sendo certo que um medo não se supera porque o adulto quer, ou porque parece tão disparatado que dizer que “não é preciso ter medo” magicamente resolve. É na incompreensão que tudo se amplifica, e o que vejo frequentemente em consulta, são medos não traduzidos e acima de tudo, não compreendidos.

Fez-vos sentido?

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Caption : Vamos compreender os medos ao longo da primeira infância? Neste post tentei relacionar duas perguntas muito frequentes: os medos e a sua relação com o sono noturno. A criança é um mundo. E sempre que trabalhamos algo dentro dela, temos de a conhecer, compreender à luz do desenvolvimento emocional e relacional. Tudo o que a envolve e a sua história. Sendo certo que um medo não se supera porque o adulto quer, ou porque parece tão disparatado que dizer que “não é preciso ter medo” magicamente resolve. É na incompreensão que tudo se amplifica, e o que vejo frequentemente em consulta, são medos não traduzidos e acima de tudo, não compreendidos. Fez-vos sentido?
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Neste post tentei relacionar duas perguntas muito frequentes: os medos e a sua relação com o sono noturno.

A criança é um mundo. E sempre que trabalhamos algo dentro dela, temos de a conhecer, compreender à luz do desenvolvimento emocional e relacional. Tudo o que a envolve e a sua história. Sendo certo que um medo não se supera porque o adulto quer, ou porque parece tão disparatado que dizer que “não é preciso ter medo” magicamente resolve. É na incompreensão que tudo se amplifica, e o que vejo frequentemente em consulta, são medos não traduzidos e acima de tudo, não compreendidos.

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Neste post tentei relacionar duas perguntas muito frequentes: os medos e a sua relação com o sono noturno.

A criança é um mundo. E sempre que trabalhamos algo dentro dela, temos de a conhecer, compreender à luz do desenvolvimento emocional e relacional. Tudo o que a envolve e a sua história. Sendo certo que um medo não se supera porque o adulto quer, ou porque parece tão disparatado que dizer que “não é preciso ter medo” magicamente resolve. É na incompreensão que tudo se amplifica, e o que vejo frequentemente em consulta, são medos não traduzidos e acima de tudo, não compreendidos.

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A criança é um mundo. E sempre que trabalhamos algo dentro dela, temos de a conhecer, compreender à luz do desenvolvimento emocional e relacional. Tudo o que a envolve e a sua história. Sendo certo que um medo não se supera porque o adulto quer, ou porque parece tão disparatado que dizer que “não é preciso ter medo” magicamente resolve. É na incompreensão que tudo se amplifica, e o que vejo frequentemente em consulta, são medos não traduzidos e acima de tudo, não compreendidos.

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A criança é um mundo. E sempre que trabalhamos algo dentro dela, temos de a conhecer, compreender à luz do desenvolvimento emocional e relacional. Tudo o que a envolve e a sua história. Sendo certo que um medo não se supera porque o adulto quer, ou porque parece tão disparatado que dizer que “não é preciso ter medo” magicamente resolve. É na incompreensão que tudo se amplifica, e o que vejo frequentemente em consulta, são medos não traduzidos e acima de tudo, não compreendidos.

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Filipa Maló Franco - 1.4K Likes - Vamos a alguns factos controversos sobre o sono do bebé? 

Ressalva 1: se és um adulto que se sente tremendamente exausto e desesperado, deves procurar acompanhamento ou aconselhamento psicológico (como por exemplo a consulta do sono do bebé ) para que se possa pensar em estratégias atentas às emoções de todos e à família;

Ressalva 2: perante algumas situações, mesmo com toda a sua normalidade, adaptar o ambiente externo, rotinas, horários, capacitar e empoderar os pais, ajudam nas dinâmicas individuais e subjectivas (sempre que aches que se justifica, procura um aconselhamento com alguém capacitado e com formação para o fazer );

Ressalva 3: perante sintomatologia depressiva, ansiosa, desregulação emocional, e outra, que afecte significativamente o dia-a-dia e as relações, é crucial procurar ajuda psicológica (a minha equipa pode ajudar).

