A Arte do Encontro Sou composta por urgências minhas alegrias são intensas; minhas tristezas, absolutas. Entupo-me de ausências, Esvazio-me de excessos. Eu não caibo no estreito, eu só vivo nos extremos. Pouco não me serve, médio não me satisfaz, metades nunca foram meu forte Todos os grandes e pequenos momentos feitos com amor e com carinho, são pra mim recordações eternas. Palavras até me conquistam temporariamente… Mas atitudes me perdem ou me ganham para sempre. Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato. Ou toca, ou não toca. Clarice Lispector I am made of urgencies my joys are intense; my sadness, absolute. I fill myself with absences, I empty myself of excesses. I don’t fit into the narrow, I only live in extremes. The little doesn’t serve me, the middle doesn’t satisfy me, halves have never been my strong point All the big and small moments made with love and affection, are eternal memories for me. Words even win me over temporarily… But attitudes lose me or win me over forever. I suppose you understand me is not a question of intelligence but of feeling, of getting in touch. It either touches you or it doesn’t. @seeufosseeu @canalbrasil
Fernanda Torres virou samba enredo . Walter Salles nosso hino .Ainda estou aqui “ Marcelo Eunice Rubens e toda família Paiva nossa escola de samba para jamais ser esquecida . OSCAR 2025 . I’m Still Here !! PARABÉNS e a obrigada por tanto !!!!! O cinema é fluxo constante do sonho !!! @marcelorubenspaiva @waltersalles_oficial @videofilmes_produtora @mariacarlotafb @renatabra @conspiracaofilmes @daniela_thomas_ @rodrigoabreuteixeira @sonyclassics @sonypicturesbr @academicosdobaixoaugusta @renata_magalhaes
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Meu corpo é fantasia Eu , samba enredo . B. —————————————— Festa do povo brasileiro que tanto amo ! E o Carnaval este ano é do AINDA ESTOU AQUI I’M STILL HERE !!!!!!!!!!!!’ Não esqueçam de comemorar o nosso grande Cinema Nacional !!!! Domingo dia 2 é festa !!!!!!! Oscar 2025 é do Brasil e de @oficialfernandatorres
Mate-me novamente ou aceite-me como eu sou, por que eu não mudarei. M.S
a eternidade e um dia . ———————————————————————————- @bobwolfenson @bazaarbr @louisvuitton
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É triste acreditar que Cacá Diegues possa ter nos deixado. O cinema brasileiro fica órfão do seu poeta e de seu pensamento independente e orientador. Um Mestre que se encanta e se faz eterno. Nascido em Maceió, Alagoas, em 19 de maio de 1940, Cacá Diegues foi um dos grandes nomes do cinema brasileiro de todos os tempos. No início dos anos 1960, foi um dos fundadores do movimento Cinema Novo lado de Glauber Rocha, Leon Hirszman, Paulo Cesar Saraceni, Joaquim Pedro de Andrade e outros cineastas. Nos anos 1970, inaugurou um período de grande popularidade do cinema brasileiro, com seu filme “Xica da Silva”, ainda hoje um dos filmes mais cultuados desta cinematografia. No início dos anos 1980, realiza “Bye Bye Brasil”, um dos filmes brasileiros mais conhecidos e consagrados no mundo inteiro. Também ocupava a cadeira 7 da Academia Brasileira de Letras desde 2018. Seu último trabalho é o filme, ainda inédito, “Deus ainda é Brasileiro”. Pai de quatro filhos, Cacá era casado com a produtora Renata Almeida Magalhães, presidente da Academia Brasileira de Cinema. Filmografia (longas-metragens): Cinco vezes Favela (1962, episódio), Ganga Zumba (1964), A Grande Cidade (1966), Os Herdeiros (1969), Quando o Carnaval Chegar (1972), Joanna Francesa (1974), Xica da Silva (1976), Chuvas de Verão (1978), Bye Bye Brasil (1980), Quilombo (1984), Um Trem para as Estrelas (1987), Dias Melhores Virão (1989), Veja Essa Canção (1993), Tieta do Agreste (1996), Orfeu (1999), Deus é Brasileiro (2003), O Maior Amor do Mundo (2006), O Grande Circo Místico (2018), Deus Ainda é Brasileiro (inédito) @academia_brasileira_de_cinema @renatadealmeidamagalhaes
É triste acreditar que Cacá Diegues possa ter nos deixado. O cinema brasileiro fica órfão do seu poeta e de seu pensamento independente e orientador. Um Mestre que se encanta e se faz eterno. Nascido em Maceió, Alagoas, em 19 de maio de 1940, Cacá Diegues foi um dos grandes nomes do cinema brasileiro de todos os tempos. No início dos anos 1960, foi um dos fundadores do movimento Cinema Novo lado de Glauber Rocha, Leon Hirszman, Paulo Cesar Saraceni, Joaquim Pedro de Andrade e outros cineastas. Nos anos 1970, inaugurou um período de grande popularidade do cinema brasileiro, com seu filme “Xica da Silva”, ainda hoje um dos filmes mais cultuados desta cinematografia. No início dos anos 1980, realiza “Bye Bye Brasil”, um dos filmes brasileiros mais conhecidos e consagrados no mundo inteiro. Também ocupava a cadeira 7 da Academia Brasileira de Letras desde 2018. Seu último trabalho é o filme, ainda inédito, “Deus ainda é Brasileiro”. Pai de quatro filhos, Cacá era casado com a produtora Renata Almeida Magalhães, presidente da Academia Brasileira de Cinema. Filmografia (longas-metragens): Cinco vezes Favela (1962, episódio), Ganga Zumba (1964), A Grande Cidade (1966), Os Herdeiros (1969), Quando o Carnaval Chegar (1972), Joanna Francesa (1974), Xica da Silva (1976), Chuvas de Verão (1978), Bye Bye Brasil (1980), Quilombo (1984), Um Trem para as Estrelas (1987), Dias Melhores Virão (1989), Veja Essa Canção (1993), Tieta do Agreste (1996), Orfeu (1999), Deus é Brasileiro (2003), O Maior Amor do Mundo (2006), O Grande Circo Místico (2018), Deus Ainda é Brasileiro (inédito) @academia_brasileira_de_cinema @renatadealmeidamagalhaes
