O Ceará sempre foi parte de mim, a terra da minha mãe. Recebi essa homenagem como filha de uma cearense que me transmitiu, mesmo à distância, o orgulho de pertencer a essa terra, sangue que corria nas minhas veias, raiz que carreguei no coração, nas memórias de família, nas conversas e nos gestos que me formaram. Toda a potência dessas mulheres que se misturavam com os espaços que ocupavam e que sempre sonharam além. Fui feita de todas elas. Fui dessa terra e, para ela, sempre que retornava, transbordava de emoção. Foi muito emocionante ter estado lá, ter recebido a homenagem do 35º Cine Ceará e levado um troféu que carregava o nome de Eusélio Oliveira. O cinema brasileiro, para nossa sorte, sempre foi uma fênix. Ele renasce sempre mais potente e sempre com a cara do Brasil. O cinema é uma arte coletiva. Estar em um set me faz sentir viva e em comunhão com o que acredito. É onde meu ofício ganha sentido e onde a magia acontece. Essa homenagem também é um lembrete de que minha história com o cinema ainda está em construção. Sigo curiosa, com olhos e ouvidos atentos aos conselhos de quem veio antes de mim, e sempre aberta para trocar e aprender com meus colegas. Como disse Liv Ullmann no livro Mutações: “existe dentro de mim uma menina que se recusa a morrer”. Eu diria que entusiasmo é a palavra. Eu conservo essa chama acesa em mim. O frio na barriga é meu eterno companheiro. E, como disse sabiamente nossa grande dama Fernanda Montenegro, “sem isso, não tem vida”. Essa jomenagem é um presente e também um impulso para seguir adiante, para aprender, trocar e continuar transformando a minha arte e a mim mesma através dela. Eu sempre gostei de estudar, de buscar a origem, a originalidade. E encontrei essas frases do Patativa do Assaré: E vejo qui os teus mistéro Ninguém sabe decifrá A tua beleza é tanta, Qui o poeta canta, canta, E inda fica o qui cantá Cantamos todos. Muito obrigada, Cine Ceará, por ter me acolhido como filha e como atriz.
O Ceará sempre foi parte de mim, a terra da minha mãe. Recebi essa homenagem como filha de uma cearense que me transmitiu, mesmo à distância, o orgulho de pertencer a essa terra, sangue que corria nas minhas veias, raiz que carreguei no coração, nas memórias de família, nas conversas e nos gestos que me formaram. Toda a potência dessas mulheres que se misturavam com os espaços que ocupavam e que sempre sonharam além. Fui feita de todas elas. Fui dessa terra e, para ela, sempre que retornava, transbordava de emoção. Foi muito emocionante ter estado lá, ter recebido a homenagem do 35º Cine Ceará e levado um troféu que carregava o nome de Eusélio Oliveira. O cinema brasileiro, para nossa sorte, sempre foi uma fênix. Ele renasce sempre mais potente e sempre com a cara do Brasil. O cinema é uma arte coletiva. Estar em um set me faz sentir viva e em comunhão com o que acredito. É onde meu ofício ganha sentido e onde a magia acontece. Essa homenagem também é um lembrete de que minha história com o cinema ainda está em construção. Sigo curiosa, com olhos e ouvidos atentos aos conselhos de quem veio antes de mim, e sempre aberta para trocar e aprender com meus colegas. Como disse Liv Ullmann no livro Mutações: “existe dentro de mim uma menina que se recusa a morrer”. Eu diria que entusiasmo é a palavra. Eu conservo essa chama acesa em mim. O frio na barriga é meu eterno companheiro. E, como disse sabiamente nossa grande dama Fernanda Montenegro, “sem isso, não tem vida”. Essa jomenagem é um presente e também um impulso para seguir adiante, para aprender, trocar e continuar transformando a minha arte e a mim mesma através dela. Eu sempre gostei de estudar, de buscar a origem, a originalidade. E encontrei essas frases do Patativa do Assaré: E vejo qui os teus mistéro Ninguém sabe decifrá A tua beleza é tanta, Qui o poeta canta, canta, E inda fica o qui cantá Cantamos todos. Muito obrigada, Cine Ceará, por ter me acolhido como filha e como atriz.
