Durante dez anos eu fui a “Garota da Sorte”, assistente de palco das loterias da Caixa Econômica Federal. Estive ao lado de César Filho, Nadja Haddad e Luigi Baricelli. Fiz os sorteios regulares acumulados em todo o Brasil e também os mais emblemáticos, os da virada de ano. Por isso, durante uma década, eu nunca fiz grandes planos para o réveillon. O trabalho era ao vivo e na noite do dia 31.12. Depois do sorteio, ainda tinha a segunda entrada para anunciar quantos ganhadores houve e de quais cidades. Era muita responsabilidade e um treinamento super complexo. Era um trabalho que eu amava fazer. Mas no décimo ano, algo em mim já tinha mudado. Eu já era atriz e formada há 10 anos na época (2016). Já era apresentadora e já trabalhava como mestre de cerimônias em eventos corporativos. E eu queria crescer dentro daquilo que eu sabia fazer, dentro do meu potencial, dentro da TV. Pedi então para ser stand-in do apresentador. O não veio rápido e educado. Não era possível. Precisaria ser um homem, como sempre foi. E ali aconteceu uma coisa curiosa. Eu não me senti derrotada. Eu entendi. Aquele foi um dos melhores nãos que eu já recebi. Porque ele deixou claro que, se eu quisesse mais, eu precisaria sair daquele lugar. Não por falta de reconhecimento, tanto que recebi uma homenagem linda da Caixa, tive minha foto publicada no livro comemorativo de 100 anos, me despedi com afeto e respeito, mas porque eu já tinha crescido para além daquela função. Um não, às vezes, não é uma rejeição. É um empurrão silencioso para fora da zona de conforto. É a vida dizendo, com todas as letras, que você está pronta para o próximo passo, mesmo que ainda tenha medo de dá-lo. Menos de um ano depois, eu passei no teste para fazer minha primeira novela. Nada disso foi mágica. Foi decisão. Foi acreditar antes. Porque existe uma verdade que a gente custa a aceitar: se a gente não compra a nossa própria ideia, ninguém compra. Receber um não pode doer, mas também pode libertar. Ele pode nos colocar diante de uma pergunta necessária: estou aqui porque é seguro ou porque ainda faz sentido? Às vezes, o não não fecha portas. Ele abre a coragem que faltava para atravessar outras.
Durante dez anos eu fui a “Garota da Sorte”, assistente de palco das loterias da Caixa Econômica Federal. Estive ao lado de César Filho, Nadja Haddad e Luigi Baricelli. Fiz os sorteios regulares acumulados em todo o Brasil e também os mais emblemáticos, os da virada de ano. Por isso, durante uma década, eu nunca fiz grandes planos para o réveillon. O trabalho era ao vivo e na noite do dia 31.12. Depois do sorteio, ainda tinha a segunda entrada para anunciar quantos ganhadores houve e de quais cidades. Era muita responsabilidade e um treinamento super complexo. Era um trabalho que eu amava fazer. Mas no décimo ano, algo em mim já tinha mudado. Eu já era atriz e formada há 10 anos na época (2016). Já era apresentadora e já trabalhava como mestre de cerimônias em eventos corporativos. E eu queria crescer dentro daquilo que eu sabia fazer, dentro do meu potencial, dentro da TV. Pedi então para ser stand-in do apresentador. O não veio rápido e educado. Não era possível. Precisaria ser um homem, como sempre foi. E ali aconteceu uma coisa curiosa. Eu não me senti derrotada. Eu entendi. Aquele foi um dos melhores nãos que eu já recebi. Porque ele deixou claro que, se eu quisesse mais, eu precisaria sair daquele lugar. Não por falta de reconhecimento, tanto que recebi uma homenagem linda da Caixa, tive minha foto publicada no livro comemorativo de 100 anos, me despedi com afeto e respeito, mas porque eu já tinha crescido para além daquela função. Um não, às vezes, não é uma rejeição. É um empurrão silencioso para fora da zona de conforto. É a vida dizendo, com todas as letras, que você está pronta para o próximo passo, mesmo que ainda tenha medo de dá-lo. Menos de um ano depois, eu passei no teste para fazer minha primeira novela. Nada disso foi mágica. Foi decisão. Foi acreditar antes. Porque existe uma verdade que a gente custa a aceitar: se a gente não compra a nossa própria ideia, ninguém compra. Receber um não pode doer, mas também pode libertar. Ele pode nos colocar diante de uma pergunta necessária: estou aqui porque é seguro ou porque ainda faz sentido? Às vezes, o não não fecha portas. Ele abre a coragem que faltava para atravessar outras.