Para te ajudar com o sono do bebé, tenho disponível:
🌙 COLO: curso online para pais
onde para além do sono do bebé, tens 10 aulas sobre diversos temas focados na gravidez e primeiro ano de vida do bebé e da família (inscrição link na bio)
🌙Consulta do sono do bebé (0-3 anos) com a minha equipa especialista (link na bio)

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Caption : Vamos a alguns factos controversos sobre o sono do bebé? Ressalva 1: se és um adulto que se sente tremendamente exausto e desesperado, deves procurar acompanhamento ou aconselhamento psicológico (como por exemplo a consulta do sono do bebé ) para que se possa pensar em estratégias atentas às emoções de todos e à família; Ressalva 2: perante algumas situações, mesmo com toda a sua normalidade, adaptar o ambiente externo, rotinas, horários, capacitar e empoderar os pais, ajudam nas dinâmicas individuais e subjectivas (sempre que aches que se justifica, procura um aconselhamento com alguém capacitado e com formação para o fazer ); Ressalva 3: perante sintomatologia depressiva, ansiosa, desregulação emocional, e outra, que afecte significativamente o dia-a-dia e as relações, é crucial procurar ajuda psicológica (a minha equipa pode ajudar). Para te ajudar com o sono do bebé, tenho disponível: 🌙 COLO: curso online para pais onde para além do sono do bebé, tens 10 aulas sobre diversos temas focados na gravidez e primeiro ano de vida do bebé e da família (inscrição link na bio) 🌙Consulta do sono do bebé (0-3 anos) com a minha equipa especialista (link na bio)
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Filipa Maló Franco - 1.3K Likes - Os meus dois amores 🤍🤍

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Caption : Os meus dois amores 🤍🤍
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Filipa Maló Franco - 1.3K Likes - Se o teu bebé te procura para readormecer durante a noite, NÃO significa que:
⭐️ deveria conseguir auto-regular-se;
⭐️não o ensinaste a dormir bem;
⭐️está mal-habituado;
⭐️já devia dormir sozinho;
⭐️ nunca vai conseguir fazê-lo; 
⭐️ precisas de fazer algo para mudar isso.

É urgente olharmos o sono dos bebés, do ponto de vista relacional, do desenvolvimento e vinculativo. Os bebés nascem a saber dormir. Os bebés desenvolvem-se na relação. A procura pelo contacto e proximidade, é inata e promove o bom desenvolvimento. O sono do bebé, não se treina. A autonomia, não se força. 

Estes são os resultados preliminares (e ainda secretos) do nosso estudo sobre o “sono dos bebés em Portugal” que se encontra em desenvolvimento, mas que já nos coloca questões importantes. Resultados que são factos e baseados na nossa amostra com uma dimensão bastante considerável. E a partir dele, propomos a seguinte reflexão: se temos 67% dos bebés até aos 2 anos, que acordam de noite e procuram o adulto para readormecer  sempre ou frequentemente e apenas 17% não o faz (nunca (4%) ou raramente), qual a norma? Não será urgente repensarmos o que consideramos normal, à luz do que é comum no desenvolvimento infantil? Fica para pensar…

