Numa altura em que o mundo está de pernas para o ar, é um privilégio poder virar as costas, fugir de tudo e fazer de conta que o mundo é incrível e que as pessoas são todas boas. Este sentimento é partilhado entre muita gente com quem já me cruzei. Já conheci e partilhei quartos e mesas e discussões com palestinianos e israelitas e russos e ucranianos. Todos nos sentimos privilegiados por podermos estar sentados à mesa e ter uma mochila com tudo o que precisamos e infinitas possibilidades para onde ir e estímulos que nos fazem esquecer o que se passa no mundo.
No outro dia, caiu-me tudo quando uma israelita com quem passei uma semana, teve um ataque de pânico quando lançaram foguetes num bar. Na cabeça dela, eram as bombas e tiros dos quais ela fugiu.. Corri a abraçá-la porque não sabia o que mais podia fazer.
Nunca vamos saber o que isso é. 😔😔😔
Viajar nunca me distancia dos outros e da realidade do mundo. Pelo contrário… obriga-me a vê-la com outros olhos.
E sim, tenho muita sorte.
🌍
Bom fim de semana.
PS-se concorresse a Miss, era este o meu discurso 😂
⬇️ENG⬇️
At a time when the world is turned upside down, it’s a privilege to be able to turn your back, get away from everything and pretend that the world is incredible and ALL people are good. This feeling is shared among many people I have met. I have met and shared rooms and tables and discussions with Palestinians and Israelis and Russians and Ukrainians. We all feel privileged to be able to sit at the table and have a backpack with everything we need and infinite possibilities of where to go and activities that make us forget what is going on in the world. The other day, everything fell apart when an Israeli girl I’ve become friends with, had a panic attack when rockets were launched in a bar. In her mind, that reminded her the bombs and gunshots she ran away from. I ran to hug her because I didn’t know what else I could do. We will never know what that is. 😔😔😔
Traveling never distances me from others and the reality of the world. On the contrary… it forces me to see it with different eyes.
And yes, I am very lucky. 🌍
❤️ missing u already @advalevine Away from the World
Numa altura em que o mundo está de pernas para o ar, é um privilégio poder virar as costas, fugir de tudo e fazer de conta que o mundo é incrível e que as pessoas são todas boas. Este sentimento é partilhado entre muita gente com quem já me cruzei. Já conheci e partilhei quartos e mesas e discussões com palestinianos e israelitas e russos e ucranianos. Todos nos sentimos privilegiados por podermos estar sentados à mesa e ter uma mochila com tudo o que precisamos e infinitas possibilidades para onde ir e estímulos que nos fazem esquecer o que se passa no mundo.
No outro dia, caiu-me tudo quando uma israelita com quem passei uma semana, teve um ataque de pânico quando lançaram foguetes num bar. Na cabeça dela, eram as bombas e tiros dos quais ela fugiu.. Corri a abraçá-la porque não sabia o que mais podia fazer.
Nunca vamos saber o que isso é. 😔😔😔
Viajar nunca me distancia dos outros e da realidade do mundo. Pelo contrário… obriga-me a vê-la com outros olhos.
E sim, tenho muita sorte.
🌍
Bom fim de semana.
PS-se concorresse a Miss, era este o meu discurso 😂
⬇️ENG⬇️
At a time when the world is turned upside down, it’s a privilege to be able to turn your back, get away from everything and pretend that the world is incredible and ALL people are good. This feeling is shared among many people I have met. I have met and shared rooms and tables and discussions with Palestinians and Israelis and Russians and Ukrainians. We all feel privileged to be able to sit at the table and have a backpack with everything we need and infinite possibilities of where to go and activities that make us forget what is going on in the world. The other day, everything fell apart when an Israeli girl I’ve become friends with, had a panic attack when rockets were launched in a bar. In her mind, that reminded her the bombs and gunshots she ran away from. I ran to hug her because I didn’t know what else I could do. We will never know what that is. 😔😔😔
Traveling never distances me from others and the reality of the world. On the contrary… it forces me to see it with different eyes.
And yes, I am very lucky. 🌍
❤️ missing u already @advalevine Away from the World
Numa altura em que o mundo está de pernas para o ar, é um privilégio poder virar as costas, fugir de tudo e fazer de conta que o mundo é incrível e que as pessoas são todas boas. Este sentimento é partilhado entre muita gente com quem já me cruzei. Já conheci e partilhei quartos e mesas e discussões com palestinianos e israelitas e russos e ucranianos. Todos nos sentimos privilegiados por podermos estar sentados à mesa e ter uma mochila com tudo o que precisamos e infinitas possibilidades para onde ir e estímulos que nos fazem esquecer o que se passa no mundo.
No outro dia, caiu-me tudo quando uma israelita com quem passei uma semana, teve um ataque de pânico quando lançaram foguetes num bar. Na cabeça dela, eram as bombas e tiros dos quais ela fugiu.. Corri a abraçá-la porque não sabia o que mais podia fazer.
Nunca vamos saber o que isso é. 😔😔😔
Viajar nunca me distancia dos outros e da realidade do mundo. Pelo contrário… obriga-me a vê-la com outros olhos.
E sim, tenho muita sorte.
🌍
Bom fim de semana.
