Ângela Diniz foi assassinada em 1976, quando homens poderiam alegar legítima defesa da honra em um crime desse. De vítima, ela virou algoz num julgamento misógino. O caso foi resgatado com o lançamento do podcast Praia dos Ossos (2020) e, cinco anos depois, é mais uma vez lembrado com a série “Ângela Diniz: assassinada e condenada”, enquanto casos de feminicídio tomam conta do noticiário. Uma das mais talentosas atrizes de sua geração e capa da #ELLEView de dezembro, @estianomarjorie dá vida à socialite que queria gozar a vida – na época, um privilégio dos homens. “Pude me aprofundar no significado político do que é ser mulher enquanto construção social de gênero”, diz ela à editora de cultura @brunabittencourt1. Para conferir o material completo desta edição tão especial, que celebra mulheres que transformam, acesse elle.com.br e assine já a nossa revista digital. É só R$12,50 por mês! Coordenação geral: @renata_piza Fotos: @hudsonrennan Direção de moda: @lucasboccalao Beleza: @brazilrenata com produtos @chanel.beauty Edição de arte: @gusbalducci Cenografia: @cenna_visualcenografia Produção de moda: @thiiagotorres e @gus.vsk Produção executiva: @bellaaribeiro Tratamento de imagem: @vetroretouching Assistente de foto: @fernandobentes Assistente de beleza: @indyamake Assistente de cenografia: @bruno_alves8618 Assistente de produção executiva: @brunacampi Manicure: @thaynadandara
Ângela Diniz foi assassinada em 1976, quando homens poderiam alegar legítima defesa da honra em um crime desse. De vítima, ela virou algoz num julgamento misógino. O caso foi resgatado com o lançamento do podcast Praia dos Ossos (2020) e, cinco anos depois, é mais uma vez lembrado com a série “Ângela Diniz: assassinada e condenada”, enquanto casos de feminicídio tomam conta do noticiário. Uma das mais talentosas atrizes de sua geração e capa da #ELLEView de dezembro, @estianomarjorie dá vida à socialite que queria gozar a vida – na época, um privilégio dos homens. “Pude me aprofundar no significado político do que é ser mulher enquanto construção social de gênero”, diz ela à editora de cultura @brunabittencourt1. Para conferir o material completo desta edição tão especial, que celebra mulheres que transformam, acesse elle.com.br e assine já a nossa revista digital. É só R$12,50 por mês! Coordenação geral: @renata_piza Fotos: @hudsonrennan Direção de moda: @lucasboccalao Beleza: @brazilrenata com produtos @chanel.beauty Edição de arte: @gusbalducci Cenografia: @cenna_visualcenografia Produção de moda: @thiiagotorres e @gus.vsk Produção executiva: @bellaaribeiro Tratamento de imagem: @vetroretouching Assistente de foto: @fernandobentes Assistente de beleza: @indyamake Assistente de cenografia: @bruno_alves8618 Assistente de produção executiva: @brunacampi Manicure: @thaynadandara
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Interpretar Ângela Diniz hoje é, antes de tudo, um ato político. Não apenas por revisitar um dos feminicídios mais emblemáticos da história brasileira, mas porque a violência dos anos 1970 segue ativa e operante — com novos nomes e cenários, sob a mesma estrutura. Em um país que insiste em relativizar crimes contra mulheres, a entrega de Marjorie Estiano ultrapassa a atuação: é leitura crítica, enfrentamento ao patriarcado e recusa ao silêncio. Estrela da capa digital de #MarieClaireJaneiro, @estianomarjorie fala desse papel e das nuances do seu machismo internalizado. “Não gosto de usar sutiã, mas é comum que o faça em certas situações para não me sentir exposta. Penso que, assim, estaria mais protegida de assédios, como quando olham para seu peito ou órgão genital ao falar com você. Os homens não têm pudor em exercer essa invasão porque é natural para eles acessar esse corpo.” A entrevista na íntegra está em #MarieClaireBrasil. Direção de redação: @mariaritaalonso Entrevista: @cetronec Fotos: @hudsonrennan (FSAG) Direção criativa: @estudiorobertacardoso Direção de moda: @larissalucchese Beleza: @suabreup (Beltrame) Set designer: @cenna_visualecenografia Produção executiva: @vandecazimmermann Tratamento de imagem: @vetroretouching Produtor de moda: @renankawano Produtora set designer: @cacoqueiro_88 Assistente de beleza: @mamaprysthon Assistente de fotografia: @pedrosaad Contrarregras: @bruno_alves8618, @walkeerx