O Ceará sempre foi parte de mim, a terra da minha mãe. Recebi essa homenagem como filha de uma cearense que me transmitiu, mesmo à distância, o orgulho de pertencer a essa terra, sangue que corria nas minhas veias, raiz que carreguei no coração, nas memórias de família, nas conversas e nos gestos que me formaram. Toda a potência dessas mulheres que se misturavam com os espaços que ocupavam e que sempre sonharam além. Fui feita de todas elas. Fui dessa terra e, para ela, sempre que retornava, transbordava de emoção. Foi muito emocionante ter estado lá, ter recebido a homenagem do 35º Cine Ceará e levado um troféu que carregava o nome de Eusélio Oliveira. O cinema brasileiro, para nossa sorte, sempre foi uma fênix. Ele renasce sempre mais potente e sempre com a cara do Brasil. O cinema é uma arte coletiva. Estar em um set me faz sentir viva e em comunhão com o que acredito. É onde meu ofício ganha sentido e onde a magia acontece. Essa homenagem também é um lembrete de que minha história com o cinema ainda está em construção. Sigo curiosa, com olhos e ouvidos atentos aos conselhos de quem veio antes de mim, e sempre aberta para trocar e aprender com meus colegas. Como disse Liv Ullmann no livro Mutações: “existe dentro de mim uma menina que se recusa a morrer”. Eu diria que entusiasmo é a palavra. Eu conservo essa chama acesa em mim. O frio na barriga é meu eterno companheiro. E, como disse sabiamente nossa grande dama Fernanda Montenegro, “sem isso, não tem vida”. Essa jomenagem é um presente e também um impulso para seguir adiante, para aprender, trocar e continuar transformando a minha arte e a mim mesma através dela. Eu sempre gostei de estudar, de buscar a origem, a originalidade. E encontrei essas frases do Patativa do Assaré: E vejo qui os teus mistéro Ninguém sabe decifrá A tua beleza é tanta, Qui o poeta canta, canta, E inda fica o qui cantá Cantamos todos. Muito obrigada, Cine Ceará, por ter me acolhido como filha e como atriz.
O Ceará sempre foi parte de mim, a terra da minha mãe. Recebi essa homenagem como filha de uma cearense que me transmitiu, mesmo à distância, o orgulho de pertencer a essa terra, sangue que corria nas minhas veias, raiz que carreguei no coração, nas memórias de família, nas conversas e nos gestos que me formaram. Toda a potência dessas mulheres que se misturavam com os espaços que ocupavam e que sempre sonharam além. Fui feita de todas elas. Fui dessa terra e, para ela, sempre que retornava, transbordava de emoção. Foi muito emocionante ter estado lá, ter recebido a homenagem do 35º Cine Ceará e levado um troféu que carregava o nome de Eusélio Oliveira. O cinema brasileiro, para nossa sorte, sempre foi uma fênix. Ele renasce sempre mais potente e sempre com a cara do Brasil. O cinema é uma arte coletiva. Estar em um set me faz sentir viva e em comunhão com o que acredito. É onde meu ofício ganha sentido e onde a magia acontece. Essa homenagem também é um lembrete de que minha história com o cinema ainda está em construção. Sigo curiosa, com olhos e ouvidos atentos aos conselhos de quem veio antes de mim, e sempre aberta para trocar e aprender com meus colegas. Como disse Liv Ullmann no livro Mutações: “existe dentro de mim uma menina que se recusa a morrer”. Eu diria que entusiasmo é a palavra. Eu conservo essa chama acesa em mim. O frio na barriga é meu eterno companheiro. E, como disse sabiamente nossa grande dama Fernanda Montenegro, “sem isso, não tem vida”. Essa jomenagem é um presente e também um impulso para seguir adiante, para aprender, trocar e continuar transformando a minha arte e a mim mesma através dela. Eu sempre gostei de estudar, de buscar a origem, a originalidade. E encontrei essas frases do Patativa do Assaré: E vejo qui os teus mistéro Ninguém sabe decifrá A tua beleza é tanta, Qui o poeta canta, canta, E inda fica o qui cantá Cantamos todos. Muito obrigada, Cine Ceará, por ter me acolhido como filha e como atriz.