PS-se concorresse a Miss, era este o meu discurso 😂
⬇️ENG⬇️
At a time when the world is turned upside down, it’s a privilege to be able to turn your back, get away from everything and pretend that the world is incredible and ALL people are good. This feeling is shared among many people I have met. I have met and shared rooms and tables and discussions with Palestinians and Israelis and Russians and Ukrainians. We all feel privileged to be able to sit at the table and have a backpack with everything we need and infinite possibilities of where to go and activities that make us forget what is going on in the world. The other day, everything fell apart when an Israeli girl I’ve become friends with, had a panic attack when rockets were launched in a bar. In her mind, that reminded her the bombs and gunshots she ran away from. I ran to hug her because I didn’t know what else I could do. We will never know what that is. 😔😔😔
Traveling never distances me from others and the reality of the world. On the contrary… it forces me to see it with different eyes.
And yes, I am very lucky. 🌍
❤️ missing u already @advalevine Away from the World
Numa altura em que o mundo está de pernas para o ar, é um privilégio poder virar as costas, fugir de tudo e fazer de conta que o mundo é incrível e que as pessoas são todas boas. Este sentimento é partilhado entre muita gente com quem já me cruzei. Já conheci e partilhei quartos e mesas e discussões com palestinianos e israelitas e russos e ucranianos. Todos nos sentimos privilegiados por podermos estar sentados à mesa e ter uma mochila com tudo o que precisamos e infinitas possibilidades para onde ir e estímulos que nos fazem esquecer o que se passa no mundo.
No outro dia, caiu-me tudo quando uma israelita com quem passei uma semana, teve um ataque de pânico quando lançaram foguetes num bar. Na cabeça dela, eram as bombas e tiros dos quais ela fugiu.. Corri a abraçá-la porque não sabia o que mais podia fazer.
Nunca vamos saber o que isso é. 😔😔😔
Viajar nunca me distancia dos outros e da realidade do mundo. Pelo contrário… obriga-me a vê-la com outros olhos.
E sim, tenho muita sorte.
🌍
Bom fim de semana.
PS-se concorresse a Miss, era este o meu discurso 😂
⬇️ENG⬇️
At a time when the world is turned upside down, it’s a privilege to be able to turn your back, get away from everything and pretend that the world is incredible and ALL people are good. This feeling is shared among many people I have met. I have met and shared rooms and tables and discussions with Palestinians and Israelis and Russians and Ukrainians. We all feel privileged to be able to sit at the table and have a backpack with everything we need and infinite possibilities of where to go and activities that make us forget what is going on in the world. The other day, everything fell apart when an Israeli girl I’ve become friends with, had a panic attack when rockets were launched in a bar. In her mind, that reminded her the bombs and gunshots she ran away from. I ran to hug her because I didn’t know what else I could do. We will never know what that is. 😔😔😔
Traveling never distances me from others and the reality of the world. On the contrary… it forces me to see it with different eyes.
And yes, I am very lucky. 🌍
❤️ missing u already @advalevine Away from the World
Numa altura em que o mundo está de pernas para o ar, é um privilégio poder virar as costas, fugir de tudo e fazer de conta que o mundo é incrível e que as pessoas são todas boas. Este sentimento é partilhado entre muita gente com quem já me cruzei. Já conheci e partilhei quartos e mesas e discussões com palestinianos e israelitas e russos e ucranianos. Todos nos sentimos privilegiados por podermos estar sentados à mesa e ter uma mochila com tudo o que precisamos e infinitas possibilidades para onde ir e estímulos que nos fazem esquecer o que se passa no mundo.
No outro dia, caiu-me tudo quando uma israelita com quem passei uma semana, teve um ataque de pânico quando lançaram foguetes num bar. Na cabeça dela, eram as bombas e tiros dos quais ela fugiu.. Corri a abraçá-la porque não sabia o que mais podia fazer.
Nunca vamos saber o que isso é. 😔😔😔
Viajar nunca me distancia dos outros e da realidade do mundo. Pelo contrário… obriga-me a vê-la com outros olhos.
E sim, tenho muita sorte.
🌍
Bom fim de semana.
PS-se concorresse a Miss, era este o meu discurso 😂
⬇️ENG⬇️
At a time when the world is turned upside down, it’s a privilege to be able to turn your back, get away from everything and pretend that the world is incredible and ALL people are good. This feeling is shared among many people I have met. I have met and shared rooms and tables and discussions with Palestinians and Israelis and Russians and Ukrainians. We all feel privileged to be able to sit at the table and have a backpack with everything we need and infinite possibilities of where to go and activities that make us forget what is going on in the world. The other day, everything fell apart when an Israeli girl I’ve become friends with, had a panic attack when rockets were launched in a bar. In her mind, that reminded her the bombs and gunshots she ran away from. I ran to hug her because I didn’t know what else I could do. We will never know what that is. 😔😔😔
Traveling never distances me from others and the reality of the world. On the contrary… it forces me to see it with different eyes.
And yes, I am very lucky. 🌍
❤️ missing u already @advalevine Away from the World
Numa altura em que o mundo está de pernas para o ar, é um privilégio poder virar as costas, fugir de tudo e fazer de conta que o mundo é incrível e que as pessoas são todas boas. Este sentimento é partilhado entre muita gente com quem já me cruzei. Já conheci e partilhei quartos e mesas e discussões com palestinianos e israelitas e russos e ucranianos. Todos nos sentimos privilegiados por podermos estar sentados à mesa e ter uma mochila com tudo o que precisamos e infinitas possibilidades para onde ir e estímulos que nos fazem esquecer o que se passa no mundo.
