Home Actress Diana Nicolau HD Instagram Photos and Wallpapers December 2023 Diana Nicolau Instagram - Às vezes há planos de viagens que são um bocado um tiro no pé. Achei que era o caso de Battambang. 4horas de viagens e um quarto que era uma cela sem vidros com música a bombar até às tantas. Gente a tentar levar-te para todo o lado. Ok, o comboio de bambu que antigamente transportava mercadorias e agora leva turistas a passear 30 minutos por 5 usd, é giro, mas… 🤷‍♀️ A visita à produção caseira de folhas de arroz, sticky rice em canas de bambu, e vinho de arroz, também são giros mas… meh. Foi bom terminar a ver o pôr do sol, com milhões de morcegos 🦇 a dançar no céu. Mas até para isso pagas. 😒 Quando transformam tudo em atracção turística e tentam esmifrar-te ao máximo e com cara de poucos amigos, faz-me pensar duas vezes se devia ter usado dois dias para viajar até ao norte para ver a segunda maior cidade do Cambodja, que afinal nem tem assim nada de especial. Mas depois percebes que é um país que se está a reerguer aos poucos, e que usa o que tem para conseguir reconstruir-se e fazer-se valer. E valeu pelas histórias que ouvi, e pela carga dramática que todas as famílias ainda carregam desde o genocídio horrível que há 50 anos tomou conta do país pela mão do regime do Khmer Rouge. Em Phnom Penh a história é a mesma, mas não faltam imagens para ilustrar as histórias que já ouvi. 😔 Guardo o que vi para mim. 😔 Battambang Province

Diana Nicolau Instagram – Às vezes há planos de viagens que são um bocado um tiro no pé. Achei que era o caso de Battambang. 4horas de viagens e um quarto que era uma cela sem vidros com música a bombar até às tantas. Gente a tentar levar-te para todo o lado. Ok, o comboio de bambu que antigamente transportava mercadorias e agora leva turistas a passear 30 minutos por 5 usd, é giro, mas… 🤷‍♀️ A visita à produção caseira de folhas de arroz, sticky rice em canas de bambu, e vinho de arroz, também são giros mas… meh. Foi bom terminar a ver o pôr do sol, com milhões de morcegos 🦇 a dançar no céu. Mas até para isso pagas. 😒 Quando transformam tudo em atracção turística e tentam esmifrar-te ao máximo e com cara de poucos amigos, faz-me pensar duas vezes se devia ter usado dois dias para viajar até ao norte para ver a segunda maior cidade do Cambodja, que afinal nem tem assim nada de especial. Mas depois percebes que é um país que se está a reerguer aos poucos, e que usa o que tem para conseguir reconstruir-se e fazer-se valer. E valeu pelas histórias que ouvi, e pela carga dramática que todas as famílias ainda carregam desde o genocídio horrível que há 50 anos tomou conta do país pela mão do regime do Khmer Rouge. Em Phnom Penh a história é a mesma, mas não faltam imagens para ilustrar as histórias que já ouvi. 😔 Guardo o que vi para mim. 😔 Battambang Province

Diana Nicolau Instagram - Às vezes há planos de viagens que são um bocado um tiro no pé. Achei que era o caso de Battambang. 4horas de viagens e um quarto que era uma cela sem vidros com música a bombar até às tantas. Gente a tentar levar-te para todo o lado. Ok, o comboio de bambu que antigamente transportava mercadorias e agora leva turistas a passear 30 minutos por 5 usd, é giro, mas… 🤷‍♀️ A visita à produção caseira de folhas de arroz, sticky rice em canas de bambu, e vinho de arroz, também são giros mas… meh. Foi bom terminar a ver o pôr do sol, com milhões de morcegos 🦇 a dançar no céu. Mas até para isso pagas. 😒 Quando transformam tudo em atracção turística e tentam esmifrar-te ao máximo e com cara de poucos amigos, faz-me pensar duas vezes se devia ter usado dois dias para viajar até ao norte para ver a segunda maior cidade do Cambodja, que afinal nem tem assim nada de especial. Mas depois percebes que é um país que se está a reerguer aos poucos, e que usa o que tem para conseguir reconstruir-se e fazer-se valer. E valeu pelas histórias que ouvi, e pela carga dramática que todas as famílias ainda carregam desde o genocídio horrível que há 50 anos tomou conta do país pela mão do regime do Khmer Rouge. Em Phnom Penh a história é a mesma, mas não faltam imagens para ilustrar as histórias que já ouvi. 😔 Guardo o que vi para mim. 😔 Battambang Province

Diana Nicolau Instagram – Às vezes há planos de viagens que são um bocado um tiro no pé. Achei que era o caso de Battambang. 4horas de viagens e um quarto que era uma cela sem vidros com música a bombar até às tantas. Gente a tentar levar-te para todo o lado.

