Home Actress Diana Nicolau HD Instagram Photos and Wallpapers December 2023 Diana Nicolau Instagram - Cambodja, és pesado. Pesa em ti um passado recente de um g3nocídi0 e das marcas que isso deixou nas cidades, nas famílias, na economia, na sociedade e na cultura. Na gentes. Sinto-me pesada e assoberbada com tanta história e tanto horror que já ouvi e vi. Optei por não partilhar fotos sobre o que vi nestes últimos dias. Ontem no Genocide Museaum - uma antiga escola transformada em prisão em 1972, onde o Khmer Rouge manteve em captiveiro dezenas de milhares de prisioneiros, antes de os torturar e matar nos Killing Fields (hoje em dia este jardim tão pacífico)- o audio guide dizia que devemos manter esta história do passado sempre viva para que não volte a acontecer no futuro. … Não aprendemos nada com o passado, e estas atrocidades continuam a acontecer hoje. As we speak. E o peso do regime autocrata que ainda hoje governa o país, está presente em todo o lado. A imagem imponente do Rei está sempre à espreita e quando tento perceber mais sobre política com os Cambodjanos olham por cima do ombro antes de responder entre dentes, que não podem falar. Pensei em ir já embora para o Vietname. Mas não quero sair sem levar mais qualquer coisa além deste peso. Vou partir à descoberta da costa. Espero que neste presente não repitamos também este erro do passado: “In 1979, there was a genocide trial in Phnom Penh known as the People’s Revolutionary Tribunal. That tribunal tried Pol Pot and Ieng Sary and found both guilty of the crime of genocide, but neither of them appeared in court nor served any sentence.” 😔 ‼️TIP‼️ Ainda não vi, mas dizem que é um bom documentário para quem quer saber mais sobre a história dos Khmer Rouge. “Enemies of the People (2009)”, de Thet Sambath. Este livro que ando a ler conta a história real de um sobrevivente que perdeu a família toda num campo de trabalho forçado. Phnom Penh, Cambodia

Diana Nicolau Instagram – Cambodja, és pesado. Pesa em ti um passado recente de um g3nocídi0 e das marcas que isso deixou nas cidades, nas famílias, na economia, na sociedade e na cultura. Na gentes. Sinto-me pesada e assoberbada com tanta história e tanto horror que já ouvi e vi. Optei por não partilhar fotos sobre o que vi nestes últimos dias. Ontem no Genocide Museaum – uma antiga escola transformada em prisão em 1972, onde o Khmer Rouge manteve em captiveiro dezenas de milhares de prisioneiros, antes de os torturar e matar nos Killing Fields (hoje em dia este jardim tão pacífico)- o audio guide dizia que devemos manter esta história do passado sempre viva para que não volte a acontecer no futuro. … Não aprendemos nada com o passado, e estas atrocidades continuam a acontecer hoje. As we speak. E o peso do regime autocrata que ainda hoje governa o país, está presente em todo o lado. A imagem imponente do Rei está sempre à espreita e quando tento perceber mais sobre política com os Cambodjanos olham por cima do ombro antes de responder entre dentes, que não podem falar. Pensei em ir já embora para o Vietname. Mas não quero sair sem levar mais qualquer coisa além deste peso. Vou partir à descoberta da costa. Espero que neste presente não repitamos também este erro do passado: “In 1979, there was a genocide trial in Phnom Penh known as the People’s Revolutionary Tribunal. That tribunal tried Pol Pot and Ieng Sary and found both guilty of the crime of genocide, but neither of them appeared in court nor served any sentence.” 😔 ‼️TIP‼️ Ainda não vi, mas dizem que é um bom documentário para quem quer saber mais sobre a história dos Khmer Rouge. “Enemies of the People (2009)”, de Thet Sambath. Este livro que ando a ler conta a história real de um sobrevivente que perdeu a família toda num campo de trabalho forçado. Phnom Penh, Cambodia

