Oi loooloverssss, Lola passando pra convocar todos vocês para votarem nela, porque vamos combinar… ela merece o Oscar, né? E a concorrência tá finaaa, meu amores, só mulher poderosa! Mas agora é com vocês, eu já entreguei drama, emoção e close, agora é hora de vocês entregarem o voto! (O link é natelinha.uol.com.br/melhores-do-ano/votacao e tb ta nos stories!!) 😌
De ontem pro #AngélicaAoVivo e claro que fui servindo look, porque a ocasião merece né!? ✨ Que delicia de jantar Angelical em plena primavera nessa noite repleta de energia positiva e boas conversas! Look @herchcovitchalexandre Joias @sauer Styling @pedrosales_1 Beleza @carlabiriba Foto @saullomoreira
De ontem pro #AngélicaAoVivo e claro que fui servindo look, porque a ocasião merece né!? ✨ Que delicia de jantar Angelical em plena primavera nessa noite repleta de energia positiva e boas conversas! Look @herchcovitchalexandre Joias @sauer Styling @pedrosales_1 Beleza @carlabiriba Foto @saullomoreira
De ontem pro #AngélicaAoVivo e claro que fui servindo look, porque a ocasião merece né!? ✨ Que delicia de jantar Angelical em plena primavera nessa noite repleta de energia positiva e boas conversas! Look @herchcovitchalexandre Joias @sauer Styling @pedrosales_1 Beleza @carlabiriba Foto @saullomoreira
De ontem pro #AngélicaAoVivo e claro que fui servindo look, porque a ocasião merece né!? ✨ Que delicia de jantar Angelical em plena primavera nessa noite repleta de energia positiva e boas conversas! Look @herchcovitchalexandre Joias @sauer Styling @pedrosales_1 Beleza @carlabiriba Foto @saullomoreira
De ontem pro #AngélicaAoVivo e claro que fui servindo look, porque a ocasião merece né!? ✨ Que delicia de jantar Angelical em plena primavera nessa noite repleta de energia positiva e boas conversas! Look @herchcovitchalexandre Joias @sauer Styling @pedrosales_1 Beleza @carlabiriba Foto @saullomoreira
De ontem pro #AngélicaAoVivo e claro que fui servindo look, porque a ocasião merece né!? ✨ Que delicia de jantar Angelical em plena primavera nessa noite repleta de energia positiva e boas conversas! Look @herchcovitchalexandre Joias @sauer Styling @pedrosales_1 Beleza @carlabiriba Foto @saullomoreira
De ontem pro #AngélicaAoVivo e claro que fui servindo look, porque a ocasião merece né!? ✨ Que delicia de jantar Angelical em plena primavera nessa noite repleta de energia positiva e boas conversas! Look @herchcovitchalexandre Joias @sauer Styling @pedrosales_1 Beleza @carlabiriba Foto @saullomoreira
Lola com certeza foi um dos maiores desafios da minha trajetória. Uma mulher movida pela vaidade, pelos holofotes e pelo poder. Interpretá-la foi também um exercício de olhar para o que o nosso tempo produz: o culto à aparência, o capital sem pudor, a distorção do que chamamos de sucesso. E agora receber esse reconhecimento do @produpremios é celebrar o trabalho de uma equipe inteira que deu forma e corpo a essa história. Obrigada a todos que construíram comigo essa mulher complexa e provocadora. A arte também está aqui pra cutucar, pra nos fazer pensar, pra nos fazer sentir. E Lola sem dúvidas fez isso em mim. ———————————— Lola fue sin duda uno de los mayores retos de mi carrera. Una mujer impulsada por la vanidad, la fama y el poder. Interpretarla fue también un ejercicio para reflexionar sobre lo que produce nuestra época: el culto a la apariencia, el capitalismo desvergonzado, la distorsión de lo que llamamos éxito. Y ahora, recibir este reconocimiento de @premiosprodu celebra el trabajo de todo un equipo que dio forma a esta historia. Gracias a todos los que construyeron conmigo a esta mujer compleja y provocadora. El arte también está para incomodarnos, para hacernos pensar, para hacernos sentir. Y Lola, sin duda, lo logró conmigo.