No outro dia, caiu-me tudo quando uma israelita com quem passei uma semana, teve um ataque de pânico quando lançaram foguetes num bar. Na cabeça dela, eram as bombas e tiros dos quais ela fugiu.. Corri a abraçá-la porque não sabia o que mais podia fazer.
Nunca vamos saber o que isso é. 😔😔😔
Viajar nunca me distancia dos outros e da realidade do mundo. Pelo contrário… obriga-me a vê-la com outros olhos.
E sim, tenho muita sorte.
🌍
Bom fim de semana.
PS-se concorresse a Miss, era este o meu discurso 😂
⬇️ENG⬇️
At a time when the world is turned upside down, it’s a privilege to be able to turn your back, get away from everything and pretend that the world is incredible and ALL people are good. This feeling is shared among many people I have met. I have met and shared rooms and tables and discussions with Palestinians and Israelis and Russians and Ukrainians. We all feel privileged to be able to sit at the table and have a backpack with everything we need and infinite possibilities of where to go and activities that make us forget what is going on in the world. The other day, everything fell apart when an Israeli girl I’ve become friends with, had a panic attack when rockets were launched in a bar. In her mind, that reminded her the bombs and gunshots she ran away from. I ran to hug her because I didn’t know what else I could do. We will never know what that is. 😔😔😔
Traveling never distances me from others and the reality of the world. On the contrary… it forces me to see it with different eyes.
And yes, I am very lucky. 🌍
❤️ missing u already @advalevine Away from the World
Numa altura em que o mundo está de pernas para o ar, é um privilégio poder virar as costas, fugir de tudo e fazer de conta que o mundo é incrível e que as pessoas são todas boas. Este sentimento é partilhado entre muita gente com quem já me cruzei. Já conheci e partilhei quartos e mesas e discussões com palestinianos e israelitas e russos e ucranianos. Todos nos sentimos privilegiados por podermos estar sentados à mesa e ter uma mochila com tudo o que precisamos e infinitas possibilidades para onde ir e estímulos que nos fazem esquecer o que se passa no mundo.
No outro dia, caiu-me tudo quando uma israelita com quem passei uma semana, teve um ataque de pânico quando lançaram foguetes num bar. Na cabeça dela, eram as bombas e tiros dos quais ela fugiu.. Corri a abraçá-la porque não sabia o que mais podia fazer.
Nunca vamos saber o que isso é. 😔😔😔
Viajar nunca me distancia dos outros e da realidade do mundo. Pelo contrário… obriga-me a vê-la com outros olhos.
E sim, tenho muita sorte.
🌍
Bom fim de semana.
PS-se concorresse a Miss, era este o meu discurso 😂
⬇️ENG⬇️
At a time when the world is turned upside down, it’s a privilege to be able to turn your back, get away from everything and pretend that the world is incredible and ALL people are good. This feeling is shared among many people I have met. I have met and shared rooms and tables and discussions with Palestinians and Israelis and Russians and Ukrainians. We all feel privileged to be able to sit at the table and have a backpack with everything we need and infinite possibilities of where to go and activities that make us forget what is going on in the world. The other day, everything fell apart when an Israeli girl I’ve become friends with, had a panic attack when rockets were launched in a bar. In her mind, that reminded her the bombs and gunshots she ran away from. I ran to hug her because I didn’t know what else I could do. We will never know what that is. 😔😔😔
Traveling never distances me from others and the reality of the world. On the contrary… it forces me to see it with different eyes.
And yes, I am very lucky. 🌍
❤️ missing u already @advalevine Away from the World
Já não me lembrava que era tão feliz a andar de mota sem destino.
Cambodja, agora sim, depois do dark side…
Let’s take a walk on the wild side 😏
🛵 🌍💚
Ride, stop, meet people, eat, drink, ride, sing, honk, repeat. 🫶🏾 Kampot Province
Cambodja, és pesado.
Pesa em ti um passado recente de um g3nocídi0 e das marcas que isso deixou nas cidades, nas famílias, na economia, na sociedade e na cultura. Na gentes.
Sinto-me pesada e assoberbada com tanta história e tanto horror que já ouvi e vi. Optei por não partilhar fotos sobre o que vi nestes últimos dias.
Ontem no Genocide Museaum – uma antiga escola transformada em prisão em 1972, onde o Khmer Rouge manteve em captiveiro dezenas de milhares de prisioneiros, antes de os torturar e matar nos Killing Fields (hoje em dia este jardim tão pacífico)- o audio guide dizia que devemos manter esta história do passado sempre viva para que não volte a acontecer no futuro.
…
Não aprendemos nada com o passado, e estas atrocidades continuam a acontecer hoje. As we speak.
E o peso do regime autocrata que ainda hoje governa o país, está presente em todo o lado. A imagem imponente do Rei está sempre à espreita e quando tento perceber mais sobre política com os Cambodjanos olham por cima do ombro antes de responder entre dentes, que não podem falar.
Pensei em ir já embora para o Vietname. Mas não quero sair sem levar mais qualquer coisa além deste peso.
Vou partir à descoberta da costa.
