Que nada nos defina. Que nada nos sujeite. Que a liberdade seja a nossa própria substância. Beauvoir @forcastudio @bobwolfenson @adrianelisboa
Life at the moment. Scene without rehearsal. Body without measure. Head without reflection. I don’t know what role I play. I just know that it is mine, unchanging. What the play is about I must guess already on the scene. Unprepared for the honor of living, I can barely keep up the pace the piece imposes. Improvisation even though improvisation is repugnant. I stumble at every step in the ignorance of things. Wislawa.
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#Repost @lara.espiritosanto ・・・ Help them get there. @gazafreedomflotilla @thiagoavilabrasil @gretathunberg @rimamobarak @yaseminacr_2 @omarfaiad @suayb_ordu Link to track the Madleen freedomflotilla.org/ffc-tracker #madleen #freedomflotilla #breakthesiege compartilhando @padilhando @govbr @lulaoficial
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A atriz e diretora Bárbara Paz (@barbararaquelpaz) fará performances gratuitas neste sábado (14), como parte da exposição “Auto-acusação”, em cartaz no Studio OM.art (@_om.art_), no Jardim Botânico, até domingo (15). Primeira individual assinada pela artista, a mostra reúne obras construídas a partir da memória de um acidente de carro sofrido por ela aos 17 anos. Em fotografias, vídeos e instalações, a atriz faz referência aos cacos de vidro, ao ponto de sutura que a costurou, e aos cabelos e à maquiagem que usou para esconder suas cicatrizes, em uma reflexão sobre como episódios traumáticos podem provocar o surgimento de novos “eus” em uma mesma pessoa. Na performance, que acontece na tarde de sábado (às 16h, às 17h e às 18h), Bárbara pisa e mergulha os pés em cacos de vidro ao som da cantora lírica Ana Paula Britto. Esta é a segunda temporada no Rio, após passagens também por São Paulo e Lisboa. O título da exposição remete à peça homônima do dramaturgo austríaco Peter Handke, parte da coletânea “As Peças Faladas”, referenciada nas obras. 🖼️ Exposição “Auto-acusação”, de Bárbara Paz 📍 Studio OM.art. Rua Jardim Botânico 997, Jardim Botânico. 🗓️ Ter a sex, das 11h às 18h; sáb, das 12h às 20h; dom, das 10h às 18h. Até domingo (15). 🎭 Performances aos sábados, às 16h, 17h e 18h. 💲 Grátis. 💻📱 Confira todas as mostras em cartaz na aba “Exposições” do site do Rio Show. LINK NA BIO E NOS DESTAQUES. 📸 Divulgação/Bárbara Paz
RIO DE JANEIRO ! Penúltimo sábado !!! Exposição ‘Auto-acusação’ no @_om.art_ no Jardim botânico Performance – Sábado dia 7 de junho 16h 17h 18h “Há a Bárbara em carne-viva aqui. Sem a fantasia da máscara e com a verdade de suas cicatrizes. Impressas no corpo. Impressas no acontecer. Em cada uma das obras, o medo de ser a Barbara é movente. Enquanto transmuta, suas memórias se ativam. De outros mundos, com outras criaturas. Enquanto ela sangra, suas memórias se prolongam. Enquanto ela rasga, escorre pó de vidro por sua corrente sanguínea .”(Cassiana Der Haroutiounian)
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Hoje AUTO-ACUSAÇÃO!!! Exposição na @_om.art_ —————————————————-Eu aprendi a ter meu corpo sob meu controle. Eu aprendi a me dominar.Eu aprendi meu ofício de homem. Eu aprendi. Andar sobre duas pernas, como um homem. Andar sobre as duas mãos, como um homem. Parar, como um homem. Ficar ereto como um homem. Me inclinar como um homem. Rastejar sob o meu ventre, como um homem. Fingir de morto, como um homem. Segurar minha respiração como um homem. Me mata, como um homem. Cuspir, como um homem. Acenar como um homem. Dizer não, como um homem. Fazer gestos como um homem. Executar as ordens, como um homem. Questionar, como um homem. Responder as perguntas, como um homem. Imitar, como um homem. Seguir o bando, como um homem. . Fazer não importa o que, como um homem. Renegar, como um homem. Destruir, como um homem. Eu vivi num tempo. Eu pensei no começo e no fim. Eu pensei em mim. Eu pensei nos outros. Eu aprendi a não mais confundir eu e você. Eu me tornei a minha própria história. Eu pude mostrar minha história e eu pude dissimular minha história. (PETER HANDKE ) AUTO-ACUSAÇÃO @_om.art_ HOJE ! Perfomance comigo e Ana Paula Britto -15h/ 16/ 17h /18h co Venham!!! Rua Jardim Botanico 997 ( ao lado da @casacamolese )
HOJE!!! sábado 14 de junho Ultimo dia da Performance Auto-acusação na @_om.art_ no Rio de Janeiro 16h 17h 18h Rua Jardim Botânico 997 , @_om.art_ —————————————— O artista é o criador de coisas belas. O objectivo da arte é revelar a arte e ocultar o artista. O crítico é aquele que sabe traduzir de outro modo ou para um novo material a sua impressão das coisas belas. A mais elevada, tal como a mais rasteira, forma de crítica é um modo de autobiografia. Os que encontram significações torpes nas coisas belas são corruptos sem sedução, o que é um defeito. Os que encontram significações belas nas coisas belas são os cultos, para esses há esperança. Eleitos são aqueles para quem as coisas belas apenas significam Beleza. Um livro moral ou imoral é coisa que não existe. Os livros são bem escritos, ou mal escritos. E é tudo. A aversão do século XIX pelo Realismo é a fúria de Caliban ao ver a sua cara ao espelho. A aversão do século XIX pelo Romantismo é a queixa de Caliban por não ver a sua cara ao espelho. A vida moral do homem faz parte dos temas tratados pelo artista, mas a moralidade da arte consiste no uso perfeito de um meio imperfeito. Nenhum artista quer demonstrar coisa alguma. Até as verdades podem ser demonstradas. Nenhum artista tem simpatias éticas. Uma simpatia ética num artista é um maneirismo de estilo imperdoável. Um artista nunca é mórbido. O artista pode exprimir tudo. Sob o ponto de vista da forma, a arte do músico é o modelo de todas as artes. Sob o ponto de vista do sentimento, é a profissão de actor o modelo. Toda a arte é, ao mesmo tempo, superfície e símbolo. Os que penetram para além da superfície, fazem-no a expensas suas. Os que lêem o símbolo, fazem-no a expensas suas. O que a arte realmente espelha é o espectador, não a vida. A diversidade de opiniões sobre uma obra de arte revela que a obra é nova, complexa e vital. Quando os críticos divergem, o artista está em consonância consigo mesmo. Podemos perdoar a um homem que faça alguma coisa útil, contanto que a não admire. A única justificação para uma coisa inútil é que ela seja profundamente admirada. Toda a arte é completamente inútil. Dorian Gray