Ok, o comboio de bambu que antigamente transportava mercadorias e agora leva turistas a passear 30 minutos por 5 usd, é giro, mas… 🤷‍♀️

A visita à produção caseira de folhas de arroz, sticky rice em canas de bambu, e vinho de arroz, também são giros mas… meh.

Foi bom terminar a ver o pôr do sol, com milhões de morcegos 🦇 a dançar no céu. Mas até para isso pagas. 😒

Quando transformam tudo em atracção turística e tentam esmifrar-te ao máximo e com cara de poucos amigos, faz-me pensar duas vezes se devia ter usado dois dias para viajar até ao norte para ver a segunda maior cidade do Cambodja, que afinal nem tem assim nada de especial. Mas depois percebes que é um país que se está a reerguer aos poucos, e que usa o que tem para conseguir reconstruir-se e fazer-se valer.

E valeu pelas histórias que ouvi, e pela carga dramática que todas as famílias ainda carregam desde o genocídio horrível que há 50 anos tomou conta do país pela mão do regime do Khmer Rouge.

Em Phnom Penh a história é a mesma, mas não faltam imagens para ilustrar as histórias que já ouvi. 😔

Guardo o que vi para mim. 😔 Battambang Province | Posted on 11/Dec/2023 15:15:14

Diana Nicolau Instagram – Cambodja, és pesado.

Pesa em ti um passado recente de um g3nocídi0 e das marcas que isso deixou nas cidades, nas famílias, na economia, na sociedade e na cultura. Na gentes. 
Sinto-me pesada e assoberbada com tanta história e tanto horror que já ouvi e vi. Optei por não partilhar fotos sobre o que vi nestes últimos dias. 

Ontem no Genocide Museaum – uma antiga escola transformada em prisão em 1972, onde o Khmer Rouge manteve em captiveiro dezenas de milhares de prisioneiros, antes de os torturar e matar nos Killing Fields (hoje em dia este jardim tão pacífico)- o audio guide dizia que devemos manter esta história do passado sempre viva para que não volte a acontecer no futuro. 

…

Não aprendemos nada com o passado, e estas atrocidades continuam a acontecer hoje. As we speak.

E o peso do regime autocrata que ainda hoje governa o país, está presente em todo o lado. A imagem imponente do Rei está sempre à espreita e quando tento perceber mais sobre política com os Cambodjanos olham por cima do ombro antes de responder entre dentes, que não podem falar. 

Pensei em ir já embora para o Vietname. Mas não quero sair sem levar mais qualquer coisa além deste peso. 
Vou partir à descoberta da costa.

Espero que neste presente não repitamos também este erro do passado:

“In 1979, there was a genocide trial in Phnom Penh known as the People’s Revolutionary Tribunal. That tribunal tried Pol Pot and Ieng Sary and found both guilty of the crime of genocide, but neither of them appeared in court nor served any sentence.” 😔

‼️TIP‼️ Ainda não vi, mas dizem que é um bom documentário para quem quer saber mais sobre a história dos Khmer Rouge. 

“Enemies of the People (2009)”, de Thet Sambath.

Este livro que ando a ler conta a história real de um sobrevivente que perdeu a família toda num campo de trabalho forçado. Phnom Penh, Cambodia
Diana Nicolau Instagram – Para aqueles que me dizem que sou muito corajosa e que invejam esta coragem toda, ora vejam como é tudo fachada. 🐍 

For those who think I’m brave, well… I’m just a good pretender! 😳

(a foto foi do snake wine que provei hoje. Bem bom por sinal. Pena ter sido às 10h da manhã. Invejosos dirão que lá também temos uma aguardente do lagarto 🦎 Mas se virem um lagarto numa gruta, não se borram pois não? Ah pronto. Ficamos assim. 😏)

pic: snake wine tasting 🍷 🐍 Battambang

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