Vim só aqui incendiar o instagram 🔥
O que raio andamos eu e o @andrenunesator a fazer?
A) A capa da @vogueportugal de Novembro
B) Um editorial para a @revistacristina sobre as relações tóxicas no início do século XX
C) O remake do Fatal Attraction moderno em que eu sou o Michael Douglas e ele a Glenn Close
D) Tentamos aproximar-nos de Anton Tchekhov da maneira que sabemos e esperamos que ele não se esteja a revirar na campa.
🎭 @teatroaloes
📷 @mrduartegrilo
Vim só aqui incendiar o instagram 🔥
O que raio andamos eu e o @andrenunesator a fazer?
A) A capa da @vogueportugal de Novembro
B) Um editorial para a @revistacristina sobre as relações tóxicas no início do século XX
C) O remake do Fatal Attraction moderno em que eu sou o Michael Douglas e ele a Glenn Close
D) Tentamos aproximar-nos de Anton Tchekhov da maneira que sabemos e esperamos que ele não se esteja a revirar na campa.
🎭 @teatroaloes
📷 @mrduartegrilo
Dreams come true 💫
Da vibração da @magalisantana.makeup.sfx sai uma punk para a mesa 3. E faz-se uma garota feliz 💃
Ouvir Marisa Monte pela manhã, contradizendo a minha t-shirt 🎶
Vim só aqui deixar esta imagem extremamente outonal 🍂 Todos sabemos que as coisas mais importantes na chegada do frio e da chuva são: um sofá, uma manta, um animal de estimação (no caso de não haver, fazer como eu: pedir um cão emprestado) e sestas.
Deixo este lembrete de uma folga algures quando ainda tinha cabelo grande e ruivo, como inspiração para uma semana em que me parto em quatro – Uma Duni, uma Xana e uma “Mariana”. E eu, já agora 😅
Allonz-y 💫
(Será que?) ESTREAMOS (finalmente) HOJE! 🤞🤞🤞
Há um intervalo de uma década entre estas duas fotografias. A primeira, mostra uma miúda de 20 anos que entrou pela primeira vez no Teatro dos Aloés como assistente de encenação. Trazia o coração cheio de amor e uma mala carregada de sonhos. Mal sabia esta miúda o que a década lhe tinha reservado. A segunda, é a mesma miúda, com trinta anos, no mesmo sítio, dez anos depois. Um dos meus sonhos ao longo dos dez anos de entretanto, era voltar a casa. Voltar aos Aloés. Voltar a pisar este palco, na companhia dos que me viram crescer. Está a acontecer.
No meio do caos, de uma estreia adiada… do processo mais estranho e conturbado de sempre… supostamente, dentro de umas horas o “Jardim das Cerejeiras” será entregue ao público 🌸
Temos mais um companheiro nesta viagem. Um herói que arriscou embarcar nisto com menos de 48 horas de preparação. Estaremos a estrear abruptamente, nisto que é (o quanto eu DETESTO esta expressão) uma nova realidade. Mas os corações estão repletos de amor. Os Deuses estão connosco. E a Lua iluminará isto… vi, também, na meteorologia que chove às 21:00 – Estreia molhada, estreia abençoada. Agora, sim, VAMOS ❤️ 💫
(Será que?) ESTREAMOS (finalmente) HOJE! 🤞🤞🤞
Há um intervalo de uma década entre estas duas fotografias. A primeira, mostra uma miúda de 20 anos que entrou pela primeira vez no Teatro dos Aloés como assistente de encenação. Trazia o coração cheio de amor e uma mala carregada de sonhos. Mal sabia esta miúda o que a década lhe tinha reservado. A segunda, é a mesma miúda, com trinta anos, no mesmo sítio, dez anos depois. Um dos meus sonhos ao longo dos dez anos de entretanto, era voltar a casa. Voltar aos Aloés. Voltar a pisar este palco, na companhia dos que me viram crescer. Está a acontecer.