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Caption : Se o teu bebé te procura para readormecer durante a noite, NÃO significa que: ⭐️ deveria conseguir auto-regular-se; ⭐️não o ensinaste a dormir bem; ⭐️está mal-habituado; ⭐️já devia dormir sozinho; ⭐️ nunca vai conseguir fazê-lo; ⭐️ precisas de fazer algo para mudar isso. É urgente olharmos o sono dos bebés, do ponto de vista relacional, do desenvolvimento e vinculativo. Os bebés nascem a saber dormir. Os bebés desenvolvem-se na relação. A procura pelo contacto e proximidade, é inata e promove o bom desenvolvimento. O sono do bebé, não se treina. A autonomia, não se força. Estes são os resultados preliminares (e ainda secretos) do nosso estudo sobre o “sono dos bebés em Portugal” que se encontra em desenvolvimento, mas que já nos coloca questões importantes. Resultados que são factos e baseados na nossa amostra com uma dimensão bastante considerável. E a partir dele, propomos a seguinte reflexão: se temos 67% dos bebés até aos 2 anos, que acordam de noite e procuram o adulto para readormecer sempre ou frequentemente e apenas 17% não o faz (nunca (4%) ou raramente), qual a norma? Não será urgente repensarmos o que consideramos normal, à luz do que é comum no desenvolvimento infantil? Fica para pensar…
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Filipa Maló Franco - 1.2K Likes - E a propósito do que conversei com a @rita.ddg no live sobre o sono dos bebés que podem assistir no meu feed, relembro alguns aspectos que foram importantes e ditos, para que possamos partilhar a mensagem e assim, contribuir para a informação científica actualizada, confiança parental, amor e proximidade, em prol da infância e vinculação ❤️

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Caption : E a propósito do que conversei com a @rita.ddg no live sobre o sono dos bebés que podem assistir no meu feed, relembro alguns aspectos que foram importantes e ditos, para que possamos partilhar a mensagem e assim, contribuir para a informação científica actualizada, confiança parental, amor e proximidade, em prol da infância e vinculação ❤️
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Filipa Maló Franco - 1.2K Likes - Dias OFF.

Mas a clínica continua em pleno funcionamento, com uma equipa que trabalha do bebé ao adulto, presencial em diversos pontos do país e online para todo o mundo 🤍

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Caption : Dias OFF. Mas a clínica continua em pleno funcionamento, com uma equipa que trabalha do bebé ao adulto, presencial em diversos pontos do país e online para todo o mundo 🤍
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Filipa Maló Franco - 1.1K Likes - Registos de ontem e uma barriga que já não deixa ver os pés 🤍

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Caption : Registos de ontem e uma barriga que já não deixa ver os pés 🤍
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Filipa Maló Franco - 1.1K Likes - “É falta de rotina”
“É associação mama/sono”
“É associação ao colo”
“É falta de autonomia”
“É dependência”

É sempre “alguma coisa” mas o que é certo é que quase todos os bebés passam por estas fases, o sono raramente é linear nos primeiros 3 anos de vida e ao longo da primeira infância é esperado uma necessidade de presença, medos e outras questões que o influenciam. 

Para mim parece-me óbvio que em qualquer área do desenvolvimento, importa sempre perceber que se há um padrão que se identifica e se muitos bebés e crianças passam pelas mesmas questões e dificuldades, teremos que as compreender e não, batalhar contra elas. Contudo, sinto todos os dias que com o sono dos bebés estamos frequentemente a m campos de batalha. Perco a conta às vezes que os pais me chegam, frustrados, exaustos, até desesperados porque vivem em torno do sono dos seus filhos, cumprem rotinas e horários ao segundo, tentam que os filhos não precisem deles e que mesmo assim, os bebés não dormem como eles imaginam q deviam dormir.

Inclusivamente, na @clinicafilipamalofranco tenho uma equipa de sete profissionais especializadas em sono pediátrico e perinatal e as queixas são SEMPRE as mesmas. Também a idade de pedido de ajuda, tende a seguir um padrão, isto porque, são momentos de grandes alterações e necessidades que se compreendem e identificam na maioria dos bebés e crianças pequenas.

Também, parece-me óbvio que se fosse sempre tão fácil aplicar planos, rotinas e se a questão dependesse da “autonomia” o sono dos bebés não estaria em problema ascendente. A verdade é que há umas gerações atrás, com menos regras e especialistas, os bebés dormiam melhor. E melhor não significa mais tempo seguido. Há uns 50 anos para cá tudo mudou, e um dia explico-vos porquê.