Diana Nicolau Instagram - Cambodja, és pesado. Pesa em ti um passado recente de um g3nocídi0 e das marcas que isso deixou nas cidades, nas famílias, na economia, na sociedade e na cultura. Na gentes. Sinto-me pesada e assoberbada com tanta história e tanto horror que já ouvi e vi. Optei por não partilhar fotos sobre o que vi nestes últimos dias. Ontem no Genocide Museaum - uma antiga escola transformada em prisão em 1972, onde o Khmer Rouge manteve em captiveiro dezenas de milhares de prisioneiros, antes de os torturar e matar nos Killing Fields (hoje em dia este jardim tão pacífico)- o audio guide dizia que devemos manter esta história do passado sempre viva para que não volte a acontecer no futuro. … Não aprendemos nada com o passado, e estas atrocidades continuam a acontecer hoje. As we speak. E o peso do regime autocrata que ainda hoje governa o país, está presente em todo o lado. A imagem imponente do Rei está sempre à espreita e quando tento perceber mais sobre política com os Cambodjanos olham por cima do ombro antes de responder entre dentes, que não podem falar. Pensei em ir já embora para o Vietname. Mas não quero sair sem levar mais qualquer coisa além deste peso. Vou partir à descoberta da costa. Espero que neste presente não repitamos também este erro do passado: “In 1979, there was a genocide trial in Phnom Penh known as the People’s Revolutionary Tribunal. That tribunal tried Pol Pot and Ieng Sary and found both guilty of the crime of genocide, but neither of them appeared in court nor served any sentence.” 😔 ‼️TIP‼️ Ainda não vi, mas dizem que é um bom documentário para quem quer saber mais sobre a história dos Khmer Rouge. “Enemies of the People (2009)”, de Thet Sambath. Este livro que ando a ler conta a história real de um sobrevivente que perdeu a família toda num campo de trabalho forçado. Phnom Penh, Cambodia

Diana Nicolau Instagram – Cambodja, és pesado.

Pesa em ti um passado recente de um g3nocídi0 e das marcas que isso deixou nas cidades, nas famílias, na economia, na sociedade e na cultura. Na gentes.
Sinto-me pesada e assoberbada com tanta história e tanto horror que já ouvi e vi. Optei por não partilhar fotos sobre o que vi nestes últimos dias.

Ontem no Genocide Museaum – uma antiga escola transformada em prisão em 1972, onde o Khmer Rouge manteve em captiveiro dezenas de milhares de prisioneiros, antes de os torturar e matar nos Killing Fields (hoje em dia este jardim tão pacífico)- o audio guide dizia que devemos manter esta história do passado sempre viva para que não volte a acontecer no futuro.

Não aprendemos nada com o passado, e estas atrocidades continuam a acontecer hoje. As we speak.

E o peso do regime autocrata que ainda hoje governa o país, está presente em todo o lado. A imagem imponente do Rei está sempre à espreita e quando tento perceber mais sobre política com os Cambodjanos olham por cima do ombro antes de responder entre dentes, que não podem falar.

Pensei em ir já embora para o Vietname. Mas não quero sair sem levar mais qualquer coisa além deste peso.
Vou partir à descoberta da costa.

Espero que neste presente não repitamos também este erro do passado:

“In 1979, there was a genocide trial in Phnom Penh known as the People’s Revolutionary Tribunal. That tribunal tried Pol Pot and Ieng Sary and found both guilty of the crime of genocide, but neither of them appeared in court nor served any sentence.” 😔

‼️TIP‼️ Ainda não vi, mas dizem que é um bom documentário para quem quer saber mais sobre a história dos Khmer Rouge.

“Enemies of the People (2009)”, de Thet Sambath.

Este livro que ando a ler conta a história real de um sobrevivente que perdeu a família toda num campo de trabalho forçado. Phnom Penh, Cambodia | Posted on 12/Dec/2023 11:13:02

Diana Nicolau Instagram – Adoro oferecer e receber livros, e mesmo que o espírito natalício aqui onde estou não me chegue com tanta força, queria só partilhar esta pérola que a minha amiga @bibica77 tãooooo talentosa e tão “Duarte” escreveu e que pode ser um bom presente de Natal para as vossas crianças. 