No meio do caos, de uma estreia adiada… do processo mais estranho e conturbado de sempre… supostamente, dentro de umas horas o “Jardim das Cerejeiras” será entregue ao público 🌸
Temos mais um companheiro nesta viagem. Um herói que arriscou embarcar nisto com menos de 48 horas de preparação. Estaremos a estrear abruptamente, nisto que é (o quanto eu DETESTO esta expressão) uma nova realidade. Mas os corações estão repletos de amor. Os Deuses estão connosco. E a Lua iluminará isto… vi, também, na meteorologia que chove às 21:00 – Estreia molhada, estreia abençoada. Agora, sim, VAMOS ❤️ 💫
“Sou uma criatura delicada.” – Duniacha. Duni para os amigos 🌼
•JARDIM DAS CEREJEIRAS• Estreia 17 de Novembro• Teatro dos Aloés 🌵
📷 @mrduartegrilo
Um certo punk-rock Tchekhoviano na casa de banho dos Recreios da Amadora. Porque estes criados, que se criados têm muito pouco, estão excitadissimos com o figurino do @dino_alves_eu (que, para quem não sabe, para alem de ser um criador brutal, é, também, um ser humano espectacular ❤️)
Chegámos ao final da semana neste estado. Com este lema. Que se f*. Temos o camarim com mais pinta da História dos camarins. @vinhoquesefoda isto animou-nos sem medida e vai continuar a dar alegria até ao fim do mês 😂❤️
Duniacha. Filha de Fiodor Kozoedov.
🌸 JARDIM DAS CEREJEIRAS 🌸
@teatroaloes
📷 @jose.frade.photographer
•Reflexão matinal confusa sobre cerejas, o mês de Novembro e sobre o amor:
Acho que, sem ter plena consciência disso, sonhava com regressar aos Aloés desde que lá estive pela última vez. (É muito minha esta coisa de quase cachorrinho – ficar ligada às casas onde fui profundamente feliz e quero sempre voltar.)
Foi um processo que dava um guião de um filme (mas, como sempre, a realidade é muito mais atribulada que a ficção), mas, de certa forma, pedimos isso: o Peixoto nos ensaios dizia sempre que “o mais importante na vida é o amor”. E o Universo não brinca em serviço – pôs-nos à prova todos os dias. Entregou-nos todas as 22 desgraças do Epikhodov e os 12 trabalhos de Hercules. Talvez fosse propositado. Talvez seja verdade que andamos por aqui leves e descontraídos. Talvez precisássemos todos de crescer um pouco. Seja o que for, só o vamos perceber mais tarde. Vamos olhar para trás e sorrir e vamos rir quando nos lembrarmos disto. Mas, talvez (e eu acredito nestas coisas), isto nos tenha alterado um pouco. Talvez tenhamos percebido que é preciso amar, ficar atento, cuidar. Que é preciso reagir às circunstâncias em vez de lutar contra elas. Em palco mas, acima de tudo, na vida. E o amor, em boa verdade, é isso mesmo – estar aqui e agora e não correr a apanhar uma coisa inexistente.
Hoje subimos a palco uma última vez neste JARDIM. Vamos juntos de mãos dadas. Vamos partidos, quebrados, cansados mas felizes por estarmos juntos naquele que era um sonho do Peixoto e que por pouco caía por terra mas não caiu. E isso é e vai ser sempre indescritivelmente bonito.
Quanto a mim, o mês de Novembro foi uma prova de fogo. Abalou, mexeu, partiu, desarranjou… mas tenho a imagem das flores a nascer pelo meio do cimento. E vou levá-la comigo para o futuro. Porque o Teatro mexe connosco e altera-nos mais que qualquer outra coisa. Acho que aprendi isso. E as pessoas com quem partilhas um palco, um camarim, um processo de construção… é um lugar muito especial. Muito íntimo. Também aprendi isso.
Portanto, vou adotar o lema da minha Duniacha “falemos disso mais tarde. Agora estou a sonhar.” 💫
(📷 @andrenunesator no dia em que o Peixoto experimentou ser Firs.)
•Reflexão matinal confusa sobre cerejas, o mês de Novembro e sobre o amor:
Acho que, sem ter plena consciência disso, sonhava com regressar aos Aloés desde que lá estive pela última vez. (É muito minha esta coisa de quase cachorrinho – ficar ligada às casas onde fui profundamente feliz e quero sempre voltar.)
