pela janela eu vejo fumaça, eu vejo pessoas
📷 @desculpes
poor thing
📷 @desculpes
poor thing
📷 @desculpes
Meia-noite ela jura eterno amor
E me aperta pr’eu quase sufocar
E me morde com a boca de pavor 😳
–
📷 @desculpes
Meia-noite ela jura eterno amor
E me aperta pr’eu quase sufocar
E me morde com a boca de pavor 😳
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Meia-noite ela jura eterno amor
E me aperta pr’eu quase sufocar
E me morde com a boca de pavor 😳
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atena, escrevo agora com você longe, mas já te falei tudo isso quando soube que estava querendo ir.
me lembro do dia que te coloquei pra dentro, tinha um cachorro querendo te comer e você parecia um bebê, exposta e só, ali, tentando entender o que ele fazia. me vi em você.
você apareceu na porteira da mesma forma que partiu, sem pedir nada; entrou e ficou, deitou e se foi.
saiba que é por ti que eu vivi, e agora terei que aprender a viver sem você, não sei como aceitar essa realidade onde não posso contar com seu olhar clemente sobre mim.
também não sei quantos anos você tinha quando nos conhecemos, mas passamos doze anos juntas. nesse tempo em que deixei de ser uma menina e me tornei uma mulher, você viveu uma vida inteira.
vi seu rosto de filhote embranquecer e seus dentes que comiam pedra passarem a querer sachês ao invés de ração.
sentia que você entendia cada coisa, e que ficou ao meu lado por escolha, não porque eu te dava comida, afinal eu não estava lá todo dia (nem toda semana) pra isso, mesmo assim você sempre me teve como sua dona, sua grande paixão.
eu te chamo de filha mas foi você quem me ensinou que quando se ama, não se enxerga o outro pelo que ele faz, mas pelo que ele é.
já me vi sem ninguém, solitária, exceto por você. em minhas piores memórias, muito era incerto, mas não seu amor, incondicional, e não seu rabino, que balançava sem parar quando me via, mas não agora.
você foi tudo pra mim.
cuidava de mim a todo custo, até em situações que eu não precisava de proteção, como quando estávamos fazendo cabo de guerra na piscina e você pensou que eu tava me afogando, assim pulando e tentando me levar até a borda mordendo meu cabelo.
eu te dei abrigo, mas você era o meu.
sempre disse que meu lugar favorito era o sitio, onde você morava, mas por melhor que lá seja, agora vejo que falava isso por sua causa. onde você estivesse seria o melhor lugar pra mim, eu podia chorar enquanto te abraçava, você não me exigia motivos, nem os minimizaria, não me rebaixava ou punia, só me acolhia, lambia meu rosto e me dava sua barriga, em você eu conseguia descansar.
atena, escrevo agora com você longe, mas já te falei tudo isso quando soube que estava querendo ir.
me lembro do dia que te coloquei pra dentro, tinha um cachorro querendo te comer e você parecia um bebê, exposta e só, ali, tentando entender o que ele fazia. me vi em você.
você apareceu na porteira da mesma forma que partiu, sem pedir nada; entrou e ficou, deitou e se foi.
saiba que é por ti que eu vivi, e agora terei que aprender a viver sem você, não sei como aceitar essa realidade onde não posso contar com seu olhar clemente sobre mim.
também não sei quantos anos você tinha quando nos conhecemos, mas passamos doze anos juntas. nesse tempo em que deixei de ser uma menina e me tornei uma mulher, você viveu uma vida inteira.
vi seu rosto de filhote embranquecer e seus dentes que comiam pedra passarem a querer sachês ao invés de ração.
sentia que você entendia cada coisa, e que ficou ao meu lado por escolha, não porque eu te dava comida, afinal eu não estava lá todo dia (nem toda semana) pra isso, mesmo assim você sempre me teve como sua dona, sua grande paixão.
eu te chamo de filha mas foi você quem me ensinou que quando se ama, não se enxerga o outro pelo que ele faz, mas pelo que ele é.
