Essa noite eu dormi no hospital. Mas calma, tá tudo bem. Era só um check-up de rotina, já marcado há tempos. (vida real e sem filtros por aqui) Um daqueles compromissos com a nossa saúde que a gente vive adiando, mas que esse ano eu decidi não deixar pra depois. O que eu não esperava era passar a noite em claro. Insônia. Não por dor, nem por preocupação. Mas por presença. Sim, presença. A minha comigo mesma. Sem distrações, sem notificações, sem barulho de fundo. Só eu, uma cama fria, um teto branco e o silêncio que, de vez em quando, grita. E nesse silêncio, eu me ouvi. Me ouvi cansada. Me ouvi forte. Me ouvi vulnerável também. Me ouvi com saudade de mim. A gente vive rodeada de pessoas, de compromissos, de demandas, de metas. Mas quando foi a última vez que você esteve só com você? Sem fazer nada, sem precisar render, sem precisar cuidar de ninguém além de você mesma? Eu precisei de um hospital pra lembrar disso. Pra lembrar que o corpo fala. Que o coração também. E que às vezes, quando a gente desacelera, não é porque está tudo errado, é porque algo dentro da gente está tentando nos mostrar o que precisa de atenção. Essa noite me ensinou que pausa também é progresso. Que silêncio também é resposta. E que a gente não precisa esperar o mundo nos forçar a parar pra se escutar. Cuide-se. Não só quando não tiver escolha. Mas porque você merece estar bem antes de tudo e por você.
Essa noite eu dormi no hospital. Mas calma, tá tudo bem. Era só um check-up de rotina, já marcado há tempos. (vida real e sem filtros por aqui) Um daqueles compromissos com a nossa saúde que a gente vive adiando, mas que esse ano eu decidi não deixar pra depois. O que eu não esperava era passar a noite em claro. Insônia. Não por dor, nem por preocupação. Mas por presença. Sim, presença. A minha comigo mesma. Sem distrações, sem notificações, sem barulho de fundo. Só eu, uma cama fria, um teto branco e o silêncio que, de vez em quando, grita. E nesse silêncio, eu me ouvi. Me ouvi cansada. Me ouvi forte. Me ouvi vulnerável também. Me ouvi com saudade de mim. A gente vive rodeada de pessoas, de compromissos, de demandas, de metas. Mas quando foi a última vez que você esteve só com você? Sem fazer nada, sem precisar render, sem precisar cuidar de ninguém além de você mesma? Eu precisei de um hospital pra lembrar disso. Pra lembrar que o corpo fala. Que o coração também. E que às vezes, quando a gente desacelera, não é porque está tudo errado, é porque algo dentro da gente está tentando nos mostrar o que precisa de atenção. Essa noite me ensinou que pausa também é progresso. Que silêncio também é resposta. E que a gente não precisa esperar o mundo nos forçar a parar pra se escutar. Cuide-se. Não só quando não tiver escolha. Mas porque você merece estar bem antes de tudo e por você.
Essa noite eu dormi no hospital. Mas calma, tá tudo bem. Era só um check-up de rotina, já marcado há tempos. (vida real e sem filtros por aqui) Um daqueles compromissos com a nossa saúde que a gente vive adiando, mas que esse ano eu decidi não deixar pra depois. O que eu não esperava era passar a noite em claro. Insônia. Não por dor, nem por preocupação. Mas por presença. Sim, presença. A minha comigo mesma. Sem distrações, sem notificações, sem barulho de fundo. Só eu, uma cama fria, um teto branco e o silêncio que, de vez em quando, grita. E nesse silêncio, eu me ouvi. Me ouvi cansada. Me ouvi forte. Me ouvi vulnerável também. Me ouvi com saudade de mim. A gente vive rodeada de pessoas, de compromissos, de demandas, de metas. Mas quando foi a última vez que você esteve só com você? Sem fazer nada, sem precisar render, sem precisar cuidar de ninguém além de você mesma? Eu precisei de um hospital pra lembrar disso. Pra lembrar que o corpo fala. Que o coração também. E que às vezes, quando a gente desacelera, não é porque está tudo errado, é porque algo dentro da gente está tentando nos mostrar o que precisa de atenção. Essa noite me ensinou que pausa também é progresso. Que silêncio também é resposta. E que a gente não precisa esperar o mundo nos forçar a parar pra se escutar. Cuide-se. Não só quando não tiver escolha. Mas porque você merece estar bem antes de tudo e por você.