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Foi nessa idade que a poesia me veio buscar Não sei de onde veio Do inverno, de um rio Não sei como nem quando Não, não eram vozes Não eram palavras Nem silêncio Mas da rua fui convocado Dos galhos da noite Abruptamente entre outros Entre fogos violentos Voltando sozinho Lá estava eu sem rosto E fui tocado. Pablo Neruda
Muito Honrada de fazer parte da competição oficial de um festival que admiro tanto . É Tudo Verdade @etudoverdadeoficial me formou como documentarista ! Vi grandes películas nessa trajetória do “It’s All True “. Obrigada @amirlabaki e toda grande equipe do festival .Emocionante estrear no é tudo verdade com um filme tão pessoal sobre minha terra . Rua do pescador N6. É um retrato de uma ilha de pescadores no Rio Grande do Sul . À medida que as águas da enchente vão baixando, as memórias de muitas vidas emergem, trazendo a certeza de que, a partir de agora, nada mais será o mesmo. Uma pequena equipe de técnicos do audiovisual gaúcho, alguns dos quais também foram afetados pela tragédia e ainda estão sem um lar para retornar, saíram em busca de histórias. Em busca de memórias ‘após o fim’. Chegando à Rua dos Pescadores nº 6, encontraram uma comunidade ribeirinha fortemente impactada pelas enchentes. Esta comunidade, que busca reafirmar sua essência, seu pertencimento e amor por esta ilha, agora está coberta de areia.obrigada meus parceiros sem vcs nada seria possível @danielamazzilli @brunopolidoro_ @tajestheo @marcelo.armani @___brentt @richardftavares @tiagorezende @marizaleao @andresaddy @r_vallone @walaxy1 @contadajosy @gabidscarvalho Antonio Venâncio @germanodeoliveira @fabianremy @globonews @canalbrasil @morenafilmes @etudoverdadeoficial @caoguimaraes @lancafilmes @primeiroplanocom @pedra____ @aresjeff @eduardorosemback @cinemateca.brasileira @renatoborghettioficial
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Eu tinha sono, estava muito cansada. Vivia dormindo pelos cantos.Nunca fui um ser humano que abraçasse o sentimento das relações online. Sempre fui do toque. Do olho no olho. Da fala. Da palavra, do poema. Dos silêncios. Mas eu estava fraca, pois era um tempo onde não existiam mais humanos pelas ruas. Só em aparelhos – tudo parecia fazer parte de um filme de ficção científica. Ou melhor, futurista. Feito Barbarella. Sem corpos. Só pílulas. – Eu tenho que parar de amar!, eu tenho que parar de sentir! Eu tenho que parar!Visto minhas botas, minha calça de couro e meu sobretudo vintage – dele não abro mão. – É verão! Pois… Mas dentro de mim a temperatura é sempre invernal. Bagunço o cabelo, passo meu rímel e abro a porta. O Brooklyn fica lindo no entardecer, o sol está se pondo. Não tem ninguém nas ruas. Me lembro que estou cansada. Sigo sem rumo em direção ao metrô.Não sei para onde ir … mas caminho. Caminho… Paro num bar – Toca Dylan. Bebo um vinho (tinto). Por um segundo, sinto o verão chegar, atrás de mim. Não entendia o que ele falava. Dedilhou no ar algumas notas… como se fosse árabe… murmurou um choro. Bonito. Triste. Não me olhou. Também não me mexi. Hoje é dia de Cristo. Sempre fui católica, mas nesse verão resolvi ser ortodoxa. Ele tinha olhos fundos e uma boca carnuda. Não falava a minha língua. E ainda não me olhava. Vestia uma camiseta preta do Sex Pistols e era bem feminino. Calça justa e uma bota de couro. Hum, me lembrava alguém…”Pensei que o verão não chegasse em New York”. Mas quando me vi eu já estava deitada, nua, sobre o Sol de Manhatan. E o mel de “Honeyland” que escorria pelo colchão. Sim o mel daquele filme, sabe aquele documentário belíssimo indicado ao Oscar que se passa na Macedônia? Onde se cultiva mel nas montanhas do norte… Há muito mel, o melhor. O Macedônio me deu na boca o gosto daquelas abelhas..e ainda cantava. Fez um concerto só para mim. A voz dele era tão linda que ecoava por todo East e por todo West. Todos acordaram nas ruas. Fizeram um minuto de silêncio. Sua voz era como um canto bíblico. Escutei meu riso e meu gemido. Já tinham se passado 8 horas desde a primeira taça de vinho. (Continua abaixo …)
Todo Cambia Aquilo que é superficial muda Aquilo que é profundo muda também O modo de pensar muda Tudo muda neste mundo O clima muda com os anos O pastor muda o seu rebanho E assim como tudo muda Não é estranho que eu mude também A joia mais fina muda O seu brilho, de mão em mão O passarinho muda o seu ninho Um amante muda o que sente O andarilho muda o seu rumo Mesmo que isso lhe traga problemas E assim como tudo muda Não é estranho que eu mude também Muda, tudo muda Cambia, todo cambia Muda, tudo muda ( Mercedes Sosa)