Foi um processo que dava um guião de um filme (mas, como sempre, a realidade é muito mais atribulada que a ficção), mas, de certa forma, pedimos isso: o Peixoto nos ensaios dizia sempre que “o mais importante na vida é o amor”. E o Universo não brinca em serviço – pôs-nos à prova todos os dias. Entregou-nos todas as 22 desgraças do Epikhodov e os 12 trabalhos de Hercules. Talvez fosse propositado. Talvez seja verdade que andamos por aqui leves e descontraídos. Talvez precisássemos todos de crescer um pouco. Seja o que for, só o vamos perceber mais tarde. Vamos olhar para trás e sorrir e vamos rir quando nos lembrarmos disto. Mas, talvez (e eu acredito nestas coisas), isto nos tenha alterado um pouco. Talvez tenhamos percebido que é preciso amar, ficar atento, cuidar. Que é preciso reagir às circunstâncias em vez de lutar contra elas. Em palco mas, acima de tudo, na vida. E o amor, em boa verdade, é isso mesmo – estar aqui e agora e não correr a apanhar uma coisa inexistente.
Hoje subimos a palco uma última vez neste JARDIM. Vamos juntos de mãos dadas. Vamos partidos, quebrados, cansados mas felizes por estarmos juntos naquele que era um sonho do Peixoto e que por pouco caía por terra mas não caiu. E isso é e vai ser sempre indescritivelmente bonito.
Quanto a mim, o mês de Novembro foi uma prova de fogo. Abalou, mexeu, partiu, desarranjou… mas tenho a imagem das flores a nascer pelo meio do cimento. E vou levá-la comigo para o futuro. Porque o Teatro mexe connosco e altera-nos mais que qualquer outra coisa. Acho que aprendi isso. E as pessoas com quem partilhas um palco, um camarim, um processo de construção… é um lugar muito especial. Muito íntimo. Também aprendi isso.
Portanto, vou adotar o lema da minha Duniacha “falemos disso mais tarde. Agora estou a sonhar.” 💫
(📷 @andrenunesator no dia em que o Peixoto experimentou ser Firs.)
“Pela morte vale a pena viver. Pelo amor vale a pena esperar.” Disse Tchekhov. Que escreveu este JARDIM DAS CEREJEIRAS. Que estreamos hoje. 🍒
Estreamos depois de uma folga em vez de um ensaio geral. Estreamos depois de dois meses de um processo conturbado, confuso, estranho, quase violento. Estreamos com o coração nas mãos. Estreamos de mãos dadas, uns com os outros, com fé e com amor. Amor ao que fazemos. Amor a isto tudo. Amor uns pelos outros.
É muito mais raro, para mim, estar num palco do que num plateau. E volto hoje a este palco – onde, há none anos atrás me estreei como actriz. Volto na companhia de pessoas que adoro, na companhia dos meus Mestres e na companhia de pessoas novas que entraram na minha vida e me ocuparam o coração. Vivemos muito, trabalhámos muito, comemos muitos croquetes no Bogotá e tentámos dissecar este clássico. Não foi fácil, mas nada que realmente valha pena alguma vez será fácil. Por isso, vamos lá por estas cerejeiras em flor 🌺
MUITA MERDA COMPAÑEROS ❤️🙌
“Pela morte vale a pena viver. Pelo amor vale a pena esperar.” Disse Tchekhov. Que escreveu este JARDIM DAS CEREJEIRAS. Que estreamos hoje. 🍒
Estreamos depois de uma folga em vez de um ensaio geral. Estreamos depois de dois meses de um processo conturbado, confuso, estranho, quase violento. Estreamos com o coração nas mãos. Estreamos de mãos dadas, uns com os outros, com fé e com amor. Amor ao que fazemos. Amor a isto tudo. Amor uns pelos outros.
É muito mais raro, para mim, estar num palco do que num plateau. E volto hoje a este palco – onde, há none anos atrás me estreei como actriz. Volto na companhia de pessoas que adoro, na companhia dos meus Mestres e na companhia de pessoas novas que entraram na minha vida e me ocuparam o coração. Vivemos muito, trabalhámos muito, comemos muitos croquetes no Bogotá e tentámos dissecar este clássico. Não foi fácil, mas nada que realmente valha pena alguma vez será fácil. Por isso, vamos lá por estas cerejeiras em flor 🌺
MUITA MERDA COMPAÑEROS ❤️🙌
“Pela morte vale a pena viver. Pelo amor vale a pena esperar.” Disse Tchekhov. Que escreveu este JARDIM DAS CEREJEIRAS. Que estreamos hoje. 🍒
Estreamos depois de uma folga em vez de um ensaio geral. Estreamos depois de dois meses de um processo conturbado, confuso, estranho, quase violento. Estreamos com o coração nas mãos. Estreamos de mãos dadas, uns com os outros, com fé e com amor. Amor ao que fazemos. Amor a isto tudo. Amor uns pelos outros.
