“Saudade”, a música que me junta aos inefáveis, indefectíveis e indeléveis @osquatroemeia, já está disponível por essas plataformas de streaming afora. (O vídeo, do @andre_tentugal, sai no dia 13 deste mês). Foi gravada no meu estúdio Chiu e produzida pelo infalível @joaoandre_bass. Escutai e exultai! @primeiralinhapt
Muitas vezes me perguntam sobre o meu processo criativo. Não é fácil explicar, pois não é linear. Varia, não há fórmulas nem regras. Mas respondo sempre, para tentar esclarecer e simplificar, que primeiro aparece a música e depois a letra. Esta canção que saiu hoje, “Saudade”, quis nascer dessa maneira. Como vou gravando tudo, para não me esquecer, achei por bem partilhar o processo com quem me segue aqui, pois poderá servir a quem, como eu, passa a vida a tentar fazer canções. Não há regras, elas é que sabem quando precisam de nós para nascer. Basta que lhes estejamos permanentemente disponíveis com todo o pouco que sabemos. Convém partir para a criação de uma canção com a displicência de quem não quer fazer uma canção. Senão ela foge. No caso desta, sentei-me ao piano para tentar evocar de memória uma música que adoro e já não ouvia há anos. “Bruised”, do genial Ben Folds. Derivado à memória falha, a música começou a ir para onde ela queria, por caminhos harmónicos e melódicos que, à falta de melhor descrição, não me pareciam propriamente “meus”, não me soava a nada que eu fosse escolher fazer. Para mim, isso é um bom sinal. Como sempre faço, pois prefiro cantarolar palavras aleatórias do que nananás ou lalalás, comecei a cantar palavras nonsense num inglês inexistente, que é da maneira que não me comprometo com significados, prosódia, semântica ou léxico, não é altura para isso, senão a melodia encrava. E saiu-me quase tudo duma assentada, proto-verso e proto-refrão. Logo a seguir, um proto-middle-eight, ou “parte C”, como lhe chamamos aqui. Gravei tudo, porque me parecia um todo dotado de uma certa solidez, soava a algo que queria existir. Deixei marinar dois dias, a ver se ainda me lembrava. Quando a memória varre, é porque não era para ser. Mas lembrava-me. E lembrei-me de uma tentativa de canção minha de há mais de vinte anos, entretanto descartada, que acabava com “Se eu não mato esta saudade, é ela que me mata a mim”. Não sei porque é que me fui lembrar disso, mas dava para cantar por cima do tal refrão. Convém cantar muitas vezes, para passar a rebarbadeira da repetição, foi assim que caiu o “esta”, que nitidamente (…) (continua nos comentários)
Muitas vezes me perguntam sobre o meu processo criativo. Não é fácil explicar, pois não é linear. Varia, não há fórmulas nem regras. Mas respondo sempre, para tentar esclarecer e simplificar, que primeiro aparece a música e depois a letra. Esta canção que saiu hoje, “Saudade”, quis nascer dessa maneira. Como vou gravando tudo, para não me esquecer, achei por bem partilhar o processo com quem me segue aqui, pois poderá servir a quem, como eu, passa a vida a tentar fazer canções. Não há regras, elas é que sabem quando precisam de nós para nascer. Basta que lhes estejamos permanentemente disponíveis com todo o pouco que sabemos. Convém partir para a criação de uma canção com a displicência de quem não quer fazer uma canção. Senão ela foge. No caso desta, sentei-me ao piano para tentar evocar de memória uma música que adoro e já não ouvia há anos. “Bruised”, do genial Ben Folds. Derivado à memória falha, a música começou a ir para onde ela queria, por caminhos harmónicos e melódicos que, à falta de melhor descrição, não me pareciam propriamente “meus”, não me soava a nada que eu fosse escolher fazer. Para mim, isso é um bom sinal. Como sempre faço, pois prefiro cantarolar palavras aleatórias do que nananás ou lalalás, comecei a cantar palavras nonsense num inglês inexistente, que é da maneira que não me comprometo com significados, prosódia, semântica ou léxico, não é altura para isso, senão a melodia encrava. E saiu-me quase tudo duma assentada, proto-verso e proto-refrão. Logo a seguir, um proto-middle-eight, ou “parte C”, como lhe chamamos aqui. Gravei tudo, porque me parecia um todo dotado de uma certa solidez, soava a algo que queria existir. Deixei marinar dois dias, a ver se ainda me lembrava. Quando a memória varre, é porque não era para ser. Mas lembrava-me. E lembrei-me de uma tentativa de canção minha de há mais de vinte anos, entretanto descartada, que acabava com “Se eu não mato esta saudade, é ela que me mata a mim”. Não sei porque é que me fui lembrar disso, mas dava para cantar por cima do tal refrão. Convém cantar muitas vezes, para passar a rebarbadeira da repetição, foi assim que caiu o “esta”, que nitidamente (…) (continua nos comentários)
Mítico, Sintra! O casal que fez quase 600 Kms para vir do Fundão e voltar na mesma noite, os rapazes que foram trajados à Casca de Noz, a minha tia Maria Isabel e os primos Araújo de Lisboa que nunca falham um concerto nas imediações da capital, uma sala totalmente esgotada há tantos meses a cantar as minha modestas musiquetas. Como? Obrigado!!!! PS: Estamos já a caminho do @theatrocirco, em Braga. Até daqui a nada!
