Home Actor André Gabeh HD Instagram Photos and Wallpapers October 2023 André Gabeh Instagram - Eu não sabia que se podia sonhar. Vivi uma infância paradoxalmente onírica, mas sem margem para a construção de um porvir além da realidade imediata. A vida ao meu redor era sólida e com todas as coisas, inclusive caos e fúrias, encaixadas organicamente. Entendi que me cabia resistir até me dissolver naquele caldo. Pra isso inventei meu universo. Na verdade criei um sistema solar cuja estrela central era minha inadequação e ao redor dela giravam meus medos e silêncios. Na fricção dessas órbitas surgiram meus ruídos e faíscas. Ali fui muito cioso de meu cosmos. Eu me criei pra me proteger e não pra ser invadido e destroçado por tropas piratas de outras galáxias. Eu me incubei dentro de um útero de fibra de Murano. Mas eu não sonhava. Mantinha meu brilho e tentava emular uma força gravitacional, mas não sonhava. Não sabia que havia uma outra margem para aquele oceano que me engolia. Não sonhei em fazer sucesso, com uma carreira, com Paris, com o primeiro beijo, com um cachorro chamado Benji, com uma casa de praia, com dinheiro no bolso ou saúde pra dar e vender. Eu só aumentava os planetas que meu caos erodia de mim mesmo. E as coisas ficavam estranhas e bonitas dentro da minha cabeça. Quando eu descobri que se podia ser um cantor, um artista, um escritor... Quando descobri que era possível se organizar para ver o sol nascer no Zimbábue... eu já usava minhas asas coloridas como muletas. Não sabia que era possível voar, não imaginava que se pudesse se estipular um destino e correr pra ele, por ele. Nele. Hoje sou um dodô de mim mesmo: troncho e sólido como um caco de vidro cravado no cerebelo. Extinto. Minhas asas se encurtaram de tanto não voar. Fui devorado por Dingos e minha permanência se dá no vermelho de meu sangue em seus dentes. Sonho muito. Mas sempre acordo sabendo que muitas das coisas só são minhas dentro do éter do imaginário. As Ilhas Maurício me conhecerão quando as geleiras do Kilimanjaro chorarem groselha. Paris talvez me veja na video chamada de um amigo que de lá me chama pra compartilhar uma epifania. A sombra do Baobá me abracará em uma exposição alternativa sobre o Pequeno Príncipe. Mas sonho. Sonho porque durmo. Foto de @sandralopesf

André Gabeh Instagram – Eu não sabia que se podia sonhar. Vivi uma infância paradoxalmente onírica, mas sem margem para a construção de um porvir além da realidade imediata. A vida ao meu redor era sólida e com todas as coisas, inclusive caos e fúrias, encaixadas organicamente. Entendi que me cabia resistir até me dissolver naquele caldo. Pra isso inventei meu universo. Na verdade criei um sistema solar cuja estrela central era minha inadequação e ao redor dela giravam meus medos e silêncios. Na fricção dessas órbitas surgiram meus ruídos e faíscas. Ali fui muito cioso de meu cosmos. Eu me criei pra me proteger e não pra ser invadido e destroçado por tropas piratas de outras galáxias. Eu me incubei dentro de um útero de fibra de Murano. Mas eu não sonhava. Mantinha meu brilho e tentava emular uma força gravitacional, mas não sonhava. Não sabia que havia uma outra margem para aquele oceano que me engolia. Não sonhei em fazer sucesso, com uma carreira, com Paris, com o primeiro beijo, com um cachorro chamado Benji, com uma casa de praia, com dinheiro no bolso ou saúde pra dar e vender. Eu só aumentava os planetas que meu caos erodia de mim mesmo. E as coisas ficavam estranhas e bonitas dentro da minha cabeça. Quando eu descobri que se podia ser um cantor, um artista, um escritor… Quando descobri que era possível se organizar para ver o sol nascer no Zimbábue… eu já usava minhas asas coloridas como muletas. Não sabia que era possível voar, não imaginava que se pudesse se estipular um destino e correr pra ele, por ele. Nele. Hoje sou um dodô de mim mesmo: troncho e sólido como um caco de vidro cravado no cerebelo. Extinto. Minhas asas se encurtaram de tanto não voar. Fui devorado por Dingos e minha permanência se dá no vermelho de meu sangue em seus dentes. Sonho muito. Mas sempre acordo sabendo que muitas das coisas só são minhas dentro do éter do imaginário. As Ilhas Maurício me conhecerão quando as geleiras do Kilimanjaro chorarem groselha. Paris talvez me veja na video chamada de um amigo que de lá me chama pra compartilhar uma epifania. A sombra do Baobá me abracará em uma exposição alternativa sobre o Pequeno Príncipe. Mas sonho. Sonho porque durmo. Foto de @sandralopesf

