Hoje não queremos flores. Não queremos poemas. Não queremos bombons, ursinhos de peluche, nem joias. Guardem os gestos fáceis para outro dia. O Dia da Mulher não é um dia de celebração domesticada. É um dia de luta. E é também um dia de luto. Um dia que recorda que ser mulher, ao longo da história, tem sido demasiadas vezes um exercício de sobrevivência. Sobrevivência à violência, ao apagamento, à exploração, à tentativa constante de nos empurrar para fora dos lugares onde o mundo se decide. Cada direito que hoje existe foi arrancado. Nunca foi oferecido. Foi conquistado por mulheres que marcharam, que gritaram, que desobedeceram, que pagaram com o corpo, com a liberdade e, muitas vezes, com a própria vida. O espaço público sempre foi nosso por direito. Desde o momento em que nascemos. Mas continuamos a ter de o disputar, todos os dias, contra estruturas que insistem em lembrar-nos (subtil ou brutalmente) que preferiam que ficássemos caladas, pequenas e fora do caminho. Ainda não chegámos à igualdade. E estamos longe de poder fingir que chegámos. Por isso hoje não queremos flores para suavizar a injustiça. Não queremos gestos simbólicos que tentem transformar luta em decoração. Hoje lembramos as que vieram antes. As que resistiram. As que foram silenciadas. E hoje continuamos. Mais ruidosas. Mais presentes. Mais difíceis de ignorar. Porque o espaço que ocupamos não é uma concessão. É um direito. E não vamos devolvê-lo.
Hoje não queremos flores. Não queremos poemas. Não queremos bombons, ursinhos de peluche, nem joias. Guardem os gestos fáceis para outro dia. O Dia da Mulher não é um dia de celebração domesticada. É um dia de luta. E é também um dia de luto. Um dia que recorda que ser mulher, ao longo da história, tem sido demasiadas vezes um exercício de sobrevivência. Sobrevivência à violência, ao apagamento, à exploração, à tentativa constante de nos empurrar para fora dos lugares onde o mundo se decide. Cada direito que hoje existe foi arrancado. Nunca foi oferecido. Foi conquistado por mulheres que marcharam, que gritaram, que desobedeceram, que pagaram com o corpo, com a liberdade e, muitas vezes, com a própria vida. O espaço público sempre foi nosso por direito. Desde o momento em que nascemos. Mas continuamos a ter de o disputar, todos os dias, contra estruturas que insistem em lembrar-nos (subtil ou brutalmente) que preferiam que ficássemos caladas, pequenas e fora do caminho. Ainda não chegámos à igualdade. E estamos longe de poder fingir que chegámos. Por isso hoje não queremos flores para suavizar a injustiça. Não queremos gestos simbólicos que tentem transformar luta em decoração. Hoje lembramos as que vieram antes. As que resistiram. As que foram silenciadas. E hoje continuamos. Mais ruidosas. Mais presentes. Mais difíceis de ignorar. Porque o espaço que ocupamos não é uma concessão. É um direito. E não vamos devolvê-lo.
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“The way to love someone is to lightly run your finger over that person’s soul until you find a crack, and then gently pour your love into that crack.”  Keith Miller Foto: Frederico Martins -2016
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Como todos os anos, é hora de partilhar as minhas escolhas para os Óscares. HAMNET tocou-me profundamente e ganhou o meu coração, mas sei que o prémio de Melhor Filme será, sem dúvida, o brilhante trabalho de Paul Thomas Anderson. Aqui fica a lista: Melhor Filme: One Battle After Another✅ Melhor Realização: Paul Thomas Anderson One Battle After Another✅ Melhor Fotografia: Sinners✅ Melhor Montagem: One Battle After Another✅ Melhor Actor: Timothée Chalamet – Marty Supreme ( se bem que, qualquer um dos nomeados merece muito!) Melhor Actriz: Jessie Buckley – Hamnet✅ Melhor Actor Secundário: Sean Penn – One Battle After Another✅ Melhor Actriz Secundária: Amy Madigan – Weapons ✅ Melhor Guarda-Roupa: Frankenstein✅ Melhor Banda Sonora: Ludwig Göransson – Sinners✅ Melhor Canção Original: I Lied To You – Sinners Melhor Argumento Adaptado: One Battle After Another✅ Melhor Argumento Original: Sinners✅ Melhor Filme Internacional: Sentimental Value – Noruega✅ #oscar #academia #oscars2026 #movie #film
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ETHAN HAWKE ♥️ Oscars 2026 – Red Carpet interview ( swipe 👉🏼 para tradução )
💋 credits @brokenquotes.in
“… Our love was like a song, poised, rhythmic, on time. We always knew our places where to go, where to sit, which table to choose. We could rise and leave without speaking a word, in step, as if moved by the same silent music. No. Something like that can’t just vanish… A song doesn’t die so easily. You can close the music book, silence the piano, let the termites chew through its wooden legs. You can let mobs overrun Versailles, let the Colosseum crumble to dust, but surely this dance still glides on somewhere… Our old song must still be playing, note by note, on some distant star. Isn’t there a heaven where old dances, old beautiful loves, carry on forever? …” a passage from the audiobook “ The Letters I Never Sent “ from Davide De Pierro @davi87dp ( tradução no comentário 👇🏼)