É muito mais raro, para mim, estar num palco do que num plateau. E volto hoje a este palco – onde, há none anos atrás me estreei como actriz. Volto na companhia de pessoas que adoro, na companhia dos meus Mestres e na companhia de pessoas novas que entraram na minha vida e me ocuparam o coração. Vivemos muito, trabalhámos muito, comemos muitos croquetes no Bogotá e tentámos dissecar este clássico. Não foi fácil, mas nada que realmente valha pena alguma vez será fácil. Por isso, vamos lá por estas cerejeiras em flor 🌺
MUITA MERDA COMPAÑEROS ❤️🙌
“Pela morte vale a pena viver. Pelo amor vale a pena esperar.” Disse Tchekhov. Que escreveu este JARDIM DAS CEREJEIRAS. Que estreamos hoje. 🍒
Estreamos depois de uma folga em vez de um ensaio geral. Estreamos depois de dois meses de um processo conturbado, confuso, estranho, quase violento. Estreamos com o coração nas mãos. Estreamos de mãos dadas, uns com os outros, com fé e com amor. Amor ao que fazemos. Amor a isto tudo. Amor uns pelos outros.
É muito mais raro, para mim, estar num palco do que num plateau. E volto hoje a este palco – onde, há none anos atrás me estreei como actriz. Volto na companhia de pessoas que adoro, na companhia dos meus Mestres e na companhia de pessoas novas que entraram na minha vida e me ocuparam o coração. Vivemos muito, trabalhámos muito, comemos muitos croquetes no Bogotá e tentámos dissecar este clássico. Não foi fácil, mas nada que realmente valha pena alguma vez será fácil. Por isso, vamos lá por estas cerejeiras em flor 🌺
MUITA MERDA COMPAÑEROS ❤️🙌
“Pela morte vale a pena viver. Pelo amor vale a pena esperar.” Disse Tchekhov. Que escreveu este JARDIM DAS CEREJEIRAS. Que estreamos hoje. 🍒
Estreamos depois de uma folga em vez de um ensaio geral. Estreamos depois de dois meses de um processo conturbado, confuso, estranho, quase violento. Estreamos com o coração nas mãos. Estreamos de mãos dadas, uns com os outros, com fé e com amor. Amor ao que fazemos. Amor a isto tudo. Amor uns pelos outros.
É muito mais raro, para mim, estar num palco do que num plateau. E volto hoje a este palco – onde, há none anos atrás me estreei como actriz. Volto na companhia de pessoas que adoro, na companhia dos meus Mestres e na companhia de pessoas novas que entraram na minha vida e me ocuparam o coração. Vivemos muito, trabalhámos muito, comemos muitos croquetes no Bogotá e tentámos dissecar este clássico. Não foi fácil, mas nada que realmente valha pena alguma vez será fácil. Por isso, vamos lá por estas cerejeiras em flor 🌺
MUITA MERDA COMPAÑEROS ❤️🙌
“Pela morte vale a pena viver. Pelo amor vale a pena esperar.” Disse Tchekhov. Que escreveu este JARDIM DAS CEREJEIRAS. Que estreamos hoje. 🍒
Estreamos depois de uma folga em vez de um ensaio geral. Estreamos depois de dois meses de um processo conturbado, confuso, estranho, quase violento. Estreamos com o coração nas mãos. Estreamos de mãos dadas, uns com os outros, com fé e com amor. Amor ao que fazemos. Amor a isto tudo. Amor uns pelos outros.
É muito mais raro, para mim, estar num palco do que num plateau. E volto hoje a este palco – onde, há none anos atrás me estreei como actriz. Volto na companhia de pessoas que adoro, na companhia dos meus Mestres e na companhia de pessoas novas que entraram na minha vida e me ocuparam o coração. Vivemos muito, trabalhámos muito, comemos muitos croquetes no Bogotá e tentámos dissecar este clássico. Não foi fácil, mas nada que realmente valha pena alguma vez será fácil. Por isso, vamos lá por estas cerejeiras em flor 🌺
MUITA MERDA COMPAÑEROS ❤️🙌
“Acting should be bigger than life. Scripts should be bigger than life. It should all be bigger than life.” dizia Bette Davis.