Essa noite eu dormi no hospital. Mas calma, tá tudo bem. Era só um check-up de rotina, já marcado há tempos. (vida real e sem filtros por aqui) Um daqueles compromissos com a nossa saúde que a gente vive adiando, mas que esse ano eu decidi não deixar pra depois. O que eu não esperava era passar a noite em claro. Insônia. Não por dor, nem por preocupação. Mas por presença. Sim, presença. A minha comigo mesma. Sem distrações, sem notificações, sem barulho de fundo. Só eu, uma cama fria, um teto branco e o silêncio que, de vez em quando, grita. E nesse silêncio, eu me ouvi. Me ouvi cansada. Me ouvi forte. Me ouvi vulnerável também. Me ouvi com saudade de mim. A gente vive rodeada de pessoas, de compromissos, de demandas, de metas. Mas quando foi a última vez que você esteve só com você? Sem fazer nada, sem precisar render, sem precisar cuidar de ninguém além de você mesma? Eu precisei de um hospital pra lembrar disso. Pra lembrar que o corpo fala. Que o coração também. E que às vezes, quando a gente desacelera, não é porque está tudo errado, é porque algo dentro da gente está tentando nos mostrar o que precisa de atenção. Essa noite me ensinou que pausa também é progresso. Que silêncio também é resposta. E que a gente não precisa esperar o mundo nos forçar a parar pra se escutar. Cuide-se. Não só quando não tiver escolha. Mas porque você merece estar bem antes de tudo e por você.
Essa noite eu dormi no hospital. Mas calma, tá tudo bem. Era só um check-up de rotina, já marcado há tempos. (vida real e sem filtros por aqui) Um daqueles compromissos com a nossa saúde que a gente vive adiando, mas que esse ano eu decidi não deixar pra depois. O que eu não esperava era passar a noite em claro. Insônia. Não por dor, nem por preocupação. Mas por presença. Sim, presença. A minha comigo mesma. Sem distrações, sem notificações, sem barulho de fundo. Só eu, uma cama fria, um teto branco e o silêncio que, de vez em quando, grita. E nesse silêncio, eu me ouvi. Me ouvi cansada. Me ouvi forte. Me ouvi vulnerável também. Me ouvi com saudade de mim. A gente vive rodeada de pessoas, de compromissos, de demandas, de metas. Mas quando foi a última vez que você esteve só com você? Sem fazer nada, sem precisar render, sem precisar cuidar de ninguém além de você mesma? Eu precisei de um hospital pra lembrar disso. Pra lembrar que o corpo fala. Que o coração também. E que às vezes, quando a gente desacelera, não é porque está tudo errado, é porque algo dentro da gente está tentando nos mostrar o que precisa de atenção. Essa noite me ensinou que pausa também é progresso. Que silêncio também é resposta. E que a gente não precisa esperar o mundo nos forçar a parar pra se escutar. Cuide-se. Não só quando não tiver escolha. Mas porque você merece estar bem antes de tudo e por você.
Que saudade da minha pituka! 😍
Pra mim um look novo é o meu melhor pré-treino! Ainda mais quando o look acompanha todo o meu dia a dia. REAGE, minha filha! 😌🤎
Está chegando! 🤎
Na dúvida, escolho todos! @rosacarmimfoz
Uma passadinha, e meus achadinhos. 🛒🛍️ Foz boas escolhas? Querem que sempre mostre aqui pra vocês?
Paparazzi mode: activated. 📸
TIG — for @rosacarmimfoz 🖤 A coleção de inverno está um escândalo de linda, e claro que eu já garanti as minhas escolhas. Deixei alguns spoilers nos stories pra vocês conferirem em primeira mão! O lançamento oficial acontece na próxima quinta, 17/04, e vai rolar o dia todo na loja. (Fiquem de olho)
A escolha do look de hoje … Básica, clássica , chique! 🖤 Eu achei TUDO, e vocês?
Os produtos responsáveis pela minha make do dia a dia! 😌🤎
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