#tbt Eu, em casa depois de gravar como Madeleine em Pantanal. Há quase 3 anos! Tava com o cabelo (com extensões) e a maquiagem dela (incluindo bronzeamento artificial). Fiz um monte de fotos com o timer, tentando me ver. Quando prendi o cabelo, achei um pouco. Mudar para as minhas personagens é muito importante pra mim. É uma parte grande do meu trabalho. Como o corpo se apresenta, se move, o que veste, onde mora…. Camadas… Tô nesse momento, preparando tudo isso pra Aldeíde…. Animada e ansiosa… Mas sim, esse tbt também pode ser lido como biscoito! #tbt #biscoito #madeleine #pantanal
#tbt Eu, em casa depois de gravar como Madeleine em Pantanal. Há quase 3 anos! Tava com o cabelo (com extensões) e a maquiagem dela (incluindo bronzeamento artificial). Fiz um monte de fotos com o timer, tentando me ver. Quando prendi o cabelo, achei um pouco. Mudar para as minhas personagens é muito importante pra mim. É uma parte grande do meu trabalho. Como o corpo se apresenta, se move, o que veste, onde mora…. Camadas… Tô nesse momento, preparando tudo isso pra Aldeíde…. Animada e ansiosa… Mas sim, esse tbt também pode ser lido como biscoito! #tbt #biscoito #madeleine #pantanal
#tbt Eu, em casa depois de gravar como Madeleine em Pantanal. Há quase 3 anos! Tava com o cabelo (com extensões) e a maquiagem dela (incluindo bronzeamento artificial). Fiz um monte de fotos com o timer, tentando me ver. Quando prendi o cabelo, achei um pouco. Mudar para as minhas personagens é muito importante pra mim. É uma parte grande do meu trabalho. Como o corpo se apresenta, se move, o que veste, onde mora…. Camadas… Tô nesse momento, preparando tudo isso pra Aldeíde…. Animada e ansiosa… Mas sim, esse tbt também pode ser lido como biscoito! #tbt #biscoito #madeleine #pantanal
#tbt Eu, em casa depois de gravar como Madeleine em Pantanal. Há quase 3 anos! Tava com o cabelo (com extensões) e a maquiagem dela (incluindo bronzeamento artificial). Fiz um monte de fotos com o timer, tentando me ver. Quando prendi o cabelo, achei um pouco. Mudar para as minhas personagens é muito importante pra mim. É uma parte grande do meu trabalho. Como o corpo se apresenta, se move, o que veste, onde mora…. Camadas… Tô nesse momento, preparando tudo isso pra Aldeíde…. Animada e ansiosa… Mas sim, esse tbt também pode ser lido como biscoito! #tbt #biscoito #madeleine #pantanal
#tbt Eu, em casa depois de gravar como Madeleine em Pantanal. Há quase 3 anos! Tava com o cabelo (com extensões) e a maquiagem dela (incluindo bronzeamento artificial). Fiz um monte de fotos com o timer, tentando me ver. Quando prendi o cabelo, achei um pouco. Mudar para as minhas personagens é muito importante pra mim. É uma parte grande do meu trabalho. Como o corpo se apresenta, se move, o que veste, onde mora…. Camadas… Tô nesse momento, preparando tudo isso pra Aldeíde…. Animada e ansiosa… Mas sim, esse tbt também pode ser lido como biscoito! #tbt #biscoito #madeleine #pantanal
Terminaram as filmagens de Salve Rosa! Feliz, exausta e muito grata! Filme difícil e desafiador, personagem mais ainda… Mas tinha essa equipe! Tinha essa diretora @susannalira ! Firme, leve e generosa! Tinha esse elenco e tinha essa parceira maravilhosa @klarafgcastanho . Como ela mesma diz: que sorte que é a gente! Terminamos de filmar e ainda assim, isso é só o começo. Tem muito trabalho pela frente, mas ano que vem o filme estreia! Cinema… Essa mágica! Te amo! #cinema #atriz #elenco #diretora #susannalira #klaracastanho #salverosa #contraocinemapatriarcalmulheresnoaudiovisual