Durante dez anos eu fui a “Garota da Sorte”, assistente de palco das loterias da Caixa Econômica Federal. Estive ao lado de César Filho, Nadja Haddad e Luigi Baricelli. Fiz os sorteios regulares acumulados em todo o Brasil e também os mais emblemáticos, os da virada de ano. Por isso, durante uma década, eu nunca fiz grandes planos para o réveillon. O trabalho era ao vivo e na noite do dia 31.12. Depois do sorteio, ainda tinha a segunda entrada para anunciar quantos ganhadores houve e de quais cidades. Era muita responsabilidade e um treinamento super complexo. Era um trabalho que eu amava fazer. Mas no décimo ano, algo em mim já tinha mudado. Eu já era atriz e formada há 10 anos na época (2016). Já era apresentadora e já trabalhava como mestre de cerimônias em eventos corporativos. E eu queria crescer dentro daquilo que eu sabia fazer, dentro do meu potencial, dentro da TV. Pedi então para ser stand-in do apresentador. O não veio rápido e educado. Não era possível. Precisaria ser um homem, como sempre foi. E ali aconteceu uma coisa curiosa. Eu não me senti derrotada. Eu entendi. Aquele foi um dos melhores nãos que eu já recebi. Porque ele deixou claro que, se eu quisesse mais, eu precisaria sair daquele lugar. Não por falta de reconhecimento, tanto que recebi uma homenagem linda da Caixa, tive minha foto publicada no livro comemorativo de 100 anos, me despedi com afeto e respeito, mas porque eu já tinha crescido para além daquela função. Um não, às vezes, não é uma rejeição. É um empurrão silencioso para fora da zona de conforto. É a vida dizendo, com todas as letras, que você está pronta para o próximo passo, mesmo que ainda tenha medo de dá-lo. Menos de um ano depois, eu passei no teste para fazer minha primeira novela. Nada disso foi mágica. Foi decisão. Foi acreditar antes. Porque existe uma verdade que a gente custa a aceitar: se a gente não compra a nossa própria ideia, ninguém compra. Receber um não pode doer, mas também pode libertar. Ele pode nos colocar diante de uma pergunta necessária: estou aqui porque é seguro ou porque ainda faz sentido? Às vezes, o não não fecha portas. Ele abre a coragem que faltava para atravessar outras.
Durante dez anos eu fui a “Garota da Sorte”, assistente de palco das loterias da Caixa Econômica Federal. Estive ao lado de César Filho, Nadja Haddad e Luigi Baricelli. Fiz os sorteios regulares acumulados em todo o Brasil e também os mais emblemáticos, os da virada de ano. Por isso, durante uma década, eu nunca fiz grandes planos para o réveillon. O trabalho era ao vivo e na noite do dia 31.12. Depois do sorteio, ainda tinha a segunda entrada para anunciar quantos ganhadores houve e de quais cidades. Era muita responsabilidade e um treinamento super complexo. Era um trabalho que eu amava fazer. Mas no décimo ano, algo em mim já tinha mudado. Eu já era atriz e formada há 10 anos na época (2016). Já era apresentadora e já trabalhava como mestre de cerimônias em eventos corporativos. E eu queria crescer dentro daquilo que eu sabia fazer, dentro do meu potencial, dentro da TV. Pedi então para ser stand-in do apresentador. O não veio rápido e educado. Não era possível. Precisaria ser um homem, como sempre foi. E ali aconteceu uma coisa curiosa. Eu não me senti derrotada. Eu entendi. Aquele foi um dos melhores nãos que eu já recebi. Porque ele deixou claro que, se eu quisesse mais, eu precisaria sair daquele lugar. Não por falta de reconhecimento, tanto que recebi uma homenagem linda da Caixa, tive minha foto publicada no livro comemorativo de 100 anos, me despedi com afeto e respeito, mas porque eu já tinha crescido para além daquela função. Um não, às vezes, não é uma rejeição. É um empurrão silencioso para fora da zona de conforto. É a vida dizendo, com todas as letras, que você está pronta para o próximo passo, mesmo que ainda tenha medo de dá-lo. Menos de um ano depois, eu passei no teste para fazer minha primeira novela. Nada disso foi mágica. Foi decisão. Foi acreditar antes. Porque existe uma verdade que a gente custa a aceitar: se a gente não compra a nossa própria ideia, ninguém compra. Receber um não pode doer, mas também pode libertar. Ele pode nos colocar diante de uma pergunta necessária: estou aqui porque é seguro ou porque ainda faz sentido? Às vezes, o não não fecha portas. Ele abre a coragem que faltava para atravessar outras.
