Uma virada mágica, eu chamaria. Foi especial demais. Amo cada um de vocês ❤️
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Bom dia com Make sazonal, é o que todas queremos!!! Respirando as colheitas. É época de pitayaaaaa! Quis fazer o teste, fui tomar café e voltei maquiada 😂
Lavando o rosto Nas águas sagradas da pia . Eu já tô pronta !
Olho essas fotos e passa um filme antigo, no meio de arrozal, tons neutros com essa música que a batchan cantava. Minha história de morar no Japão começa quando por volta de 1929 O Brasil recebe (dentre muitos) 2 imigrantes protagonistas da primeira fase, moradores de colônia japonesa que se apaixonaram e tiveram seus filhos em São Paulo. Cidade onde começa a história de amor dos meus pais, da minha mãe que chegou de Ilhéus e se apaixonou pelo japonês que vendia frios (protagonistas da segunda fase) mas essa parte vai ficar pra outro conto… De lá pra cá depois de um hiato de nascimentos de 2 japinhas… Por volta de 2004 a instabilidade financeira da família encontra uma saída: Os provedores trabalharem como dekassegis lá do outro lado do planeta, e assim foi… meus pais foram, trabalhavam pesado no turno da noite, não sabiam a língua, mas estavam felizes por pagarem as contas. Assim é realidade de muita gente que ainda tá lá, e os que voltaram com a cara e coragem entre as mãos. Eu não fui lá pra assistir kabuki nem visitar os templos dourados, nem se quer experimentei o sushi mais tradicional… mas foi onde vivi a experiência mais revolucionárias da minha vida. Nessa época eu só tinha tarefas de escola e um sonho… Sabendo que esse sonho me demandaria várias provações, coloquei na cabeça que o objetivo era juntar pra pagar minha vida no teatro, trabalhei em fábrica aos 16 montando peças pra cassinos e celulares, quando em passe de mágica ganho um concurso nipo-brasileiro de beleza, começo a carreira de modelo/cantora que queriam pra mim. Até surtar voltar pro Brasil com 19 anos e fazer o que eu mais gosto no mundo: arte! Prometi a terça saudosa e fui revirar os álbuns que as mães agora entregam pra gente guardar em casa. Achei tanta memória ali dentro, tava fora do corpo, e só percebi quando o folhei. Por algum motivo eu deletei muita coisa do meu HD cerebral, por vergonha, pela xenofobia que vivi na infância e mesmo lá fora, com isso a perturbação da minha identidade… Eu tentei fazer o resumo máximo com pinceladas de onde eu vim e como vim parar aqui. É valioso fazer essa retrospectiva, se deparar com quem você foi pra conquistar tudo o que tem hoje! ❤️
Olho essas fotos e passa um filme antigo, no meio de arrozal, tons neutros com essa música que a batchan cantava. Minha história de morar no Japão começa quando por volta de 1929 O Brasil recebe (dentre muitos) 2 imigrantes protagonistas da primeira fase, moradores de colônia japonesa que se apaixonaram e tiveram seus filhos em São Paulo. Cidade onde começa a história de amor dos meus pais, da minha mãe que chegou de Ilhéus e se apaixonou pelo japonês que vendia frios (protagonistas da segunda fase) mas essa parte vai ficar pra outro conto… De lá pra cá depois de um hiato de nascimentos de 2 japinhas… Por volta de 2004 a instabilidade financeira da família encontra uma saída: Os provedores trabalharem como dekassegis lá do outro lado do planeta, e assim foi… meus pais foram, trabalhavam pesado no turno da noite, não sabiam a língua, mas estavam felizes por pagarem as contas. Assim é realidade de muita gente que ainda tá lá, e os que voltaram com a cara e coragem entre as mãos. Eu não fui lá pra assistir kabuki nem visitar os templos dourados, nem se quer experimentei o sushi mais tradicional… mas foi onde vivi a experiência mais revolucionárias da minha vida. Nessa época eu só tinha tarefas de escola e um sonho… Sabendo que esse sonho me demandaria várias provações, coloquei na cabeça que o objetivo era juntar pra pagar minha vida no teatro, trabalhei em fábrica aos 16 montando peças pra cassinos e celulares, quando em passe de mágica ganho um concurso nipo-brasileiro de beleza, começo a carreira de modelo/cantora que queriam pra mim. Até surtar voltar pro Brasil com 19 anos e fazer o que eu mais gosto no mundo: arte! Prometi a terça saudosa e fui revirar os álbuns que as mães agora entregam pra gente guardar em casa. Achei tanta memória ali dentro, tava fora do corpo, e só percebi quando o folhei. Por algum motivo eu deletei muita coisa do meu HD cerebral, por vergonha, pela xenofobia que vivi na infância e mesmo lá fora, com isso a perturbação da minha identidade… Eu tentei fazer o resumo máximo com pinceladas de onde eu vim e como vim parar aqui. É valioso fazer essa retrospectiva, se deparar com quem você foi pra conquistar tudo o que tem hoje! ❤️