Terminaram as filmagens de Salve Rosa! Feliz, exausta e muito grata! Filme difícil e desafiador, personagem mais ainda… Mas tinha essa equipe! Tinha essa diretora @susannalira ! Firme, leve e generosa! Tinha esse elenco e tinha essa parceira maravilhosa @klarafgcastanho . Como ela mesma diz: que sorte que é a gente! Terminamos de filmar e ainda assim, isso é só o começo. Tem muito trabalho pela frente, mas ano que vem o filme estreia! Cinema… Essa mágica! Te amo! #cinema #atriz #elenco #diretora #susannalira #klaracastanho #salverosa #contraocinemapatriarcalmulheresnoaudiovisual
Terminaram as filmagens de Salve Rosa! Feliz, exausta e muito grata! Filme difícil e desafiador, personagem mais ainda… Mas tinha essa equipe! Tinha essa diretora @susannalira ! Firme, leve e generosa! Tinha esse elenco e tinha essa parceira maravilhosa @klarafgcastanho . Como ela mesma diz: que sorte que é a gente! Terminamos de filmar e ainda assim, isso é só o começo. Tem muito trabalho pela frente, mas ano que vem o filme estreia! Cinema… Essa mágica! Te amo! #cinema #atriz #elenco #diretora #susannalira #klaracastanho #salverosa #contraocinemapatriarcalmulheresnoaudiovisual
Terminaram as filmagens de Salve Rosa! Feliz, exausta e muito grata! Filme difícil e desafiador, personagem mais ainda… Mas tinha essa equipe! Tinha essa diretora @susannalira ! Firme, leve e generosa! Tinha esse elenco e tinha essa parceira maravilhosa @klarafgcastanho . Como ela mesma diz: que sorte que é a gente! Terminamos de filmar e ainda assim, isso é só o começo. Tem muito trabalho pela frente, mas ano que vem o filme estreia! Cinema… Essa mágica! Te amo! #cinema #atriz #elenco #diretora #susannalira #klaracastanho #salverosa #contraocinemapatriarcalmulheresnoaudiovisual
A Zoe tirou essas fotos. Eu adoro as fotos que ela faz de mim. Ela faz fotos lindas porque ela é linda! Gracias Zoe ! Te amo amiga! @zoeguglielmoni #foto #amigachique #sisterhood
A Zoe tirou essas fotos. Eu adoro as fotos que ela faz de mim. Ela faz fotos lindas porque ela é linda! Gracias Zoe ! Te amo amiga! @zoeguglielmoni #foto #amigachique #sisterhood
A Zoe tirou essas fotos. Eu adoro as fotos que ela faz de mim. Ela faz fotos lindas porque ela é linda! Gracias Zoe ! Te amo amiga! @zoeguglielmoni #foto #amigachique #sisterhood
Entrei aqui só pra postar essa foto linda que o @julinhoandrade multitalentoso, tirou. Tentei marcar todo mundo – falhei (tô no computador será que é isso?). Escrevi uma legenda fofa, mas tive que começar de novo e não salvei. Achei que era pra não postar (mística, sabe como é?), mas resolvi que ia insistir. Vai aqui então o registro, (sem marcar essa gente linda), parte do elenco de Vale Tudo. Falta um tanto de gente nessa imagem. Posamos sorridentes e felizes depois de um dia de trabalho – enorme e cheio de amor . Tá começando… O mergulho no desconhecido… O frio na barriga… Tô nessa… Toda. #valetudo #elenco #2025 #vemai #pelofimdaescala6x1pratodos #nãopossotenhoensaio
Ta fazendo um ano que esse linduco entrou nas nossas vidas! Tobias! ❤️❤️❤️❤️❤️ #cachorrosfofos #adote #viralatapuro
Ta fazendo um ano que esse linduco entrou nas nossas vidas! Tobias! ❤️❤️❤️❤️❤️ #cachorrosfofos #adote #viralatapuro
Ta fazendo um ano que esse linduco entrou nas nossas vidas! Tobias! ❤️❤️❤️❤️❤️ #cachorrosfofos #adote #viralatapuro
Ainda pensando sobre o tempo e cada vez mais intrigada com esse mistério e essa magia. Como as coisas que aconteceram num suposto passado influenciam e modificam o que acontece no suposto presente. Assim também, por conta do presente, o passado se modifica e vira memória nova. Esse final de semana eu fui a Petropolis com Francisco e Arthur, para participar da mostra audiovisual. Um festival organizado por uma equipe linda e que mobiliza principalmente jovens estudantes da cidade, interessados nesse universo. Há muito tempo não voltava na serra onde eu nasci e desta vez voltei ao lugar onde eu tive contato com