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Leandra Leal Instagram - Ontem, foi o nosso dia da família, dia da chegada do meu primeiro grande amor, minha filha linda, divertida, que sabe o que quer, sensível, vaidosa, que está ficando muito grande, a irmã mais velha mais legal e carinhosa do planeta. Eu tenho tanta felicidade e gratidão pela família que comecei a construir com a chegada da Juju. 

Esse post é, também, para inspirar outras famílias que escolheram o caminho da adoção. Aqui em casa, celebramos todo ano o dia da chegada como o dia em que a nossa família nasceu, uma comemoração de todos cheia de amor. Aqui não tem bolo nem vela, mas fazemos sempre alguma coisa legal, uma experiência, um passeio, um almoço, uma sobremesa de “domingo” e principalmente declaramos o nosso amor. A vida é um milagre, encontrar, ser família e amar é a maior das bênçãos. Comemorar esse dia é reconhecer, celebrar e fortalecer o nosso encontro. 💖
Leandra Leal Instagram - Ontem, foi o nosso dia da família, dia da chegada do meu primeiro grande amor, minha filha linda, divertida, que sabe o que quer, sensível, vaidosa, que está ficando muito grande, a irmã mais velha mais legal e carinhosa do planeta. Eu tenho tanta felicidade e gratidão pela família que comecei a construir com a chegada da Juju. 

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Leandra Leal Instagram - Eu achava muito estranho quando as pessoas chamavam a Globo de casa. Afinal era um empresa, e é meio estranho romantizar viver no trabalho. Mas com o tempo esse nome casa foi fazendo sentido pra mim através das relações que eu construí nessa empresa. Eu vivi grandes amizades nesses 30 anos de Globo, por mais industrial que fosse o ritmo, a criatividade é sempre um fluxo e as relações que ali se criam são íntimas, intensas no tempo infinito e limitado de cada projeto. Encontrar alguém em cena é conhecer seu íntimo. É tão bonito esse ritmo, a cada escalação novas conexões, que depois se afastam e se reaproximam por segundos quando nos esbarramos em algum corredor. Encontros em mar aberto, como num mergulho de snorkel avistar um peixe raro. Minha profissão é feito uma colcha de retalhos, bordada por muitas mãos, mãos dadas, com esmero por cada detalhe. Cada trabalho, além de encontros, traz também aprendizado. Aprender uma coisa nova aos 17 anos, aos 30, aos 40, pode ser um sentimento, um idioma ou um instrumento. Domar os sentidos, não sentir frio num estúdio com roupa de praia, não sentir calor numa roupa do século XVII numa cidade cenográfica em Curicica no século XXI. Aprender a decorar em pouco tempo, levar uma personagem durante um ano e viver com ela as coisas mais banais e os eventos extraordinários que marcam uma novela: perder alguém, trair, ser traída, se vingar… fazer bem 40 cenas por dia. 40! Escolher as prioridades e aceitar seus limites. Acelerar o processo sem deixar de passar por cada etapa. A coisa mais valiosa que eu levo dessa casa são as pessoas, que não moram nessa casa, mas construíram a sua história. (Continua nos comentários)
Leandra Leal Instagram - Eu achava muito estranho quando as pessoas chamavam a Globo de casa. Afinal era um empresa, e é meio estranho romantizar viver no trabalho. Mas com o tempo esse nome casa foi fazendo sentido pra mim através das relações que eu construí nessa empresa. Eu vivi grandes amizades nesses 30 anos de Globo, por mais industrial que fosse o ritmo, a criatividade é sempre um fluxo e as relações que ali se criam são íntimas, intensas no tempo infinito e limitado de cada projeto. Encontrar alguém em cena é conhecer seu íntimo. É tão bonito esse ritmo, a cada escalação novas conexões, que depois se afastam e se reaproximam por segundos quando nos esbarramos em algum corredor. Encontros em mar aberto, como num mergulho de snorkel avistar um peixe raro. Minha profissão é feito uma colcha de retalhos, bordada por muitas mãos, mãos dadas, com esmero por cada detalhe. Cada trabalho, além de encontros, traz também aprendizado. Aprender uma coisa nova aos 17 anos, aos 30, aos 40, pode ser um sentimento, um idioma ou um instrumento. Domar os sentidos, não sentir frio num estúdio com roupa de praia, não sentir calor numa roupa do século XVII numa cidade cenográfica em Curicica no século XXI. Aprender a decorar em pouco tempo, levar uma personagem durante um ano e viver com ela as coisas mais banais e os eventos extraordinários que marcam uma novela: perder alguém, trair, ser traída, se vingar… fazer bem 40 cenas por dia. 40! Escolher as prioridades e aceitar seus limites. Acelerar o processo sem deixar de passar por cada etapa. A coisa mais valiosa que eu levo dessa casa são as pessoas, que não moram nessa casa, mas construíram a sua história. (Continua nos comentários)
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Leandra Leal Instagram - Ontem minha filha completou 11 anos. Essa idade transição, tão bonita e desafiadora. Entre tantas mudanças, a gente continua fazendo careta e rindo, e isso pra mim é tudo. (Olha a sequência de fotos 😜)
Desde ontem me pego pensando, lembrando e imaginando tudo o que vem aí. Ver um filho ser e começar a caminhar com saúde no mundo é a maior alegria de todas. Agradeço todos os dias, mesmo quando não é fácil, ser mãe dos meus filhos, ser porto e navegar em mar aberto, ser mão dada, trampolim, colo, ser limite e ser aconchego. Ser mãe é uma magia, um milagre, e agradeço a Ju por ter me feito mãe, por me apresentar esse amor. Esse amor maior que brilha mais que o sol.
Leandra Leal Instagram - Ontem minha filha completou 11 anos. Essa idade transição, tão bonita e desafiadora. Entre tantas mudanças, a gente continua fazendo careta e rindo, e isso pra mim é tudo. (Olha a sequência de fotos 😜)
Desde ontem me pego pensando, lembrando e imaginando tudo o que vem aí. Ver um filho ser e começar a caminhar com saúde no mundo é a maior alegria de todas. Agradeço todos os dias, mesmo quando não é fácil, ser mãe dos meus filhos, ser porto e navegar em mar aberto, ser mão dada, trampolim, colo, ser limite e ser aconchego. Ser mãe é uma magia, um milagre, e agradeço a Ju por ter me feito mãe, por me apresentar esse amor. Esse amor maior que brilha mais que o sol.
Leandra Leal Instagram - Ontem minha filha completou 11 anos. Essa idade transição, tão bonita e desafiadora. Entre tantas mudanças, a gente continua fazendo careta e rindo, e isso pra mim é tudo. (Olha a sequência de fotos 😜)
Desde ontem me pego pensando, lembrando e imaginando tudo o que vem aí. Ver um filho ser e começar a caminhar com saúde no mundo é a maior alegria de todas. Agradeço todos os dias, mesmo quando não é fácil, ser mãe dos meus filhos, ser porto e navegar em mar aberto, ser mão dada, trampolim, colo, ser limite e ser aconchego. Ser mãe é uma magia, um milagre, e agradeço a Ju por ter me feito mãe, por me apresentar esse amor. Esse amor maior que brilha mais que o sol.
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Desde ontem me pego pensando, lembrando e imaginando tudo o que vem aí. Ver um filho ser e começar a caminhar com saúde no mundo é a maior alegria de todas. Agradeço todos os dias, mesmo quando não é fácil, ser mãe dos meus filhos, ser porto e navegar em mar aberto, ser mão dada, trampolim, colo, ser limite e ser aconchego. Ser mãe é uma magia, um milagre, e agradeço a Ju por ter me feito mãe, por me apresentar esse amor. Esse amor maior que brilha mais que o sol.
Leandra Leal Instagram - Ontem minha filha completou 11 anos. Essa idade transição, tão bonita e desafiadora. Entre tantas mudanças, a gente continua fazendo careta e rindo, e isso pra mim é tudo. (Olha a sequência de fotos 😜)
Desde ontem me pego pensando, lembrando e imaginando tudo o que vem aí. Ver um filho ser e começar a caminhar com saúde no mundo é a maior alegria de todas. Agradeço todos os dias, mesmo quando não é fácil, ser mãe dos meus filhos, ser porto e navegar em mar aberto, ser mão dada, trampolim, colo, ser limite e ser aconchego. Ser mãe é uma magia, um milagre, e agradeço a Ju por ter me feito mãe, por me apresentar esse amor. Esse amor maior que brilha mais que o sol.
Leandra Leal Instagram - Ontem minha filha completou 11 anos. Essa idade transição, tão bonita e desafiadora. Entre tantas mudanças, a gente continua fazendo careta e rindo, e isso pra mim é tudo. (Olha a sequência de fotos 😜)
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Desde ontem me pego pensando, lembrando e imaginando tudo o que vem aí. Ver um filho ser e começar a caminhar com saúde no mundo é a maior alegria de todas. Agradeço todos os dias, mesmo quando não é fácil, ser mãe dos meus filhos, ser porto e navegar em mar aberto, ser mão dada, trampolim, colo, ser limite e ser aconchego. Ser mãe é uma magia, um milagre, e agradeço a Ju por ter me feito mãe, por me apresentar esse amor. Esse amor maior que brilha mais que o sol.
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Leandra Leal Instagram - Conheça as sócias da Escola Afro-brasileira Maria Felipa - unidade Rio de Janeiro 