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Durante dez anos eu fui a “Garota da Sorte”, assistente de palco das loterias da Caixa Econômica Federal. Estive ao lado de César Filho, Nadja Haddad e Luigi Baricelli. Fiz os sorteios regulares acumulados em todo o Brasil e também os mais emblemáticos, os da virada de ano. Por isso, durante uma década, eu nunca fiz grandes planos para o réveillon. O trabalho era ao vivo e na noite do dia 31.12. Depois do sorteio, ainda tinha a segunda entrada para anunciar quantos ganhadores houve e de quais cidades. Era muita responsabilidade e um treinamento super complexo. Era um trabalho que eu amava fazer. Mas no décimo ano, algo em mim já tinha mudado. Eu já era atriz e formada há 10 anos na época (2016). Já era apresentadora e já trabalhava como mestre de cerimônias em eventos corporativos. E eu queria crescer dentro daquilo que eu sabia fazer, dentro do meu potencial, dentro da TV. Pedi então para ser stand-in do apresentador. O não veio rápido e educado. Não era possível. Precisaria ser um homem, como sempre foi. E ali aconteceu uma coisa curiosa. Eu não me senti derrotada. Eu entendi. Aquele foi um dos melhores nãos que eu já recebi. Porque ele deixou claro que, se eu quisesse mais, eu precisaria sair daquele lugar. Não por falta de reconhecimento, tanto que recebi uma homenagem linda da Caixa, tive minha foto publicada no livro comemorativo de 100 anos, me despedi com afeto e respeito, mas porque eu já tinha crescido para além daquela função. Um não, às vezes, não é uma rejeição. É um empurrão silencioso para fora da zona de conforto. É a vida dizendo, com todas as letras, que você está pronta para o próximo passo, mesmo que ainda tenha medo de dá-lo. Menos de um ano depois, eu passei no teste para fazer minha primeira novela. Nada disso foi mágica. Foi decisão. Foi acreditar antes. Porque existe uma verdade que a gente custa a aceitar: se a gente não compra a nossa própria ideia, ninguém compra. Receber um não pode doer, mas também pode libertar. Ele pode nos colocar diante de uma pergunta necessária: estou aqui porque é seguro ou porque ainda faz sentido? Às vezes, o não não fecha portas. Ele abre a coragem que faltava para atravessar outras.
Durante dez anos eu fui a “Garota da Sorte”, assistente de palco das loterias da Caixa Econômica Federal. Estive ao lado de César Filho, Nadja Haddad e Luigi Baricelli. Fiz os sorteios regulares acumulados em todo o Brasil e também os mais emblemáticos, os da virada de ano. Por isso, durante uma década, eu nunca fiz grandes planos para o réveillon. O trabalho era ao vivo e na noite do dia 31.12. Depois do sorteio, ainda tinha a segunda entrada para anunciar quantos ganhadores houve e de quais cidades. Era muita responsabilidade e um treinamento super complexo. Era um trabalho que eu amava fazer. Mas no décimo ano, algo em mim já tinha mudado. Eu já era atriz e formada há 10 anos na época (2016). Já era apresentadora e já trabalhava como mestre de cerimônias em eventos corporativos. E eu queria crescer dentro daquilo que eu sabia fazer, dentro do meu potencial, dentro da TV. Pedi então para ser stand-in do apresentador. O não veio rápido e educado. Não era possível. Precisaria ser um homem, como sempre foi. E ali aconteceu uma coisa curiosa. Eu não me senti derrotada. Eu entendi. Aquele foi um dos melhores nãos que eu já recebi. Porque ele deixou claro que, se eu quisesse mais, eu precisaria sair daquele lugar. Não por falta de reconhecimento, tanto que recebi uma homenagem linda da Caixa, tive minha foto publicada no livro comemorativo de 100 anos, me despedi com afeto e respeito, mas porque eu já tinha crescido para além daquela função. Um não, às vezes, não é uma rejeição. É um empurrão silencioso para fora da zona de conforto. É a vida dizendo, com todas as letras, que você está pronta para o próximo passo, mesmo que ainda tenha medo de dá-lo. Menos de um ano depois, eu passei no teste para fazer minha primeira novela. Nada disso foi mágica. Foi decisão. Foi acreditar antes. Porque existe uma verdade que a gente custa a aceitar: se a gente não compra a nossa própria ideia, ninguém compra. Receber um não pode doer, mas também pode libertar. Ele pode nos colocar diante de uma pergunta necessária: estou aqui porque é seguro ou porque ainda faz sentido? Às vezes, o não não fecha portas. Ele abre a coragem que faltava para atravessar outras.