Espero que neste presente não repitamos também este erro do passado:
“In 1979, there was a genocide trial in Phnom Penh known as the People’s Revolutionary Tribunal. That tribunal tried Pol Pot and Ieng Sary and found both guilty of the crime of genocide, but neither of them appeared in court nor served any sentence.” 😔
‼️TIP‼️ Ainda não vi, mas dizem que é um bom documentário para quem quer saber mais sobre a história dos Khmer Rouge.
“Enemies of the People (2009)”, de Thet Sambath.
Este livro que ando a ler conta a história real de um sobrevivente que perdeu a família toda num campo de trabalho forçado. Phnom Penh, Cambodia
Cambodja, és pesado.
Pesa em ti um passado recente de um g3nocídi0 e das marcas que isso deixou nas cidades, nas famílias, na economia, na sociedade e na cultura. Na gentes.
Sinto-me pesada e assoberbada com tanta história e tanto horror que já ouvi e vi. Optei por não partilhar fotos sobre o que vi nestes últimos dias.
Ontem no Genocide Museaum – uma antiga escola transformada em prisão em 1972, onde o Khmer Rouge manteve em captiveiro dezenas de milhares de prisioneiros, antes de os torturar e matar nos Killing Fields (hoje em dia este jardim tão pacífico)- o audio guide dizia que devemos manter esta história do passado sempre viva para que não volte a acontecer no futuro.
…
Não aprendemos nada com o passado, e estas atrocidades continuam a acontecer hoje. As we speak.
E o peso do regime autocrata que ainda hoje governa o país, está presente em todo o lado. A imagem imponente do Rei está sempre à espreita e quando tento perceber mais sobre política com os Cambodjanos olham por cima do ombro antes de responder entre dentes, que não podem falar.
Pensei em ir já embora para o Vietname. Mas não quero sair sem levar mais qualquer coisa além deste peso.
Vou partir à descoberta da costa.
Espero que neste presente não repitamos também este erro do passado:
“In 1979, there was a genocide trial in Phnom Penh known as the People’s Revolutionary Tribunal. That tribunal tried Pol Pot and Ieng Sary and found both guilty of the crime of genocide, but neither of them appeared in court nor served any sentence.” 😔
‼️TIP‼️ Ainda não vi, mas dizem que é um bom documentário para quem quer saber mais sobre a história dos Khmer Rouge.
“Enemies of the People (2009)”, de Thet Sambath.
Este livro que ando a ler conta a história real de um sobrevivente que perdeu a família toda num campo de trabalho forçado. Phnom Penh, Cambodia
Cambodja, és pesado.
Pesa em ti um passado recente de um g3nocídi0 e das marcas que isso deixou nas cidades, nas famílias, na economia, na sociedade e na cultura. Na gentes.
Sinto-me pesada e assoberbada com tanta história e tanto horror que já ouvi e vi. Optei por não partilhar fotos sobre o que vi nestes últimos dias.
Ontem no Genocide Museaum – uma antiga escola transformada em prisão em 1972, onde o Khmer Rouge manteve em captiveiro dezenas de milhares de prisioneiros, antes de os torturar e matar nos Killing Fields (hoje em dia este jardim tão pacífico)- o audio guide dizia que devemos manter esta história do passado sempre viva para que não volte a acontecer no futuro.
…
Não aprendemos nada com o passado, e estas atrocidades continuam a acontecer hoje. As we speak.
E o peso do regime autocrata que ainda hoje governa o país, está presente em todo o lado. A imagem imponente do Rei está sempre à espreita e quando tento perceber mais sobre política com os Cambodjanos olham por cima do ombro antes de responder entre dentes, que não podem falar.
Pensei em ir já embora para o Vietname. Mas não quero sair sem levar mais qualquer coisa além deste peso.
Vou partir à descoberta da costa.
Espero que neste presente não repitamos também este erro do passado:
“In 1979, there was a genocide trial in Phnom Penh known as the People’s Revolutionary Tribunal. That tribunal tried Pol Pot and Ieng Sary and found both guilty of the crime of genocide, but neither of them appeared in court nor served any sentence.” 😔
‼️TIP‼️ Ainda não vi, mas dizem que é um bom documentário para quem quer saber mais sobre a história dos Khmer Rouge.
“Enemies of the People (2009)”, de Thet Sambath.
Este livro que ando a ler conta a história real de um sobrevivente que perdeu a família toda num campo de trabalho forçado. Phnom Penh, Cambodia
Cambodja, és pesado.
Pesa em ti um passado recente de um g3nocídi0 e das marcas que isso deixou nas cidades, nas famílias, na economia, na sociedade e na cultura. Na gentes.
Sinto-me pesada e assoberbada com tanta história e tanto horror que já ouvi e vi. Optei por não partilhar fotos sobre o que vi nestes últimos dias.
Ontem no Genocide Museaum – uma antiga escola transformada em prisão em 1972, onde o Khmer Rouge manteve em captiveiro dezenas de milhares de prisioneiros, antes de os torturar e matar nos Killing Fields (hoje em dia este jardim tão pacífico)- o audio guide dizia que devemos manter esta história do passado sempre viva para que não volte a acontecer no futuro.
…
Não aprendemos nada com o passado, e estas atrocidades continuam a acontecer hoje. As we speak.