Bárbara Carine - é mãe, mulher negra cis, baiana, professora, pós-doutora em educação, escritora, palestrante, influenciadora, sócia-idealizadora da escola afro-brasileira Maria Felipa. Fundou a primeira escola afro-brasileira do país (1• escola do nosso país registrada no MEC como Afro-brasileira) em Salvador no ano de 2018 com a chegada de sua filha ianinha por meio de um processo de adoção.

Maju Passos - é mãe, bailarina, produtora cultural, empresária, sócia-administradora da escola afro-brasileira Maria Felipa Salvador desde 2020. Investiu na escola no duro período do isolamento social em setembro de 2020, visando a não extinção da escola, que passava por problemas financeiros naquele cenário, bem como com a finalidade de encontrar na Maria Felipa um espaço educacional seguro que formasse o seu filho Ayo (uma criança socialmente branca) para ser um aliado seu, ao longo da vida.

Leandra Leal - é mãe, atriz, diretora, autora, produtora, empresária e a mais nova sócia da escola afro-brasileira Maria Felipa RJ. Leandra, desde maio de 2023, tem construído conosco o sonho da unidade Rio de Janeiro. Tudo isso por acreditar na necessidade de uma educação afro referenciada e contra-colonial para a sua filha Juju e para todas as crianças do nosso país.

Três mulheres unidas por um sonho de maternagem: o sonho de uma educação emancipatória para suas crianças. Venha sonhar esse sonho com a gente também. 

Vem aí a Escola Afro-brasileira Maria Felipa - Unidade Rio de Janeiro (primeiro ano letivo em 2025).

#vemsermariafelipa

Foto: @guiburgos 📸😍
Leandra Leal Instagram - Conheça as sócias da Escola Afro-brasileira Maria Felipa - unidade Rio de Janeiro 

Bárbara Carine - é mãe, mulher negra cis, baiana, professora, pós-doutora em educação, escritora, palestrante, influenciadora, sócia-idealizadora da escola afro-brasileira Maria Felipa. Fundou a primeira escola afro-brasileira do país (1• escola do nosso país registrada no MEC como Afro-brasileira) em Salvador no ano de 2018 com a chegada de sua filha ianinha por meio de um processo de adoção.

Maju Passos - é mãe, bailarina, produtora cultural, empresária, sócia-administradora da escola afro-brasileira Maria Felipa Salvador desde 2020. Investiu na escola no duro período do isolamento social em setembro de 2020, visando a não extinção da escola, que passava por problemas financeiros naquele cenário, bem como com a finalidade de encontrar na Maria Felipa um espaço educacional seguro que formasse o seu filho Ayo (uma criança socialmente branca) para ser um aliado seu, ao longo da vida.

Leandra Leal - é mãe, atriz, diretora, autora, produtora, empresária e a mais nova sócia da escola afro-brasileira Maria Felipa RJ. Leandra, desde maio de 2023, tem construído conosco o sonho da unidade Rio de Janeiro. Tudo isso por acreditar na necessidade de uma educação afro referenciada e contra-colonial para a sua filha Juju e para todas as crianças do nosso país.

Três mulheres unidas por um sonho de maternagem: o sonho de uma educação emancipatória para suas crianças. Venha sonhar esse sonho com a gente também. 