Durante dez anos eu fui a “Garota da Sorte”, assistente de palco das loterias da Caixa Econômica Federal. Estive ao lado de César Filho, Nadja Haddad e Luigi Baricelli. Fiz os sorteios regulares acumulados em todo o Brasil e também os mais emblemáticos, os da virada de ano. Por isso, durante uma década, eu nunca fiz grandes planos para o réveillon. O trabalho era ao vivo e na noite do dia 31.12. Depois do sorteio, ainda tinha a segunda entrada para anunciar quantos ganhadores houve e de quais cidades. Era muita responsabilidade e um treinamento super complexo. Era um trabalho que eu amava fazer. Mas no décimo ano, algo em mim já tinha mudado. Eu já era atriz e formada há 10 anos na época (2016). Já era apresentadora e já trabalhava como mestre de cerimônias em eventos corporativos. E eu queria crescer dentro daquilo que eu sabia fazer, dentro do meu potencial, dentro da TV. Pedi então para ser stand-in do apresentador. O não veio rápido e educado. Não era possível. Precisaria ser um homem, como sempre foi. E ali aconteceu uma coisa curiosa. Eu não me senti derrotada. Eu entendi. Aquele foi um dos melhores nãos que eu já recebi. Porque ele deixou claro que, se eu quisesse mais, eu precisaria sair daquele lugar. Não por falta de reconhecimento, tanto que recebi uma homenagem linda da Caixa, tive minha foto publicada no livro comemorativo de 100 anos, me despedi com afeto e respeito, mas porque eu já tinha crescido para além daquela função. Um não, às vezes, não é uma rejeição. É um empurrão silencioso para fora da zona de conforto. É a vida dizendo, com todas as letras, que você está pronta para o próximo passo, mesmo que ainda tenha medo de dá-lo. Menos de um ano depois, eu passei no teste para fazer minha primeira novela. Nada disso foi mágica. Foi decisão. Foi acreditar antes. Porque existe uma verdade que a gente custa a aceitar: se a gente não compra a nossa própria ideia, ninguém compra. Receber um não pode doer, mas também pode libertar. Ele pode nos colocar diante de uma pergunta necessária: estou aqui porque é seguro ou porque ainda faz sentido? Às vezes, o não não fecha portas. Ele abre a coragem que faltava para atravessar outras.
Durante dez anos eu fui a “Garota da Sorte”, assistente de palco das loterias da Caixa Econômica Federal. Estive ao lado de César Filho, Nadja Haddad e Luigi Baricelli. Fiz os sorteios regulares acumulados em todo o Brasil e também os mais emblemáticos, os da virada de ano. Por isso, durante uma década, eu nunca fiz grandes planos para o réveillon. O trabalho era ao vivo e na noite do dia 31.12. Depois do sorteio, ainda tinha a segunda entrada para anunciar quantos ganhadores houve e de quais cidades. Era muita responsabilidade e um treinamento super complexo. Era um trabalho que eu amava fazer. Mas no décimo ano, algo em mim já tinha mudado. Eu já era atriz e formada há 10 anos na época (2016). Já era apresentadora e já trabalhava como mestre de cerimônias em eventos corporativos. E eu queria crescer dentro daquilo que eu sabia fazer, dentro do meu potencial, dentro da TV. Pedi então para ser stand-in do apresentador. O não veio rápido e educado. Não era possível. Precisaria ser um homem, como sempre foi. E ali aconteceu uma coisa curiosa. Eu não me senti derrotada. Eu entendi. Aquele foi um dos melhores nãos que eu já recebi. Porque ele deixou claro que, se eu quisesse mais, eu precisaria sair daquele lugar. Não por falta de reconhecimento, tanto que recebi uma homenagem linda da Caixa, tive minha foto publicada no livro comemorativo de 100 anos, me despedi com afeto e respeito, mas porque eu já tinha crescido para além daquela função. Um não, às vezes, não é uma rejeição. É um empurrão silencioso para fora da zona de conforto. É a vida dizendo, com todas as letras, que você está pronta para o próximo passo, mesmo que ainda tenha medo de dá-lo. Menos de um ano depois, eu passei no teste para fazer minha primeira novela. Nada disso foi mágica. Foi decisão. Foi acreditar antes. Porque existe uma verdade que a gente custa a aceitar: se a gente não compra a nossa própria ideia, ninguém compra. Receber um não pode doer, mas também pode libertar. Ele pode nos colocar diante de uma pergunta necessária: estou aqui porque é seguro ou porque ainda faz sentido? Às vezes, o não não fecha portas. Ele abre a coragem que faltava para atravessar outras.
