Aniversário de 4 anos do meu melhor amigo. O Gil passou comigo por separações, mudanças de casa, viagens e cinco cores de cabelo diferentes. Tá comigo debaixo de sol e chuva, deitado no meu pé quando trabalho e no tapetinho do banheiro quando tomo banho. Bravo e doce, como eu – a genética não falha. Meu grude, meu parça.🖤
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@mariabopp, pelo amor de Deus, me conta quem é o Bilu! Quem vcs acham que é??? #QueHistóriaéEssaPorchat @gnt
Ah, a inocência das crianças… 😂 LOGO MAIS, 21h45, tem @mariabopp, @thiagopantaleao e @craquedaniel no #QueHistóriaÉEssaPorchat! Bora? #PorchatNoGNT
um post em apreciação ao meu novo corte de cabelo
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Eu preciso falar sobre essa polêmica. Quem me conhece sabe que eu sempre invisto em peças bonitas e duráveis, como as da @insiderstore, que uso há anos. Agora, tão dizendo que incentivo roupas desconfortáveis. Pelo contrário: as peças da Insider são tecnológicas, anti-odor, não amassam e parecem um abraço de vó. Antes de julgar, experimentem. Usem meu cupom MARIABOPPBF e tirem suas próprias conclusões. É isso, obrigada por estarem aqui comigo. #publi #insiderstore
Em 2004, minha bisavó faleceu dia 23 de dezembro. Em 2005, meu tio entrou em coma no fim do ano. Em 2010, meu vô faleceu no fim de novembro. O Natal foi paulatinamente se tornando uma data melancólica, que me fazia mais lembrar das ausências da nossa família pequenina do que qualquer outra coisa. Confesso que o meu irmão se vestindo de Papai Noel pra entregar os presentes pros meus primos ajudou a manter a fantasia viva por mais alguns anos. Mesmo assim, o eco de Natais um tanto tristes me fizeram não gostar dessa época do ano. Em 2020, em plena pandemia, foi o primeiro 25 de dezembro sem a minha vó – a maior entusiasta do Natal. A partir dali, não seguimos mais nenhuma tradição – parece que todas perderam o sentido com a partida dela. Jantamos hambúrguer, não distribuímos presentes e dormimos cedo. E foi uma libertação tirar a obrigação de uma alegria posada. Tirar a importância dessa data, da pompa e cerimônia, da casa cheia, da correria na cozinha e até das malditas uvas passas. Ainda bem que esse Natal acabou. Hoje ninguém está arrumado – eu escrevo esse texto com um shorts manchado e o cabelo molhado. Decidimos comer poke. É uma terça-feira como qualquer outra – Deus abençoe o que é prosaico. As partidas ainda cutucam de vez em quando, mas, olha… a vida tem chegadas triunfantes. É o primeiro Natal com a minha sobrinha aqui. Uma neném doce que me olha e sorri com dois dentes e eu me sinto mais perto de tudo que é sagrado. Esse sentimento tem me bastado – hoje ou em qualquer dia do ano.
O ano era 2021 e eu precisava enviar um vídeo como teste de elenco pra participar do novo filme da Anna Muylaert. Não tinha um texto pronto e a personagem era pequena. Elas apenas me contaram a lógica do filme (um mundo em que os papéis de gênero são invertidos: as mulheres detém o poder e os homens são ensinados a serem submissos) e eu estava livre pra fazer o que quisesse. Fiz esse roteiro e mandei. Deu certo, passei no teste e participei do filme. “O Clube das Mulheres de Negócios” estreiou no Festival de Gramado desse ano, onde ganhou o Prêmio Especial do Júri e está nos cinemas desde quinta-feira. Agradeço a onça @annamuylaert por me botar pra dentro desse time e a brilhante @tosiale, produtora de elenco que sou eternamente grata porque foi a primeiríssima pessoa que me enxergou como atriz lá em 2011, dez anos antes de eu fazer esse vídeo. E agora pergunto: quem vocês acham que foi minha inspiração pra criar esse roteiro? 😅