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Bárbara Carine - é mãe, mulher negra cis, baiana, professora, pós-doutora em educação, escritora, palestrante, influenciadora, sócia-idealizadora da escola afro-brasileira Maria Felipa. Fundou a primeira escola afro-brasileira do país (1• escola do nosso país registrada no MEC como Afro-brasileira) em Salvador no ano de 2018 com a chegada de sua filha ianinha por meio de um processo de adoção.

Maju Passos - é mãe, bailarina, produtora cultural, empresária, sócia-administradora da escola afro-brasileira Maria Felipa Salvador desde 2020. Investiu na escola no duro período do isolamento social em setembro de 2020, visando a não extinção da escola, que passava por problemas financeiros naquele cenário, bem como com a finalidade de encontrar na Maria Felipa um espaço educacional seguro que formasse o seu filho Ayo (uma criança socialmente branca) para ser um aliado seu, ao longo da vida.

Leandra Leal - é mãe, atriz, diretora, autora, produtora, empresária e a mais nova sócia da escola afro-brasileira Maria Felipa RJ. Leandra, desde maio de 2023, tem construído conosco o sonho da unidade Rio de Janeiro. Tudo isso por acreditar na necessidade de uma educação afro referenciada e contra-colonial para a sua filha Juju e para todas as crianças do nosso país.

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Foto: @guiburgos 📸😍
Leandra Leal Instagram - Pronta para o verão com @elaoglobo 

📸 @guiburgos 
💄 @brennomelo_  assist @rafadumon 

@trigocomunica
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📸 @guiburgos 
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Leandra Leal Instagram - Fechando a primeira semana de estúdio com Zila!!!! 💖
#coraçãoacelerado
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Leandra Leal Instagram - Viva @leal.angela minha mãe maravilha!
Eu agradeço a felicidade de ser sua filha, ter recebido seu exemplo de força e seu amor gigante. É uma felicidade de ter sempre perto 💖

Parabéns, mamãe 💖 que você tenha saúde, alegrias e amor, te amamos muito
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Leandra Leal Instagram - Tudo o que eu poderia escrever é pouco, o amor é infinito. 

Primeiro ano de Damião💖
Leandra Leal Instagram - Tudo o que eu poderia escrever é pouco, o amor é infinito. 

Primeiro ano de Damião💖
Leandra Leal Instagram - Tudo o que eu poderia escrever é pouco, o amor é infinito. 

Primeiro ano de Damião💖
Leandra Leal Instagram - Leandra Leal é uma mulher que gesta por muitos anos. Pelo menos, é assim que define suas duas maternidades. A mais velha, Julia, veio depois de três anos e oito meses na fila da adoção. O mais novo, um menino que nascerá em agosto, é fruto de inúmeras conversas com seu parceiro, do processo da fertilização in vitro e, agora, finalmente, da gestação. 

Leandra reforça que não quer romantizar a gravidez. Primeiro, porque sabe que as mulheres são alvo de cobranças e muitas sofrem até conseguirem engravidar. E segundo, porque não quer passar a impressão de que gestar é mais especial do que adotar. Para ela, a adoção sempre a preencheu profundamente. “Com a Julia, minha maternidade foi questionada várias vezes. Agora, grávida, sinto que as pessoas valorizam muito a gravidez. É claro que gerar e parir podem fazer parte, mas ser mãe é uma construção diária.”

Leia a entrevista completa da nossa capa do mês das mães!

Concepção visual @caatmoura
Texto @beealourenco
Foto @maga.maju
Assistente de foto @guidodowsley_
Styling @alineswoboda
Assistente de styling @larissaamoreiraa 
Beleza @lauraomermo
Cabelo @tiarinhamello
Manicure @neidenails
Retouch @leofmiguel
Edição @karinhueck
Direção de arte @kareensayuri
Direção @helenagalante
Leandra Leal Instagram - O que eu posso dizer sobre 2024?
Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação.

Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em 
meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. 

Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite.

Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”.

Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)
Leandra Leal Instagram - O que eu posso dizer sobre 2024?
Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação.

Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em 
meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. 

Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite.

Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”.

Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)
Leandra Leal Instagram - O que eu posso dizer sobre 2024?
Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação.

Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em 
meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. 

Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite.

Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”.

Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)
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Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação.

Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em 
meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. 

Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite.

Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”.

Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)
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Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação.

Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em 
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Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite.

Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”.

Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)
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Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação.

Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em 
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Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite.

Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”.

Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)
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Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação.

Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em 
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Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite.

Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”.

Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)
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Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação.

Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em 
meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. 

Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite.

Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”.

Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)
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Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação.

Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em 
meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. 

Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite.

Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”.

Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)
Leandra Leal Instagram - O que eu posso dizer sobre 2024?
Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação.

Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em 
meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. 

Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite.

Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”.

Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)
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Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação.

Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em 
meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. 

Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite.

Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”.

Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)
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Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em 
meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. 

Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite.

Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”.

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Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”.

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Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”.

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Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação.

Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em 
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Leandra Leal Instagram - SP foi uma semana em 24 horas
Foi cheio de amor
Nada a Fazer passa no cinesesc na @mostrasp nessa sexta às 15hs

Fotos lindas do @guiburgos e @julinhoandrade
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Leandra Leal Instagram - Hoje é um novo dia 2025
Entre reencontros e planos bons, as leais se divertiram bastante 💖
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Leandra Leal Instagram - Alô Glô, tô chegando pra comemorar os seus 60 anos!  Que orgulho fazer parte dessa história ✨💖

Make: @brennomelo_ 
Look: Eu mesma
Foto: @guiburgos
Leandra Leal - 245.2K Likes - Ontem, foi o nosso dia da família, dia da chegada do meu primeiro grande amor, minha filha linda, divertida, que sabe o que quer, sensível, vaidosa, que está ficando muito grande, a irmã mais velha mais legal e carinhosa do planeta. Eu tenho tanta felicidade e gratidão pela família que comecei a construir com a chegada da Juju. 

