Home Actor Anna Eremin HD Instagram Photos and Wallpapers December 2021 Anna Eremin Instagram - •Reflexão matinal confusa sobre cerejas, o mês de Novembro e sobre o amor: Acho que, sem ter plena consciência disso, sonhava com regressar aos Aloés desde que lá estive pela última vez. (É muito minha esta coisa de quase cachorrinho - ficar ligada às casas onde fui profundamente feliz e quero sempre voltar.) Foi um processo que dava um guião de um filme (mas, como sempre, a realidade é muito mais atribulada que a ficção), mas, de certa forma, pedimos isso: o Peixoto nos ensaios dizia sempre que “o mais importante na vida é o amor”. E o Universo não brinca em serviço - pôs-nos à prova todos os dias. Entregou-nos todas as 22 desgraças do Epikhodov e os 12 trabalhos de Hercules. Talvez fosse propositado. Talvez seja verdade que andamos por aqui leves e descontraídos. Talvez precisássemos todos de crescer um pouco. Seja o que for, só o vamos perceber mais tarde. Vamos olhar para trás e sorrir e vamos rir quando nos lembrarmos disto. Mas, talvez (e eu acredito nestas coisas), isto nos tenha alterado um pouco. Talvez tenhamos percebido que é preciso amar, ficar atento, cuidar. Que é preciso reagir às circunstâncias em vez de lutar contra elas. Em palco mas, acima de tudo, na vida. E o amor, em boa verdade, é isso mesmo - estar aqui e agora e não correr a apanhar uma coisa inexistente. Hoje subimos a palco uma última vez neste JARDIM. Vamos juntos de mãos dadas. Vamos partidos, quebrados, cansados mas felizes por estarmos juntos naquele que era um sonho do Peixoto e que por pouco caía por terra mas não caiu. E isso é e vai ser sempre indescritivelmente bonito. Quanto a mim, o mês de Novembro foi uma prova de fogo. Abalou, mexeu, partiu, desarranjou… mas tenho a imagem das flores a nascer pelo meio do cimento. E vou levá-la comigo para o futuro. Porque o Teatro mexe connosco e altera-nos mais que qualquer outra coisa. Acho que aprendi isso. E as pessoas com quem partilhas um palco, um camarim, um processo de construção… é um lugar muito especial. Muito íntimo. Também aprendi isso. Portanto, vou adotar o lema da minha Duniacha “falemos disso mais tarde. Agora estou a sonhar.” 💫 (📷 @andrenunesator no dia em que o Peixoto experimentou ser Firs.)

Anna Eremin Instagram – •Reflexão matinal confusa sobre cerejas, o mês de Novembro e sobre o amor: Acho que, sem ter plena consciência disso, sonhava com regressar aos Aloés desde que lá estive pela última vez. (É muito minha esta coisa de quase cachorrinho – ficar ligada às casas onde fui profundamente feliz e quero sempre voltar.) Foi um processo que dava um guião de um filme (mas, como sempre, a realidade é muito mais atribulada que a ficção), mas, de certa forma, pedimos isso: o Peixoto nos ensaios dizia sempre que “o mais importante na vida é o amor”. E o Universo não brinca em serviço – pôs-nos à prova todos os dias. Entregou-nos todas as 22 desgraças do Epikhodov e os 12 trabalhos de Hercules. Talvez fosse propositado. Talvez seja verdade que andamos por aqui leves e descontraídos. Talvez precisássemos todos de crescer um pouco. Seja o que for, só o vamos perceber mais tarde. Vamos olhar para trás e sorrir e vamos rir quando nos lembrarmos disto. Mas, talvez (e eu acredito nestas coisas), isto nos tenha alterado um pouco. Talvez tenhamos percebido que é preciso amar, ficar atento, cuidar. Que é preciso reagir às circunstâncias em vez de lutar contra elas. Em palco mas, acima de tudo, na vida. E o amor, em boa verdade, é isso mesmo – estar aqui e agora e não correr a apanhar uma coisa inexistente. Hoje subimos a palco uma última vez neste JARDIM. Vamos juntos de mãos dadas. Vamos partidos, quebrados, cansados mas felizes por estarmos juntos naquele que era um sonho do Peixoto e que por pouco caía por terra mas não caiu. E isso é e vai ser sempre indescritivelmente bonito. Quanto a mim, o mês de Novembro foi uma prova de fogo. Abalou, mexeu, partiu, desarranjou… mas tenho a imagem das flores a nascer pelo meio do cimento. E vou levá-la comigo para o futuro. Porque o Teatro mexe connosco e altera-nos mais que qualquer outra coisa. Acho que aprendi isso. E as pessoas com quem partilhas um palco, um camarim, um processo de construção… é um lugar muito especial. Muito íntimo. Também aprendi isso. Portanto, vou adotar o lema da minha Duniacha “falemos disso mais tarde. Agora estou a sonhar.” 💫 (📷 @andrenunesator no dia em que o Peixoto experimentou ser Firs.)

