[Parte 3] Meu único desejo era que o parto fosse seguro e respeitoso, tanto para mim quanto para o Francisco, que minhas decisões fossem respeitadas e que eu pudesse me sentir livre! Passei o dia todo conectada com ele, tentando me entregar a cada contração, entendendo cada transformação no meu corpo. É animalesco, é intenso, é uma sensação indescritível. E então, na madrugada de domingo para segunda-feira, partimos para uma cesárea. Às vezes ainda dói um pouco pensar que as coisas não aconteceram exatamente como eu sonhei e planejei. Mas também sinto que tudo aconteceu do jeitinho que tinha que ser. Independentemente da via de parto, dar à luz exige uma coragem imensa! E só foi possível viver toda intensidade graças à nossa equipe, pq tenho certeza que qualquer outro profissional teria me mandado direto para uma cesárea eletiva, sem me deixar viver esse processo. Muito obrigada pelo acolhimento, pela segurança e pela força que vocês me transmitiram. Francisco chegou rodeado de mulheres potentes. @flora.bravo @agnesgoesdoula @thaisalandim @canarioclara @anaclara.obstetra @brunaprimofotografia, obrigada por eternizar esse momento com tanta delicadeza e cuidado! E @otavio.siuves eu sempre soube que você era o amor da minha vida, mas ver você se tornando pai só me deu mais certeza disso tudo! Você é incrível, obrigada por não soltar a nossa mão! Mas nunca vou te perdoar por estar lindo e sorridente em todas as fotos e comendo as delícias do @rededor_oficial_star enquanto eu morria de dor parindo na sala de parto! 😆 E essa foi a história da chegada do Francisco. 💛
[Parte 3] Meu único desejo era que o parto fosse seguro e respeitoso, tanto para mim quanto para o Francisco, que minhas decisões fossem respeitadas e que eu pudesse me sentir livre! Passei o dia todo conectada com ele, tentando me entregar a cada contração, entendendo cada transformação no meu corpo. É animalesco, é intenso, é uma sensação indescritível. E então, na madrugada de domingo para segunda-feira, partimos para uma cesárea. Às vezes ainda dói um pouco pensar que as coisas não aconteceram exatamente como eu sonhei e planejei. Mas também sinto que tudo aconteceu do jeitinho que tinha que ser. Independentemente da via de parto, dar à luz exige uma coragem imensa! E só foi possível viver toda intensidade graças à nossa equipe, pq tenho certeza que qualquer outro profissional teria me mandado direto para uma cesárea eletiva, sem me deixar viver esse processo. Muito obrigada pelo acolhimento, pela segurança e pela força que vocês me transmitiram. Francisco chegou rodeado de mulheres potentes. @flora.bravo @agnesgoesdoula @thaisalandim @canarioclara @anaclara.obstetra @brunaprimofotografia, obrigada por eternizar esse momento com tanta delicadeza e cuidado! E @otavio.siuves eu sempre soube que você era o amor da minha vida, mas ver você se tornando pai só me deu mais certeza disso tudo! Você é incrível, obrigada por não soltar a nossa mão! Mas nunca vou te perdoar por estar lindo e sorridente em todas as fotos e comendo as delícias do @rededor_oficial_star enquanto eu morria de dor parindo na sala de parto! 😆 E essa foi a história da chegada do Francisco. 💛
[Parte 3] Meu único desejo era que o parto fosse seguro e respeitoso, tanto para mim quanto para o Francisco, que minhas decisões fossem respeitadas e que eu pudesse me sentir livre! Passei o dia todo conectada com ele, tentando me entregar a cada contração, entendendo cada transformação no meu corpo. É animalesco, é intenso, é uma sensação indescritível. E então, na madrugada de domingo para segunda-feira, partimos para uma cesárea. Às vezes ainda dói um pouco pensar que as coisas não aconteceram exatamente como eu sonhei e planejei. Mas também sinto que tudo aconteceu do jeitinho que tinha que ser. Independentemente da via de parto, dar à luz exige uma coragem imensa! E só foi possível viver toda intensidade graças à nossa equipe, pq tenho certeza que qualquer outro profissional teria me mandado direto para uma cesárea eletiva, sem me deixar viver esse processo. Muito obrigada pelo acolhimento, pela segurança e pela força que vocês me transmitiram. Francisco chegou rodeado de mulheres potentes. @flora.bravo @agnesgoesdoula @thaisalandim @canarioclara @anaclara.obstetra @brunaprimofotografia, obrigada por eternizar esse momento com tanta delicadeza e cuidado! E @otavio.siuves eu sempre soube que você era o amor da minha vida, mas ver você se tornando pai só me deu mais certeza disso tudo! Você é incrível, obrigada por não soltar a nossa mão! Mas nunca vou te perdoar por estar lindo e sorridente em todas as fotos e comendo as delícias do @rededor_oficial_star enquanto eu morria de dor parindo na sala de parto! 😆 E essa foi a história da chegada do Francisco. 💛