Contudo, não me canso de dizer: o sono do bebé não é comportamental. É o resultado do seu desenvolvimento e necessidades emocionais e de vinculação. É fluido. Altera-se com o que acontece durante o dia. Tem fases. E é com segurança que digo que ajudo muitas famílias, com resultados, respeitando as necessidades dos bebés. É possível… e a minha profissão ensinou-me que o comportamento reage sempre a uma emoção e necessidade.

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Caption : “É falta de rotina” “É associação mama/sono” “É associação ao colo” “É falta de autonomia” “É dependência” É sempre “alguma coisa” mas o que é certo é que quase todos os bebés passam por estas fases, o sono raramente é linear nos primeiros 3 anos de vida e ao longo da primeira infância é esperado uma necessidade de presença, medos e outras questões que o influenciam. Para mim parece-me óbvio que em qualquer área do desenvolvimento, importa sempre perceber que se há um padrão que se identifica e se muitos bebés e crianças passam pelas mesmas questões e dificuldades, teremos que as compreender e não, batalhar contra elas. Contudo, sinto todos os dias que com o sono dos bebés estamos frequentemente a m campos de batalha. Perco a conta às vezes que os pais me chegam, frustrados, exaustos, até desesperados porque vivem em torno do sono dos seus filhos, cumprem rotinas e horários ao segundo, tentam que os filhos não precisem deles e que mesmo assim, os bebés não dormem como eles imaginam q deviam dormir. Inclusivamente, na @clinicafilipamalofranco tenho uma equipa de sete profissionais especializadas em sono pediátrico e perinatal e as queixas são SEMPRE as mesmas. Também a idade de pedido de ajuda, tende a seguir um padrão, isto porque, são momentos de grandes alterações e necessidades que se compreendem e identificam na maioria dos bebés e crianças pequenas. Também, parece-me óbvio que se fosse sempre tão fácil aplicar planos, rotinas e se a questão dependesse da “autonomia” o sono dos bebés não estaria em problema ascendente. A verdade é que há umas gerações atrás, com menos regras e especialistas, os bebés dormiam melhor. E melhor não significa mais tempo seguido. Há uns 50 anos para cá tudo mudou, e um dia explico-vos porquê. Contudo, não me canso de dizer: o sono do bebé não é comportamental. É o resultado do seu desenvolvimento e necessidades emocionais e de vinculação. É fluido. Altera-se com o que acontece durante o dia. Tem fases. E é com segurança que digo que ajudo muitas famílias, com resultados, respeitando as necessidades dos bebés. É possível… e a minha profissão ensinou-me que o comportamento reage sempre a uma emoção e necessidade.
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É sempre “alguma coisa” mas o que é certo é que quase todos os bebés passam por estas fases, o sono raramente é linear nos primeiros 3 anos de vida e ao longo da primeira infância é esperado uma necessidade de presença, medos e outras questões que o influenciam. 

Para mim parece-me óbvio que em qualquer área do desenvolvimento, importa sempre perceber que se há um padrão que se identifica e se muitos bebés e crianças passam pelas mesmas questões e dificuldades, teremos que as compreender e não, batalhar contra elas. Contudo, sinto todos os dias que com o sono dos bebés estamos frequentemente a m campos de batalha. Perco a conta às vezes que os pais me chegam, frustrados, exaustos, até desesperados porque vivem em torno do sono dos seus filhos, cumprem rotinas e horários ao segundo, tentam que os filhos não precisem deles e que mesmo assim, os bebés não dormem como eles imaginam q deviam dormir.

Inclusivamente, na @clinicafilipamalofranco tenho uma equipa de sete profissionais especializadas em sono pediátrico e perinatal e as queixas são SEMPRE as mesmas. Também a idade de pedido de ajuda, tende a seguir um padrão, isto porque, são momentos de grandes alterações e necessidades que se compreendem e identificam na maioria dos bebés e crianças pequenas.