Foi o último livro que li antes de sair de Portugal e nunca mais olhei para as nuvens da mesma maneira. Ontem enquanto atravessava as montanhas do sul do Cambodja, olhava para as nuvens e lembrava-me do Duarte. 
À medida que vamos crescendo vamos deixando de ver o mundo com olhos de Duarte. Eu luto para que a minha estranheza de olhar o mundo continue e não me torne uma velha rezinga. 
Sei que vão gostar do Duarte como eu gosto da minha @bibica77 ❤️
#jesuisDuarte 😅

 | O Menino da Luz Mágica | 


Duarte, um menino como todos os outros meninos (ou quase…), começa a ter um comportamento estranho, de um dia para o outro. Toda a aldeia fica a saber do caso e decide envolver-se na história. 
Para que o Duarte seja “desipnotizado”, a mãe Margarida e o tio Simão depositam toda a sua confiança num misterioso curandeiro que chega à aldeia (curandeiro nuns dias e mágico nos outros): o enigmático Trucalaruca. 
No final, estes dois amigos vão mostrar a toda a gente que, afinal, o Duarte não era assim tão estranho…

Margarida Pereira 🫶🏾 nasceu em Lisboa, em 1977, no Dia de Natal. Viveu a sua infância dentro de um “presépio”, em Alenquer, onde cedo começou a divagar pelo mundo do faz-de-conta. Apaixonou-se por Monteiro Lobato e pelo seu “Sitio do Pica Pau Amarelo”, quando tinha 7 anos, e deixava bilhetes à avó com mensagens da “Cuca” e do “Saci” entre as listas do supermercado. Desde aí, o universo infantil é onde gosta de estar e é lá que cria as suas histórias. 

🫶🏾
Ofereçam autores nacionais e emergentes.
À venda nas fnacs e wooks etc etc. 😉
Diana Nicolau Instagram – Cambodja, és pesado.

Pesa em ti um passado recente de um g3nocídi0 e das marcas que isso deixou nas cidades, nas famílias, na economia, na sociedade e na cultura. Na gentes. 
Sinto-me pesada e assoberbada com tanta história e tanto horror que já ouvi e vi. Optei por não partilhar fotos sobre o que vi nestes últimos dias. 

Ontem no Genocide Museaum – uma antiga escola transformada em prisão em 1972, onde o Khmer Rouge manteve em captiveiro dezenas de milhares de prisioneiros, antes de os torturar e matar nos Killing Fields (hoje em dia este jardim tão pacífico)- o audio guide dizia que devemos manter esta história do passado sempre viva para que não volte a acontecer no futuro. 

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Não aprendemos nada com o passado, e estas atrocidades continuam a acontecer hoje. As we speak.

E o peso do regime autocrata que ainda hoje governa o país, está presente em todo o lado. A imagem imponente do Rei está sempre à espreita e quando tento perceber mais sobre política com os Cambodjanos olham por cima do ombro antes de responder entre dentes, que não podem falar. 

Pensei em ir já embora para o Vietname. Mas não quero sair sem levar mais qualquer coisa além deste peso. 
Vou partir à descoberta da costa.

Espero que neste presente não repitamos também este erro do passado:

“In 1979, there was a genocide trial in Phnom Penh known as the People’s Revolutionary Tribunal. That tribunal tried Pol Pot and Ieng Sary and found both guilty of the crime of genocide, but neither of them appeared in court nor served any sentence.” 😔

‼️TIP‼️ Ainda não vi, mas dizem que é um bom documentário para quem quer saber mais sobre a história dos Khmer Rouge. 

“Enemies of the People (2009)”, de Thet Sambath.

Este livro que ando a ler conta a história real de um sobrevivente que perdeu a família toda num campo de trabalho forçado. Phnom Penh, Cambodia

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