Hoje é segunda, eu sei, mas ainda tô reverberando a noite da última sexta, dia 7 de novembro, uma data daquelas que ficam gravadas na história e dão aquele gostinho de um Brasil mais bonito, mais justo e mais parecido com a gente. Ana Maria Gonçalves tomou posse na Academia Brasileira de Letras, e eu ainda estou com o coração apertado de tanto orgulho e emoção! Ver uma mulher negra entrando pela porta principal de uma instituição que, por mais de um século, não nos enxergou, é testemunhar um capítulo novo sendo escrito na história do nosso país. E ele é escrito com a tinta da coragem, da excelência e da ancestralidade. Ana Maria não ocupa “apenas” a cadeira 33. Ela ocupa os silêncios que tentaram nos impor, ocupa os passos das que vieram antes e não puderam estar ali, ocupa a esperança das meninas negras que só agora podem olhar para aquela sala e dizer: “eu também posso”. Celebrar a Ana Maria é celebrar todas nós. É reconhecer a potência da literatura negra, da memória negra, da mulher negra que rejeita o lugar da margem e reivindica o centro não como concessão, mas como direito. Obrigada, Ana, por abrir caminho com tanta grandeza e por lembrar ao Brasil que a palavra, quando é verdadeira, também é um ato de liberdade. Que sua presença ilumine e transforme aquele espaço, como já ilumina e transforma tantos de nós. Que noite! Foto: Dani Paiva
Hoje é segunda, eu sei, mas ainda tô reverberando a noite da última sexta, dia 7 de novembro, uma data daquelas que ficam gravadas na história e dão aquele gostinho de um Brasil mais bonito, mais justo e mais parecido com a gente. Ana Maria Gonçalves tomou posse na Academia Brasileira de Letras, e eu ainda estou com o coração apertado de tanto orgulho e emoção! Ver uma mulher negra entrando pela porta principal de uma instituição que, por mais de um século, não nos enxergou, é testemunhar um capítulo novo sendo escrito na história do nosso país. E ele é escrito com a tinta da coragem, da excelência e da ancestralidade. Ana Maria não ocupa “apenas” a cadeira 33. Ela ocupa os silêncios que tentaram nos impor, ocupa os passos das que vieram antes e não puderam estar ali, ocupa a esperança das meninas negras que só agora podem olhar para aquela sala e dizer: “eu também posso”. Celebrar a Ana Maria é celebrar todas nós. É reconhecer a potência da literatura negra, da memória negra, da mulher negra que rejeita o lugar da margem e reivindica o centro não como concessão, mas como direito. Obrigada, Ana, por abrir caminho com tanta grandeza e por lembrar ao Brasil que a palavra, quando é verdadeira, também é um ato de liberdade. Que sua presença ilumine e transforme aquele espaço, como já ilumina e transforma tantos de nós. Que noite! Foto: Dani Paiva
Hoje é segunda, eu sei, mas ainda tô reverberando a noite da última sexta, dia 7 de novembro, uma data daquelas que ficam gravadas na história e dão aquele gostinho de um Brasil mais bonito, mais justo e mais parecido com a gente. Ana Maria Gonçalves tomou posse na Academia Brasileira de Letras, e eu ainda estou com o coração apertado de tanto orgulho e emoção! Ver uma mulher negra entrando pela porta principal de uma instituição que, por mais de um século, não nos enxergou, é testemunhar um capítulo novo sendo escrito na história do nosso país. E ele é escrito com a tinta da coragem, da excelência e da ancestralidade. Ana Maria não ocupa “apenas” a cadeira 33. Ela ocupa os silêncios que tentaram nos impor, ocupa os passos das que vieram antes e não puderam estar ali, ocupa a esperança das meninas negras que só agora podem olhar para aquela sala e dizer: “eu também posso”. Celebrar a Ana Maria é celebrar todas nós. É reconhecer a potência da literatura negra, da memória negra, da mulher negra que rejeita o lugar da margem e reivindica o centro não como concessão, mas como direito. Obrigada, Ana, por abrir caminho com tanta grandeza e por lembrar ao Brasil que a palavra, quando é verdadeira, também é um ato de liberdade. Que sua presença ilumine e transforme aquele espaço, como já ilumina e transforma tantos de nós. Que noite! Foto: Dani Paiva