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O Ceará sempre foi parte de mim, a terra da minha mãe. Recebi essa homenagem como filha de uma cearense que me transmitiu, mesmo à distância, o orgulho de pertencer a essa terra, sangue que corria nas minhas veias, raiz que carreguei no coração, nas memórias de família, nas conversas e nos gestos que me formaram. Toda a potência dessas mulheres que se misturavam com os espaços que ocupavam e que sempre sonharam além. Fui feita de todas elas. Fui dessa terra e, para ela, sempre que retornava, transbordava de emoção. Foi muito emocionante ter estado lá, ter recebido a homenagem do 35º Cine Ceará e levado um troféu que carregava o nome de Eusélio Oliveira. O cinema brasileiro, para nossa sorte, sempre foi uma fênix. Ele renasce sempre mais potente e sempre com a cara do Brasil. O cinema é uma arte coletiva. Estar em um set me faz sentir viva e em comunhão com o que acredito. É onde meu ofício ganha sentido e onde a magia acontece. Essa homenagem também é um lembrete de que minha história com o cinema ainda está em construção. Sigo curiosa, com olhos e ouvidos atentos aos conselhos de quem veio antes de mim, e sempre aberta para trocar e aprender com meus colegas. Como disse Liv Ullmann no livro Mutações: “existe dentro de mim uma menina que se recusa a morrer”. Eu diria que entusiasmo é a palavra. Eu conservo essa chama acesa em mim. O frio na barriga é meu eterno companheiro. E, como disse sabiamente nossa grande dama Fernanda Montenegro, “sem isso, não tem vida”. Essa jomenagem é um presente e também um impulso para seguir adiante, para aprender, trocar e continuar transformando a minha arte e a mim mesma através dela. Eu sempre gostei de estudar, de buscar a origem, a originalidade. E encontrei essas frases do Patativa do Assaré: E vejo qui os teus mistéro Ninguém sabe decifrá A tua beleza é tanta, Qui o poeta canta, canta, E inda fica o qui cantá Cantamos todos. Muito obrigada, Cine Ceará, por ter me acolhido como filha e como atriz.
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O Ceará sempre foi parte de mim, a terra da minha mãe. Recebi essa homenagem como filha de uma cearense que me transmitiu, mesmo à distância, o orgulho de pertencer a essa terra, sangue que corria nas minhas veias, raiz que carreguei no coração, nas memórias de família, nas conversas e nos gestos que me formaram. Toda a potência dessas mulheres que se misturavam com os espaços que ocupavam e que sempre sonharam além. Fui feita de todas elas. Fui dessa terra e, para ela, sempre que retornava, transbordava de emoção. Foi muito emocionante ter estado lá, ter recebido a homenagem do 35º Cine Ceará e levado um troféu que carregava o nome de Eusélio Oliveira. O cinema brasileiro, para nossa sorte, sempre foi uma fênix. Ele renasce sempre mais potente e sempre com a cara do Brasil. O cinema é uma arte coletiva. Estar em um set me faz sentir viva e em comunhão com o que acredito. É onde meu ofício ganha sentido e onde a magia acontece. Essa homenagem também é um lembrete de que minha história com o cinema ainda está em construção. Sigo curiosa, com olhos e ouvidos atentos aos conselhos de quem veio antes de mim, e sempre aberta para trocar e aprender com meus colegas. Como disse Liv Ullmann no livro Mutações: “existe dentro de mim uma menina que se recusa a morrer”. Eu diria que entusiasmo é a palavra. Eu conservo essa chama acesa em mim. O frio na barriga é meu eterno companheiro. E, como disse sabiamente nossa grande dama Fernanda Montenegro, “sem isso, não tem vida”. Essa jomenagem é um presente e também um impulso para seguir adiante, para aprender, trocar e continuar transformando a minha arte e a mim mesma através dela. Eu sempre gostei de estudar, de buscar a origem, a originalidade. E encontrei essas frases do Patativa do Assaré: E vejo qui os teus mistéro Ninguém sabe decifrá A tua beleza é tanta, Qui o poeta canta, canta, E inda fica o qui cantá Cantamos todos. Muito obrigada, Cine Ceará, por ter me acolhido como filha e como atriz.