um palco pela primeira vez na vida. O Quitandinha – hoje um SESC. Eu fiz balé quando bem pequena pra tentar corrigir meus chatos pés. Tinha uma escola de dança bem recomendada e foi lá que meus pais se esforçaram financeiramente pra me colocar. Essas escolas tem apresentações de fim de ano em teatros renomados, com figurinos, luz e a coisa toda… As famílias pagam por isso e também pagam os ingressos…. Minha família cumpriu o ritual todo. Minha roupinha de coelha rosa era uma graça – segundo conta minha mãe – e eu estava uma fofura de cima dos meus 3 anos de idade (ou seria 4?). A minha memoria disso é uma mistura do que eu aprendi com o que ficou registrado em alguma gaveta beeem no fundo do meu arquivo… São flashes e sensações… Eu tive medo. Não quis entrar em cena. Chorei e fiquei na coxia ate ser resgatada pela minha mãe. Decepcionada mas acolhedora (isso eu estou ficcionalizando) ela me abraçou e voltamos pra casa sem que eu tivesse me apresentado para a família que aguardava na plateia. Eu segui no balé e não tenho nenhuma lembrança de nenhuma apresentação de fim de ano em que estivesse de sapatilhas… Mais tarde, no inicio da adolescência, meu exercício era a dança aeróbica e eu voltei ao Quitandinha para uma apresentação. Desta vez num palco improvisado em algum outro espaço do gigantesco prédio. Também foi estranho. Eu cai do palco. Ninguém viu porque eu era da fileira do fundo (pouca experiência e pouco sex appeal vestindo a calcinha do “sunkini” por cima da bermuda de cotton que era moda na época). -Continua nos comentários!
Ainda pensando sobre o tempo e cada vez mais intrigada com esse mistério e essa magia. Como as coisas que aconteceram num suposto passado influenciam e modificam o que acontece no suposto presente. Assim também, por conta do presente, o passado se modifica e vira memória nova. Esse final de semana eu fui a Petropolis com Francisco e Arthur, para participar da mostra audiovisual. Um festival organizado por uma equipe linda e que mobiliza principalmente jovens estudantes da cidade, interessados nesse universo. Há muito tempo não voltava na serra onde eu nasci e desta vez voltei ao lugar onde eu tive contato com um palco pela primeira vez na vida. O Quitandinha – hoje um SESC. Eu fiz balé quando bem pequena pra tentar corrigir meus chatos pés. Tinha uma escola de dança bem recomendada e foi lá que meus pais se esforçaram financeiramente pra me colocar. Essas escolas tem apresentações de fim de ano em teatros renomados, com figurinos, luz e a coisa toda… As famílias pagam por isso e também pagam os ingressos…. Minha família cumpriu o ritual todo. Minha roupinha de coelha rosa era uma graça – segundo conta minha mãe – e eu estava uma fofura de cima dos meus 3 anos de idade (ou seria 4?). A minha memoria disso é uma mistura do que eu aprendi com o que ficou registrado em alguma gaveta beeem no fundo do meu arquivo… São flashes e sensações… Eu tive medo. Não quis entrar em cena. Chorei e fiquei na coxia ate ser resgatada pela minha mãe. Decepcionada mas acolhedora (isso eu estou ficcionalizando) ela me abraçou e voltamos pra casa sem que eu tivesse me apresentado para a família que aguardava na plateia. Eu segui no balé e não tenho nenhuma lembrança de nenhuma apresentação de fim de ano em que estivesse de sapatilhas… Mais tarde, no inicio da adolescência, meu exercício era a dança aeróbica e eu voltei ao Quitandinha para uma apresentação. Desta vez num palco improvisado em algum outro espaço do gigantesco prédio. Também foi estranho. Eu cai do palco. Ninguém viu porque eu era da fileira do fundo (pouca experiência e pouco sex appeal vestindo a calcinha do “sunkini” por cima da bermuda de cotton que era moda na época). -Continua nos comentários!