[Parte 3] Meu único desejo era que o parto fosse seguro e respeitoso, tanto para mim quanto para o Francisco, que minhas decisões fossem respeitadas e que eu pudesse me sentir livre! Passei o dia todo conectada com ele, tentando me entregar a cada contração, entendendo cada transformação no meu corpo. É animalesco, é intenso, é uma sensação indescritível. E então, na madrugada de domingo para segunda-feira, partimos para uma cesárea. Às vezes ainda dói um pouco pensar que as coisas não aconteceram exatamente como eu sonhei e planejei. Mas também sinto que tudo aconteceu do jeitinho que tinha que ser. Independentemente da via de parto, dar à luz exige uma coragem imensa! E só foi possível viver toda intensidade graças à nossa equipe, pq tenho certeza que qualquer outro profissional teria me mandado direto para uma cesárea eletiva, sem me deixar viver esse processo. Muito obrigada pelo acolhimento, pela segurança e pela força que vocês me transmitiram. Francisco chegou rodeado de mulheres potentes. @flora.bravo @agnesgoesdoula @thaisalandim @canarioclara @anaclara.obstetra @brunaprimofotografia, obrigada por eternizar esse momento com tanta delicadeza e cuidado! E @otavio.siuves eu sempre soube que você era o amor da minha vida, mas ver você se tornando pai só me deu mais certeza disso tudo! Você é incrível, obrigada por não soltar a nossa mão! Mas nunca vou te perdoar por estar lindo e sorridente em todas as fotos e comendo as delícias do @rededor_oficial_star enquanto eu morria de dor parindo na sala de parto! 😆 E essa foi a história da chegada do Francisco. 💛
[Parte 3] Meu único desejo era que o parto fosse seguro e respeitoso, tanto para mim quanto para o Francisco, que minhas decisões fossem respeitadas e que eu pudesse me sentir livre! Passei o dia todo conectada com ele, tentando me entregar a cada contração, entendendo cada transformação no meu corpo. É animalesco, é intenso, é uma sensação indescritível. E então, na madrugada de domingo para segunda-feira, partimos para uma cesárea. Às vezes ainda dói um pouco pensar que as coisas não aconteceram exatamente como eu sonhei e planejei. Mas também sinto que tudo aconteceu do jeitinho que tinha que ser. Independentemente da via de parto, dar à luz exige uma coragem imensa! E só foi possível viver toda intensidade graças à nossa equipe, pq tenho certeza que qualquer outro profissional teria me mandado direto para uma cesárea eletiva, sem me deixar viver esse processo. Muito obrigada pelo acolhimento, pela segurança e pela força que vocês me transmitiram. Francisco chegou rodeado de mulheres potentes. @flora.bravo @agnesgoesdoula @thaisalandim @canarioclara @anaclara.obstetra @brunaprimofotografia, obrigada por eternizar esse momento com tanta delicadeza e cuidado! E @otavio.siuves eu sempre soube que você era o amor da minha vida, mas ver você se tornando pai só me deu mais certeza disso tudo! Você é incrível, obrigada por não soltar a nossa mão! Mas nunca vou te perdoar por estar lindo e sorridente em todas as fotos e comendo as delícias do @rededor_oficial_star enquanto eu morria de dor parindo na sala de parto! 😆 E essa foi a história da chegada do Francisco. 💛
[Parte 3] Meu único desejo era que o parto fosse seguro e respeitoso, tanto para mim quanto para o Francisco, que minhas decisões fossem respeitadas e que eu pudesse me sentir livre! Passei o dia todo conectada com ele, tentando me entregar a cada contração, entendendo cada transformação no meu corpo. É animalesco, é intenso, é uma sensação indescritível. E então, na madrugada de domingo para segunda-feira, partimos para uma cesárea. Às vezes ainda dói um pouco pensar que as coisas não aconteceram exatamente como eu sonhei e planejei. Mas também sinto que tudo aconteceu do jeitinho que tinha que ser. Independentemente da via de parto, dar à luz exige uma coragem imensa! E só foi possível viver toda intensidade graças à nossa equipe, pq tenho certeza que qualquer outro profissional teria me mandado direto para uma cesárea eletiva, sem me deixar viver esse processo. Muito obrigada pelo acolhimento, pela segurança e pela força que vocês me transmitiram. Francisco chegou rodeado de mulheres potentes. @flora.bravo @agnesgoesdoula @thaisalandim @canarioclara @anaclara.obstetra @brunaprimofotografia, obrigada por eternizar esse momento com tanta delicadeza e cuidado! E @otavio.siuves eu sempre soube que você era o amor da minha vida, mas ver você se tornando pai só me deu mais certeza disso tudo! Você é incrível, obrigada por não soltar a nossa mão! Mas nunca vou te perdoar por estar lindo e sorridente em todas as fotos e comendo as delícias do @rededor_oficial_star enquanto eu morria de dor parindo na sala de parto! 😆 E essa foi a história da chegada do Francisco. 💛