Também, parece-me óbvio que se fosse sempre tão fácil aplicar planos, rotinas e se a questão dependesse da “autonomia” o sono dos bebés não estaria em problema ascendente. A verdade é que há umas gerações atrás, com menos regras e especialistas, os bebés dormiam melhor. E melhor não significa mais tempo seguido. Há uns 50 anos para cá tudo mudou, e um dia explico-vos porquê.

Contudo, não me canso de dizer: o sono do bebé não é comportamental. É o resultado do seu desenvolvimento e necessidades emocionais e de vinculação. É fluido. Altera-se com o que acontece durante o dia. Tem fases. E é com segurança que digo que ajudo muitas famílias, com resultados, respeitando as necessidades dos bebés. É possível… e a minha profissão ensinou-me que o comportamento reage sempre a uma emoção e necessidade.

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É sempre “alguma coisa” mas o que é certo é que quase todos os bebés passam por estas fases, o sono raramente é linear nos primeiros 3 anos de vida e ao longo da primeira infância é esperado uma necessidade de presença, medos e outras questões que o influenciam. 

Para mim parece-me óbvio que em qualquer área do desenvolvimento, importa sempre perceber que se há um padrão que se identifica e se muitos bebés e crianças passam pelas mesmas questões e dificuldades, teremos que as compreender e não, batalhar contra elas. Contudo, sinto todos os dias que com o sono dos bebés estamos frequentemente a m campos de batalha. Perco a conta às vezes que os pais me chegam, frustrados, exaustos, até desesperados porque vivem em torno do sono dos seus filhos, cumprem rotinas e horários ao segundo, tentam que os filhos não precisem deles e que mesmo assim, os bebés não dormem como eles imaginam q deviam dormir.

Inclusivamente, na @clinicafilipamalofranco tenho uma equipa de sete profissionais especializadas em sono pediátrico e perinatal e as queixas são SEMPRE as mesmas. Também a idade de pedido de ajuda, tende a seguir um padrão, isto porque, são momentos de grandes alterações e necessidades que se compreendem e identificam na maioria dos bebés e crianças pequenas.

Também, parece-me óbvio que se fosse sempre tão fácil aplicar planos, rotinas e se a questão dependesse da “autonomia” o sono dos bebés não estaria em problema ascendente. A verdade é que há umas gerações atrás, com menos regras e especialistas, os bebés dormiam melhor. E melhor não significa mais tempo seguido. Há uns 50 anos para cá tudo mudou, e um dia explico-vos porquê.

Contudo, não me canso de dizer: o sono do bebé não é comportamental. É o resultado do seu desenvolvimento e necessidades emocionais e de vinculação. É fluido. Altera-se com o que acontece durante o dia. Tem fases. E é com segurança que digo que ajudo muitas famílias, com resultados, respeitando as necessidades dos bebés. É possível… e a minha profissão ensinou-me que o comportamento reage sempre a uma emoção e necessidade.

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É sempre “alguma coisa” mas o que é certo é que quase todos os bebés passam por estas fases, o sono raramente é linear nos primeiros 3 anos de vida e ao longo da primeira infância é esperado uma necessidade de presença, medos e outras questões que o influenciam. 

Para mim parece-me óbvio que em qualquer área do desenvolvimento, importa sempre perceber que se há um padrão que se identifica e se muitos bebés e crianças passam pelas mesmas questões e dificuldades, teremos que as compreender e não, batalhar contra elas. Contudo, sinto todos os dias que com o sono dos bebés estamos frequentemente a m campos de batalha. Perco a conta às vezes que os pais me chegam, frustrados, exaustos, até desesperados porque vivem em torno do sono dos seus filhos, cumprem rotinas e horários ao segundo, tentam que os filhos não precisem deles e que mesmo assim, os bebés não dormem como eles imaginam q deviam dormir.

Inclusivamente, na @clinicafilipamalofranco tenho uma equipa de sete profissionais especializadas em sono pediátrico e perinatal e as queixas são SEMPRE as mesmas. Também a idade de pedido de ajuda, tende a seguir um padrão, isto porque, são momentos de grandes alterações e necessidades que se compreendem e identificam na maioria dos bebés e crianças pequenas.

