tudo começou em dois riachos. o chao era seco, ela irrigou. o resto é historia. ❤️
os ladrão de banco e a pedra da gávea. cangaço novo T2 vem forte no galope 🤫
🐊 clicou @maga.maju, eu de @lacostebrasil 🐊
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GIG em #renascer, zinha e joana homenageando @khrystal e @tiquinharodrigues, fazendo NA VERA a versão de “coco da mãe do mar” delas duas. conheci essa música pequena, no disco “coisa de preto”, dessa grande artista potyguara da zona norte que é khrystal. mandei pra samantha, pra rafa luperi e rafa langoni, fizemos nesse belo plano de walter carvalho. em cena: eu, samantha, camila morgado, @mathnachtergaele, @giubuscacio e grande elenco do forrobodó. o resto é história pra contar pros fi. que beleza é fazer parte da dramaturgia popular brasileira. ❤️
se plantar com amor as sementes florescem — pra colher “com a parma da mão”. pará, brasil. ❤️
se plantar com amor as sementes florescem — pra colher “com a parma da mão”. pará, brasil. ❤️
teve lançamento da 2ª edição de “inkubus” aqui no rio. era “só um bolinho” — mas, no fim, até que esgotaram-se os exemplares. festa de arromba. escrevo com/para a @escribas_oficial e @carloshdfialho desde os 16 anos, quando pedi pro meu avô fazer um empréstimo pra que eu pudesse publicar minha primeira dramaturgia. painho é foda, fez com a maior dificuldade, apostou. sempre apostou. nunca deixou de dar o de sonhar. é inacreditável o que painho sempre fez por mim. eu moleca demais “ia pagar cada centavo com a renda do merch pós-espetáculo”, já que eu me apresentava com aquela peça também, mas no-fundo-no-fundo sabia que era um problemão e eu nunca mais faria isso de novo. talvez painho perdesse essa confiança. errei na aposta, ainda bem. paguei cada centavo e a lingua, tambem. fialho apostou, barateou. deu certo, porra. deu certo! publiquei outra vez. e outra. algumas escolas adotaram esses livros, inacreditável. crianças leram, foi lindo. é lindo, tem que comemorar. as vezes odeio o que escrevo quando leio de novo. nunca quis reimprimir nada. muita insegurança. até pra escrever aqui agora. essa coisa da reprodutibilidade dataria uma pessoa que eu não era mais, poderia depor contra mim, deus me livre. na verdade isso é narciso chei de medo. inkubus foi o primeiro que quis reimprimir porque ainda fala muito com a pessoa que sou agora, e porque @dapenhaaqui é muita coisa pra mim. porque fialho estava la com @arnaldobranco. porque falar das crianças sobreviventes me move muito pra frente, e quem viveu pra contar história precisa se festejar um pouquinho todo dia. obrigada @aniellefranco por esse prefacio lindo, por apostar que poderia ler algo legal meu. obrigada @conde_mais, @estarcomunicacao e aos amigos que foram dar um xero e fortalecer o corre. pqp, deu certo, que maluquice! o corre nunca para. ❤️🔥 fotos @ilovecamerinha styling @jaiarafontes para @lacoste ⚡️⚡️⚡️
teve lançamento da 2ª edição de “inkubus” aqui no rio. era “só um bolinho” — mas, no fim, até que esgotaram-se os exemplares. festa de arromba. escrevo com/para a @escribas_oficial e @carloshdfialho desde os 16 anos, quando pedi pro meu avô fazer um empréstimo pra que eu pudesse publicar minha primeira dramaturgia. painho é foda, fez com a maior dificuldade, apostou. sempre apostou. nunca deixou de dar o de sonhar. é inacreditável o que painho sempre fez por mim. eu moleca demais “ia pagar cada centavo com a renda do merch pós-espetáculo”, já que eu me apresentava com aquela peça também, mas no-fundo-no-fundo sabia que era um problemão e eu nunca mais faria isso de novo. talvez painho perdesse essa confiança. errei na aposta, ainda bem. paguei cada centavo e a lingua, tambem. fialho apostou, barateou. deu certo, porra. deu certo! publiquei outra vez. e outra. algumas escolas adotaram esses livros, inacreditável. crianças leram, foi lindo. é lindo, tem que comemorar. as vezes odeio o que escrevo quando leio de novo. nunca quis reimprimir nada. muita insegurança. até pra escrever aqui agora. essa coisa da reprodutibilidade dataria uma pessoa que eu não era mais, poderia depor contra mim, deus me livre. na verdade isso é narciso chei de medo. inkubus foi o primeiro que quis reimprimir porque ainda fala muito com a pessoa que sou agora, e porque @dapenhaaqui é muita coisa pra mim. porque fialho estava la com @arnaldobranco. porque falar das crianças sobreviventes me move muito pra frente, e quem viveu pra contar história precisa se festejar um pouquinho todo dia. obrigada @aniellefranco por esse prefacio lindo, por apostar que poderia ler algo legal meu. obrigada @conde_mais, @estarcomunicacao e aos amigos que foram dar um xero e fortalecer o corre. pqp, deu certo, que maluquice! o corre nunca para. ❤️🔥 fotos @ilovecamerinha styling @jaiarafontes para @lacoste ⚡️⚡️⚡️
teve lançamento da 2ª edição de “inkubus” aqui no rio. era “só um bolinho” — mas, no fim, até que esgotaram-se os exemplares. festa de arromba. escrevo com/para a @escribas_oficial e @carloshdfialho desde os 16 anos, quando pedi pro meu avô fazer um empréstimo pra que eu pudesse publicar minha primeira dramaturgia. painho é foda, fez com a maior dificuldade, apostou. sempre apostou. nunca deixou de dar o de sonhar. é inacreditável o que painho sempre fez por mim. eu moleca demais “ia pagar cada centavo com a renda do merch pós-espetáculo”, já que eu me apresentava com aquela peça também, mas no-fundo-no-fundo sabia que era um problemão e eu nunca mais faria isso de novo. talvez painho perdesse essa confiança. errei na aposta, ainda bem. paguei cada centavo e a lingua, tambem. fialho apostou, barateou. deu certo, porra. deu certo! publiquei outra vez. e outra. algumas escolas adotaram esses livros, inacreditável. crianças leram, foi lindo. é lindo, tem que comemorar. as vezes odeio o que escrevo quando leio de novo. nunca quis reimprimir nada. muita insegurança. até pra escrever aqui agora. essa coisa da reprodutibilidade dataria uma pessoa que eu não era mais, poderia depor contra mim, deus me livre. na verdade isso é narciso chei de medo. inkubus foi o primeiro que quis reimprimir porque ainda fala muito com a pessoa que sou agora, e porque @dapenhaaqui é muita coisa pra mim. porque fialho estava la com @arnaldobranco. porque falar das crianças sobreviventes me move muito pra frente, e quem viveu pra contar história precisa se festejar um pouquinho todo dia. obrigada @aniellefranco por esse prefacio lindo, por apostar que poderia ler algo legal meu. obrigada @conde_mais, @estarcomunicacao e aos amigos que foram dar um xero e fortalecer o corre. pqp, deu certo, que maluquice! o corre nunca para. ❤️🔥 fotos @ilovecamerinha styling @jaiarafontes para @lacoste ⚡️⚡️⚡️
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