Olho essas fotos e passa um filme antigo, no meio de arrozal, tons neutros com essa música que a batchan cantava. Minha história de morar no Japão começa quando por volta de 1929 O Brasil recebe (dentre muitos) 2 imigrantes protagonistas da primeira fase, moradores de colônia japonesa que se apaixonaram e tiveram seus filhos em São Paulo. Cidade onde começa a história de amor dos meus pais, da minha mãe que chegou de Ilhéus e se apaixonou pelo japonês que vendia frios (protagonistas da segunda fase) mas essa parte vai ficar pra outro conto… De lá pra cá depois de um hiato de nascimentos de 2 japinhas… Por volta de 2004 a instabilidade financeira da família encontra uma saída: Os provedores trabalharem como dekassegis lá do outro lado do planeta, e assim foi… meus pais foram, trabalhavam pesado no turno da noite, não sabiam a língua, mas estavam felizes por pagarem as contas. Assim é realidade de muita gente que ainda tá lá, e os que voltaram com a cara e coragem entre as mãos. Eu não fui lá pra assistir kabuki nem visitar os templos dourados, nem se quer experimentei o sushi mais tradicional… mas foi onde vivi a experiência mais revolucionárias da minha vida. Nessa época eu só tinha tarefas de escola e um sonho… Sabendo que esse sonho me demandaria várias provações, coloquei na cabeça que o objetivo era juntar pra pagar minha vida no teatro, trabalhei em fábrica aos 16 montando peças pra cassinos e celulares, quando em passe de mágica ganho um concurso nipo-brasileiro de beleza, começo a carreira de modelo/cantora que queriam pra mim. Até surtar voltar pro Brasil com 19 anos e fazer o que eu mais gosto no mundo: arte! Prometi a terça saudosa e fui revirar os álbuns que as mães agora entregam pra gente guardar em casa. Achei tanta memória ali dentro, tava fora do corpo, e só percebi quando o folhei. Por algum motivo eu deletei muita coisa do meu HD cerebral, por vergonha, pela xenofobia que vivi na infância e mesmo lá fora, com isso a perturbação da minha identidade… Eu tentei fazer o resumo máximo com pinceladas de onde eu vim e como vim parar aqui. É valioso fazer essa retrospectiva, se deparar com quem você foi pra conquistar tudo o que tem hoje! ❤️
Olho essas fotos e passa um filme antigo, no meio de arrozal, tons neutros com essa música que a batchan cantava. Minha história de morar no Japão começa quando por volta de 1929 O Brasil recebe (dentre muitos) 2 imigrantes protagonistas da primeira fase, moradores de colônia japonesa que se apaixonaram e tiveram seus filhos em São Paulo. Cidade onde começa a história de amor dos meus pais, da minha mãe que chegou de Ilhéus e se apaixonou pelo japonês que vendia frios (protagonistas da segunda fase) mas essa parte vai ficar pra outro conto… De lá pra cá depois de um hiato de nascimentos de 2 japinhas… Por volta de 2004 a instabilidade financeira da família encontra uma saída: Os provedores trabalharem como dekassegis lá do outro lado do planeta, e assim foi… meus pais foram, trabalhavam pesado no turno da noite, não sabiam a língua, mas estavam felizes por pagarem as contas. Assim é realidade de muita gente que ainda tá lá, e os que voltaram com a cara e coragem entre as mãos. Eu não fui lá pra assistir kabuki nem visitar os templos dourados, nem se quer experimentei o sushi mais tradicional… mas foi onde vivi a experiência mais revolucionárias da minha vida. Nessa época eu só tinha tarefas de escola e um sonho… Sabendo que esse sonho me demandaria várias provações, coloquei na cabeça que o objetivo era juntar pra pagar minha vida no teatro, trabalhei em fábrica aos 16 montando