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O Ceará sempre foi parte de mim, a terra da minha mãe. Recebi essa homenagem como filha de uma cearense que me transmitiu, mesmo à distância, o orgulho de pertencer a essa terra, sangue que corria nas minhas veias, raiz que carreguei no coração, nas memórias de família, nas conversas e nos gestos que me formaram. Toda a potência dessas mulheres que se misturavam com os espaços que ocupavam e que sempre sonharam além. Fui feita de todas elas. Fui dessa terra e, para ela, sempre que retornava, transbordava de emoção. Foi muito emocionante ter estado lá, ter recebido a homenagem do 35º Cine Ceará e levado um troféu que carregava o nome de Eusélio Oliveira. O cinema brasileiro, para nossa sorte, sempre foi uma fênix. Ele renasce sempre mais potente e sempre com a cara do Brasil. O cinema é uma arte coletiva. Estar em um set me faz sentir viva e em comunhão com o que acredito. É onde meu ofício ganha sentido e onde a magia acontece. Essa homenagem também é um lembrete de que minha história com o cinema ainda está em construção. Sigo curiosa, com olhos e ouvidos atentos aos conselhos de quem veio antes de mim, e sempre aberta para trocar e aprender com meus colegas. Como disse Liv Ullmann no livro Mutações: “existe dentro de mim uma menina que se recusa a morrer”. Eu diria que entusiasmo é a palavra. Eu conservo essa chama acesa em mim. O frio na barriga é meu eterno companheiro. E, como disse sabiamente nossa grande dama Fernanda Montenegro, “sem isso, não tem vida”. Essa jomenagem é um presente e também um impulso para seguir adiante, para aprender, trocar e continuar transformando a minha arte e a mim mesma através dela. Eu sempre gostei de estudar, de buscar a origem, a originalidade. E encontrei essas frases do Patativa do Assaré: E vejo qui os teus mistéro Ninguém sabe decifrá A tua beleza é tanta, Qui o poeta canta, canta, E inda fica o qui cantá Cantamos todos. Muito obrigada, Cine Ceará, por ter me acolhido como filha e como atriz.
O Ceará sempre foi parte de mim, a terra da minha mãe. Recebi essa homenagem como filha de uma cearense que me transmitiu, mesmo à distância, o orgulho de pertencer a essa terra, sangue que corria nas minhas veias, raiz que carreguei no coração, nas memórias de família, nas conversas e nos gestos que me formaram. Toda a potência dessas mulheres que se misturavam com os espaços que ocupavam e que sempre sonharam além. Fui feita de todas elas. Fui dessa terra e, para ela, sempre que retornava, transbordava de emoção. Foi muito emocionante ter estado lá, ter recebido a homenagem do 35º Cine Ceará e levado um troféu que carregava o nome de Eusélio Oliveira. O cinema brasileiro, para nossa sorte, sempre foi uma fênix. Ele renasce sempre mais potente e sempre com a cara do Brasil. O cinema é uma arte coletiva. Estar em um set me faz sentir viva e em comunhão com o que acredito. É onde meu ofício ganha sentido e onde a magia acontece. Essa homenagem também é um lembrete de que minha história com o cinema ainda está em construção. Sigo curiosa, com olhos e ouvidos atentos aos conselhos de quem veio antes de mim, e sempre aberta para trocar e aprender com meus colegas. Como disse Liv Ullmann no livro Mutações: “existe dentro de mim uma menina que se recusa a morrer”. Eu diria que entusiasmo é a palavra. Eu conservo essa chama acesa em mim. O frio na barriga é meu eterno companheiro. E, como disse sabiamente nossa grande dama Fernanda Montenegro, “sem isso, não tem vida”. Essa jomenagem é um presente e também um impulso para seguir adiante, para aprender, trocar e continuar transformando a minha arte e a mim mesma através dela. Eu sempre gostei de estudar, de buscar a origem, a originalidade. E encontrei essas frases do Patativa do Assaré: E vejo qui os teus mistéro Ninguém sabe decifrá A tua beleza é tanta, Qui o poeta canta, canta, E inda fica o qui cantá Cantamos todos. Muito obrigada, Cine Ceará, por ter me acolhido como filha e como atriz.