Hoje é segunda, eu sei, mas ainda tô reverberando a noite da última sexta, dia 7 de novembro, uma data daquelas que ficam gravadas na história e dão aquele gostinho de um Brasil mais bonito, mais justo e mais parecido com a gente. Ana Maria Gonçalves tomou posse na Academia Brasileira de Letras, e eu ainda estou com o coração apertado de tanto orgulho e emoção! Ver uma mulher negra entrando pela porta principal de uma instituição que, por mais de um século, não nos enxergou, é testemunhar um capítulo novo sendo escrito na história do nosso país. E ele é escrito com a tinta da coragem, da excelência e da ancestralidade. Ana Maria não ocupa “apenas” a cadeira 33. Ela ocupa os silêncios que tentaram nos impor, ocupa os passos das que vieram antes e não puderam estar ali, ocupa a esperança das meninas negras que só agora podem olhar para aquela sala e dizer: “eu também posso”. Celebrar a Ana Maria é celebrar todas nós. É reconhecer a potência da literatura negra, da memória negra, da mulher negra que rejeita o lugar da margem e reivindica o centro não como concessão, mas como direito. Obrigada, Ana, por abrir caminho com tanta grandeza e por lembrar ao Brasil que a palavra, quando é verdadeira, também é um ato de liberdade. Que sua presença ilumine e transforme aquele espaço, como já ilumina e transforma tantos de nós. Que noite! Foto: Dani Paiva
Hoje é segunda, eu sei, mas ainda tô reverberando a noite da última sexta, dia 7 de novembro, uma data daquelas que ficam gravadas na história e dão aquele gostinho de um Brasil mais bonito, mais justo e mais parecido com a gente. Ana Maria Gonçalves tomou posse na Academia Brasileira de Letras, e eu ainda estou com o coração apertado de tanto orgulho e emoção! Ver uma mulher negra entrando pela porta principal de uma instituição que, por mais de um século, não nos enxergou, é testemunhar um capítulo novo sendo escrito na história do nosso país. E ele é escrito com a tinta da coragem, da excelência e da ancestralidade. Ana Maria não ocupa “apenas” a cadeira 33. Ela ocupa os silêncios que tentaram nos impor, ocupa os passos das que vieram antes e não puderam estar ali, ocupa a esperança das meninas negras que só agora podem olhar para aquela sala e dizer: “eu também posso”. Celebrar a Ana Maria é celebrar todas nós. É reconhecer a potência da literatura negra, da memória negra, da mulher negra que rejeita o lugar da margem e reivindica o centro não como concessão, mas como direito. Obrigada, Ana, por abrir caminho com tanta grandeza e por lembrar ao Brasil que a palavra, quando é verdadeira, também é um ato de liberdade. Que sua presença ilumine e transforme aquele espaço, como já ilumina e transforma tantos de nós. Que noite! Foto: Dani Paiva
Hoje é segunda, eu sei, mas ainda tô reverberando a noite da última sexta, dia 7 de novembro, uma data daquelas que ficam gravadas na história e dão aquele gostinho de um Brasil mais bonito, mais justo e mais parecido com a gente. Ana Maria Gonçalves tomou posse na Academia Brasileira de Letras, e eu ainda estou com o coração apertado de tanto orgulho e emoção! Ver uma mulher negra entrando pela porta principal de uma instituição que, por mais de um século, não nos enxergou, é testemunhar um capítulo novo sendo escrito na história do nosso país. E ele é escrito com a tinta da coragem, da excelência e da ancestralidade. Ana Maria não ocupa “apenas” a cadeira 33. Ela ocupa os silêncios que tentaram nos impor, ocupa os passos das que vieram antes e não puderam estar ali, ocupa a esperança das meninas negras que só agora podem olhar para aquela sala e dizer: “eu também posso”. Celebrar a Ana Maria é celebrar todas nós. É reconhecer a potência da literatura negra, da memória negra, da mulher negra que rejeita o lugar da margem e reivindica o centro não como concessão, mas como direito. Obrigada, Ana, por abrir caminho com tanta grandeza e por lembrar ao Brasil que a palavra, quando é verdadeira, também é um ato de liberdade. Que sua presença ilumine e transforme aquele espaço, como já ilumina e transforma tantos de nós. Que noite! Foto: Dani Paiva