já me vi sem ninguém, solitária, exceto por você. em minhas piores memórias, muito era incerto, mas não seu amor, incondicional, e não seu rabino, que balançava sem parar quando me via, mas não agora.
você foi tudo pra mim.
cuidava de mim a todo custo, até em situações que eu não precisava de proteção, como quando estávamos fazendo cabo de guerra na piscina e você pensou que eu tava me afogando, assim pulando e tentando me levar até a borda mordendo meu cabelo.
eu te dei abrigo, mas você era o meu.
sempre disse que meu lugar favorito era o sitio, onde você morava, mas por melhor que lá seja, agora vejo que falava isso por sua causa. onde você estivesse seria o melhor lugar pra mim, eu podia chorar enquanto te abraçava, você não me exigia motivos, nem os minimizaria, não me rebaixava ou punia, só me acolhia, lambia meu rosto e me dava sua barriga, em você eu conseguia descansar.
atena, escrevo agora com você longe, mas já te falei tudo isso quando soube que estava querendo ir.
me lembro do dia que te coloquei pra dentro, tinha um cachorro querendo te comer e você parecia um bebê, exposta e só, ali, tentando entender o que ele fazia. me vi em você.
você apareceu na porteira da mesma forma que partiu, sem pedir nada; entrou e ficou, deitou e se foi.
saiba que é por ti que eu vivi, e agora terei que aprender a viver sem você, não sei como aceitar essa realidade onde não posso contar com seu olhar clemente sobre mim.
também não sei quantos anos você tinha quando nos conhecemos, mas passamos doze anos juntas. nesse tempo em que deixei de ser uma menina e me tornei uma mulher, você viveu uma vida inteira.
vi seu rosto de filhote embranquecer e seus dentes que comiam pedra passarem a querer sachês ao invés de ração.
sentia que você entendia cada coisa, e que ficou ao meu lado por escolha, não porque eu te dava comida, afinal eu não estava lá todo dia (nem toda semana) pra isso, mesmo assim você sempre me teve como sua dona, sua grande paixão.
eu te chamo de filha mas foi você quem me ensinou que quando se ama, não se enxerga o outro pelo que ele faz, mas pelo que ele é.
já me vi sem ninguém, solitária, exceto por você. em minhas piores memórias, muito era incerto, mas não seu amor, incondicional, e não seu rabino, que balançava sem parar quando me via, mas não agora.
você foi tudo pra mim.
cuidava de mim a todo custo, até em situações que eu não precisava de proteção, como quando estávamos fazendo cabo de guerra na piscina e você pensou que eu tava me afogando, assim pulando e tentando me levar até a borda mordendo meu cabelo.
eu te dei abrigo, mas você era o meu.
sempre disse que meu lugar favorito era o sitio, onde você morava, mas por melhor que lá seja, agora vejo que falava isso por sua causa. onde você estivesse seria o melhor lugar pra mim, eu podia chorar enquanto te abraçava, você não me exigia motivos, nem os minimizaria, não me rebaixava ou punia, só me acolhia, lambia meu rosto e me dava sua barriga, em você eu conseguia descansar.
atena, escrevo agora com você longe, mas já te falei tudo isso quando soube que estava querendo ir.
me lembro do dia que te coloquei pra dentro, tinha um cachorro querendo te comer e você parecia um bebê, exposta e só, ali, tentando entender o que ele fazia. me vi em você.
você apareceu na porteira da mesma forma que partiu, sem pedir nada; entrou e ficou, deitou e se foi.
saiba que é por ti que eu vivi, e agora terei que aprender a viver sem você, não sei como aceitar essa realidade onde não posso contar com seu olhar clemente sobre mim.
também não sei quantos anos você tinha quando nos conhecemos, mas passamos doze anos juntas. nesse tempo em que deixei de ser uma menina e me tornei uma mulher, você viveu uma vida inteira.