Durante dez anos eu fui a “Garota da Sorte”, assistente de palco das loterias da Caixa Econômica Federal. Estive ao lado de César Filho, Nadja Haddad e Luigi Baricelli. Fiz os sorteios regulares acumulados em todo o Brasil e também os mais emblemáticos, os da virada de ano. Por isso, durante uma década, eu nunca fiz grandes planos para o réveillon. O trabalho era ao vivo e na noite do dia 31.12. Depois do sorteio, ainda tinha a segunda entrada para anunciar quantos ganhadores houve e de quais cidades. Era muita responsabilidade e um treinamento super complexo. Era um trabalho que eu amava fazer. Mas no décimo ano, algo em mim já tinha mudado. Eu já era atriz e formada há 10 anos na época (2016). Já era apresentadora e já trabalhava como mestre de cerimônias em eventos corporativos. E eu queria crescer dentro daquilo que eu sabia fazer, dentro do meu potencial, dentro da TV. Pedi então para ser stand-in do apresentador. O não veio rápido e educado. Não era possível. Precisaria ser um homem, como sempre foi. E ali aconteceu uma coisa curiosa. Eu não me senti derrotada. Eu entendi. Aquele foi um dos melhores nãos que eu já recebi. Porque ele deixou claro que, se eu quisesse mais, eu precisaria sair daquele lugar. Não por falta de reconhecimento, tanto que recebi uma homenagem linda da Caixa, tive minha foto publicada no livro comemorativo de 100 anos, me despedi com afeto e respeito, mas porque eu já tinha crescido para além daquela função. Um não, às vezes, não é uma rejeição. É um empurrão silencioso para fora da zona de conforto. É a vida dizendo, com todas as letras, que você está pronta para o próximo passo, mesmo que ainda tenha medo de dá-lo. Menos de um ano depois, eu passei no teste para fazer minha primeira novela. Nada disso foi mágica. Foi decisão. Foi acreditar antes. Porque existe uma verdade que a gente custa a aceitar: se a gente não compra a nossa própria ideia, ninguém compra. Receber um não pode doer, mas também pode libertar. Ele pode nos colocar diante de uma pergunta necessária: estou aqui porque é seguro ou porque ainda faz sentido? Às vezes, o não não fecha portas. Ele abre a coragem que faltava para atravessar outras.
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Durante dez anos eu fui a “Garota da Sorte”, assistente de palco das loterias da Caixa Econômica Federal. Estive ao lado de César Filho, Nadja Haddad e Luigi Baricelli. Fiz os sorteios regulares acumulados em todo o Brasil e também os mais emblemáticos, os da virada de ano. Por isso, durante uma década, eu nunca fiz grandes planos para o réveillon. O trabalho era ao vivo e na noite do dia 31.12. Depois do sorteio, ainda tinha a segunda entrada para anunciar quantos ganhadores houve e de quais cidades. Era muita responsabilidade e um treinamento super complexo. Era um trabalho que eu amava fazer. Mas no décimo ano, algo em mim já tinha mudado. Eu já era atriz e formada há 10 anos na época (2016). Já era apresentadora e já trabalhava como mestre de cerimônias em eventos corporativos. E eu queria crescer dentro daquilo que eu sabia fazer, dentro do meu potencial, dentro da TV. Pedi então para ser stand-in do apresentador. O não veio rápido e educado. Não era possível. Precisaria ser um homem, como sempre foi. E ali aconteceu uma coisa curiosa. Eu não me senti derrotada. Eu entendi. Aquele foi um dos melhores nãos que eu já recebi. Porque ele deixou claro que, se eu quisesse mais, eu precisaria sair daquele lugar. Não por falta de reconhecimento, tanto que recebi uma homenagem linda da Caixa, tive minha foto publicada no livro comemorativo de 100 anos, me despedi com afeto e respeito, mas porque eu já tinha crescido para além daquela função. Um não, às vezes, não é uma rejeição. É um empurrão silencioso para fora da zona de conforto. É a vida dizendo, com todas as letras, que você está pronta para o próximo passo, mesmo que ainda tenha medo de dá-lo. Menos de um ano depois, eu passei no teste para fazer minha primeira novela. Nada disso foi mágica. Foi decisão. Foi acreditar antes. Porque existe uma verdade que a gente custa a aceitar: se a gente não compra a nossa própria ideia, ninguém compra. Receber um não pode doer, mas também pode libertar. Ele pode nos colocar diante de uma pergunta necessária: estou aqui porque é seguro ou porque ainda faz sentido? Às vezes, o não não fecha portas. Ele abre a coragem que faltava para atravessar outras.
