Oh Allah, don’t let my heart get attached to what’s not mine. – 📷 @desculpes
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A capacidade de olhar profundamente é a raiz da criatividade. Ver além do comum e mundano e chegar ao que, sem ela, poderia ser invisível. – 📷 @desculpes
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A capacidade de olhar profundamente é a raiz da criatividade. Ver além do comum e mundano e chegar ao que, sem ela, poderia ser invisível. – 📷 @desculpes
A capacidade de olhar profundamente é a raiz da criatividade. Ver além do comum e mundano e chegar ao que, sem ela, poderia ser invisível. – 📷 @desculpes
A capacidade de olhar profundamente é a raiz da criatividade. Ver além do comum e mundano e chegar ao que, sem ela, poderia ser invisível. – 📷 @desculpes
menina no rio 🐟 registros do dia que fomos fazer um passeio que chamamos de “a trilha dos mosquitos” apesar de sair de lá com pelo menos 40 picadas (mesmo usando calça, manga comprida e repelente) vimos coisas bem legais, como: foto 3) Samaúma, árvore gigante que pode chegar a 60m! É conhecida pelos indígenas como árvore da vida foto 4) Árvore TOMADA por aranhas foto 8) mais uma árvore parasita, sim, fiquei obsecada foto 9) JACARÉ foto 10) árvore que cresceu com as raizes pra fora da terra
menina no rio 🐟 registros do dia que fomos fazer um passeio que chamamos de “a trilha dos mosquitos” apesar de sair de lá com pelo menos 40 picadas (mesmo usando calça, manga comprida e repelente) vimos coisas bem legais, como: foto 3) Samaúma, árvore gigante que pode chegar a 60m! É conhecida pelos indígenas como árvore da vida foto 4) Árvore TOMADA por aranhas foto 8) mais uma árvore parasita, sim, fiquei obsecada foto 9) JACARÉ foto 10) árvore que cresceu com as raizes pra fora da terra
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Pintura feita pela Kaya, que prefere pintar em corpo do que em papel. No caminho do Rio Negro, fica a aldeia dos indígenas Tatuyos, que em dias de celebração, oferecem pintura aos visitantes. Nesse cenário, acontecem muitas trocas culturais como essa. Uma interação direta e consentida em seu ambiente original! Assisti danças, nadei no rio, comi formiga e tambaqui, dormi na rede com morcego e aranha armadeira no teto da maloca, fizemos fogueira e lembramos a vida! Fazem apenas dois dias mas já sinto saudades… Conhecer estilos de vida diferentes é sempre muito fascinante pra mim!
Pintura feita pela Kaya, que prefere pintar em corpo do que em papel. No caminho do Rio Negro, fica a aldeia dos indígenas Tatuyos, que em dias de celebração, oferecem pintura aos visitantes. Nesse cenário, acontecem muitas trocas culturais como essa. Uma interação direta e consentida em seu ambiente original! Assisti danças, nadei no rio, comi formiga e tambaqui, dormi na rede com morcego e aranha armadeira no teto da maloca, fizemos fogueira e lembramos a vida! Fazem apenas dois dias mas já sinto saudades… Conhecer estilos de vida diferentes é sempre muito fascinante pra mim!
Pintura feita pela Kaya, que prefere pintar em corpo do que em papel. No caminho do Rio Negro, fica a aldeia dos indígenas Tatuyos, que em dias de celebração, oferecem pintura aos visitantes. Nesse cenário, acontecem muitas trocas culturais como essa. Uma interação direta e consentida em seu ambiente original! Assisti danças, nadei no rio, comi formiga e tambaqui, dormi na rede com morcego e aranha armadeira no teto da maloca, fizemos fogueira e lembramos a vida! Fazem apenas dois dias mas já sinto saudades… Conhecer estilos de vida diferentes é sempre muito fascinante pra mim!