O Ceará sempre foi parte de mim, a terra da minha mãe. Recebi essa homenagem como filha de uma cearense que me transmitiu, mesmo à distância, o orgulho de pertencer a essa terra, sangue que corria nas minhas veias, raiz que carreguei no coração, nas memórias de família, nas conversas e nos gestos que me formaram. Toda a potência dessas mulheres que se misturavam com os espaços que ocupavam e que sempre sonharam além. Fui feita de todas elas. Fui dessa terra e, para ela, sempre que retornava, transbordava de emoção. Foi muito emocionante ter estado lá, ter recebido a homenagem do 35º Cine Ceará e levado um troféu que carregava o nome de Eusélio Oliveira. O cinema brasileiro, para nossa sorte, sempre foi uma fênix. Ele renasce sempre mais potente e sempre com a cara do Brasil. O cinema é uma arte coletiva. Estar em um set me faz sentir viva e em comunhão com o que acredito. É onde meu ofício ganha sentido e onde a magia acontece. Essa homenagem também é um lembrete de que minha história com o cinema ainda está em construção. Sigo curiosa, com olhos e ouvidos atentos aos conselhos de quem veio antes de mim, e sempre aberta para trocar e aprender com meus colegas. Como disse Liv Ullmann no livro Mutações: “existe dentro de mim uma menina que se recusa a morrer”. Eu diria que entusiasmo é a palavra. Eu conservo essa chama acesa em mim. O frio na barriga é meu eterno companheiro. E, como disse sabiamente nossa grande dama Fernanda Montenegro, “sem isso, não tem vida”. Essa jomenagem é um presente e também um impulso para seguir adiante, para aprender, trocar e continuar transformando a minha arte e a mim mesma através dela. Eu sempre gostei de estudar, de buscar a origem, a originalidade. E encontrei essas frases do Patativa do Assaré: E vejo qui os teus mistéro Ninguém sabe decifrá A tua beleza é tanta, Qui o poeta canta, canta, E inda fica o qui cantá Cantamos todos. Muito obrigada, Cine Ceará, por ter me acolhido como filha e como atriz.
O Ceará sempre foi parte de mim, a terra da minha mãe. Recebi essa homenagem como filha de uma cearense que me transmitiu, mesmo à distância, o orgulho de pertencer a essa terra, sangue que corria nas minhas veias, raiz que carreguei no coração, nas memórias de família, nas conversas e nos gestos que me formaram. Toda a potência dessas mulheres que se misturavam com os espaços que ocupavam e que sempre sonharam além. Fui feita de todas elas. Fui dessa terra e, para ela, sempre que retornava, transbordava de emoção. Foi muito emocionante ter estado lá, ter recebido a homenagem do 35º Cine Ceará e levado um troféu que carregava o nome de Eusélio Oliveira. O cinema brasileiro, para nossa sorte, sempre foi uma fênix. Ele renasce sempre mais potente e sempre com a cara do Brasil. O cinema é uma arte coletiva. Estar em um set me faz sentir viva e em comunhão com o que acredito. É onde meu ofício ganha sentido e onde a magia acontece. Essa homenagem também é um lembrete de que minha história com o cinema ainda está em construção. Sigo curiosa, com olhos e ouvidos atentos aos conselhos de quem veio antes de mim, e sempre aberta para trocar e aprender com meus colegas. Como disse Liv Ullmann no livro Mutações: “existe dentro de mim uma menina que se recusa a morrer”. Eu diria que entusiasmo é a palavra. Eu conservo essa chama acesa em mim. O frio na barriga é meu eterno companheiro. E, como disse sabiamente nossa grande dama Fernanda Montenegro, “sem isso, não tem vida”. Essa jomenagem é um presente e também um impulso para seguir adiante, para aprender, trocar e continuar transformando a minha arte e a mim mesma através dela. Eu sempre gostei de estudar, de buscar a origem, a originalidade. E encontrei essas frases do Patativa do Assaré: E vejo qui os teus mistéro Ninguém sabe decifrá A tua beleza é tanta, Qui o poeta canta, canta, E inda fica o qui cantá Cantamos todos. Muito obrigada, Cine Ceará, por ter me acolhido como filha e como atriz.
O Ceará sempre foi parte de mim, a terra da minha mãe. Recebi essa homenagem como filha de uma cearense que me transmitiu, mesmo à distância, o orgulho de pertencer a essa terra, sangue que corria nas minhas veias, raiz que carreguei no coração, nas memórias de família, nas conversas e nos gestos que me formaram. Toda a potência dessas mulheres que se misturavam com os espaços que ocupavam e que sempre sonharam além. Fui feita de todas elas. Fui dessa terra e, para ela, sempre que retornava, transbordava de emoção. Foi muito emocionante ter estado lá, ter recebido a homenagem do 35º Cine Ceará e levado um troféu que carregava o nome de Eusélio Oliveira. O cinema brasileiro, para nossa sorte, sempre foi uma fênix. Ele renasce sempre mais potente e sempre com a cara do Brasil. O cinema é uma arte coletiva. Estar em um set me faz sentir viva e em comunhão com o que acredito. É onde meu ofício ganha sentido e onde a magia acontece. Essa homenagem também é um lembrete de que minha história com o cinema ainda está em construção. Sigo curiosa, com olhos e ouvidos atentos aos conselhos de quem veio antes de mim, e sempre aberta para trocar e aprender com meus colegas. Como disse Liv Ullmann no livro Mutações: “existe dentro de mim uma menina que se recusa a morrer”. Eu diria que entusiasmo é a palavra. Eu conservo essa chama acesa em mim. O frio na barriga é meu eterno companheiro. E, como disse sabiamente nossa grande dama Fernanda Montenegro, “sem isso, não tem vida”. Essa jomenagem é um presente e também um impulso para seguir adiante, para aprender, trocar e continuar transformando a minha arte e a mim mesma através dela. Eu sempre gostei de estudar, de buscar a origem, a originalidade. E encontrei essas frases do Patativa do Assaré: E vejo qui os teus mistéro Ninguém sabe decifrá A tua beleza é tanta, Qui o poeta canta, canta, E inda fica o qui cantá Cantamos todos. Muito obrigada, Cine Ceará, por ter me acolhido como filha e como atriz.
