Depois que me tornei mãe, passei a olhar a minha mãe com outros olhos. Não foi de uma hora pra outra. Foi no silêncio das madrugadas. Foi na vulnerabilidade que a maternidade escancara. Eu comecei a entender dores que antes eu julgava exagero. Comecei a enxergar dificuldades que antes eu nem percebia. Comecei a amar minha mãe de um jeito diferente, um amor mais consciente, mais profundo, mais humano. Ontem eu tive febre. Calafrio. Uma mastite que me atravessou o corpo e a alma. A dor física é intensa. Mas existe também uma dor emocional difícil de explicar. A dor de entender que o leite materno esteja chegando ao fim. A dor de aceitar que algumas fases simplesmente se encerram, mesmo quando a gente ainda não estava pronta. Respeitar isso também é maturidade. Respeitar isso também é amor. A maternidade me ensinou que a gente não controla os ciclos. A gente atravessa. Hoje eu estou mais quieta. Em casa. Tomando medicamentos que ainda vão me acompanhar por alguns dias. E, ao mesmo tempo, me sentindo absurdamente privilegiada por poder estar com ele. Por poder segurá-lo no colo. Por poder olhar para aquele sorriso que desmonta qualquer dor. Ser mãe transforma tudo. Transforma o corpo, que não volta no tempo da nossa ansiedade. Transforma a rotina. Transforma as prioridades. Transforma a forma como enxergamos a vida. Mas, principalmente, transforma a alma. A gente passa a olhar as pessoas com mais compaixão. Passa a entender que todo mundo está atravessando alguma coisa. Passa a compreender que força não é rigidez, é entrega. Meu corpo mudou. Meu ritmo mudou. Minha forma de amar mudou. Tudo passa. Mas o que fica é a transformação. A maternidade dói. Mas ela também cura. E, no meio de tudo isso, eu sigo aprendendo que viver é atravessar as fases com coragem… e honrar cada uma delas! Agradeço ao meu filho, por me ensinar um amor que me refaz todos os dias… e a minha mãe, por ter me amado assim antes mesmo que eu soubesse agradecer. Vocês são as duas pontas do mesmo milagre que transformou a minha vida. 🩵🥹
Depois que me tornei mãe, passei a olhar a minha mãe com outros olhos. Não foi de uma hora pra outra. Foi no silêncio das madrugadas. Foi na vulnerabilidade que a maternidade escancara. Eu comecei a entender dores que antes eu julgava exagero. Comecei a enxergar dificuldades que antes eu nem percebia. Comecei a amar minha mãe de um jeito diferente, um amor mais consciente, mais profundo, mais humano. Ontem eu tive febre. Calafrio. Uma mastite que me atravessou o corpo e a alma. A dor física é intensa. Mas existe também uma dor emocional difícil de explicar. A dor de entender que o leite materno esteja chegando ao fim. A dor de aceitar que algumas fases simplesmente se encerram, mesmo quando a gente ainda não estava pronta. Respeitar isso também é maturidade. Respeitar isso também é amor. A maternidade me ensinou que a gente não controla os ciclos. A gente atravessa. Hoje eu estou mais quieta. Em casa. Tomando medicamentos que ainda vão me acompanhar por alguns dias. E, ao mesmo tempo, me sentindo absurdamente privilegiada por poder estar com ele. Por poder segurá-lo no colo. Por poder olhar para aquele sorriso que desmonta qualquer dor. Ser mãe transforma tudo. Transforma o corpo, que não volta no tempo da nossa ansiedade. Transforma a rotina. Transforma as prioridades. Transforma a forma como enxergamos a vida. Mas, principalmente, transforma a alma. A gente passa a olhar as pessoas com mais compaixão. Passa a entender que todo mundo está atravessando alguma coisa. Passa a compreender que força não é rigidez, é entrega. Meu corpo mudou. Meu ritmo mudou. Minha forma de amar mudou. Tudo passa. Mas o que fica é a transformação. A maternidade dói. Mas ela também cura. E, no meio de tudo isso, eu sigo aprendendo que viver é atravessar as fases com coragem… e honrar cada uma delas! Agradeço ao meu filho, por me ensinar um amor que me refaz todos os dias… e a minha mãe, por ter me amado assim antes mesmo que eu soubesse agradecer. Vocês são as duas pontas do mesmo milagre que transformou a minha vida. 🩵🥹
Depois que me tornei mãe, passei a olhar a minha mãe com outros olhos. Não foi de uma hora pra outra. Foi no silêncio das madrugadas. Foi na vulnerabilidade que a maternidade escancara. Eu comecei a entender dores que antes eu julgava exagero. Comecei a enxergar dificuldades que antes eu nem percebia. Comecei a amar minha mãe de um jeito diferente, um amor mais consciente, mais profundo, mais humano. Ontem eu tive febre. Calafrio. Uma mastite que me atravessou o corpo e a alma. A dor física é intensa. Mas existe também uma dor emocional difícil de explicar. A dor de entender que o leite materno esteja chegando ao fim. A dor de aceitar que algumas fases simplesmente se encerram, mesmo quando a gente ainda não estava pronta. Respeitar isso