Durante dez anos eu fui a “Garota da Sorte”, assistente de palco das loterias da Caixa Econômica Federal. Estive ao lado de César Filho, Nadja Haddad e Luigi Baricelli. Fiz os sorteios regulares acumulados em todo o Brasil e também os mais emblemáticos, os da virada de ano. Por isso, durante uma década, eu nunca fiz grandes planos para o réveillon. O trabalho era ao vivo e na noite do dia 31.12. Depois do sorteio, ainda tinha a segunda entrada para anunciar quantos ganhadores houve e de quais cidades. Era muita responsabilidade e um treinamento super complexo. Era um trabalho que eu amava fazer. Mas no décimo ano, algo em mim já tinha mudado. Eu já era atriz e formada há 10 anos na época (2016). Já era apresentadora e já trabalhava como mestre de cerimônias em eventos corporativos. E eu queria crescer dentro daquilo que eu sabia fazer, dentro do meu potencial, dentro da TV. Pedi então para ser stand-in do apresentador. O não veio rápido e educado. Não era possível. Precisaria ser um homem, como sempre foi. E ali aconteceu uma coisa curiosa. Eu não me senti derrotada. Eu entendi. Aquele foi um dos melhores nãos que eu já recebi. Porque ele deixou claro que, se eu quisesse mais, eu precisaria sair daquele lugar. Não por falta de reconhecimento, tanto que recebi uma homenagem linda da Caixa, tive minha foto publicada no livro comemorativo de 100 anos, me despedi com afeto e respeito, mas porque eu já tinha crescido para além daquela função. Um não, às vezes, não é uma rejeição. É um empurrão silencioso para fora da zona de conforto. É a vida dizendo, com todas as letras, que você está pronta para o próximo passo, mesmo que ainda tenha medo de dá-lo. Menos de um ano depois, eu passei no teste para fazer minha primeira novela. Nada disso foi mágica. Foi decisão. Foi acreditar antes. Porque existe uma verdade que a gente custa a aceitar: se a gente não compra a nossa própria ideia, ninguém compra. Receber um não pode doer, mas também pode libertar. Ele pode nos colocar diante de uma pergunta necessária: estou aqui porque é seguro ou porque ainda faz sentido? Às vezes, o não não fecha portas. Ele abre a coragem que faltava para atravessar outras.
Durante dez anos eu fui a “Garota da Sorte”, assistente de palco das loterias da Caixa Econômica Federal. Estive ao lado de César Filho, Nadja Haddad e Luigi Baricelli. Fiz os sorteios regulares acumulados em todo o Brasil e também os mais emblemáticos, os da virada de ano. Por isso, durante uma década, eu nunca fiz grandes planos para o réveillon. O trabalho era ao vivo e na noite do dia 31.12. Depois do sorteio, ainda tinha a segunda entrada para anunciar quantos ganhadores houve e de quais cidades. Era muita responsabilidade e um treinamento super complexo. Era um trabalho que eu amava fazer. Mas no décimo ano, algo em mim já tinha mudado. Eu já era atriz e formada há 10 anos na época (2016). Já era apresentadora e já trabalhava como mestre de cerimônias em eventos corporativos. E eu queria crescer dentro daquilo que eu sabia fazer, dentro do meu potencial, dentro da TV. Pedi então para ser stand-in do apresentador. O não veio rápido e educado. Não era possível. Precisaria ser um homem, como sempre foi. E ali aconteceu uma coisa curiosa. Eu não me senti derrotada. Eu entendi. Aquele foi um dos melhores nãos que eu já recebi. Porque ele deixou claro que, se eu quisesse mais, eu precisaria sair daquele lugar. Não por falta de reconhecimento, tanto que recebi uma homenagem linda da Caixa, tive minha foto publicada no livro comemorativo de 100 anos, me despedi com afeto e respeito, mas porque eu já tinha crescido para além daquela função. Um não, às vezes, não é uma rejeição. É um empurrão silencioso para fora da zona de conforto. É a vida dizendo, com todas as letras, que você está pronta para o próximo passo, mesmo que ainda tenha medo de dá-lo. Menos de um ano depois, eu passei no teste para fazer minha primeira novela. Nada disso foi mágica. Foi decisão. Foi acreditar antes. Porque existe uma verdade que a gente custa a aceitar: se a gente não compra a nossa própria ideia, ninguém compra. Receber um não pode doer, mas também pode libertar. Ele pode nos colocar diante de uma pergunta necessária: estou aqui porque é seguro ou porque ainda faz sentido? Às vezes, o não não fecha portas. Ele abre a coragem que faltava para atravessar outras.
Durante dez anos eu fui a “Garota da Sorte”, assistente de palco das loterias da Caixa Econômica Federal. Estive ao lado de César Filho, Nadja Haddad e Luigi Baricelli. Fiz os sorteios regulares acumulados em todo o Brasil e também os mais emblemáticos, os da virada de ano. Por isso, durante uma década, eu nunca fiz grandes planos para o réveillon. O trabalho era ao vivo e na noite do dia 31.12. Depois do sorteio, ainda tinha a segunda entrada para anunciar quantos ganhadores houve e de quais cidades. Era muita responsabilidade e um treinamento super complexo. Era um trabalho que eu amava fazer. Mas no décimo ano, algo em mim já tinha mudado. Eu já era atriz e formada há 10 anos na época (2016). Já era apresentadora e já trabalhava como mestre de cerimônias em eventos corporativos. E eu queria crescer dentro daquilo que eu sabia fazer, dentro do meu potencial, dentro da TV. Pedi então para ser stand-in do apresentador. O não veio rápido e educado. Não era possível. Precisaria ser um homem, como sempre foi. E ali aconteceu uma coisa curiosa. Eu não me senti derrotada. Eu entendi. Aquele foi um dos melhores nãos que eu já recebi. Porque ele deixou claro que, se eu quisesse mais, eu precisaria sair daquele lugar. Não por falta de reconhecimento, tanto que recebi uma homenagem linda da Caixa, tive minha foto publicada no livro comemorativo de 100 anos, me despedi com afeto e respeito, mas porque eu já tinha crescido para além daquela função. Um não, às vezes, não é uma rejeição. É um empurrão silencioso para fora da zona de conforto. É a vida dizendo, com todas as letras, que você está pronta para o próximo passo, mesmo que ainda tenha medo de dá-lo. Menos de um ano depois, eu passei no teste para fazer minha primeira novela. Nada disso foi mágica. Foi decisão. Foi acreditar antes. Porque existe uma verdade que a gente custa a aceitar: se a gente não compra a nossa própria ideia, ninguém compra. Receber um não pode doer, mas também pode libertar. Ele pode nos colocar diante de uma pergunta necessária: estou aqui porque é seguro ou porque ainda faz sentido? Às vezes, o não não fecha portas. Ele abre a coragem que faltava para atravessar outras.
