“Muita gente tem forma mas não tem conteúdo…” Hoje Chorão faria 54 anos e continua tão presente e atual como sempre! Meu escritório é na praia e tô sempre na área. Lembrança boa desse nosso encontro com o @charliebrownjr na praia de Pernambuco, no Guarujá.
Muito bom fazer parte da vida de vocês e ter vocês na minha! Viajando aqui nos comentários na rede vizinha
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Renato Russo me mandou um presente quando eu menos esperava e vendo que hoje é seu aniversário me lembrei dessa história. Ele tinha ouvido meu primeiro CD recém lançado e resolveu me mandar da Itália um single do Jovanotti (rapper/cantor de lá). Mandou através do diretor da minha gravadora, que me passou seu telefone e liguei pro ídolo pra agradecer. Batemos um bom papo por telefone, ele me elogiou pelo disco e me desejou coisas boas e eu pude dizer pra ele o quanto eu admiro e me inspiro no seu trabalho com a Legião Urbana. Viva Renato! Obrigado por tudo
Renato Russo me mandou um presente quando eu menos esperava e vendo que hoje é seu aniversário me lembrei dessa história. Ele tinha ouvido meu primeiro CD recém lançado e resolveu me mandar da Itália um single do Jovanotti (rapper/cantor de lá). Mandou através do diretor da minha gravadora, que me passou seu telefone e liguei pro ídolo pra agradecer. Batemos um bom papo por telefone, ele me elogiou pelo disco e me desejou coisas boas e eu pude dizer pra ele o quanto eu admiro e me inspiro no seu trabalho com a Legião Urbana. Viva Renato! Obrigado por tudo
Se eu não lembro eu não fiz, juro que não era eu! 😅 #QueHistoriaÉessaPorchat?
Gosto de observar detrás da arrebentação quando a cidade acende suas luzes e faróis e o oceano indiferente ao barulho das buzinas e motores continua a encaminhar suas ondulações em intervalos constantes de 10 segundos aproximadamente. Às vezes, quando já não consigo mais enxergar as ondas vindo, tento contar mentalmente após cada elevação do mar pra sentir quando será a próxima onda e tentar remar e ficar em pé na prancha, na saideira noturna. Quando chego na beira, sem pressa nenhuma, fico mais uns minutos olhando para a arrebentação, já totalmente escura, e agradeço por estar tão bem acompanhado. Ali estou eu reunido e conectado com outros “eus” do passado. O eu de 5 anos atrás num momento semelhante num mar mais gelado, o Gabriel adolescente que ficava na água até escurecer aprendendo a surfar, o meu eu antes da pandemia quando surfava de madrugada no Arpoador sob a luz artificial, o meu eu viajante na mesma situação em uma ilha distante das luzes da civilização, o meu eu do mês passado quando resolvi voltar a surfar e o meu eu de 50 anos atrás, e mais alguns meses, boiando no escuro dentro da placenta na barriga da minha mãe. Solitário surfista desfrutando o lado bom da solidão. E as estrelas também vão chegando e discretamente sorrindo pra mim. Se as ondas estavam boas? Na verdade é o que menos importa, mas o mar está sempre perfeito. E a vida também, se soubermos enxergar direito — ou insistirmos menos em enxergar tanto!
Gosto de observar detrás da arrebentação quando a cidade acende suas luzes e faróis e o oceano indiferente ao barulho das buzinas e motores continua a encaminhar suas ondulações em intervalos constantes de 10 segundos aproximadamente. Às vezes, quando já não consigo mais enxergar as ondas vindo, tento contar mentalmente após cada elevação do mar pra sentir quando será a próxima onda e tentar remar e ficar em pé na prancha, na saideira noturna. Quando chego na beira, sem pressa nenhuma, fico mais uns minutos olhando para a arrebentação, já totalmente escura, e agradeço por estar tão bem acompanhado. Ali estou eu reunido e conectado com outros “eus” do passado. O eu de 5 anos atrás num momento semelhante num mar mais gelado, o Gabriel adolescente que ficava na água até escurecer aprendendo a surfar, o meu eu antes da pandemia quando surfava de madrugada no Arpoador sob a luz artificial, o meu eu viajante na mesma situação em uma ilha distante das luzes da civilização, o meu eu do mês passado quando resolvi voltar a surfar e o meu eu de 50 anos atrás, e mais alguns meses, boiando no escuro dentro da placenta na barriga da minha mãe. Solitário surfista desfrutando o lado bom da solidão. E as estrelas também vão chegando e discretamente sorrindo pra mim. Se as ondas estavam boas? Na verdade é o que menos importa, mas o mar está sempre perfeito. E a vida também, se soubermos enxergar direito — ou insistirmos menos em enxergar tanto!
Gosto de observar detrás da arrebentação quando a cidade acende suas luzes e faróis e o oceano indiferente ao barulho das buzinas e motores continua a encaminhar suas ondulações em intervalos constantes de 10 segundos aproximadamente. Às vezes, quando já não consigo mais enxergar as ondas vindo, tento contar mentalmente após cada elevação do mar pra sentir quando será a próxima onda e tentar remar e ficar em pé na prancha, na saideira noturna. Quando chego na beira, sem pressa nenhuma, fico mais uns minutos olhando para a arrebentação, já totalmente escura, e agradeço por estar tão bem acompanhado. Ali estou eu reunido e conectado com outros “eus” do passado. O eu de 5 anos atrás num momento semelhante num mar mais gelado, o Gabriel adolescente que ficava na água até escurecer aprendendo a surfar, o meu eu antes da pandemia quando surfava de madrugada no Arpoador sob a luz artificial, o meu eu viajante na mesma situação em uma ilha distante das luzes da civilização, o meu eu do mês passado quando resolvi voltar a surfar e o meu eu de 50 anos atrás, e mais alguns meses, boiando no escuro dentro da placenta na barriga da minha mãe. Solitário surfista desfrutando o lado bom da solidão. E as estrelas também vão chegando e discretamente sorrindo pra mim. Se as ondas estavam boas? Na verdade é o que menos importa, mas o mar está sempre perfeito. E a vida também, se soubermos enxergar direito — ou insistirmos menos em enxergar tanto!
Sou um grão de areia no olho do furacão em meio a milhões de grãos cada um na sua busca, cada bússola num coração cada um lê de uma forma o mesmo ponto de interrogação nem sempre se pode ter fé quando o chão desaparece embaixo do seu pé acreditando na chance de ser feliz eterna cicatriz eterno aprendiz das escolhas que fiz foto: @somosalastro
Respeita quem chegou primeiro. E papo reto? Devolve tudo pros nativos que isso aqui não deu certo!
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Gabriel O Pensador na Festa Maracutaia não podia dar errado! Obrigado Sampa! @tal.do.ze
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Clima quente em Caldas Novas ontem! Mais um show reunindo várias gerações, solitário surfista não tá mais só! 🔥