Ainda pensando sobre o tempo e cada vez mais intrigada com esse mistério e essa magia. Como as coisas que aconteceram num suposto passado influenciam e modificam o que acontece no suposto presente. Assim também, por conta do presente, o passado se modifica e vira memória nova. Esse final de semana eu fui a Petropolis com Francisco e Arthur, para participar da mostra audiovisual. Um festival organizado por uma equipe linda e que mobiliza principalmente jovens estudantes da cidade, interessados nesse universo. Há muito tempo não voltava na serra onde eu nasci e desta vez voltei ao lugar onde eu tive contato com um palco pela primeira vez na vida. O Quitandinha – hoje um SESC. Eu fiz balé quando bem pequena pra tentar corrigir meus chatos pés. Tinha uma escola de dança bem recomendada e foi lá que meus pais se esforçaram financeiramente pra me colocar. Essas escolas tem apresentações de fim de ano em teatros renomados, com figurinos, luz e a coisa toda… As famílias pagam por isso e também pagam os ingressos…. Minha família cumpriu o ritual todo. Minha roupinha de coelha rosa era uma graça – segundo conta minha mãe – e eu estava uma fofura de cima dos meus 3 anos de idade (ou seria 4?). A minha memoria disso é uma mistura do que eu aprendi com o que ficou registrado em alguma gaveta beeem no fundo do meu arquivo… São flashes e sensações… Eu tive medo. Não quis entrar em cena. Chorei e fiquei na coxia ate ser resgatada pela minha mãe. Decepcionada mas acolhedora (isso eu estou ficcionalizando) ela me abraçou e voltamos pra casa sem que eu tivesse me apresentado para a família que aguardava na plateia. Eu segui no balé e não tenho nenhuma lembrança de nenhuma apresentação de fim de ano em que estivesse de sapatilhas… Mais tarde, no inicio da adolescência, meu exercício era a dança aeróbica e eu voltei ao Quitandinha para uma apresentação. Desta vez num palco improvisado em algum outro espaço do gigantesco prédio. Também foi estranho. Eu cai do palco. Ninguém viu porque eu era da fileira do fundo (pouca experiência e pouco sex appeal vestindo a calcinha do “sunkini” por cima da bermuda de cotton que era moda na época). -Continua nos comentários!