Durante dez anos eu fui a “Garota da Sorte”, assistente de palco das loterias da Caixa Econômica Federal. Estive ao lado de César Filho, Nadja Haddad e Luigi Baricelli. Fiz os sorteios regulares acumulados em todo o Brasil e também os mais emblemáticos, os da virada de ano. Por isso, durante uma década, eu nunca fiz grandes planos para o réveillon. O trabalho era ao vivo e na noite do dia 31.12. Depois do sorteio, ainda tinha a segunda entrada para anunciar quantos ganhadores houve e de quais cidades. Era muita responsabilidade e um treinamento super complexo. Era um trabalho que eu amava fazer. Mas no décimo ano, algo em mim já tinha mudado. Eu já era atriz e formada há 10 anos na época (2016). Já era apresentadora e já trabalhava como mestre de cerimônias em eventos corporativos. E eu queria crescer dentro daquilo que eu sabia fazer, dentro do meu potencial, dentro da TV. Pedi então para ser stand-in do apresentador. O não veio rápido e educado. Não era possível. Precisaria ser um homem, como sempre foi. E ali aconteceu uma coisa curiosa. Eu não me senti derrotada. Eu entendi. Aquele foi um dos melhores nãos que eu já recebi. Porque ele deixou claro que, se eu quisesse mais, eu precisaria sair daquele lugar. Não por falta de reconhecimento, tanto que recebi uma homenagem linda da Caixa, tive minha foto publicada no livro comemorativo de 100 anos, me despedi com afeto e respeito, mas porque eu já tinha crescido para além daquela função. Um não, às vezes, não é uma rejeição. É um empurrão silencioso para fora da zona de conforto. É a vida dizendo, com todas as letras, que você está pronta para o próximo passo, mesmo que ainda tenha medo de dá-lo. Menos de um ano depois, eu passei no teste para fazer minha primeira novela. Nada disso foi mágica. Foi decisão. Foi acreditar antes. Porque existe uma verdade que a gente custa a aceitar: se a gente não compra a nossa própria ideia, ninguém compra. Receber um não pode doer, mas também pode libertar. Ele pode nos colocar diante de uma pergunta necessária: estou aqui porque é seguro ou porque ainda faz sentido? Às vezes, o não não fecha portas. Ele abre a coragem que faltava para atravessar outras.
Durante dez anos eu fui a “Garota da Sorte”, assistente de palco das loterias da Caixa Econômica Federal. Estive ao lado de César Filho, Nadja Haddad e Luigi Baricelli. Fiz os sorteios regulares acumulados em todo o Brasil e também os mais emblemáticos, os da virada de ano. Por isso, durante uma década, eu nunca fiz grandes planos para o réveillon. O trabalho era ao vivo e na noite do dia 31.12. Depois do sorteio, ainda tinha a segunda entrada para anunciar quantos ganhadores houve e de quais cidades. Era muita responsabilidade e um treinamento super complexo. Era um trabalho que eu amava fazer. Mas no décimo ano, algo em mim já tinha mudado. Eu já era atriz e formada há 10 anos na época (2016). Já era apresentadora e já trabalhava como mestre de cerimônias em eventos corporativos. E eu queria crescer dentro daquilo que eu sabia fazer, dentro do meu potencial, dentro da TV. Pedi então para ser stand-in do apresentador. O não veio rápido e educado. Não era possível. Precisaria ser um homem, como sempre foi. E ali aconteceu uma coisa curiosa. Eu não me senti derrotada. Eu entendi. Aquele foi um dos melhores nãos que eu já recebi. Porque ele deixou claro que, se eu quisesse mais, eu precisaria sair daquele lugar. Não por falta de reconhecimento, tanto que recebi uma homenagem linda da Caixa, tive minha foto publicada no livro comemorativo de 100 anos, me despedi com afeto e respeito, mas porque eu já tinha crescido para além daquela função. Um não, às vezes, não é uma rejeição. É um empurrão silencioso para fora da zona de conforto. É a vida dizendo, com todas as letras, que você está pronta para o próximo passo, mesmo que ainda tenha medo de dá-lo. Menos de um ano depois, eu passei no teste para fazer minha primeira novela. Nada disso foi mágica. Foi decisão. Foi acreditar antes. Porque existe uma verdade que a gente custa a aceitar: se a gente não compra a nossa própria ideia, ninguém compra. Receber um não pode doer, mas também pode libertar. Ele pode nos colocar diante de uma pergunta necessária: estou aqui porque é seguro ou porque ainda faz sentido? Às vezes, o não não fecha portas. Ele abre a coragem que faltava para atravessar outras.