Foi indescritível a emoção de participar da abertura do 35º Cine Ceará e receber uma homenagem tão genuína do cinema brasileiro, de produtores, realizadores e todos que fazem parte dessa arte que me move. Ao ouvir o histórico da minha trajetória sendo celebrado, senti-me viva, atravessada pelo carinho e pela presença de tantos amigos e parceiros de jornada. Esse momento abriu em mim uma nova porta: a de me reconhecer ainda mais pronta para o novo, para as ideias que efervescem e para a transformação que só a nossa profissão pode oferecer. Estar no Ceará, terra da minha mãe, da minha avó, da minha bisavó e de toda a minha raiz feminina, foi simbólico, representativo e profundamente emocionante. É como se esse chão me lembrasse de onde venho e ao mesmo tempo me impulsionasse a olhar para o futuro com mais consciência, amor e entrega. Muito obrigada a todos que fizeram desse encontro um marco na minha vida, na minha história e no meu olhar para o cinema e para a força do coletivo. MUITO OBRIGADA @cineceara @primeiroplanocom! Styling: @renatacorrea Vestido: @marinabitu Fotos: @nicolasgondim Beleza: @celsoferrer.beauty
Foi indescritível a emoção de participar da abertura do 35º Cine Ceará e receber uma homenagem tão genuína do cinema brasileiro, de produtores, realizadores e todos que fazem parte dessa arte que me move. Ao ouvir o histórico da minha trajetória sendo celebrado, senti-me viva, atravessada pelo carinho e pela presença de tantos amigos e parceiros de jornada. Esse momento abriu em mim uma nova porta: a de me reconhecer ainda mais pronta para o novo, para as ideias que efervescem e para a transformação que só a nossa profissão pode oferecer. Estar no Ceará, terra da minha mãe, da minha avó, da minha bisavó e de toda a minha raiz feminina, foi simbólico, representativo e profundamente emocionante. É como se esse chão me lembrasse de onde venho e ao mesmo tempo me impulsionasse a olhar para o futuro com mais consciência, amor e entrega. Muito obrigada a todos que fizeram desse encontro um marco na minha vida, na minha história e no meu olhar para o cinema e para a força do coletivo. MUITO OBRIGADA @cineceara @primeiroplanocom! Styling: @renatacorrea Vestido: @marinabitu Fotos: @nicolasgondim Beleza: @celsoferrer.beauty
Foi indescritível a emoção de participar da abertura do 35º Cine Ceará e receber uma homenagem tão genuína do cinema brasileiro, de produtores, realizadores e todos que fazem parte dessa arte que me move. Ao ouvir o histórico da minha trajetória sendo celebrado, senti-me viva, atravessada pelo carinho e pela presença de tantos amigos e parceiros de jornada. Esse momento abriu em mim uma nova porta: a de me reconhecer ainda mais pronta para o novo, para as ideias que efervescem e para a transformação que só a nossa profissão pode oferecer. Estar no Ceará, terra da minha mãe, da minha avó, da minha bisavó e de toda a minha raiz feminina, foi simbólico, representativo e profundamente emocionante. É como se esse chão me lembrasse de onde venho e ao mesmo tempo me impulsionasse a olhar para o futuro com mais consciência, amor e entrega. Muito obrigada a todos que fizeram desse encontro um marco na minha vida, na minha história e no meu olhar para o cinema e para a força do coletivo. MUITO OBRIGADA @cineceara @primeiroplanocom! Styling: @renatacorrea Vestido: @marinabitu Fotos: @nicolasgondim Beleza: @celsoferrer.beauty
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