Anna Eremin Instagram - •Reflexão matinal confusa sobre cerejas, o mês de Novembro e sobre o amor: Acho que, sem ter plena consciência disso, sonhava com regressar aos Aloés desde que lá estive pela última vez. (É muito minha esta coisa de quase cachorrinho - ficar ligada às casas onde fui profundamente feliz e quero sempre voltar.) Foi um processo que dava um guião de um filme (mas, como sempre, a realidade é muito mais atribulada que a ficção), mas, de certa forma, pedimos isso: o Peixoto nos ensaios dizia sempre que “o mais importante na vida é o amor”. E o Universo não brinca em serviço - pôs-nos à prova todos os dias. Entregou-nos todas as 22 desgraças do Epikhodov e os 12 trabalhos de Hercules. Talvez fosse propositado. Talvez seja verdade que andamos por aqui leves e descontraídos. Talvez precisássemos todos de crescer um pouco. Seja o que for, só o vamos perceber mais tarde. Vamos olhar para trás e sorrir e vamos rir quando nos lembrarmos disto. Mas, talvez (e eu acredito nestas coisas), isto nos tenha alterado um pouco. Talvez tenhamos percebido que é preciso amar, ficar atento, cuidar. Que é preciso reagir às circunstâncias em vez de lutar contra elas. Em palco mas, acima de tudo, na vida. E o amor, em boa verdade, é isso mesmo - estar aqui e agora e não correr a apanhar uma coisa inexistente. Hoje subimos a palco uma última vez neste JARDIM. Vamos juntos de mãos dadas. Vamos partidos, quebrados, cansados mas felizes por estarmos juntos naquele que era um sonho do Peixoto e que por pouco caía por terra mas não caiu. E isso é e vai ser sempre indescritivelmente bonito. Quanto a mim, o mês de Novembro foi uma prova de fogo. Abalou, mexeu, partiu, desarranjou… mas tenho a imagem das flores a nascer pelo meio do cimento. E vou levá-la comigo para o futuro. Porque o Teatro mexe connosco e altera-nos mais que qualquer outra coisa. Acho que aprendi isso. E as pessoas com quem partilhas um palco, um camarim, um processo de construção… é um lugar muito especial. Muito íntimo. Também aprendi isso. Portanto, vou adotar o lema da minha Duniacha “falemos disso mais tarde. Agora estou a sonhar.” 💫 (📷 @andrenunesator no dia em que o Peixoto experimentou ser Firs.)

Anna Eremin Instagram – •Reflexão matinal confusa sobre cerejas, o mês de Novembro e sobre o amor:
Acho que, sem ter plena consciência disso, sonhava com regressar aos Aloés desde que lá estive pela última vez. (É muito minha esta coisa de quase cachorrinho – ficar ligada às casas onde fui profundamente feliz e quero sempre voltar.)
Foi um processo que dava um guião de um filme (mas, como sempre, a realidade é muito mais atribulada que a ficção), mas, de certa forma, pedimos isso: o Peixoto nos ensaios dizia sempre que “o mais importante na vida é o amor”. E o Universo não brinca em serviço – pôs-nos à prova todos os dias. Entregou-nos todas as 22 desgraças do Epikhodov e os 12 trabalhos de Hercules. Talvez fosse propositado. Talvez seja verdade que andamos por aqui leves e descontraídos. Talvez precisássemos todos de crescer um pouco. Seja o que for, só o vamos perceber mais tarde. Vamos olhar para trás e sorrir e vamos rir quando nos lembrarmos disto. Mas, talvez (e eu acredito nestas coisas), isto nos tenha alterado um pouco. Talvez tenhamos percebido que é preciso amar, ficar atento, cuidar. Que é preciso reagir às circunstâncias em vez de lutar contra elas. Em palco mas, acima de tudo, na vida. E o amor, em boa verdade, é isso mesmo – estar aqui e agora e não correr a apanhar uma coisa inexistente.
Hoje subimos a palco uma última vez neste JARDIM. Vamos juntos de mãos dadas. Vamos partidos, quebrados, cansados mas felizes por estarmos juntos naquele que era um sonho do Peixoto e que por pouco caía por terra mas não caiu. E isso é e vai ser sempre indescritivelmente bonito.
Quanto a mim, o mês de Novembro foi uma prova de fogo. Abalou, mexeu, partiu, desarranjou… mas tenho a imagem das flores a nascer pelo meio do cimento. E vou levá-la comigo para o futuro. Porque o Teatro mexe connosco e altera-nos mais que qualquer outra coisa. Acho que aprendi isso. E as pessoas com quem partilhas um palco, um camarim, um processo de construção… é um lugar muito especial. Muito íntimo. Também aprendi isso.
Portanto, vou adotar o lema da minha Duniacha “falemos disso mais tarde. Agora estou a sonhar.” 💫

(📷 @andrenunesator no dia em que o Peixoto experimentou ser Firs.) | Posted on 03/Dec/2021 15:34:36

Anna Eremin Instagram – “Acting should be bigger than life. Scripts should be bigger than life. It should all be bigger than life.” dizia Bette Davis.
Anna Eremin Instagram – (Será que?) ESTREAMOS (finalmente) HOJE! 🤞🤞🤞
Há um intervalo de uma década entre estas duas fotografias. A primeira, mostra uma miúda de 20 anos que entrou pela primeira vez no Teatro dos Aloés como assistente de encenação. Trazia o coração cheio de amor e uma mala carregada de sonhos. Mal sabia esta miúda o que a década lhe tinha reservado. A segunda, é a mesma miúda, com trinta anos, no mesmo sítio, dez anos depois. Um dos meus sonhos ao longo dos dez anos de entretanto, era voltar a casa. Voltar aos Aloés. Voltar a pisar este palco, na companhia dos que me viram crescer. Está a acontecer. 
No meio do caos, de uma estreia adiada… do processo mais estranho e conturbado de sempre… supostamente, dentro de umas horas o “Jardim das Cerejeiras” será entregue ao público 🌸
Temos mais um companheiro nesta viagem. Um herói que arriscou embarcar nisto com menos de 48 horas de preparação. Estaremos a estrear abruptamente, nisto que é (o quanto eu DETESTO esta expressão) uma nova realidade. Mas os corações estão repletos de amor. Os Deuses estão connosco. E a Lua iluminará isto… vi, também, na meteorologia que chove às 21:00 – Estreia molhada, estreia abençoada. Agora, sim, VAMOS ❤️ 💫

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