também é maturidade. Respeitar isso também é amor. A maternidade me ensinou que a gente não controla os ciclos. A gente atravessa. Hoje eu estou mais quieta. Em casa. Tomando medicamentos que ainda vão me acompanhar por alguns dias. E, ao mesmo tempo, me sentindo absurdamente privilegiada por poder estar com ele. Por poder segurá-lo no colo. Por poder olhar para aquele sorriso que desmonta qualquer dor. Ser mãe transforma tudo. Transforma o corpo, que não volta no tempo da nossa ansiedade. Transforma a rotina. Transforma as prioridades. Transforma a forma como enxergamos a vida. Mas, principalmente, transforma a alma. A gente passa a olhar as pessoas com mais compaixão. Passa a entender que todo mundo está atravessando alguma coisa. Passa a compreender que força não é rigidez, é entrega. Meu corpo mudou. Meu ritmo mudou. Minha forma de amar mudou. Tudo passa. Mas o que fica é a transformação. A maternidade dói. Mas ela também cura. E, no meio de tudo isso, eu sigo aprendendo que viver é atravessar as fases com coragem… e honrar cada uma delas! Agradeço ao meu filho, por me ensinar um amor que me refaz todos os dias… e a minha mãe, por ter me amado assim antes mesmo que eu soubesse agradecer. Vocês são as duas pontas do mesmo milagre que transformou a minha vida. 🩵🥹
Você ama um colinho, e minha maior alegria nos últimos dois meses tem sido te presentear com o meu, quantas vezes por dia você quiser. Escuto tanto a frase dizendo que bebê precisa se acostumar no berço. Eu dou é risada, porque quando você vem pro meu colo eu digo: “abraça a mamãe”. E desse abraço nós dois não queremos sair. Outro dia me disseram algo que contornou a minha emoção: que até você entender que não somos o mesmo, leva um tempo. Que, pelo menos até seus dois primeiros anos, eu sou você e você sou eu. Não sei se, na verdade, essa compreensão será sua ou se a sensação é totalmente minha: a de que somos um só. Talvez isso explique a vontade de te manter no colo. Não te soltar. Sofrer pra almoçar, tomar banho, ter que andar até a sala pra pegar algo na geladeira sem você. Ahhh, meu filho! Estou completamente apaixonada e morrendo de amores por um ser que conheço há dois meses. Você desperta o melhor de mim e agora me recebe sempre de manhã com um sorriso. Isso me desmonta. Eu agradeço a Deus o dia inteiro, porque você é uma bênção. Engraçado pensar que, depois que temos filhos, nossa lista de pedidos pra Deus diminui abruptamente. A gente só agradece! Você é meu presente! Obrigada pela sua saúde e vida! Obrigada pelos melhores dois meses da minha existência! Ass.: sua mamãe! 🩵🥹
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Feliz dia das mulheres 🩵
1 de março! ✨ Primeiro dia do mês e eu te proponho um desafio: faça isso por 7 dias e no próximo domingo você me conta o resultado! Vamos juntos!? Link na Bio. #bastasentirotreinamento #leidaatração
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Se você quer saber mais sobre como uso a lei da atração no método Basta Sentir- O treinamento, então assista a esse vídeo até o final! Se depois disso você sentir vontade de transformar sua vida, clique no link que está na Bio e comece hoje! 10 mil pessoas já deram o primeiro passo! Te espero! #bastasentirotreinamento #leidaatração
Aos poucos a mamãe vai saindo da toca! 😅🥹❤️ Semana divertida!
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Essa semana tem live somente para alunos do Basta Sentir o Treinamento! Faça parte e transforme sua vida! Link na Bio e nos stories! ✨🩵
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A maternidade muda tudo. O corpo, o ritmo, o olhar pra si mesma. No pós parto, o que mais importa é acolhimento, conforto e respeito ao tempo de cada fase. Essas peças da @plie.oficial me acompanham nesse momento com suporte, leveza e tecnologia que fazem diferença no dia a dia. Meu corpo, meu tempo, meu cuidado 🤍 Use o cupom #MARIANARIOS e aproveite!
Obrigada!!! Mil vezes, OBRIGADA pela confiança de vocês! Poder presenciar a realização de 10 mil pessoas que acreditaram em si mesmas e decidiram dar o primeiro passo no caminho do desenvolvimento pessoal, da transformação até a realização de seus sonhos, é mágico! 10 mil alunos no Basta Sentir- O Treinamento ✨❤️ #bastasentirotreinamento #leidaatração
Receber um diagnóstico de câncer bem no meio da jornada para realizar o sonho da maternidade muda tudo… mas com informação e acolhimento, podemos preservar as possibilidades de realização desse desejo. No novo episódio do podcast, especial de Outubro Rosa, eu conversei com a Daniella Rios e com a Dra. Janaína Pontes sobre esse tema e foi um bate-papo riquíssimo, com informações que toda mulher deveria saber! Assista na comunidade BS Maternidade ou pelo link nos stories.
Espero você! Link na Bio e nos stories! #bastasentirotreinamento #leidaatração