E o peso do regime autocrata que ainda hoje governa o país, está presente em todo o lado. A imagem imponente do Rei está sempre à espreita e quando tento perceber mais sobre política com os Cambodjanos olham por cima do ombro antes de responder entre dentes, que não podem falar.
Pensei em ir já embora para o Vietname. Mas não quero sair sem levar mais qualquer coisa além deste peso.
Vou partir à descoberta da costa.
Espero que neste presente não repitamos também este erro do passado:
“In 1979, there was a genocide trial in Phnom Penh known as the People’s Revolutionary Tribunal. That tribunal tried Pol Pot and Ieng Sary and found both guilty of the crime of genocide, but neither of them appeared in court nor served any sentence.” 😔
‼️TIP‼️ Ainda não vi, mas dizem que é um bom documentário para quem quer saber mais sobre a história dos Khmer Rouge.
“Enemies of the People (2009)”, de Thet Sambath.
Este livro que ando a ler conta a história real de um sobrevivente que perdeu a família toda num campo de trabalho forçado. Phnom Penh, Cambodia
Cambodja, és pesado.
Pesa em ti um passado recente de um g3nocídi0 e das marcas que isso deixou nas cidades, nas famílias, na economia, na sociedade e na cultura. Na gentes.
Sinto-me pesada e assoberbada com tanta história e tanto horror que já ouvi e vi. Optei por não partilhar fotos sobre o que vi nestes últimos dias.
Ontem no Genocide Museaum – uma antiga escola transformada em prisão em 1972, onde o Khmer Rouge manteve em captiveiro dezenas de milhares de prisioneiros, antes de os torturar e matar nos Killing Fields (hoje em dia este jardim tão pacífico)- o audio guide dizia que devemos manter esta história do passado sempre viva para que não volte a acontecer no futuro.
…
Não aprendemos nada com o passado, e estas atrocidades continuam a acontecer hoje. As we speak.
E o peso do regime autocrata que ainda hoje governa o país, está presente em todo o lado. A imagem imponente do Rei está sempre à espreita e quando tento perceber mais sobre política com os Cambodjanos olham por cima do ombro antes de responder entre dentes, que não podem falar.
Pensei em ir já embora para o Vietname. Mas não quero sair sem levar mais qualquer coisa além deste peso.
Vou partir à descoberta da costa.
Espero que neste presente não repitamos também este erro do passado:
“In 1979, there was a genocide trial in Phnom Penh known as the People’s Revolutionary Tribunal. That tribunal tried Pol Pot and Ieng Sary and found both guilty of the crime of genocide, but neither of them appeared in court nor served any sentence.” 😔
‼️TIP‼️ Ainda não vi, mas dizem que é um bom documentário para quem quer saber mais sobre a história dos Khmer Rouge.
“Enemies of the People (2009)”, de Thet Sambath.
Este livro que ando a ler conta a história real de um sobrevivente que perdeu a família toda num campo de trabalho forçado. Phnom Penh, Cambodia
Cambodja, és pesado.
Pesa em ti um passado recente de um g3nocídi0 e das marcas que isso deixou nas cidades, nas famílias, na economia, na sociedade e na cultura. Na gentes.
Sinto-me pesada e assoberbada com tanta história e tanto horror que já ouvi e vi. Optei por não partilhar fotos sobre o que vi nestes últimos dias.
Ontem no Genocide Museaum – uma antiga escola transformada em prisão em 1972, onde o Khmer Rouge manteve em captiveiro dezenas de milhares de prisioneiros, antes de os torturar e matar nos Killing Fields (hoje em dia este jardim tão pacífico)- o audio guide dizia que devemos manter esta história do passado sempre viva para que não volte a acontecer no futuro.
…
Não aprendemos nada com o passado, e estas atrocidades continuam a acontecer hoje. As we speak.
E o peso do regime autocrata que ainda hoje governa o país, está presente em todo o lado. A imagem imponente do Rei está sempre à espreita e quando tento perceber mais sobre política com os Cambodjanos olham por cima do ombro antes de responder entre dentes, que não podem falar.
Pensei em ir já embora para o Vietname. Mas não quero sair sem levar mais qualquer coisa além deste peso.
Vou partir à descoberta da costa.
Espero que neste presente não repitamos também este erro do passado:
“In 1979, there was a genocide trial in Phnom Penh known as the People’s Revolutionary Tribunal. That tribunal tried Pol Pot and Ieng Sary and found both guilty of the crime of genocide, but neither of them appeared in court nor served any sentence.” 😔
‼️TIP‼️ Ainda não vi, mas dizem que é um bom documentário para quem quer saber mais sobre a história dos Khmer Rouge.
“Enemies of the People (2009)”, de Thet Sambath.
Este livro que ando a ler conta a história real de um sobrevivente que perdeu a família toda num campo de trabalho forçado. Phnom Penh, Cambodia
Cambodja, és pesado.
Pesa em ti um passado recente de um g3nocídi0 e das marcas que isso deixou nas cidades, nas famílias, na economia, na sociedade e na cultura. Na gentes.
Sinto-me pesada e assoberbada com tanta história e tanto horror que já ouvi e vi. Optei por não partilhar fotos sobre o que vi nestes últimos dias.