Esse post é, também, para inspirar outras famílias que escolheram o caminho da adoção. Aqui em casa, celebramos todo ano o dia da chegada como o dia em que a nossa família nasceu, uma comemoração de todos cheia de amor. Aqui não tem bolo nem vela, mas fazemos sempre alguma coisa legal, uma experiência, um passeio, um almoço, uma sobremesa de “domingo” e principalmente declaramos o nosso amor. A vida é um milagre, encontrar, ser família e amar é a maior das bênçãos. Comemorar esse dia é reconhecer, celebrar e fortalecer o nosso encontro. 💖

245.2K Likes – Leandra Leal Instagram

Caption : Ontem, foi o nosso dia da família, dia da chegada do meu primeiro grande amor, minha filha linda, divertida, que sabe o que quer, sensível, vaidosa, que está ficando muito grande, a irmã mais velha mais legal e carinhosa do planeta. Eu tenho tanta felicidade e gratidão pela família que comecei a construir com a chegada da Juju. Esse post é, também, para inspirar outras famílias que escolheram o caminho da adoção. Aqui em casa, celebramos todo ano o dia da chegada como o dia em que a nossa família nasceu, uma comemoração de todos cheia de amor. Aqui não tem bolo nem vela, mas fazemos sempre alguma coisa legal, uma experiência, um passeio, um almoço, uma sobremesa de “domingo” e principalmente declaramos o nosso amor. A vida é um milagre, encontrar, ser família e amar é a maior das bênçãos. Comemorar esse dia é reconhecer, celebrar e fortalecer o nosso encontro. 💖
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Leandra Leal - 245.2K Likes - Ontem, foi o nosso dia da família, dia da chegada do meu primeiro grande amor, minha filha linda, divertida, que sabe o que quer, sensível, vaidosa, que está ficando muito grande, a irmã mais velha mais legal e carinhosa do planeta. Eu tenho tanta felicidade e gratidão pela família que comecei a construir com a chegada da Juju. 

Esse post é, também, para inspirar outras famílias que escolheram o caminho da adoção. Aqui em casa, celebramos todo ano o dia da chegada como o dia em que a nossa família nasceu, uma comemoração de todos cheia de amor. Aqui não tem bolo nem vela, mas fazemos sempre alguma coisa legal, uma experiência, um passeio, um almoço, uma sobremesa de “domingo” e principalmente declaramos o nosso amor. A vida é um milagre, encontrar, ser família e amar é a maior das bênçãos. Comemorar esse dia é reconhecer, celebrar e fortalecer o nosso encontro. 💖

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Esse post é, também, para inspirar outras famílias que escolheram o caminho da adoção. Aqui em casa, celebramos todo ano o dia da chegada como o dia em que a nossa família nasceu, uma comemoração de todos cheia de amor. Aqui não tem bolo nem vela, mas fazemos sempre alguma coisa legal, uma experiência, um passeio, um almoço, uma sobremesa de “domingo” e principalmente declaramos o nosso amor. A vida é um milagre, encontrar, ser família e amar é a maior das bênçãos. Comemorar esse dia é reconhecer, celebrar e fortalecer o nosso encontro. 💖

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Caption : Ontem, foi o nosso dia da família, dia da chegada do meu primeiro grande amor, minha filha linda, divertida, que sabe o que quer, sensível, vaidosa, que está ficando muito grande, a irmã mais velha mais legal e carinhosa do planeta. Eu tenho tanta felicidade e gratidão pela família que comecei a construir com a chegada da Juju. Esse post é, também, para inspirar outras famílias que escolheram o caminho da adoção. Aqui em casa, celebramos todo ano o dia da chegada como o dia em que a nossa família nasceu, uma comemoração de todos cheia de amor. Aqui não tem bolo nem vela, mas fazemos sempre alguma coisa legal, uma experiência, um passeio, um almoço, uma sobremesa de “domingo” e principalmente declaramos o nosso amor. A vida é um milagre, encontrar, ser família e amar é a maior das bênçãos. Comemorar esse dia é reconhecer, celebrar e fortalecer o nosso encontro. 💖
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Leandra Leal - 245.2K Likes - Ontem, foi o nosso dia da família, dia da chegada do meu primeiro grande amor, minha filha linda, divertida, que sabe o que quer, sensível, vaidosa, que está ficando muito grande, a irmã mais velha mais legal e carinhosa do planeta. Eu tenho tanta felicidade e gratidão pela família que comecei a construir com a chegada da Juju. 

Esse post é, também, para inspirar outras famílias que escolheram o caminho da adoção. Aqui em casa, celebramos todo ano o dia da chegada como o dia em que a nossa família nasceu, uma comemoração de todos cheia de amor. Aqui não tem bolo nem vela, mas fazemos sempre alguma coisa legal, uma experiência, um passeio, um almoço, uma sobremesa de “domingo” e principalmente declaramos o nosso amor. A vida é um milagre, encontrar, ser família e amar é a maior das bênçãos. Comemorar esse dia é reconhecer, celebrar e fortalecer o nosso encontro. 💖

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Caption : Ontem, foi o nosso dia da família, dia da chegada do meu primeiro grande amor, minha filha linda, divertida, que sabe o que quer, sensível, vaidosa, que está ficando muito grande, a irmã mais velha mais legal e carinhosa do planeta. Eu tenho tanta felicidade e gratidão pela família que comecei a construir com a chegada da Juju. Esse post é, também, para inspirar outras famílias que escolheram o caminho da adoção. Aqui em casa, celebramos todo ano o dia da chegada como o dia em que a nossa família nasceu, uma comemoração de todos cheia de amor. Aqui não tem bolo nem vela, mas fazemos sempre alguma coisa legal, uma experiência, um passeio, um almoço, uma sobremesa de “domingo” e principalmente declaramos o nosso amor. A vida é um milagre, encontrar, ser família e amar é a maior das bênçãos. Comemorar esse dia é reconhecer, celebrar e fortalecer o nosso encontro. 💖
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Leandra Leal - 138.9K Likes - Eu achava muito estranho quando as pessoas chamavam a Globo de casa. Afinal era um empresa, e é meio estranho romantizar viver no trabalho. Mas com o tempo esse nome casa foi fazendo sentido pra mim através das relações que eu construí nessa empresa. Eu vivi grandes amizades nesses 30 anos de Globo, por mais industrial que fosse o ritmo, a criatividade é sempre um fluxo e as relações que ali se criam são íntimas, intensas no tempo infinito e limitado de cada projeto. Encontrar alguém em cena é conhecer seu íntimo. É tão bonito esse ritmo, a cada escalação novas conexões, que depois se afastam e se reaproximam por segundos quando nos esbarramos em algum corredor. Encontros em mar aberto, como num mergulho de snorkel avistar um peixe raro. Minha profissão é feito uma colcha de retalhos, bordada por muitas mãos, mãos dadas, com esmero por cada detalhe. Cada trabalho, além de encontros, traz também aprendizado. Aprender uma coisa nova aos 17 anos, aos 30, aos 40, pode ser um sentimento, um idioma ou um instrumento. Domar os sentidos, não sentir frio num estúdio com roupa de praia, não sentir calor numa roupa do século XVII numa cidade cenográfica em Curicica no século XXI. Aprender a decorar em pouco tempo, levar uma personagem durante um ano e viver com ela as coisas mais banais e os eventos extraordinários que marcam uma novela: perder alguém, trair, ser traída, se vingar… fazer bem 40 cenas por dia. 40! Escolher as prioridades e aceitar seus limites. Acelerar o processo sem deixar de passar por cada etapa. A coisa mais valiosa que eu levo dessa casa são as pessoas, que não moram nessa casa, mas construíram a sua história. (Continua nos comentários)