Hoje é segunda, eu sei, mas ainda tô reverberando a noite da última sexta, dia 7 de novembro, uma data daquelas que ficam gravadas na história e dão aquele gostinho de um Brasil mais bonito, mais justo e mais parecido com a gente. Ana Maria Gonçalves tomou posse na Academia Brasileira de Letras, e eu ainda estou com o coração apertado de tanto orgulho e emoção! Ver uma mulher negra entrando pela porta principal de uma instituição que, por mais de um século, não nos enxergou, é testemunhar um capítulo novo sendo escrito na história do nosso país. E ele é escrito com a tinta da coragem, da excelência e da ancestralidade. Ana Maria não ocupa “apenas” a cadeira 33. Ela ocupa os silêncios que tentaram nos impor, ocupa os passos das que vieram antes e não puderam estar ali, ocupa a esperança das meninas negras que só agora podem olhar para aquela sala e dizer: “eu também posso”. Celebrar a Ana Maria é celebrar todas nós. É reconhecer a potência da literatura negra, da memória negra, da mulher negra que rejeita o lugar da margem e reivindica o centro não como concessão, mas como direito. Obrigada, Ana, por abrir caminho com tanta grandeza e por lembrar ao Brasil que a palavra, quando é verdadeira, também é um ato de liberdade. Que sua presença ilumine e transforme aquele espaço, como já ilumina e transforma tantos de nós. Que noite! Foto: Dani Paiva
Hoje é segunda, eu sei, mas ainda tô reverberando a noite da última sexta, dia 7 de novembro, uma data daquelas que ficam gravadas na história e dão aquele gostinho de um Brasil mais bonito, mais justo e mais parecido com a gente. Ana Maria Gonçalves tomou posse na Academia Brasileira de Letras, e eu ainda estou com o coração apertado de tanto orgulho e emoção! Ver uma mulher negra entrando pela porta principal de uma instituição que, por mais de um século, não nos enxergou, é testemunhar um capítulo novo sendo escrito na história do nosso país. E ele é escrito com a tinta da coragem, da excelência e da ancestralidade. Ana Maria não ocupa “apenas” a cadeira 33. Ela ocupa os silêncios que tentaram nos impor, ocupa os passos das que vieram antes e não puderam estar ali, ocupa a esperança das meninas negras que só agora podem olhar para aquela sala e dizer: “eu também posso”. Celebrar a Ana Maria é celebrar todas nós. É reconhecer a potência da literatura negra, da memória negra, da mulher negra que rejeita o lugar da margem e reivindica o centro não como concessão, mas como direito. Obrigada, Ana, por abrir caminho com tanta grandeza e por lembrar ao Brasil que a palavra, quando é verdadeira, também é um ato de liberdade. Que sua presença ilumine e transforme aquele espaço, como já ilumina e transforma tantos de nós. Que noite! Foto: Dani Paiva
Hoje é segunda, eu sei, mas ainda tô reverberando a noite da última sexta, dia 7 de novembro, uma data daquelas que ficam gravadas na história e dão aquele gostinho de um Brasil mais bonito, mais justo e mais parecido com a gente. Ana Maria Gonçalves tomou posse na Academia Brasileira de Letras, e eu ainda estou com o coração apertado de tanto orgulho e emoção! Ver uma mulher negra entrando pela porta principal de uma instituição que, por mais de um século, não nos enxergou, é testemunhar um capítulo novo sendo escrito na história do nosso país. E ele é escrito com a tinta da coragem, da excelência e da ancestralidade. Ana Maria não ocupa “apenas” a cadeira 33. Ela ocupa os silêncios que tentaram nos impor, ocupa os passos das que vieram antes e não puderam estar ali, ocupa a esperança das meninas negras que só agora podem olhar para aquela sala e dizer: “eu também posso”. Celebrar a Ana Maria é celebrar todas nós. É reconhecer a potência da literatura negra, da memória negra, da mulher negra que rejeita o lugar da margem e reivindica o centro não como concessão, mas como direito. Obrigada, Ana, por abrir caminho com tanta grandeza e por lembrar ao Brasil que a palavra, quando é verdadeira, também é um ato de liberdade. Que sua presença ilumine e transforme aquele espaço, como já ilumina e transforma tantos de nós. Que noite! Foto: Dani Paiva