Mítico, Sintra! O casal que fez quase 600 Kms para vir do Fundão e voltar na mesma noite, os rapazes que foram trajados à Casca de Noz, a minha tia Maria Isabel e os primos Araújo de Lisboa que nunca falham um concerto nas imediações da capital, uma sala totalmente esgotada há tantos meses a cantar as minha modestas musiquetas. Como? Obrigado!!!! PS: Estamos já a caminho do @theatrocirco, em Braga. Até daqui a nada!
Mítico, Sintra! O casal que fez quase 600 Kms para vir do Fundão e voltar na mesma noite, os rapazes que foram trajados à Casca de Noz, a minha tia Maria Isabel e os primos Araújo de Lisboa que nunca falham um concerto nas imediações da capital, uma sala totalmente esgotada há tantos meses a cantar as minha modestas musiquetas. Como? Obrigado!!!! PS: Estamos já a caminho do @theatrocirco, em Braga. Até daqui a nada!
Mítico, Sintra! O casal que fez quase 600 Kms para vir do Fundão e voltar na mesma noite, os rapazes que foram trajados à Casca de Noz, a minha tia Maria Isabel e os primos Araújo de Lisboa que nunca falham um concerto nas imediações da capital, uma sala totalmente esgotada há tantos meses a cantar as minha modestas musiquetas. Como? Obrigado!!!! PS: Estamos já a caminho do @theatrocirco, em Braga. Até daqui a nada!
Mítico, Sintra! O casal que fez quase 600 Kms para vir do Fundão e voltar na mesma noite, os rapazes que foram trajados à Casca de Noz, a minha tia Maria Isabel e os primos Araújo de Lisboa que nunca falham um concerto nas imediações da capital, uma sala totalmente esgotada há tantos meses a cantar as minha modestas musiquetas. Como? Obrigado!!!! PS: Estamos já a caminho do @theatrocirco, em Braga. Até daqui a nada!
Mítico, Sintra! O casal que fez quase 600 Kms para vir do Fundão e voltar na mesma noite, os rapazes que foram trajados à Casca de Noz, a minha tia Maria Isabel e os primos Araújo de Lisboa que nunca falham um concerto nas imediações da capital, uma sala totalmente esgotada há tantos meses a cantar as minha modestas musiquetas. Como? Obrigado!!!! PS: Estamos já a caminho do @theatrocirco, em Braga. Até daqui a nada!
Hoje de manhã, durante as manhãs da @radiocomercial, soltámos novidades: os concertos de abertura vão ser, à imagem do concerto conjunto entre @osquatroemeia e eu, concertos que juntam duplas que têm tudo para fazer sentido. A @joana.almeirante e a @nena_musica vão juntar as guitarras e as vozes para um concerto único, assim como o @buba_espinho e o @luis.trigacheiro, que também em alinharam em preparam um concerto especial para este dia. Serve esta novidade como advertência: hoje os bilhetes estão a pipocar a desenfreado lume. Além disso mostrámos música nova, “saudade”, que sai dia 8 de Março mas já está a rodar em playlist na Rádio Comercial, e reforçamos a notícia menos simpática de que, de facto, este concerto não se irá repetir em mais lado nenhum, nem mesmo na minha cidade do Porto 🙁 Oupa, todos os trilhos levam a Cascais! Link directo para os bilhetes na story. (Ticketline.pt)
A minha canção “Sagitário” está nomeada para Melhor Canção Portuguesa de 2023 na Gala aRi[t]mar Galiza. Este projecto da Xunta de Galiza, desenvolvido pela Escola Oficial de Idiomas de Santiago de Compostela, tem por objectivo divulgar música e poesia galego-portuguesas actuais e aproximar as duas culturas. “Sagitário” foi escrita por mim e gravada inicialmente pelo Pedro Flores e, mais recentemente, também pelo António Zambujo. Para votar: link na story @primeiralinhapt @aritmar_gz_pt
Saudade, Miguel Araújo e @osquatroemeia “Canção irrestível”, “Refrão viciante” @jpbandeira, “Posto de Escuta”, programa da @rdpinternacionalrtp , @rtppt Obrigado!
Swipe prá direita (e novamente para a direita) para ver as andanças e bolandas deste Vosso bardo! @primeiralinhapt
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Fim de semana pleno de Casca de Noz: hoje à noite em Sintra, no grande auditório do Centro Cultural Olga Cadaval, e amanhã em Braga, no sala principal do Theatro Circo. Duas salas que eu adoro! Obrigado do fundo do coração a quem esgotou estas e todas as outras salas, não há palavras! @primeiralinhapt
Obrigado, Braga, obrigado, @theatrocirco! Obrigado por serem tantos, obrigado por serem tão bons. É sempre um regresso a casa.
Obrigado, Braga, obrigado, @theatrocirco! Obrigado por serem tantos, obrigado por serem tão bons. É sempre um regresso a casa.
Obrigado, Braga, obrigado, @theatrocirco! Obrigado por serem tantos, obrigado por serem tão bons. É sempre um regresso a casa.
Obrigado, Braga, obrigado, @theatrocirco! Obrigado por serem tantos, obrigado por serem tão bons. É sempre um regresso a casa.
Obrigado, Braga, obrigado, @theatrocirco! Obrigado por serem tantos, obrigado por serem tão bons. É sempre um regresso a casa.
Obrigado, Braga, obrigado, @theatrocirco! Obrigado por serem tantos, obrigado por serem tão bons. É sempre um regresso a casa.
Obrigado, Braga, obrigado, @theatrocirco! Obrigado por serem tantos, obrigado por serem tão bons. É sempre um regresso a casa.
!!!Amanhã na plataforma de streaming da sua predilecção!!! @primeiralinhapt @osquatroemeia @spotifyportugal @radiocomercial @joaoandre_bass #seeunaomatoasaudade