Também, parece-me óbvio que se fosse sempre tão fácil aplicar planos, rotinas e se a questão dependesse da “autonomia” o sono dos bebés não estaria em problema ascendente. A verdade é que há umas gerações atrás, com menos regras e especialistas, os bebés dormiam melhor. E melhor não significa mais tempo seguido. Há uns 50 anos para cá tudo mudou, e um dia explico-vos porquê.

Contudo, não me canso de dizer: o sono do bebé não é comportamental. É o resultado do seu desenvolvimento e necessidades emocionais e de vinculação. É fluido. Altera-se com o que acontece durante o dia. Tem fases. E é com segurança que digo que ajudo muitas famílias, com resultados, respeitando as necessidades dos bebés. É possível… e a minha profissão ensinou-me que o comportamento reage sempre a uma emoção e necessidade.

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Inclusivamente, na @clinicafilipamalofranco tenho uma equipa de sete profissionais especializadas em sono pediátrico e perinatal e as queixas são SEMPRE as mesmas. Também a idade de pedido de ajuda, tende a seguir um padrão, isto porque, são momentos de grandes alterações e necessidades que se compreendem e identificam na maioria dos bebés e crianças pequenas.

Também, parece-me óbvio que se fosse sempre tão fácil aplicar planos, rotinas e se a questão dependesse da “autonomia” o sono dos bebés não estaria em problema ascendente. A verdade é que há umas gerações atrás, com menos regras e especialistas, os bebés dormiam melhor. E melhor não significa mais tempo seguido. Há uns 50 anos para cá tudo mudou, e um dia explico-vos porquê.

Contudo, não me canso de dizer: o sono do bebé não é comportamental. É o resultado do seu desenvolvimento e necessidades emocionais e de vinculação. É fluido. Altera-se com o que acontece durante o dia. Tem fases. E é com segurança que digo que ajudo muitas famílias, com resultados, respeitando as necessidades dos bebés. É possível… e a minha profissão ensinou-me que o comportamento reage sempre a uma emoção e necessidade.

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Para mim parece-me óbvio que em qualquer área do desenvolvimento, importa sempre perceber que se há um padrão que se identifica e se muitos bebés e crianças passam pelas mesmas questões e dificuldades, teremos que as compreender e não, batalhar contra elas. Contudo, sinto todos os dias que com o sono dos bebés estamos frequentemente a m campos de batalha. Perco a conta às vezes que os pais me chegam, frustrados, exaustos, até desesperados porque vivem em torno do sono dos seus filhos, cumprem rotinas e horários ao segundo, tentam que os filhos não precisem deles e que mesmo assim, os bebés não dormem como eles imaginam q deviam dormir.

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Também, parece-me óbvio que se fosse sempre tão fácil aplicar planos, rotinas e se a questão dependesse da “autonomia” o sono dos bebés não estaria em problema ascendente. A verdade é que há umas gerações atrás, com menos regras e especialistas, os bebés dormiam melhor. E melhor não significa mais tempo seguido. Há uns 50 anos para cá tudo mudou, e um dia explico-vos porquê.

Contudo, não me canso de dizer: o sono do bebé não é comportamental. É o resultado do seu desenvolvimento e necessidades emocionais e de vinculação. É fluido. Altera-se com o que acontece durante o dia. Tem fases. E é com segurança que digo que ajudo muitas famílias, com resultados, respeitando as necessidades dos bebés. É possível… e a minha profissão ensinou-me que o comportamento reage sempre a uma emoção e necessidade.

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Contudo, não me canso de dizer: o sono do bebé não é comportamental. É o resultado do seu desenvolvimento e necessidades emocionais e de vinculação. É fluido. Altera-se com o que acontece durante o dia. Tem fases. E é com segurança que digo que ajudo muitas famílias, com resultados, respeitando as necessidades dos bebés. É possível… e a minha profissão ensinou-me que o comportamento reage sempre a uma emoção e necessidade.