Hoje é segunda, eu sei, mas ainda tô reverberando a noite da última sexta, dia 7 de novembro, uma data daquelas que ficam gravadas na história e dão aquele gostinho de um Brasil mais bonito, mais justo e mais parecido com a gente. Ana Maria Gonçalves tomou posse na Academia Brasileira de Letras, e eu ainda estou com o coração apertado de tanto orgulho e emoção! Ver uma mulher negra entrando pela porta principal de uma instituição que, por mais de um século, não nos enxergou, é testemunhar um capítulo novo sendo escrito na história do nosso país. E ele é escrito com a tinta da coragem, da excelência e da ancestralidade. Ana Maria não ocupa “apenas” a cadeira 33. Ela ocupa os silêncios que tentaram nos impor, ocupa os passos das que vieram antes e não puderam estar ali, ocupa a esperança das meninas negras que só agora podem olhar para aquela sala e dizer: “eu também posso”. Celebrar a Ana Maria é celebrar todas nós. É reconhecer a potência da literatura negra, da memória negra, da mulher negra que rejeita o lugar da margem e reivindica o centro não como concessão, mas como direito. Obrigada, Ana, por abrir caminho com tanta grandeza e por lembrar ao Brasil que a palavra, quando é verdadeira, também é um ato de liberdade. Que sua presença ilumine e transforme aquele espaço, como já ilumina e transforma tantos de nós. Que noite! Foto: Dani Paiva
Hoje é segunda, eu sei, mas ainda tô reverberando a noite da última sexta, dia 7 de novembro, uma data daquelas que ficam gravadas na história e dão aquele gostinho de um Brasil mais bonito, mais justo e mais parecido com a gente. Ana Maria Gonçalves tomou posse na Academia Brasileira de Letras, e eu ainda estou com o coração apertado de tanto orgulho e emoção! Ver uma mulher negra entrando pela porta principal de uma instituição que, por mais de um século, não nos enxergou, é testemunhar um capítulo novo sendo escrito na história do nosso país. E ele é escrito com a tinta da coragem, da excelência e da ancestralidade. Ana Maria não ocupa “apenas” a cadeira 33. Ela ocupa os silêncios que tentaram nos impor, ocupa os passos das que vieram antes e não puderam estar ali, ocupa a esperança das meninas negras que só agora podem olhar para aquela sala e dizer: “eu também posso”. Celebrar a Ana Maria é celebrar todas nós. É reconhecer a potência da literatura negra, da memória negra, da mulher negra que rejeita o lugar da margem e reivindica o centro não como concessão, mas como direito. Obrigada, Ana, por abrir caminho com tanta grandeza e por lembrar ao Brasil que a palavra, quando é verdadeira, também é um ato de liberdade. Que sua presença ilumine e transforme aquele espaço, como já ilumina e transforma tantos de nós. Que noite! Foto: Dani Paiva
Hoje é segunda, eu sei, mas ainda tô reverberando a noite da última sexta, dia 7 de novembro, uma data daquelas que ficam gravadas na história e dão aquele gostinho de um Brasil mais bonito, mais justo e mais parecido com a gente. Ana Maria Gonçalves tomou posse na Academia Brasileira de Letras, e eu ainda estou com o coração apertado de tanto orgulho e emoção! Ver uma mulher negra entrando pela porta principal de uma instituição que, por mais de um século, não nos enxergou, é testemunhar um capítulo novo sendo escrito na história do nosso país. E ele é escrito com a tinta da coragem, da excelência e da ancestralidade. Ana Maria não ocupa “apenas” a cadeira 33. Ela ocupa os silêncios que tentaram nos impor, ocupa os passos das que vieram antes e não puderam estar ali, ocupa a esperança das meninas negras que só agora podem olhar para aquela sala e dizer: “eu também posso”. Celebrar a Ana Maria é celebrar todas nós. É reconhecer a potência da literatura negra, da memória negra, da mulher negra que rejeita o lugar da margem e reivindica o centro não como concessão, mas como direito. Obrigada, Ana, por abrir caminho com tanta grandeza e por lembrar ao Brasil que a palavra, quando é verdadeira, também é um ato de liberdade. Que sua presença ilumine e transforme aquele espaço, como já ilumina e transforma tantos de nós. Que noite! Foto: Dani Paiva