vi seu rosto de filhote embranquecer e seus dentes que comiam pedra passarem a querer sachês ao invés de ração.
sentia que você entendia cada coisa, e que ficou ao meu lado por escolha, não porque eu te dava comida, afinal eu não estava lá todo dia (nem toda semana) pra isso, mesmo assim você sempre me teve como sua dona, sua grande paixão.
eu te chamo de filha mas foi você quem me ensinou que quando se ama, não se enxerga o outro pelo que ele faz, mas pelo que ele é.
já me vi sem ninguém, solitária, exceto por você. em minhas piores memórias, muito era incerto, mas não seu amor, incondicional, e não seu rabino, que balançava sem parar quando me via, mas não agora.
você foi tudo pra mim.
cuidava de mim a todo custo, até em situações que eu não precisava de proteção, como quando estávamos fazendo cabo de guerra na piscina e você pensou que eu tava me afogando, assim pulando e tentando me levar até a borda mordendo meu cabelo.
eu te dei abrigo, mas você era o meu.
sempre disse que meu lugar favorito era o sitio, onde você morava, mas por melhor que lá seja, agora vejo que falava isso por sua causa. onde você estivesse seria o melhor lugar pra mim, eu podia chorar enquanto te abraçava, você não me exigia motivos, nem os minimizaria, não me rebaixava ou punia, só me acolhia, lambia meu rosto e me dava sua barriga, em você eu conseguia descansar.
hoje trouxe um tutorial de make pra fazer cera fininha que corta até pescoço de nóia! espero que gostem 👐🏻🥵 #maquiagem #tutorial #beleza #tendencia #itgirl
Um pouco de vitamina D pra cabeça ☀️
📷 @desculpes
Um pouco de vitamina D pra cabeça ☀️
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Um pouco de vitamina D pra cabeça ☀️
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📷 @desculpes
It’s gone be a fine night.
📷 @desculpes
It’s gone be a fine night.
📷 @desculpes
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📷 @desculpes
fala pessoal, hoje te ensino a fazer uma make anti-camuflagem pra você cahamar a atenção do Jungkook no show lotado do BTS! espero que usem e abusem! 😜👐🏻❤️
1. Eu recém saída da cabeleireira
2. Minha sobrinha me escolheu pra acompanhar ela no roubo de doces antes do parabéns
3. Make que eu fiz na minha avó pro aniversário de 90 anos dela
4. Exibindo a tatto das costas e o penteado despojado que fiz sem querer antes de entrar no banho
5. Meu amor desenhando e meu bebeu
1. Eu recém saída da cabeleireira
2. Minha sobrinha me escolheu pra acompanhar ela no roubo de doces antes do parabéns
3. Make que eu fiz na minha avó pro aniversário de 90 anos dela
4. Exibindo a tatto das costas e o penteado despojado que fiz sem querer antes de entrar no banho
5. Meu amor desenhando e meu bebeu
1. Eu recém saída da cabeleireira
2. Minha sobrinha me escolheu pra acompanhar ela no roubo de doces antes do parabéns
3. Make que eu fiz na minha avó pro aniversário de 90 anos dela
4. Exibindo a tatto das costas e o penteado despojado que fiz sem querer antes de entrar no banho
5. Meu amor desenhando e meu bebeu
1. Eu recém saída da cabeleireira
2. Minha sobrinha me escolheu pra acompanhar ela no roubo de doces antes do parabéns
3. Make que eu fiz na minha avó pro aniversário de 90 anos dela
4. Exibindo a tatto das costas e o penteado despojado que fiz sem querer antes de entrar no banho
5. Meu amor desenhando e meu bebeu
1. Eu recém saída da cabeleireira
2. Minha sobrinha me escolheu pra acompanhar ela no roubo de doces antes do parabéns
3. Make que eu fiz na minha avó pro aniversário de 90 anos dela
4. Exibindo a tatto das costas e o penteado despojado que fiz sem querer antes de entrar no banho
5. Meu amor desenhando e meu bebeu