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Caption : Eu achava muito estranho quando as pessoas chamavam a Globo de casa. Afinal era um empresa, e é meio estranho romantizar viver no trabalho. Mas com o tempo esse nome casa foi fazendo sentido pra mim através das relações que eu construí nessa empresa. Eu vivi grandes amizades nesses 30 anos de Globo, por mais industrial que fosse o ritmo, a criatividade é sempre um fluxo e as relações que ali se criam são íntimas, intensas no tempo infinito e limitado de cada projeto. Encontrar alguém em cena é conhecer seu íntimo. É tão bonito esse ritmo, a cada escalação novas conexões, que depois se afastam e se reaproximam por segundos quando nos esbarramos em algum corredor. Encontros em mar aberto, como num mergulho de snorkel avistar um peixe raro. Minha profissão é feito uma colcha de retalhos, bordada por muitas mãos, mãos dadas, com esmero por cada detalhe. Cada trabalho, além de encontros, traz também aprendizado. Aprender uma coisa nova aos 17 anos, aos 30, aos 40, pode ser um sentimento, um idioma ou um instrumento. Domar os sentidos, não sentir frio num estúdio com roupa de praia, não sentir calor numa roupa do século XVII numa cidade cenográfica em Curicica no século XXI. Aprender a decorar em pouco tempo, levar uma personagem durante um ano e viver com ela as coisas mais banais e os eventos extraordinários que marcam uma novela: perder alguém, trair, ser traída, se vingar… fazer bem 40 cenas por dia. 40! Escolher as prioridades e aceitar seus limites. Acelerar o processo sem deixar de passar por cada etapa. A coisa mais valiosa que eu levo dessa casa são as pessoas, que não moram nessa casa, mas construíram a sua história. (Continua nos comentários)
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Leandra Leal - 138.9K Likes - Eu achava muito estranho quando as pessoas chamavam a Globo de casa. Afinal era um empresa, e é meio estranho romantizar viver no trabalho. Mas com o tempo esse nome casa foi fazendo sentido pra mim através das relações que eu construí nessa empresa. Eu vivi grandes amizades nesses 30 anos de Globo, por mais industrial que fosse o ritmo, a criatividade é sempre um fluxo e as relações que ali se criam são íntimas, intensas no tempo infinito e limitado de cada projeto. Encontrar alguém em cena é conhecer seu íntimo. É tão bonito esse ritmo, a cada escalação novas conexões, que depois se afastam e se reaproximam por segundos quando nos esbarramos em algum corredor. Encontros em mar aberto, como num mergulho de snorkel avistar um peixe raro. Minha profissão é feito uma colcha de retalhos, bordada por muitas mãos, mãos dadas, com esmero por cada detalhe. Cada trabalho, além de encontros, traz também aprendizado. Aprender uma coisa nova aos 17 anos, aos 30, aos 40, pode ser um sentimento, um idioma ou um instrumento. Domar os sentidos, não sentir frio num estúdio com roupa de praia, não sentir calor numa roupa do século XVII numa cidade cenográfica em Curicica no século XXI. Aprender a decorar em pouco tempo, levar uma personagem durante um ano e viver com ela as coisas mais banais e os eventos extraordinários que marcam uma novela: perder alguém, trair, ser traída, se vingar… fazer bem 40 cenas por dia. 40! Escolher as prioridades e aceitar seus limites. Acelerar o processo sem deixar de passar por cada etapa. A coisa mais valiosa que eu levo dessa casa são as pessoas, que não moram nessa casa, mas construíram a sua história. (Continua nos comentários)

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Leandra Leal - 138.9K Likes - Eu achava muito estranho quando as pessoas chamavam a Globo de casa. Afinal era um empresa, e é meio estranho romantizar viver no trabalho. Mas com o tempo esse nome casa foi fazendo sentido pra mim através das relações que eu construí nessa empresa. Eu vivi grandes amizades nesses 30 anos de Globo, por mais industrial que fosse o ritmo, a criatividade é sempre um fluxo e as relações que ali se criam são íntimas, intensas no tempo infinito e limitado de cada projeto. Encontrar alguém em cena é conhecer seu íntimo. É tão bonito esse ritmo, a cada escalação novas conexões, que depois se afastam e se reaproximam por segundos quando nos esbarramos em algum corredor. Encontros em mar aberto, como num mergulho de snorkel avistar um peixe raro. Minha profissão é feito uma colcha de retalhos, bordada por muitas mãos, mãos dadas, com esmero por cada detalhe. Cada trabalho, além de encontros, traz também aprendizado. Aprender uma coisa nova aos 17 anos, aos 30, aos 40, pode ser um sentimento, um idioma ou um instrumento. Domar os sentidos, não sentir frio num estúdio com roupa de praia, não sentir calor numa roupa do século XVII numa cidade cenográfica em Curicica no século XXI. Aprender a decorar em pouco tempo, levar uma personagem durante um ano e viver com ela as coisas mais banais e os eventos extraordinários que marcam uma novela: perder alguém, trair, ser traída, se vingar… fazer bem 40 cenas por dia. 40! Escolher as prioridades e aceitar seus limites. Acelerar o processo sem deixar de passar por cada etapa. A coisa mais valiosa que eu levo dessa casa são as pessoas, que não moram nessa casa, mas construíram a sua história. (Continua nos comentários)