“Pela morte vale a pena viver. Pelo amor vale a pena esperar.” Disse Tchekhov. Que escreveu este JARDIM DAS CEREJEIRAS. Que estreamos hoje. 🍒
Estreamos depois de uma folga em vez de um ensaio geral. Estreamos depois de dois meses de um processo conturbado, confuso, estranho, quase violento. Estreamos com o coração nas mãos. Estreamos de mãos dadas, uns com os outros, com fé e com amor. Amor ao que fazemos. Amor a isto tudo. Amor uns pelos outros.
É muito mais raro, para mim, estar num palco do que num plateau. E volto hoje a este palco – onde, há none anos atrás me estreei como actriz. Volto na companhia de pessoas que adoro, na companhia dos meus Mestres e na companhia de pessoas novas que entraram na minha vida e me ocuparam o coração. Vivemos muito, trabalhámos muito, comemos muitos croquetes no Bogotá e tentámos dissecar este clássico. Não foi fácil, mas nada que realmente valha pena alguma vez será fácil. Por isso, vamos lá por estas cerejeiras em flor 🌺
MUITA MERDA COMPAÑEROS ❤️🙌
“Pela morte vale a pena viver. Pelo amor vale a pena esperar.” Disse Tchekhov. Que escreveu este JARDIM DAS CEREJEIRAS. Que estreamos hoje. 🍒
Estreamos depois de uma folga em vez de um ensaio geral. Estreamos depois de dois meses de um processo conturbado, confuso, estranho, quase violento. Estreamos com o coração nas mãos. Estreamos de mãos dadas, uns com os outros, com fé e com amor. Amor ao que fazemos. Amor a isto tudo. Amor uns pelos outros.
É muito mais raro, para mim, estar num palco do que num plateau. E volto hoje a este palco – onde, há none anos atrás me estreei como actriz. Volto na companhia de pessoas que adoro, na companhia dos meus Mestres e na companhia de pessoas novas que entraram na minha vida e me ocuparam o coração. Vivemos muito, trabalhámos muito, comemos muitos croquetes no Bogotá e tentámos dissecar este clássico. Não foi fácil, mas nada que realmente valha pena alguma vez será fácil. Por isso, vamos lá por estas cerejeiras em flor 🌺
MUITA MERDA COMPAÑEROS ❤️🙌
“Pela morte vale a pena viver. Pelo amor vale a pena esperar.” Disse Tchekhov. Que escreveu este JARDIM DAS CEREJEIRAS. Que estreamos hoje. 🍒
Estreamos depois de uma folga em vez de um ensaio geral. Estreamos depois de dois meses de um processo conturbado, confuso, estranho, quase violento. Estreamos com o coração nas mãos. Estreamos de mãos dadas, uns com os outros, com fé e com amor. Amor ao que fazemos. Amor a isto tudo. Amor uns pelos outros.
É muito mais raro, para mim, estar num palco do que num plateau. E volto hoje a este palco – onde, há none anos atrás me estreei como actriz. Volto na companhia de pessoas que adoro, na companhia dos meus Mestres e na companhia de pessoas novas que entraram na minha vida e me ocuparam o coração. Vivemos muito, trabalhámos muito, comemos muitos croquetes no Bogotá e tentámos dissecar este clássico. Não foi fácil, mas nada que realmente valha pena alguma vez será fácil. Por isso, vamos lá por estas cerejeiras em flor 🌺
MUITA MERDA COMPAÑEROS ❤️🙌
“Pela morte vale a pena viver. Pelo amor vale a pena esperar.” Disse Tchekhov. Que escreveu este JARDIM DAS CEREJEIRAS. Que estreamos hoje. 🍒
Estreamos depois de uma folga em vez de um ensaio geral. Estreamos depois de dois meses de um processo conturbado, confuso, estranho, quase violento. Estreamos com o coração nas mãos. Estreamos de mãos dadas, uns com os outros, com fé e com amor. Amor ao que fazemos. Amor a isto tudo. Amor uns pelos outros.
É muito mais raro, para mim, estar num palco do que num plateau. E volto hoje a este palco – onde, há none anos atrás me estreei como actriz. Volto na companhia de pessoas que adoro, na companhia dos meus Mestres e na companhia de pessoas novas que entraram na minha vida e me ocuparam o coração. Vivemos muito, trabalhámos muito, comemos muitos croquetes no Bogotá e tentámos dissecar este clássico. Não foi fácil, mas nada que realmente valha pena alguma vez será fácil. Por isso, vamos lá por estas cerejeiras em flor 🌺
MUITA MERDA COMPAÑEROS ❤️🙌