Ontem no Genocide Museaum – uma antiga escola transformada em prisão em 1972, onde o Khmer Rouge manteve em captiveiro dezenas de milhares de prisioneiros, antes de os torturar e matar nos Killing Fields (hoje em dia este jardim tão pacífico)- o audio guide dizia que devemos manter esta história do passado sempre viva para que não volte a acontecer no futuro.
…
Não aprendemos nada com o passado, e estas atrocidades continuam a acontecer hoje. As we speak.
E o peso do regime autocrata que ainda hoje governa o país, está presente em todo o lado. A imagem imponente do Rei está sempre à espreita e quando tento perceber mais sobre política com os Cambodjanos olham por cima do ombro antes de responder entre dentes, que não podem falar.
Pensei em ir já embora para o Vietname. Mas não quero sair sem levar mais qualquer coisa além deste peso.
Vou partir à descoberta da costa.
Espero que neste presente não repitamos também este erro do passado:
“In 1979, there was a genocide trial in Phnom Penh known as the People’s Revolutionary Tribunal. That tribunal tried Pol Pot and Ieng Sary and found both guilty of the crime of genocide, but neither of them appeared in court nor served any sentence.” 😔
‼️TIP‼️ Ainda não vi, mas dizem que é um bom documentário para quem quer saber mais sobre a história dos Khmer Rouge.
“Enemies of the People (2009)”, de Thet Sambath.
Este livro que ando a ler conta a história real de um sobrevivente que perdeu a família toda num campo de trabalho forçado. Phnom Penh, Cambodia
Cambodja, és pesado.
Pesa em ti um passado recente de um g3nocídi0 e das marcas que isso deixou nas cidades, nas famílias, na economia, na sociedade e na cultura. Na gentes.
Sinto-me pesada e assoberbada com tanta história e tanto horror que já ouvi e vi. Optei por não partilhar fotos sobre o que vi nestes últimos dias.
Ontem no Genocide Museaum – uma antiga escola transformada em prisão em 1972, onde o Khmer Rouge manteve em captiveiro dezenas de milhares de prisioneiros, antes de os torturar e matar nos Killing Fields (hoje em dia este jardim tão pacífico)- o audio guide dizia que devemos manter esta história do passado sempre viva para que não volte a acontecer no futuro.
…
Não aprendemos nada com o passado, e estas atrocidades continuam a acontecer hoje. As we speak.
E o peso do regime autocrata que ainda hoje governa o país, está presente em todo o lado. A imagem imponente do Rei está sempre à espreita e quando tento perceber mais sobre política com os Cambodjanos olham por cima do ombro antes de responder entre dentes, que não podem falar.
Pensei em ir já embora para o Vietname. Mas não quero sair sem levar mais qualquer coisa além deste peso.
Vou partir à descoberta da costa.
Espero que neste presente não repitamos também este erro do passado:
“In 1979, there was a genocide trial in Phnom Penh known as the People’s Revolutionary Tribunal. That tribunal tried Pol Pot and Ieng Sary and found both guilty of the crime of genocide, but neither of them appeared in court nor served any sentence.” 😔
‼️TIP‼️ Ainda não vi, mas dizem que é um bom documentário para quem quer saber mais sobre a história dos Khmer Rouge.
“Enemies of the People (2009)”, de Thet Sambath.
Este livro que ando a ler conta a história real de um sobrevivente que perdeu a família toda num campo de trabalho forçado. Phnom Penh, Cambodia
Cambodja, és pesado.
Pesa em ti um passado recente de um g3nocídi0 e das marcas que isso deixou nas cidades, nas famílias, na economia, na sociedade e na cultura. Na gentes.
Sinto-me pesada e assoberbada com tanta história e tanto horror que já ouvi e vi. Optei por não partilhar fotos sobre o que vi nestes últimos dias.
Ontem no Genocide Museaum – uma antiga escola transformada em prisão em 1972, onde o Khmer Rouge manteve em captiveiro dezenas de milhares de prisioneiros, antes de os torturar e matar nos Killing Fields (hoje em dia este jardim tão pacífico)- o audio guide dizia que devemos manter esta história do passado sempre viva para que não volte a acontecer no futuro.
…
Não aprendemos nada com o passado, e estas atrocidades continuam a acontecer hoje. As we speak.
E o peso do regime autocrata que ainda hoje governa o país, está presente em todo o lado. A imagem imponente do Rei está sempre à espreita e quando tento perceber mais sobre política com os Cambodjanos olham por cima do ombro antes de responder entre dentes, que não podem falar.
Pensei em ir já embora para o Vietname. Mas não quero sair sem levar mais qualquer coisa além deste peso.
Vou partir à descoberta da costa.
Espero que neste presente não repitamos também este erro do passado:
“In 1979, there was a genocide trial in Phnom Penh known as the People’s Revolutionary Tribunal. That tribunal tried Pol Pot and Ieng Sary and found both guilty of the crime of genocide, but neither of them appeared in court nor served any sentence.” 😔
‼️TIP‼️ Ainda não vi, mas dizem que é um bom documentário para quem quer saber mais sobre a história dos Khmer Rouge.
“Enemies of the People (2009)”, de Thet Sambath.
Este livro que ando a ler conta a história real de um sobrevivente que perdeu a família toda num campo de trabalho forçado. Phnom Penh, Cambodia
Cambodja, és pesado.
