Conheça as sócias da Escola Afro-brasileira Maria Felipa – unidade Rio de Janeiro Bárbara Carine – é mãe, mulher negra cis, baiana, professora, pós-doutora em educação, escritora, palestrante, influenciadora, sócia-idealizadora da escola afro-brasileira Maria Felipa. Fundou a primeira escola afro-brasileira do país (1• escola do nosso país registrada no MEC como Afro-brasileira) em Salvador no ano de 2018 com a chegada de sua filha ianinha por meio de um processo de adoção. Maju Passos – é mãe, bailarina, produtora cultural, empresária, sócia-administradora da escola afro-brasileira Maria Felipa Salvador desde 2020. Investiu na escola no duro período do isolamento social em setembro de 2020, visando a não extinção da escola, que passava por problemas financeiros naquele cenário, bem como com a finalidade de encontrar na Maria Felipa um espaço educacional seguro que formasse o seu filho Ayo (uma criança socialmente branca) para ser um aliado seu, ao longo da vida. Leandra Leal – é mãe, atriz, diretora, autora, produtora, empresária e a mais nova sócia da escola afro-brasileira Maria Felipa RJ. Leandra, desde maio de 2023, tem construído conosco o sonho da unidade Rio de Janeiro. Tudo isso por acreditar na necessidade de uma educação afro referenciada e contra-colonial para a sua filha Juju e para todas as crianças do nosso país. Três mulheres unidas por um sonho de maternagem: o sonho de uma educação emancipatória para suas crianças. Venha sonhar esse sonho com a gente também. Vem aí a Escola Afro-brasileira Maria Felipa – Unidade Rio de Janeiro (primeiro ano letivo em 2025). #vemsermariafelipa Foto: @guiburgos 📸😍
Conheça as sócias da Escola Afro-brasileira Maria Felipa – unidade Rio de Janeiro Bárbara Carine – é mãe, mulher negra cis, baiana, professora, pós-doutora em educação, escritora, palestrante, influenciadora, sócia-idealizadora da escola afro-brasileira Maria Felipa. Fundou a primeira escola afro-brasileira do país (1• escola do nosso país registrada no MEC como Afro-brasileira) em Salvador no ano de 2018 com a chegada de sua filha ianinha por meio de um processo de adoção. Maju Passos – é mãe, bailarina, produtora cultural, empresária, sócia-administradora da escola afro-brasileira Maria Felipa Salvador desde 2020. Investiu na escola no duro período do isolamento social em setembro de 2020, visando a não extinção da escola, que passava por problemas financeiros naquele cenário, bem como com a finalidade de encontrar na Maria Felipa um espaço educacional seguro que formasse o seu filho Ayo (uma criança socialmente branca) para ser um aliado seu, ao longo da vida. Leandra Leal – é mãe, atriz, diretora, autora, produtora, empresária e a mais nova sócia da escola afro-brasileira Maria Felipa RJ. Leandra, desde maio de 2023, tem construído conosco o sonho da unidade Rio de Janeiro. Tudo isso por acreditar na necessidade de uma educação afro referenciada e contra-colonial para a sua filha Juju e para todas as crianças do nosso país. Três mulheres unidas por um sonho de maternagem: o sonho de uma educação emancipatória para suas crianças. Venha sonhar esse sonho com a gente também. Vem aí a Escola Afro-brasileira Maria Felipa – Unidade Rio de Janeiro (primeiro ano letivo em 2025). #vemsermariafelipa Foto: @guiburgos 📸😍
Conheça as sócias da Escola Afro-brasileira Maria Felipa – unidade Rio de Janeiro Bárbara Carine – é mãe, mulher negra cis, baiana, professora, pós-doutora em educação, escritora, palestrante, influenciadora, sócia-idealizadora da escola afro-brasileira Maria Felipa. Fundou a primeira escola afro-brasileira do país (1• escola do nosso país registrada no MEC como Afro-brasileira) em Salvador no ano de 2018 com a chegada de sua filha ianinha por meio de um processo de adoção. Maju Passos – é mãe, bailarina, produtora cultural, empresária, sócia-administradora da escola afro-brasileira Maria Felipa Salvador desde 2020. Investiu na escola no duro período do isolamento social em setembro de 2020, visando a não extinção da escola, que passava por problemas financeiros naquele cenário, bem como com a finalidade de encontrar na Maria Felipa um espaço educacional seguro que formasse o seu filho Ayo (uma criança socialmente branca) para ser um aliado seu, ao longo da vida. Leandra Leal – é mãe, atriz, diretora, autora, produtora, empresária e a mais nova sócia da escola afro-brasileira Maria Felipa RJ. Leandra, desde maio de 2023, tem construído conosco o sonho da unidade Rio de Janeiro. Tudo isso por acreditar na necessidade de uma educação afro referenciada e contra-colonial para a sua filha Juju e para todas as crianças do nosso país. Três mulheres unidas por um sonho de maternagem: o sonho de uma educação emancipatória para suas crianças. Venha sonhar esse sonho com a gente também. Vem aí a Escola Afro-brasileira Maria Felipa – Unidade Rio de Janeiro (primeiro ano letivo em 2025). #vemsermariafelipa Foto: @guiburgos 📸😍
Leandra Leal é uma mulher que gesta por muitos anos. Pelo menos, é assim que define suas duas maternidades. A mais velha, Julia, veio depois de três anos e oito meses na fila da adoção. O mais novo, um menino que nascerá em agosto, é fruto de inúmeras conversas com seu parceiro, do processo da fertilização in vitro e, agora, finalmente, da gestação. Leandra reforça que não quer romantizar a gravidez. Primeiro, porque sabe que as mulheres são alvo de cobranças e muitas sofrem até conseguirem engravidar. E segundo, porque não quer passar a impressão de que gestar é mais especial do que adotar. Para ela, a adoção sempre a preencheu profundamente. “Com a Julia, minha maternidade foi questionada várias vezes. Agora, grávida, sinto que as pessoas valorizam muito a gravidez. É claro que gerar e parir podem fazer parte, mas ser mãe é uma construção diária.” Leia a entrevista completa da nossa capa do mês das mães! Concepção visual @caatmoura Texto @beealourenco Foto @maga.maju Assistente de foto @guidodowsley_ Styling @alineswoboda Assistente de styling @larissaamoreiraa Beleza @lauraomermo Cabelo @tiarinhamello Manicure @neidenails Retouch @leofmiguel Edição @karinhueck Direção de arte @kareensayuri Direção @helenagalante
O que eu posso dizer sobre 2024? Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação. Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite. Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”. Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)
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O que eu posso dizer sobre 2024? Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação. Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite. Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”. Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)
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O que eu posso dizer sobre 2024? Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação. Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite. Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”. Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)
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