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Não é raro ouvir que Marjorie Estiano é a melhor atriz de sua geração. Ao longo das últimas duas décadas, ela conquistou algo que poucos artistas alcançam: a capacidade de se movimentar com segurança entre filmes independentes, como o terror “As Boas Maneiras”, novelas de grande audiência, como “A Vida da Gente”, e séries de televisão aclamadas, como “Sob Pressão”. Num de seus últimos trabalhos, ao interpretar Ângela Diniz, a artista teve uma transformação íntima. A série “Ângela Diniz: Assassinada e Condenada”, da HBO Max, conta a história da mineira que foi morta por Doca Street, em 1976, e do uso da tese da legítima defesa da honra para justificar o crime. Além de Marjorie aprofundar seus estudos sobre o tema, algo nela mudou. “A Ângela me permitiu desenvolver uma sensibilidade muito maior em relação ao meu corpo. Não sei se é algo passageiro, mas algo permanece mais bonito nesse processo, diria que hoje me sinto mais à vontade na minha própria pele”, afirma a atriz. Agora, Marjorie Estiano estampa a edição de fevereiro da Revista CLAUDIA. Assine no link da bio! Texto @amoreiralo Foto @brunasussekind Edição de Moda @brunoptl Beleza @carlarodriguesmake Direção de Arte @kareensayuri Agradecimento @palaciotangara Produção de Moda @junymartinsb e @gabrielafabosa Camareira @amandacamarac Assistentes de Fotografia @__avktoi e @gianfranco.vacani Retouch @vwretouch Edição @karinhueck Direção @helenagalante Marjorie veste Top, Hotpants e Brincos @dolcegabbana; Anel @bvlgari
Numa semana repleta de casos de feminicídios bárbaros, Marjorie Estiano conta seu mergulho profundo nos estudos. com livros, filmes e documentários, para interpretar Ângela Diniz na série “Ângela Diniz: Assassinada e Condenada, disponível na HBO Max“ — e compartilha com #MarieClaireBrasil quais obras foram cruciais para entender o que é ser mulher neste mundo. Mais detalhes de cada uma em nosso site. (Foto: Reprodução/ Instagram por @andrenicolau)
Numa semana repleta de casos de feminicídios bárbaros, Marjorie Estiano conta seu mergulho profundo nos estudos. com livros, filmes e documentários, para interpretar Ângela Diniz na série “Ângela Diniz: Assassinada e Condenada, disponível na HBO Max“ — e compartilha com #MarieClaireBrasil quais obras foram cruciais para entender o que é ser mulher neste mundo. Mais detalhes de cada uma em nosso site. (Foto: Reprodução/ Instagram por @andrenicolau)
Numa semana repleta de casos de feminicídios bárbaros, Marjorie Estiano conta seu mergulho profundo nos estudos. com livros, filmes e documentários, para interpretar Ângela Diniz na série “Ângela Diniz: Assassinada e Condenada, disponível na HBO Max“ — e compartilha com #MarieClaireBrasil quais obras foram cruciais para entender o que é ser mulher neste mundo. Mais detalhes de cada uma em nosso site. (Foto: Reprodução/ Instagram por @andrenicolau)
Numa semana repleta de casos de feminicídios bárbaros, Marjorie Estiano conta seu mergulho profundo nos estudos. com livros, filmes e documentários, para interpretar Ângela Diniz na série “Ângela Diniz: Assassinada e Condenada, disponível na HBO Max“ — e compartilha com #MarieClaireBrasil quais obras foram cruciais para entender o que é ser mulher neste mundo. Mais detalhes de cada uma em nosso site. (Foto: Reprodução/ Instagram por @andrenicolau)
“A misoginia parece cada vez mais um posicionamento autorizado. Fico chocada quando eu vejo pessoas se manifestando livremente de uma forma tão violenta nas redes. Como é possível que isso possa ter espaço e seguidores?”, diz Marjorie Estiano (@estianomarjorie), convidada do #TripFM desta sexta-feira (5). Protagonista de “Ângela Diniz: Assassinada e Condenada”, série recém-lançada pela HBO Max (@hbomaxbrasil), a atriz revisita um dos casos mais emblemáticos de feminicídio do país — e as armadilhas de um machismo que não apenas matou, mas tentou culpar a vítima. No papo com Paulo Lima, ela revela como a preparação para a personagem acabou atravessando a vida real. “Foi um processo psicanalítico, você começa a se liberar. A investigação física é muito gostosa. Eu pensava: ‘Autoconfiança é muito bom!’ A gente podia tomar um comprimido todo dia de manhã. Me conheci um pouco mais através dessa experiência”, afirmou a atriz. Marjorie também sublinha os contrastes da personagem com sua personalidade: “Tenho uma natureza mais reservada. Não me interessa expor a intimidade. Eu demoro para ter opinião, não me autorizo a ser leviana sobre assuntos importantes. As palavras têm força”. Na conversa, ela também relembra a infância e adolescência em Curitiba e antecipa detalhes de Habeas Corpus, nova série da Netflix que irá protagonizar. O programa vai ao ar às 20h na @radioeldorado e fica disponível no Spotify, Deezer, YouTube e no site da Trip.
🎬 MULTIFACETADA!! Nosso repórter @diegaossc entrevistou a Marjorie Estiano sobre “Ângela Diniz: assassinada e condenada” e perguntou sobre os trabalhos da carreira dela. Qual seu filme favorito com a Marjorie? #AdoroCinema