Durante dez anos eu fui a “Garota da Sorte”, assistente de palco das loterias da Caixa Econômica Federal. Estive ao lado de César Filho, Nadja Haddad e Luigi Baricelli. Fiz os sorteios regulares acumulados em todo o Brasil e também os mais emblemáticos, os da virada de ano. Por isso, durante uma década, eu nunca fiz grandes planos para o réveillon. O trabalho era ao vivo e na noite do dia 31.12. Depois do sorteio, ainda tinha a segunda entrada para anunciar quantos ganhadores houve e de quais cidades. Era muita responsabilidade e um treinamento super complexo. Era um trabalho que eu amava fazer. Mas no décimo ano, algo em mim já tinha mudado. Eu já era atriz e formada há 10 anos na época (2016). Já era apresentadora e já trabalhava como mestre de cerimônias em eventos corporativos. E eu queria crescer dentro daquilo que eu sabia fazer, dentro do meu potencial, dentro da TV. Pedi então para ser stand-in do apresentador. O não veio rápido e educado. Não era possível. Precisaria ser um homem, como sempre foi. E ali aconteceu uma coisa curiosa. Eu não me senti derrotada. Eu entendi. Aquele foi um dos melhores nãos que eu já recebi. Porque ele deixou claro que, se eu quisesse mais, eu precisaria sair daquele lugar. Não por falta de reconhecimento, tanto que recebi uma homenagem linda da Caixa, tive minha foto publicada no livro comemorativo de 100 anos, me despedi com afeto e respeito, mas porque eu já tinha crescido para além daquela função. Um não, às vezes, não é uma rejeição. É um empurrão silencioso para fora da zona de conforto. É a vida dizendo, com todas as letras, que você está pronta para o próximo passo, mesmo que ainda tenha medo de dá-lo. Menos de um ano depois, eu passei no teste para fazer minha primeira novela. Nada disso foi mágica. Foi decisão. Foi acreditar antes. Porque existe uma verdade que a gente custa a aceitar: se a gente não compra a nossa própria ideia, ninguém compra. Receber um não pode doer, mas também pode libertar. Ele pode nos colocar diante de uma pergunta necessária: estou aqui porque é seguro ou porque ainda faz sentido? Às vezes, o não não fecha portas. Ele abre a coragem que faltava para atravessar outras.
Sonhar grande é lindo. Improvisar a vida inteira, nem tanto. ✨ Durante muito tempo, eu vivi no modo “vai dar”. Vai dar pra pagar, vai dar pra guardar, vai dar pra sonhar. Mas quando o sonho cresce, o improviso começa a pesar. Planejamento financeiro não é sobre ganhar mais dinheiro. É sobre ganhar clareza. Sobre parar de apagar incêndio e começar a fazer escolhas com menos medo e mais consciência. Esse vídeo não é sobre números. É sobre liberdade. Sobre futuro. Sobre conseguir sonhar sem ansiedade. Se você também sente que trabalha muito, mas a segurança nunca chega… fica comigo nessa jornada. 👉 Comenta SONHO aqui embaixo ou me conta: qual é o sonho que você quer parar de adiar? | @superricobr Publi*
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Início de ano é sempre um bom momento para alinhar propósito, estratégia e presença. Ao longo dos últimos anos, tive a oportunidade de atuar como mestre de cerimônias em eventos corporativos, institucionais e culturais, conectando marcas, lideranças e públicos por meio de uma comunicação clara, elegante e humana. Apresentar um evento vai muito além de conduzir um roteiro. É sobre dar ritmo, criar escuta, respeitar o tempo do público e traduzir a essência de cada projeto com profissionalismo e sensibilidade. Em 2026, sigo aberta a novas parcerias e projetos que valorizem conteúdo, diversidade de vozes e experiências bem conduzidas do início ao fim. Se a sua empresa, instituição ou evento busca uma apresentação que una presença, preparo e conexão real com o público, será um prazer conversar. Que seja um ano de encontros potentes e eventos que deixem marca. Para conhecer melhor o meu trabalho e formatos de atuação, o link está na bio!