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Caption : Eu achava muito estranho quando as pessoas chamavam a Globo de casa. Afinal era um empresa, e é meio estranho romantizar viver no trabalho. Mas com o tempo esse nome casa foi fazendo sentido pra mim através das relações que eu construí nessa empresa. Eu vivi grandes amizades nesses 30 anos de Globo, por mais industrial que fosse o ritmo, a criatividade é sempre um fluxo e as relações que ali se criam são íntimas, intensas no tempo infinito e limitado de cada projeto. Encontrar alguém em cena é conhecer seu íntimo. É tão bonito esse ritmo, a cada escalação novas conexões, que depois se afastam e se reaproximam por segundos quando nos esbarramos em algum corredor. Encontros em mar aberto, como num mergulho de snorkel avistar um peixe raro. Minha profissão é feito uma colcha de retalhos, bordada por muitas mãos, mãos dadas, com esmero por cada detalhe. Cada trabalho, além de encontros, traz também aprendizado. Aprender uma coisa nova aos 17 anos, aos 30, aos 40, pode ser um sentimento, um idioma ou um instrumento. Domar os sentidos, não sentir frio num estúdio com roupa de praia, não sentir calor numa roupa do século XVII numa cidade cenográfica em Curicica no século XXI. Aprender a decorar em pouco tempo, levar uma personagem durante um ano e viver com ela as coisas mais banais e os eventos extraordinários que marcam uma novela: perder alguém, trair, ser traída, se vingar… fazer bem 40 cenas por dia. 40! Escolher as prioridades e aceitar seus limites. Acelerar o processo sem deixar de passar por cada etapa. A coisa mais valiosa que eu levo dessa casa são as pessoas, que não moram nessa casa, mas construíram a sua história. (Continua nos comentários)
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Leandra Leal - 133.1K Likes - Ontem minha filha completou 11 anos. Essa idade transição, tão bonita e desafiadora. Entre tantas mudanças, a gente continua fazendo careta e rindo, e isso pra mim é tudo. (Olha a sequência de fotos 😜)
Desde ontem me pego pensando, lembrando e imaginando tudo o que vem aí. Ver um filho ser e começar a caminhar com saúde no mundo é a maior alegria de todas. Agradeço todos os dias, mesmo quando não é fácil, ser mãe dos meus filhos, ser porto e navegar em mar aberto, ser mão dada, trampolim, colo, ser limite e ser aconchego. Ser mãe é uma magia, um milagre, e agradeço a Ju por ter me feito mãe, por me apresentar esse amor. Esse amor maior que brilha mais que o sol.

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Caption : Ontem minha filha completou 11 anos. Essa idade transição, tão bonita e desafiadora. Entre tantas mudanças, a gente continua fazendo careta e rindo, e isso pra mim é tudo. (Olha a sequência de fotos 😜) Desde ontem me pego pensando, lembrando e imaginando tudo o que vem aí. Ver um filho ser e começar a caminhar com saúde no mundo é a maior alegria de todas. Agradeço todos os dias, mesmo quando não é fácil, ser mãe dos meus filhos, ser porto e navegar em mar aberto, ser mão dada, trampolim, colo, ser limite e ser aconchego. Ser mãe é uma magia, um milagre, e agradeço a Ju por ter me feito mãe, por me apresentar esse amor. Esse amor maior que brilha mais que o sol.
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Leandra Leal - 133.1K Likes - Ontem minha filha completou 11 anos. Essa idade transição, tão bonita e desafiadora. Entre tantas mudanças, a gente continua fazendo careta e rindo, e isso pra mim é tudo. (Olha a sequência de fotos 😜)
Desde ontem me pego pensando, lembrando e imaginando tudo o que vem aí. Ver um filho ser e começar a caminhar com saúde no mundo é a maior alegria de todas. Agradeço todos os dias, mesmo quando não é fácil, ser mãe dos meus filhos, ser porto e navegar em mar aberto, ser mão dada, trampolim, colo, ser limite e ser aconchego. Ser mãe é uma magia, um milagre, e agradeço a Ju por ter me feito mãe, por me apresentar esse amor. Esse amor maior que brilha mais que o sol.

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Caption : Ontem minha filha completou 11 anos. Essa idade transição, tão bonita e desafiadora. Entre tantas mudanças, a gente continua fazendo careta e rindo, e isso pra mim é tudo. (Olha a sequência de fotos 😜) Desde ontem me pego pensando, lembrando e imaginando tudo o que vem aí. Ver um filho ser e começar a caminhar com saúde no mundo é a maior alegria de todas. Agradeço todos os dias, mesmo quando não é fácil, ser mãe dos meus filhos, ser porto e navegar em mar aberto, ser mão dada, trampolim, colo, ser limite e ser aconchego. Ser mãe é uma magia, um milagre, e agradeço a Ju por ter me feito mãe, por me apresentar esse amor. Esse amor maior que brilha mais que o sol.
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Leandra Leal - 133.1K Likes - Ontem minha filha completou 11 anos. Essa idade transição, tão bonita e desafiadora. Entre tantas mudanças, a gente continua fazendo careta e rindo, e isso pra mim é tudo. (Olha a sequência de fotos 😜)
Desde ontem me pego pensando, lembrando e imaginando tudo o que vem aí. Ver um filho ser e começar a caminhar com saúde no mundo é a maior alegria de todas. Agradeço todos os dias, mesmo quando não é fácil, ser mãe dos meus filhos, ser porto e navegar em mar aberto, ser mão dada, trampolim, colo, ser limite e ser aconchego. Ser mãe é uma magia, um milagre, e agradeço a Ju por ter me feito mãe, por me apresentar esse amor. Esse amor maior que brilha mais que o sol.

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Caption : Ontem minha filha completou 11 anos. Essa idade transição, tão bonita e desafiadora. Entre tantas mudanças, a gente continua fazendo careta e rindo, e isso pra mim é tudo. (Olha a sequência de fotos 😜) Desde ontem me pego pensando, lembrando e imaginando tudo o que vem aí. Ver um filho ser e começar a caminhar com saúde no mundo é a maior alegria de todas. Agradeço todos os dias, mesmo quando não é fácil, ser mãe dos meus filhos, ser porto e navegar em mar aberto, ser mão dada, trampolim, colo, ser limite e ser aconchego. Ser mãe é uma magia, um milagre, e agradeço a Ju por ter me feito mãe, por me apresentar esse amor. Esse amor maior que brilha mais que o sol.
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Leandra Leal - 118.7K Likes - Conheça as sócias da Escola Afro-brasileira Maria Felipa - unidade Rio de Janeiro 

Bárbara Carine - é mãe, mulher negra cis, baiana, professora, pós-doutora em educação, escritora, palestrante, influenciadora, sócia-idealizadora da escola afro-brasileira Maria Felipa. Fundou a primeira escola afro-brasileira do país (1• escola do nosso país registrada no MEC como Afro-brasileira) em Salvador no ano de 2018 com a chegada de sua filha ianinha por meio de um processo de adoção.