Ainda pensando sobre o tempo e cada vez mais intrigada com esse mistério e essa magia. Como as coisas que aconteceram num suposto passado influenciam e modificam o que acontece no suposto presente. Assim também, por conta do presente, o passado se modifica e vira memória nova. Esse final de semana eu fui a Petropolis com Francisco e Arthur, para participar da mostra audiovisual. Um festival organizado por uma equipe linda e que mobiliza principalmente jovens estudantes da cidade, interessados nesse universo. Há muito tempo não voltava na serra onde eu nasci e desta vez voltei ao lugar onde eu tive contato com um palco pela primeira vez na vida. O Quitandinha – hoje um SESC. Eu fiz balé quando bem pequena pra tentar corrigir meus chatos pés. Tinha uma escola de dança bem recomendada e foi lá que meus pais se esforçaram financeiramente pra me colocar. Essas escolas tem apresentações de fim de ano em teatros renomados, com figurinos, luz e a coisa toda… As famílias pagam por isso e também pagam os ingressos…. Minha família cumpriu o ritual todo. Minha roupinha de coelha rosa era uma graça – segundo conta minha mãe – e eu estava uma fofura de cima dos meus 3 anos de idade (ou seria 4?). A minha memoria disso é uma mistura do que eu aprendi com o que ficou registrado em alguma gaveta beeem no fundo do meu arquivo… São flashes e sensações… Eu tive medo. Não quis entrar em cena. Chorei e fiquei na coxia ate ser resgatada pela minha mãe. Decepcionada mas acolhedora (isso eu estou ficcionalizando) ela me abraçou e voltamos pra casa sem que eu tivesse me apresentado para a família que aguardava na plateia. Eu segui no balé e não tenho nenhuma lembrança de nenhuma apresentação de fim de ano em que estivesse de sapatilhas… Mais tarde, no inicio da adolescência, meu exercício era a dança aeróbica e eu voltei ao Quitandinha para uma apresentação. Desta vez num palco improvisado em algum outro espaço do gigantesco prédio. Também foi estranho. Eu cai do palco. Ninguém viu porque eu era da fileira do fundo (pouca experiência e pouco sex appeal vestindo a calcinha do “sunkini” por cima da bermuda de cotton que era moda na época). -Continua nos comentários!
Ainda pensando sobre o tempo e cada vez mais intrigada com esse mistério e essa magia. Como as coisas que aconteceram num suposto passado influenciam e modificam o que acontece no suposto presente. Assim também, por conta do presente, o passado se modifica e vira memória nova. Esse final de semana eu fui a Petropolis com Francisco e Arthur, para participar da mostra audiovisual. Um festival organizado por uma equipe linda e que mobiliza principalmente jovens estudantes da cidade, interessados nesse universo. Há muito tempo não voltava na serra onde eu nasci e desta vez voltei ao lugar onde eu tive contato com um palco pela primeira vez na vida. O Quitandinha – hoje um SESC. Eu fiz balé quando bem pequena pra tentar corrigir meus chatos pés. Tinha uma escola de dança bem recomendada e foi lá que meus pais se esforçaram financeiramente pra me colocar. Essas escolas tem apresentações de fim de ano em teatros renomados, com figurinos, luz e a coisa toda… As famílias pagam por isso e também pagam os ingressos…. Minha família cumpriu o ritual todo. Minha roupinha de coelha rosa era uma graça – segundo conta minha mãe – e eu estava uma fofura de cima dos meus 3 anos de idade (ou seria 4?). A minha memoria disso é uma mistura do que eu aprendi com o que ficou registrado em alguma gaveta beeem no fundo do meu arquivo… São flashes e sensações… Eu tive medo. Não quis entrar em cena. Chorei e fiquei na coxia ate ser resgatada pela minha mãe. Decepcionada mas acolhedora (isso eu estou ficcionalizando) ela me abraçou e voltamos pra casa sem que eu tivesse me apresentado para a família que aguardava na plateia. Eu segui no balé e não tenho nenhuma lembrança de nenhuma apresentação de fim de ano em que estivesse de sapatilhas… Mais tarde, no inicio da adolescência, meu exercício era a dança aeróbica e eu voltei ao Quitandinha para uma apresentação. Desta vez num palco improvisado em algum outro espaço do gigantesco prédio. Também foi estranho. Eu cai do palco. Ninguém viu porque eu era da fileira do fundo (pouca experiência e pouco sex appeal vestindo a calcinha do “sunkini” por cima da bermuda de cotton que era moda na época). -Continua nos comentários!
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