peças pra cassinos e celulares, quando em passe de mágica ganho um concurso nipo-brasileiro de beleza, começo a carreira de modelo/cantora que queriam pra mim. Até surtar voltar pro Brasil com 19 anos e fazer o que eu mais gosto no mundo: arte! Prometi a terça saudosa e fui revirar os álbuns que as mães agora entregam pra gente guardar em casa. Achei tanta memória ali dentro, tava fora do corpo, e só percebi quando o folhei. Por algum motivo eu deletei muita coisa do meu HD cerebral, por vergonha, pela xenofobia que vivi na infância e mesmo lá fora, com isso a perturbação da minha identidade… Eu tentei fazer o resumo máximo com pinceladas de onde eu vim e como vim parar aqui. É valioso fazer essa retrospectiva, se deparar com quem você foi pra conquistar tudo o que tem hoje! ❤️
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Olho essas fotos e passa um filme antigo, no meio de arrozal, tons neutros com essa música que a batchan cantava. Minha história de morar no Japão começa quando por volta de 1929 O Brasil recebe (dentre muitos) 2 imigrantes protagonistas da primeira fase, moradores de colônia japonesa que se apaixonaram e tiveram seus filhos em São Paulo. Cidade onde começa a história de amor dos meus pais, da minha mãe que chegou de Ilhéus e se apaixonou pelo japonês que vendia frios (protagonistas da segunda fase) mas essa parte vai ficar pra outro conto… De lá pra cá depois de um hiato de nascimentos de 2 japinhas… Por volta de 2004 a instabilidade financeira da família encontra uma saída: Os provedores trabalharem como dekassegis lá do outro lado do planeta, e assim foi… meus pais foram, trabalhavam pesado no turno da noite, não sabiam a língua, mas estavam felizes por pagarem as contas. Assim é realidade de muita gente que ainda tá lá, e os que voltaram com a cara e coragem entre as mãos. Eu não fui lá pra assistir kabuki nem visitar os templos dourados, nem se quer experimentei o sushi mais tradicional… mas foi onde vivi a experiência mais revolucionárias da minha vida. Nessa época eu só tinha tarefas de escola e um sonho… Sabendo que esse sonho me demandaria várias provações, coloquei na cabeça que o objetivo era juntar pra pagar minha vida no teatro, trabalhei em fábrica aos 16 montando peças pra cassinos e celulares, quando em passe de mágica ganho um concurso nipo-brasileiro de beleza, começo a carreira de modelo/cantora que queriam pra mim. Até surtar voltar pro Brasil com 19 anos e fazer o que eu mais gosto no mundo: arte! Prometi a terça saudosa e fui revirar os álbuns que as mães agora entregam pra gente guardar em casa. Achei tanta memória ali dentro, tava fora do corpo, e só percebi quando o folhei. Por algum motivo eu deletei muita coisa do meu HD cerebral, por vergonha, pela xenofobia que vivi na infância e mesmo lá fora, com isso a perturbação da minha identidade… Eu tentei fazer o resumo máximo com pinceladas de onde eu vim e como vim parar aqui. É valioso fazer essa retrospectiva, se deparar com quem você foi pra conquistar tudo o que tem hoje! ❤️
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Cheguei Noronha @casaneuronha ✨
Cheguei Noronha @casaneuronha ✨
Quando você cai na sua cama e se dá conta que no final da história é você com você mesma acertando e aparando as arestas, costurando fio por fio, direcionando seu rumo pro futuro. Se você não se dá esse tempo pra recalcular sempre… Alguém tá fazendo isso por você. BOM DIA, eu amo os domingos, normalmente reflexivos. Aí também?🤍
Bom dia!! No mama reforma de hoje 😂 Vocês já perceberam que minhas reformas não são coisas de outro mundo. Basicamente limpar, lixar pra criar aderência, pintura, secagem e tacharam! Essas cadeiras estavam enferrujadas, mas são ótimas para ficar ao ar livre. Então ao invés de descarta-las resolvi repagina-las (como tudo aqui em casa) e não é que deu certo? Nos stories vou mostrar pra vocês onde vou decorar… Ps.: quem reparou no cabideiro, a cor era mais antiga e coloquei preto pra combinar com a composição da @cabanamatangi conhecer o resultado: só pra quem se hospedar lá 🙃 já no ritmo do carnaval, pois as reservam começam pra quem quer ficar no sossego ao invés da folia ❣️