Maju Passos - é mãe, bailarina, produtora cultural, empresária, sócia-administradora da escola afro-brasileira Maria Felipa Salvador desde 2020. Investiu na escola no duro período do isolamento social em setembro de 2020, visando a não extinção da escola, que passava por problemas financeiros naquele cenário, bem como com a finalidade de encontrar na Maria Felipa um espaço educacional seguro que formasse o seu filho Ayo (uma criança socialmente branca) para ser um aliado seu, ao longo da vida.

Leandra Leal - é mãe, atriz, diretora, autora, produtora, empresária e a mais nova sócia da escola afro-brasileira Maria Felipa RJ. Leandra, desde maio de 2023, tem construído conosco o sonho da unidade Rio de Janeiro. Tudo isso por acreditar na necessidade de uma educação afro referenciada e contra-colonial para a sua filha Juju e para todas as crianças do nosso país.

Três mulheres unidas por um sonho de maternagem: o sonho de uma educação emancipatória para suas crianças. Venha sonhar esse sonho com a gente também. 

Vem aí a Escola Afro-brasileira Maria Felipa - Unidade Rio de Janeiro (primeiro ano letivo em 2025).

#vemsermariafelipa

Foto: @guiburgos 📸😍

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Caption : Conheça as sócias da Escola Afro-brasileira Maria Felipa – unidade Rio de Janeiro Bárbara Carine – é mãe, mulher negra cis, baiana, professora, pós-doutora em educação, escritora, palestrante, influenciadora, sócia-idealizadora da escola afro-brasileira Maria Felipa. Fundou a primeira escola afro-brasileira do país (1• escola do nosso país registrada no MEC como Afro-brasileira) em Salvador no ano de 2018 com a chegada de sua filha ianinha por meio de um processo de adoção. Maju Passos – é mãe, bailarina, produtora cultural, empresária, sócia-administradora da escola afro-brasileira Maria Felipa Salvador desde 2020. Investiu na escola no duro período do isolamento social em setembro de 2020, visando a não extinção da escola, que passava por problemas financeiros naquele cenário, bem como com a finalidade de encontrar na Maria Felipa um espaço educacional seguro que formasse o seu filho Ayo (uma criança socialmente branca) para ser um aliado seu, ao longo da vida. Leandra Leal – é mãe, atriz, diretora, autora, produtora, empresária e a mais nova sócia da escola afro-brasileira Maria Felipa RJ. Leandra, desde maio de 2023, tem construído conosco o sonho da unidade Rio de Janeiro. Tudo isso por acreditar na necessidade de uma educação afro referenciada e contra-colonial para a sua filha Juju e para todas as crianças do nosso país. Três mulheres unidas por um sonho de maternagem: o sonho de uma educação emancipatória para suas crianças. Venha sonhar esse sonho com a gente também. Vem aí a Escola Afro-brasileira Maria Felipa – Unidade Rio de Janeiro (primeiro ano letivo em 2025). #vemsermariafelipa Foto: @guiburgos 📸😍
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Bárbara Carine - é mãe, mulher negra cis, baiana, professora, pós-doutora em educação, escritora, palestrante, influenciadora, sócia-idealizadora da escola afro-brasileira Maria Felipa. Fundou a primeira escola afro-brasileira do país (1• escola do nosso país registrada no MEC como Afro-brasileira) em Salvador no ano de 2018 com a chegada de sua filha ianinha por meio de um processo de adoção.

Maju Passos - é mãe, bailarina, produtora cultural, empresária, sócia-administradora da escola afro-brasileira Maria Felipa Salvador desde 2020. Investiu na escola no duro período do isolamento social em setembro de 2020, visando a não extinção da escola, que passava por problemas financeiros naquele cenário, bem como com a finalidade de encontrar na Maria Felipa um espaço educacional seguro que formasse o seu filho Ayo (uma criança socialmente branca) para ser um aliado seu, ao longo da vida.

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Maju Passos - é mãe, bailarina, produtora cultural, empresária, sócia-administradora da escola afro-brasileira Maria Felipa Salvador desde 2020. Investiu na escola no duro período do isolamento social em setembro de 2020, visando a não extinção da escola, que passava por problemas financeiros naquele cenário, bem como com a finalidade de encontrar na Maria Felipa um espaço educacional seguro que formasse o seu filho Ayo (uma criança socialmente branca) para ser um aliado seu, ao longo da vida.

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Leandra Leal - 118.4K Likes - Pronta para o verão com @elaoglobo 

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💄 @brennomelo_  assist @rafadumon 

@trigocomunica

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Leandra Leal - 99.9K Likes - Fechando a primeira semana de estúdio com Zila!!!! 💖
#coraçãoacelerado

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Leandra Leal - 60.7K Likes - Viva @leal.angela minha mãe maravilha!
Eu agradeço a felicidade de ser sua filha, ter recebido seu exemplo de força e seu amor gigante. É uma felicidade de ter sempre perto 💖

Parabéns, mamãe 💖 que você tenha saúde, alegrias e amor, te amamos muito

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Leandra Leal - 58.8K Likes - Tudo o que eu poderia escrever é pouco, o amor é infinito. 

Primeiro ano de Damião💖

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Caption : Tudo o que eu poderia escrever é pouco, o amor é infinito. Primeiro ano de Damião💖
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Leandra Leal - 58.8K Likes - Leandra Leal é uma mulher que gesta por muitos anos. Pelo menos, é assim que define suas duas maternidades. A mais velha, Julia, veio depois de três anos e oito meses na fila da adoção. O mais novo, um menino que nascerá em agosto, é fruto de inúmeras conversas com seu parceiro, do processo da fertilização in vitro e, agora, finalmente, da gestação. 

Leandra reforça que não quer romantizar a gravidez. Primeiro, porque sabe que as mulheres são alvo de cobranças e muitas sofrem até conseguirem engravidar. E segundo, porque não quer passar a impressão de que gestar é mais especial do que adotar. Para ela, a adoção sempre a preencheu profundamente. “Com a Julia, minha maternidade foi questionada várias vezes. Agora, grávida, sinto que as pessoas valorizam muito a gravidez. É claro que gerar e parir podem fazer parte, mas ser mãe é uma construção diária.”

Leia a entrevista completa da nossa capa do mês das mães!