Hoje é segunda, eu sei, mas ainda tô reverberando a noite da última sexta, dia 7 de novembro, uma data daquelas que ficam gravadas na história e dão aquele gostinho de um Brasil mais bonito, mais justo e mais parecido com a gente. Ana Maria Gonçalves tomou posse na Academia Brasileira de Letras, e eu ainda estou com o coração apertado de tanto orgulho e emoção! Ver uma mulher negra entrando pela porta principal de uma instituição que, por mais de um século, não nos enxergou, é testemunhar um capítulo novo sendo escrito na história do nosso país. E ele é escrito com a tinta da coragem, da excelência e da ancestralidade. Ana Maria não ocupa “apenas” a cadeira 33. Ela ocupa os silêncios que tentaram nos impor, ocupa os passos das que vieram antes e não puderam estar ali, ocupa a esperança das meninas negras que só agora podem olhar para aquela sala e dizer: “eu também posso”. Celebrar a Ana Maria é celebrar todas nós. É reconhecer a potência da literatura negra, da memória negra, da mulher negra que rejeita o lugar da margem e reivindica o centro não como concessão, mas como direito. Obrigada, Ana, por abrir caminho com tanta grandeza e por lembrar ao Brasil que a palavra, quando é verdadeira, também é um ato de liberdade. Que sua presença ilumine e transforme aquele espaço, como já ilumina e transforma tantos de nós. Que noite! Foto: Dani Paiva
Hoje é segunda, eu sei, mas ainda tô reverberando a noite da última sexta, dia 7 de novembro, uma data daquelas que ficam gravadas na história e dão aquele gostinho de um Brasil mais bonito, mais justo e mais parecido com a gente. Ana Maria Gonçalves tomou posse na Academia Brasileira de Letras, e eu ainda estou com o coração apertado de tanto orgulho e emoção! Ver uma mulher negra entrando pela porta principal de uma instituição que, por mais de um século, não nos enxergou, é testemunhar um capítulo novo sendo escrito na história do nosso país. E ele é escrito com a tinta da coragem, da excelência e da ancestralidade. Ana Maria não ocupa “apenas” a cadeira 33. Ela ocupa os silêncios que tentaram nos impor, ocupa os passos das que vieram antes e não puderam estar ali, ocupa a esperança das meninas negras que só agora podem olhar para aquela sala e dizer: “eu também posso”. Celebrar a Ana Maria é celebrar todas nós. É reconhecer a potência da literatura negra, da memória negra, da mulher negra que rejeita o lugar da margem e reivindica o centro não como concessão, mas como direito. Obrigada, Ana, por abrir caminho com tanta grandeza e por lembrar ao Brasil que a palavra, quando é verdadeira, também é um ato de liberdade. Que sua presença ilumine e transforme aquele espaço, como já ilumina e transforma tantos de nós. Que noite! Foto: Dani Paiva
Hoje é segunda, eu sei, mas ainda tô reverberando a noite da última sexta, dia 7 de novembro, uma data daquelas que ficam gravadas na história e dão aquele gostinho de um Brasil mais bonito, mais justo e mais parecido com a gente. Ana Maria Gonçalves tomou posse na Academia Brasileira de Letras, e eu ainda estou com o coração apertado de tanto orgulho e emoção! Ver uma mulher negra entrando pela porta principal de uma instituição que, por mais de um século, não nos enxergou, é testemunhar um capítulo novo sendo escrito na história do nosso país. E ele é escrito com a tinta da coragem, da excelência e da ancestralidade. Ana Maria não ocupa “apenas” a cadeira 33. Ela ocupa os silêncios que tentaram nos impor, ocupa os passos das que vieram antes e não puderam estar ali, ocupa a esperança das meninas negras que só agora podem olhar para aquela sala e dizer: “eu também posso”. Celebrar a Ana Maria é celebrar todas nós. É reconhecer a potência da literatura negra, da memória negra, da mulher negra que rejeita o lugar da margem e reivindica o centro não como concessão, mas como direito. Obrigada, Ana, por abrir caminho com tanta grandeza e por lembrar ao Brasil que a palavra, quando é verdadeira, também é um ato de liberdade. Que sua presença ilumine e transforme aquele espaço, como já ilumina e transforma tantos de nós. Que noite! Foto: Dani Paiva