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Caption : “É falta de rotina” “É associação mama/sono” “É associação ao colo” “É falta de autonomia” “É dependência” É sempre “alguma coisa” mas o que é certo é que quase todos os bebés passam por estas fases, o sono raramente é linear nos primeiros 3 anos de vida e ao longo da primeira infância é esperado uma necessidade de presença, medos e outras questões que o influenciam. Para mim parece-me óbvio que em qualquer área do desenvolvimento, importa sempre perceber que se há um padrão que se identifica e se muitos bebés e crianças passam pelas mesmas questões e dificuldades, teremos que as compreender e não, batalhar contra elas. Contudo, sinto todos os dias que com o sono dos bebés estamos frequentemente a m campos de batalha. Perco a conta às vezes que os pais me chegam, frustrados, exaustos, até desesperados porque vivem em torno do sono dos seus filhos, cumprem rotinas e horários ao segundo, tentam que os filhos não precisem deles e que mesmo assim, os bebés não dormem como eles imaginam q deviam dormir. Inclusivamente, na @clinicafilipamalofranco tenho uma equipa de sete profissionais especializadas em sono pediátrico e perinatal e as queixas são SEMPRE as mesmas. Também a idade de pedido de ajuda, tende a seguir um padrão, isto porque, são momentos de grandes alterações e necessidades que se compreendem e identificam na maioria dos bebés e crianças pequenas. Também, parece-me óbvio que se fosse sempre tão fácil aplicar planos, rotinas e se a questão dependesse da “autonomia” o sono dos bebés não estaria em problema ascendente. A verdade é que há umas gerações atrás, com menos regras e especialistas, os bebés dormiam melhor. E melhor não significa mais tempo seguido. Há uns 50 anos para cá tudo mudou, e um dia explico-vos porquê. Contudo, não me canso de dizer: o sono do bebé não é comportamental. É o resultado do seu desenvolvimento e necessidades emocionais e de vinculação. É fluido. Altera-se com o que acontece durante o dia. Tem fases. E é com segurança que digo que ajudo muitas famílias, com resultados, respeitando as necessidades dos bebés. É possível… e a minha profissão ensinou-me que o comportamento reage sempre a uma emoção e necessidade.
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Filipa Maló Franco - 1.1K Likes - “É falta de rotina”
“É associação mama/sono”
“É associação ao colo”
“É falta de autonomia”
“É dependência”

É sempre “alguma coisa” mas o que é certo é que quase todos os bebés passam por estas fases, o sono raramente é linear nos primeiros 3 anos de vida e ao longo da primeira infância é esperado uma necessidade de presença, medos e outras questões que o influenciam. 

Para mim parece-me óbvio que em qualquer área do desenvolvimento, importa sempre perceber que se há um padrão que se identifica e se muitos bebés e crianças passam pelas mesmas questões e dificuldades, teremos que as compreender e não, batalhar contra elas. Contudo, sinto todos os dias que com o sono dos bebés estamos frequentemente a m campos de batalha. Perco a conta às vezes que os pais me chegam, frustrados, exaustos, até desesperados porque vivem em torno do sono dos seus filhos, cumprem rotinas e horários ao segundo, tentam que os filhos não precisem deles e que mesmo assim, os bebés não dormem como eles imaginam q deviam dormir.

Inclusivamente, na @clinicafilipamalofranco tenho uma equipa de sete profissionais especializadas em sono pediátrico e perinatal e as queixas são SEMPRE as mesmas. Também a idade de pedido de ajuda, tende a seguir um padrão, isto porque, são momentos de grandes alterações e necessidades que se compreendem e identificam na maioria dos bebés e crianças pequenas.

Também, parece-me óbvio que se fosse sempre tão fácil aplicar planos, rotinas e se a questão dependesse da “autonomia” o sono dos bebés não estaria em problema ascendente. A verdade é que há umas gerações atrás, com menos regras e especialistas, os bebés dormiam melhor. E melhor não significa mais tempo seguido. Há uns 50 anos para cá tudo mudou, e um dia explico-vos porquê.