Concepção visual @caatmoura
Texto @beealourenco
Foto @maga.maju
Assistente de foto @guidodowsley_
Styling @alineswoboda
Assistente de styling @larissaamoreiraa 
Beleza @lauraomermo
Cabelo @tiarinhamello
Manicure @neidenails
Retouch @leofmiguel
Edição @karinhueck
Direção de arte @kareensayuri
Direção @helenagalante

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Caption : Leandra Leal é uma mulher que gesta por muitos anos. Pelo menos, é assim que define suas duas maternidades. A mais velha, Julia, veio depois de três anos e oito meses na fila da adoção. O mais novo, um menino que nascerá em agosto, é fruto de inúmeras conversas com seu parceiro, do processo da fertilização in vitro e, agora, finalmente, da gestação. Leandra reforça que não quer romantizar a gravidez. Primeiro, porque sabe que as mulheres são alvo de cobranças e muitas sofrem até conseguirem engravidar. E segundo, porque não quer passar a impressão de que gestar é mais especial do que adotar. Para ela, a adoção sempre a preencheu profundamente. “Com a Julia, minha maternidade foi questionada várias vezes. Agora, grávida, sinto que as pessoas valorizam muito a gravidez. É claro que gerar e parir podem fazer parte, mas ser mãe é uma construção diária.” Leia a entrevista completa da nossa capa do mês das mães! Concepção visual @caatmoura Texto @beealourenco Foto @maga.maju Assistente de foto @guidodowsley_ Styling @alineswoboda Assistente de styling @larissaamoreiraa Beleza @lauraomermo Cabelo @tiarinhamello Manicure @neidenails Retouch @leofmiguel Edição @karinhueck Direção de arte @kareensayuri Direção @helenagalante
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Leandra Leal - 56K Likes - O que eu posso dizer sobre 2024?
Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação.

Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em 
meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. 

Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite.

Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”.

Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)

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Caption : O que eu posso dizer sobre 2024? Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação. Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite. Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”. Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)
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Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação.

Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em 
meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. 

Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite.

Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”.

Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)

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Caption : O que eu posso dizer sobre 2024? Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação. Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite. Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”. Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)
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Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação.

Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em 
meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. 

Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite.

Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”.

Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)

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Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação.

Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em 
meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. 

Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite.

Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”.

Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)

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Caption : O que eu posso dizer sobre 2024? Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação. Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite. Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”. Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)
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Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação.

Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em 
meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. 

Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite.

Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”.

Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)

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Caption : O que eu posso dizer sobre 2024? Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação. Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite. Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”. Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)
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Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação.

Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em 
meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. 

Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite.

Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”.

Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)

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Caption : O que eu posso dizer sobre 2024? Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação. Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite. Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”. Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)
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Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação.

Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em 
meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. 

Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite.

Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”.

Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)

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Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em 
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Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite.

Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”.

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Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em 
meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. 

Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite.

Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”.

Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)

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Caption : O que eu posso dizer sobre 2024? Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação. Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite. Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”. Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)
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Leandra Leal - 56K Likes - O que eu posso dizer sobre 2024?
Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação.

Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em 
meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. 

Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite.

Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”.

Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)

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Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação.

Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em 
meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. 

Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite.

Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”.

Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)

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Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação.

Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em 
meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. 

Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite.

Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”.

Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)

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Caption : O que eu posso dizer sobre 2024? Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação. Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite. Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”. Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)
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Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação.

Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em 
meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. 

Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite.

Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”.

Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)

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Caption : O que eu posso dizer sobre 2024? Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação. Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite. Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”. Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)
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Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação.

Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em 
meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. 

Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite.

Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”.

Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)

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Caption : O que eu posso dizer sobre 2024? Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação. Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite. Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”. Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)
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Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação.

Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em 
meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. 

Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite.

Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”.

Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)

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Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em 
meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. 

Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite.

Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”.

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Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em 
meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. 

Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite.

Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”.

Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)

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Leandra Leal - 56K Likes - O que eu posso dizer sobre 2024?
Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação.

Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em 
meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. 

Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite.

Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”.

Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)

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Caption : O que eu posso dizer sobre 2024? Que é o contrário de 42, a idade que tenho hoje…. Mas falando sério, eu já sabia que 2024 seria importante para além das coincidências numéricas, que seria um ano além da minha imaginação. Comecei 2024 grávida do meu segundo filho e termino o ano com Damião em meus braços. Meu filho é gente boa, comunicativo, esperto e muito fofinho. Ele reorganizou a família. Damião tem a melhor irmã do mundo: protetora, gosta de brincar no tapetinho, acalma fazendo carinho na testa mas é verdadeira a ponto de reconhecer que sente ciúmes da mãe. Ela até fez um poema para o irmão, o seu melhor amigo. Damião tem um pai amoroso, legal e super presente. Esse núcleo familiar foi o ponto alto de 2024. Quando eu falar sobre esse ano, vou lembrar da chegada do Damião ao meu peito, quente e molhado, e de achar ele muito parecido comigo. Vou lembrar da minha filha e da minha mãe conhecendo o Damião no hospital. De eu e Gui saindo da maternidade com nosso bebê, e do Gui me abraçando quando tive calafrios na descida do leite. Vou lembrar do chá de bênção com as minhas amigas, mulheres que me ensinaram tanto. Vou lembrar da Juju em Nyc. Da minha sogra chegando com muitas malas e disposta a ficar o tempo necessário. Vou lembrar do Gui dando banho de chuveiro em Damião e do medo incontrolável que senti. Vou lembrar de entrar na sala escura da Yayoi Kusama em Inhotim e da Juju dizendo: “Isso é mágico”. Por fim, quando achei que o ano já estava dominado e seria só sobre isso, vou lembrar da Alice abanando o rabo ao me ver antes de partir, da Emília pedindo colo, bem magrinha. Vou lembrar da minha mãe acordando da sedação no hospital quando perguntei: “Você não quer ver a Juju e o Damião crescerem?”… (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)
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Leandra Leal - 43.3K Likes - SP foi uma semana em 24 horas
Foi cheio de amor
Nada a Fazer passa no cinesesc na @mostrasp nessa sexta às 15hs

Fotos lindas do @guiburgos e @julinhoandrade

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Leandra Leal - 41.7K Likes - Hoje é um novo dia 2025
Entre reencontros e planos bons, as leais se divertiram bastante 💖

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Leandra Leal - 38.7K Likes - Alô Glô, tô chegando pra comemorar os seus 60 anos!  Que orgulho fazer parte dessa história ✨💖

Make: @brennomelo_ 
Look: Eu mesma
Foto: @guiburgos

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