Pesa em ti um passado recente de um g3nocídi0 e das marcas que isso deixou nas cidades, nas famílias, na economia, na sociedade e na cultura. Na gentes.
Sinto-me pesada e assoberbada com tanta história e tanto horror que já ouvi e vi. Optei por não partilhar fotos sobre o que vi nestes últimos dias.
Ontem no Genocide Museaum – uma antiga escola transformada em prisão em 1972, onde o Khmer Rouge manteve em captiveiro dezenas de milhares de prisioneiros, antes de os torturar e matar nos Killing Fields (hoje em dia este jardim tão pacífico)- o audio guide dizia que devemos manter esta história do passado sempre viva para que não volte a acontecer no futuro.
…
Não aprendemos nada com o passado, e estas atrocidades continuam a acontecer hoje. As we speak.
E o peso do regime autocrata que ainda hoje governa o país, está presente em todo o lado. A imagem imponente do Rei está sempre à espreita e quando tento perceber mais sobre política com os Cambodjanos olham por cima do ombro antes de responder entre dentes, que não podem falar.
Pensei em ir já embora para o Vietname. Mas não quero sair sem levar mais qualquer coisa além deste peso.
Vou partir à descoberta da costa.
Espero que neste presente não repitamos também este erro do passado:
“In 1979, there was a genocide trial in Phnom Penh known as the People’s Revolutionary Tribunal. That tribunal tried Pol Pot and Ieng Sary and found both guilty of the crime of genocide, but neither of them appeared in court nor served any sentence.” 😔
‼️TIP‼️ Ainda não vi, mas dizem que é um bom documentário para quem quer saber mais sobre a história dos Khmer Rouge.
“Enemies of the People (2009)”, de Thet Sambath.
Este livro que ando a ler conta a história real de um sobrevivente que perdeu a família toda num campo de trabalho forçado. Phnom Penh, Cambodia
As únicas palavras que disse hoje estão neste vídeo de 1 minuto.
E sábias palavras.
Fossem assim todos os dias.
Pérolas que saem desta boca. 😏
PS-mentira, depois ao final do dia fui fazer uma aula de culinária e aí disse tudo o que tinha calado todo o dia.
Nada sabe tão bem como o silêncio no meio do barulho. Mas sair do silêncio para o barulho – principalmente se meter comida ao barulho 😏 – também não sabe nada mal. Kampot Province
Para aqueles que me dizem que sou muito corajosa e que invejam esta coragem toda, ora vejam como é tudo fachada. 🐍
For those who think I’m brave, well… I’m just a good pretender! 😳
(a foto foi do snake wine que provei hoje. Bem bom por sinal. Pena ter sido às 10h da manhã. Invejosos dirão que lá também temos uma aguardente do lagarto 🦎 Mas se virem um lagarto numa gruta, não se borram pois não? Ah pronto. Ficamos assim. 😏)
pic: snake wine tasting 🍷 🐍 Battambang
Às vezes há planos de viagens que são um bocado um tiro no pé. Achei que era o caso de Battambang. 4horas de viagens e um quarto que era uma cela sem vidros com música a bombar até às tantas. Gente a tentar levar-te para todo o lado.
Ok, o comboio de bambu que antigamente transportava mercadorias e agora leva turistas a passear 30 minutos por 5 usd, é giro, mas… 🤷♀️
A visita à produção caseira de folhas de arroz, sticky rice em canas de bambu, e vinho de arroz, também são giros mas… meh.
Foi bom terminar a ver o pôr do sol, com milhões de morcegos 🦇 a dançar no céu. Mas até para isso pagas. 😒
Quando transformam tudo em atracção turística e tentam esmifrar-te ao máximo e com cara de poucos amigos, faz-me pensar duas vezes se devia ter usado dois dias para viajar até ao norte para ver a segunda maior cidade do Cambodja, que afinal nem tem assim nada de especial. Mas depois percebes que é um país que se está a reerguer aos poucos, e que usa o que tem para conseguir reconstruir-se e fazer-se valer.
E valeu pelas histórias que ouvi, e pela carga dramática que todas as famílias ainda carregam desde o genocídio horrível que há 50 anos tomou conta do país pela mão do regime do Khmer Rouge.
Em Phnom Penh a história é a mesma, mas não faltam imagens para ilustrar as histórias que já ouvi. 😔
Guardo o que vi para mim. 😔 Battambang Province
Adoro oferecer e receber livros, e mesmo que o espírito natalício aqui onde estou não me chegue com tanta força, queria só partilhar esta pérola que a minha amiga @bibica77 tãooooo talentosa e tão “Duarte” escreveu e que pode ser um bom presente de Natal para as vossas crianças.
Foi o último livro que li antes de sair de Portugal e nunca mais olhei para as nuvens da mesma maneira. Ontem enquanto atravessava as montanhas do sul do Cambodja, olhava para as nuvens e lembrava-me do Duarte.
À medida que vamos crescendo vamos deixando de ver o mundo com olhos de Duarte. Eu luto para que a minha estranheza de olhar o mundo continue e não me torne uma velha rezinga.
Sei que vão gostar do Duarte como eu gosto da minha @bibica77 ❤️
#jesuisDuarte 😅
| O Menino da Luz Mágica |
Duarte, um menino como todos os outros meninos (ou quase…), começa a ter um comportamento estranho, de um dia para o outro. Toda a aldeia fica a saber do caso e decide envolver-se na história.