Contudo, não me canso de dizer: o sono do bebé não é comportamental. É o resultado do seu desenvolvimento e necessidades emocionais e de vinculação. É fluido. Altera-se com o que acontece durante o dia. Tem fases. E é com segurança que digo que ajudo muitas famílias, com resultados, respeitando as necessidades dos bebés. É possível… e a minha profissão ensinou-me que o comportamento reage sempre a uma emoção e necessidade.

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Caption : “É falta de rotina” “É associação mama/sono” “É associação ao colo” “É falta de autonomia” “É dependência” É sempre “alguma coisa” mas o que é certo é que quase todos os bebés passam por estas fases, o sono raramente é linear nos primeiros 3 anos de vida e ao longo da primeira infância é esperado uma necessidade de presença, medos e outras questões que o influenciam. Para mim parece-me óbvio que em qualquer área do desenvolvimento, importa sempre perceber que se há um padrão que se identifica e se muitos bebés e crianças passam pelas mesmas questões e dificuldades, teremos que as compreender e não, batalhar contra elas. Contudo, sinto todos os dias que com o sono dos bebés estamos frequentemente a m campos de batalha. Perco a conta às vezes que os pais me chegam, frustrados, exaustos, até desesperados porque vivem em torno do sono dos seus filhos, cumprem rotinas e horários ao segundo, tentam que os filhos não precisem deles e que mesmo assim, os bebés não dormem como eles imaginam q deviam dormir. Inclusivamente, na @clinicafilipamalofranco tenho uma equipa de sete profissionais especializadas em sono pediátrico e perinatal e as queixas são SEMPRE as mesmas. Também a idade de pedido de ajuda, tende a seguir um padrão, isto porque, são momentos de grandes alterações e necessidades que se compreendem e identificam na maioria dos bebés e crianças pequenas. Também, parece-me óbvio que se fosse sempre tão fácil aplicar planos, rotinas e se a questão dependesse da “autonomia” o sono dos bebés não estaria em problema ascendente. A verdade é que há umas gerações atrás, com menos regras e especialistas, os bebés dormiam melhor. E melhor não significa mais tempo seguido. Há uns 50 anos para cá tudo mudou, e um dia explico-vos porquê. Contudo, não me canso de dizer: o sono do bebé não é comportamental. É o resultado do seu desenvolvimento e necessidades emocionais e de vinculação. É fluido. Altera-se com o que acontece durante o dia. Tem fases. E é com segurança que digo que ajudo muitas famílias, com resultados, respeitando as necessidades dos bebés. É possível… e a minha profissão ensinou-me que o comportamento reage sempre a uma emoção e necessidade.
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Filipa Maló Franco - 1K Likes - “Estão demasiado apegados a ti”

Quem é que já ouviu este “palpite” e ficou com dúvidas, se realmente seria um problema do bebé ou criança pequena?

Este é um excerto da primeira edição do COLO, um curso para pais, focado no primeiro ano do bebé.

Podem saber mais sobre a segunda edição deste curso, desta vez todo online, no link da bio.

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Caption : “Estão demasiado apegados a ti” Quem é que já ouviu este “palpite” e ficou com dúvidas, se realmente seria um problema do bebé ou criança pequena? Este é um excerto da primeira edição do COLO, um curso para pais, focado no primeiro ano do bebé. Podem saber mais sobre a segunda edição deste curso, desta vez todo online, no link da bio.
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Filipa Maló Franco - 0.9K Likes - Que dia tão bom a conversarmos sobre amor, parentalidade e educação 🤍. Porque a mudança, em prol de infâncias mais felizes, começa em nós enquanto pais.

Obrigada pelo convite @parentali_talks

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Filipa Maló Franco - 0.9K Likes - Que todos os dias, sejam dia da criança ser…

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