André Gabeh Instagram - Eu não sabia que se podia sonhar. Vivi uma infância paradoxalmente onírica, mas sem margem para a construção de um porvir além da realidade imediata. A vida ao meu redor era sólida e com todas as coisas, inclusive caos e fúrias, encaixadas organicamente. Entendi que me cabia resistir até me dissolver naquele caldo. Pra isso inventei meu universo. Na verdade criei um sistema solar cuja estrela central era minha inadequação e ao redor dela giravam meus medos e silêncios. Na fricção dessas órbitas surgiram meus ruídos e faíscas. Ali fui muito cioso de meu cosmos. Eu me criei pra me proteger e não pra ser invadido e destroçado por tropas piratas de outras galáxias. Eu me incubei dentro de um útero de fibra de Murano. Mas eu não sonhava. Mantinha meu brilho e tentava emular uma força gravitacional, mas não sonhava. Não sabia que havia uma outra margem para aquele oceano que me engolia. Não sonhei em fazer sucesso, com uma carreira, com Paris, com o primeiro beijo, com um cachorro chamado Benji, com uma casa de praia, com dinheiro no bolso ou saúde pra dar e vender. Eu só aumentava os planetas que meu caos erodia de mim mesmo. E as coisas ficavam estranhas e bonitas dentro da minha cabeça. Quando eu descobri que se podia ser um cantor, um artista, um escritor... Quando descobri que era possível se organizar para ver o sol nascer no Zimbábue... eu já usava minhas asas coloridas como muletas. Não sabia que era possível voar, não imaginava que se pudesse se estipular um destino e correr pra ele, por ele. Nele. Hoje sou um dodô de mim mesmo: troncho e sólido como um caco de vidro cravado no cerebelo. Extinto. Minhas asas se encurtaram de tanto não voar. Fui devorado por Dingos e minha permanência se dá no vermelho de meu sangue em seus dentes. Sonho muito. Mas sempre acordo sabendo que muitas das coisas só são minhas dentro do éter do imaginário. As Ilhas Maurício me conhecerão quando as geleiras do Kilimanjaro chorarem groselha. Paris talvez me veja na video chamada de um amigo que de lá me chama pra compartilhar uma epifania. A sombra do Baobá me abracará em uma exposição alternativa sobre o Pequeno Príncipe. Mas sonho. Sonho porque durmo. Foto de @sandralopesf

André Gabeh Instagram – Eu não sabia que se podia sonhar. Vivi uma infância paradoxalmente onírica, mas sem margem para a construção de um porvir além da realidade imediata.
A vida ao meu redor era sólida e com todas as coisas, inclusive caos e fúrias, encaixadas organicamente. Entendi que me cabia resistir até me dissolver naquele caldo.
Pra isso inventei meu universo. Na verdade criei um sistema solar cuja estrela central era minha inadequação e ao redor dela giravam meus medos e silêncios. Na fricção dessas órbitas surgiram meus ruídos e faíscas. Ali fui muito cioso de meu cosmos. Eu me criei pra me proteger e não pra ser invadido e destroçado por tropas piratas de outras galáxias. Eu me incubei dentro de um útero de fibra de Murano.
Mas eu não sonhava. Mantinha meu brilho e tentava emular uma força gravitacional, mas não sonhava. Não sabia que havia uma outra margem para aquele oceano que me engolia.
Não sonhei em fazer sucesso, com uma carreira, com Paris, com o primeiro beijo, com um cachorro chamado Benji, com uma casa de praia, com dinheiro no bolso ou saúde pra dar e vender.

Eu só aumentava os planetas que meu caos erodia de mim mesmo. E as coisas ficavam estranhas e bonitas dentro da minha cabeça.

Quando eu descobri que se podia ser um cantor, um artista, um escritor… Quando descobri que era possível se organizar para ver o sol nascer no Zimbábue… eu já usava minhas asas coloridas como muletas. Não sabia que era possível voar, não imaginava que se pudesse se estipular um destino e correr pra ele, por ele. Nele.

Hoje sou um dodô de mim mesmo: troncho e sólido como um caco de vidro cravado no cerebelo. Extinto. Minhas asas se encurtaram de tanto não voar. Fui devorado por Dingos e minha permanência se dá no vermelho de meu sangue em seus dentes.

Sonho muito. Mas sempre acordo sabendo que muitas das coisas só são minhas dentro do éter do imaginário. As Ilhas Maurício me conhecerão quando as geleiras do Kilimanjaro chorarem groselha. Paris talvez me veja na video chamada de um amigo que de lá me chama pra compartilhar uma epifania. A sombra do Baobá me abracará em uma exposição alternativa sobre o Pequeno Príncipe.

Mas sonho. Sonho porque durmo.

Foto de @sandralopesf | Posted on 03/Oct/2023 21:24:06

André Gabeh Instagram – Hoje é  dia de SÃO FRANCISCO DE ASSIS e há quatro anos, em um Outubro luminoso e outonal da Itália estava eu, pobríssimo, mas cheio de pose, em Assis, terra de São Chiquinho o  lindo amigo dos bichinhos.

Lembram dessa viagem? Foi um presente de amigos maravilhosos e só pude estar lá graças a eles e às pessoas que contribuíram com um little cow que fiz pra não ir viajar sem dindin. Sou muito grato até hoje. Pobre? Sim. Mas na Itália. 
Deu tudo certo e meus amigos são tão generosos que vivi dias de realeza. Um brinde aos que alegram os outros intencionalmente.
Lembro da paz desse lugar, da gentileza das pessoas, dos vendedores educadíssimos. De andar por lugares tão cheios de história. Desse céu de um azul em síntese.  Da temperatura carinhosa.  Passarinhos muito alheios a nossa mediocridade voavam por entre as mundanidades.
Tudo lindo de fazer sorrir.
Na foto minha performance mundial conhecida como #andrétombado #andretombado #andrétombadopelomundo Cliquem na hashtag e conheçam outras imagens.

Que saudade de viajar pelo mundo. 

@luciobr te amarei para sempre. Assis, Italia
André Gabeh Instagram – 🎶🥁#SamBay AO VIVO no Mourisco Mar recebendo @euandregabeh! ✨ #Sambay, a nossa roda de samba!🍻🏳️‍🌈🏳️‍⚧️

📸 @gabinettooo

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