Para que o Duarte seja “desipnotizado”, a mãe Margarida e o tio Simão depositam toda a sua confiança num misterioso curandeiro que chega à aldeia (curandeiro nuns dias e mágico nos outros): o enigmático Trucalaruca.
No final, estes dois amigos vão mostrar a toda a gente que, afinal, o Duarte não era assim tão estranho…
Margarida Pereira 🫶🏾 nasceu em Lisboa, em 1977, no Dia de Natal. Viveu a sua infância dentro de um “presépio”, em Alenquer, onde cedo começou a divagar pelo mundo do faz-de-conta. Apaixonou-se por Monteiro Lobato e pelo seu “Sitio do Pica Pau Amarelo”, quando tinha 7 anos, e deixava bilhetes à avó com mensagens da “Cuca” e do “Saci” entre as listas do supermercado. Desde aí, o universo infantil é onde gosta de estar e é lá que cria as suas histórias.
🫶🏾
Ofereçam autores nacionais e emergentes.
À venda nas fnacs e wooks etc etc. 😉
Adoro oferecer e receber livros, e mesmo que o espírito natalício aqui onde estou não me chegue com tanta força, queria só partilhar esta pérola que a minha amiga @bibica77 tãooooo talentosa e tão “Duarte” escreveu e que pode ser um bom presente de Natal para as vossas crianças.
Foi o último livro que li antes de sair de Portugal e nunca mais olhei para as nuvens da mesma maneira. Ontem enquanto atravessava as montanhas do sul do Cambodja, olhava para as nuvens e lembrava-me do Duarte.
À medida que vamos crescendo vamos deixando de ver o mundo com olhos de Duarte. Eu luto para que a minha estranheza de olhar o mundo continue e não me torne uma velha rezinga.
Sei que vão gostar do Duarte como eu gosto da minha @bibica77 ❤️
#jesuisDuarte 😅
| O Menino da Luz Mágica |
Duarte, um menino como todos os outros meninos (ou quase…), começa a ter um comportamento estranho, de um dia para o outro. Toda a aldeia fica a saber do caso e decide envolver-se na história.
Para que o Duarte seja “desipnotizado”, a mãe Margarida e o tio Simão depositam toda a sua confiança num misterioso curandeiro que chega à aldeia (curandeiro nuns dias e mágico nos outros): o enigmático Trucalaruca.
No final, estes dois amigos vão mostrar a toda a gente que, afinal, o Duarte não era assim tão estranho…
Margarida Pereira 🫶🏾 nasceu em Lisboa, em 1977, no Dia de Natal. Viveu a sua infância dentro de um “presépio”, em Alenquer, onde cedo começou a divagar pelo mundo do faz-de-conta. Apaixonou-se por Monteiro Lobato e pelo seu “Sitio do Pica Pau Amarelo”, quando tinha 7 anos, e deixava bilhetes à avó com mensagens da “Cuca” e do “Saci” entre as listas do supermercado. Desde aí, o universo infantil é onde gosta de estar e é lá que cria as suas histórias.
🫶🏾
Ofereçam autores nacionais e emergentes.
À venda nas fnacs e wooks etc etc. 😉
Adoro oferecer e receber livros, e mesmo que o espírito natalício aqui onde estou não me chegue com tanta força, queria só partilhar esta pérola que a minha amiga @bibica77 tãooooo talentosa e tão “Duarte” escreveu e que pode ser um bom presente de Natal para as vossas crianças.
Foi o último livro que li antes de sair de Portugal e nunca mais olhei para as nuvens da mesma maneira. Ontem enquanto atravessava as montanhas do sul do Cambodja, olhava para as nuvens e lembrava-me do Duarte.
À medida que vamos crescendo vamos deixando de ver o mundo com olhos de Duarte. Eu luto para que a minha estranheza de olhar o mundo continue e não me torne uma velha rezinga.
Sei que vão gostar do Duarte como eu gosto da minha @bibica77 ❤️
#jesuisDuarte 😅
| O Menino da Luz Mágica |
Duarte, um menino como todos os outros meninos (ou quase…), começa a ter um comportamento estranho, de um dia para o outro. Toda a aldeia fica a saber do caso e decide envolver-se na história.
Para que o Duarte seja “desipnotizado”, a mãe Margarida e o tio Simão depositam toda a sua confiança num misterioso curandeiro que chega à aldeia (curandeiro nuns dias e mágico nos outros): o enigmático Trucalaruca.
No final, estes dois amigos vão mostrar a toda a gente que, afinal, o Duarte não era assim tão estranho…
Margarida Pereira 🫶🏾 nasceu em Lisboa, em 1977, no Dia de Natal. Viveu a sua infância dentro de um “presépio”, em Alenquer, onde cedo começou a divagar pelo mundo do faz-de-conta. Apaixonou-se por Monteiro Lobato e pelo seu “Sitio do Pica Pau Amarelo”, quando tinha 7 anos, e deixava bilhetes à avó com mensagens da “Cuca” e do “Saci” entre as listas do supermercado. Desde aí, o universo infantil é onde gosta de estar e é lá que cria as suas histórias.
🫶🏾
Ofereçam autores nacionais e emergentes.
À venda nas fnacs e wooks etc etc. 😉