[Parte 2] Francisco foi um bebê pélvico (ficou sentado, não virou), e por um momento, o medo de não conseguir seguir com o parto normal foi forte. Afinal, eu sonhei tanto com esse momento, e por algumas semanas isso parecia impossível. Mas sim, é possível realizar um parto vaginal com um bebê pélvico, desde que a equipe esteja bem preparada e especializada nesse tipo de parto. No fim, o medo de parir, em qualquer via, tomou conta de mim. Eu tinha medo do que poderia acontecer naquele momento. Bebês pélvicos geralmente demoram um pouco mais para “entender” que nasceram, e em alguns casos, exigem mais atenção na sua chegada. Por sorte, a nossa equipe era extremamente competente no atendimento de partos pélvicos, e nos passaram todas as informações necessárias, responderam nossas dúvidas, nos tranquilizaram e apresentaram estudos atualizados sobre partos pélvicos. Nos sentimos muito seguros e bem assistidos. Existe uma manobra chamada VCE (versão cefálica externa), que pode ser realizada até a 37ª semana para tentar virar o bebê dentro do útero e permitir que ele nasça cefálico. Essa manobra só pode ser feita por profissionais qualificados, em ambiente hospitalar, pois há riscos de rompimento da bolsa ou de prolapso de cordão (quando o cordão sai antes do bebê). Mais uma decisão difícil a ser tomada, como escolher o que seria melhor para um serzinho que eu mal conhecia. Optei por não realizar a manobra. Era uma escolha muito pessoal, e cabia a mim decidir o que achava mais seguro. Decidi seguir com o parto pélvico, e caso não fosse possível, recorreria à cesárea. Não queria “tumultuar” o momento da chegada de Francisco. Queria que ele viesse no tempo dele e do jeito dele. 📸 @brunaprimofotografia
[Parte 2] Francisco foi um bebê pélvico (ficou sentado, não virou), e por um momento, o medo de não conseguir seguir com o parto normal foi forte. Afinal, eu sonhei tanto com esse momento, e por algumas semanas isso parecia impossível. Mas sim, é possível realizar um parto vaginal com um bebê pélvico, desde que a equipe esteja bem preparada e especializada nesse tipo de parto. No fim, o medo de parir, em qualquer via, tomou conta de mim. Eu tinha medo do que poderia acontecer naquele momento. Bebês pélvicos geralmente demoram um pouco mais para “entender” que nasceram, e em alguns casos, exigem mais atenção na sua chegada. Por sorte, a nossa equipe era extremamente competente no atendimento de partos pélvicos, e nos passaram todas as informações necessárias, responderam nossas dúvidas, nos tranquilizaram e apresentaram estudos atualizados sobre partos pélvicos. Nos sentimos muito seguros e bem assistidos. Existe uma manobra chamada VCE (versão cefálica externa), que pode ser realizada até a 37ª semana para tentar virar o bebê dentro do útero e permitir que ele nasça cefálico. Essa manobra só pode ser feita por profissionais qualificados, em ambiente hospitalar, pois há riscos de rompimento da bolsa ou de prolapso de cordão (quando o cordão sai antes do bebê). Mais uma decisão difícil a ser tomada, como escolher o que seria melhor para um serzinho que eu mal conhecia. Optei por não realizar a manobra. Era uma escolha muito pessoal, e cabia a mim decidir o que achava mais seguro. Decidi seguir com o parto pélvico, e caso não fosse possível, recorreria à cesárea. Não queria “tumultuar” o momento da chegada de Francisco. Queria que ele viesse no tempo dele e do jeito dele. 📸 @brunaprimofotografia
[Parte 2] Francisco foi um bebê pélvico (ficou sentado, não virou), e por um momento, o medo de não conseguir seguir com o parto normal foi forte. Afinal, eu sonhei tanto com esse momento, e por algumas semanas isso parecia impossível. Mas sim, é possível realizar um parto vaginal com um bebê pélvico, desde que a equipe esteja bem preparada e especializada nesse tipo de parto. No fim, o medo de parir, em qualquer via, tomou conta de mim. Eu tinha medo do que poderia acontecer naquele momento. Bebês pélvicos geralmente demoram um pouco mais para “entender” que nasceram, e em alguns casos, exigem mais atenção na sua chegada. Por sorte, a nossa equipe era extremamente competente no atendimento de partos pélvicos, e nos passaram todas as informações necessárias, responderam nossas dúvidas, nos tranquilizaram e apresentaram estudos atualizados sobre partos pélvicos. Nos sentimos muito seguros e bem assistidos. Existe uma manobra chamada VCE (versão cefálica externa), que pode ser realizada até a 37ª semana para tentar virar o bebê dentro do útero e permitir que ele nasça cefálico. Essa manobra só pode ser feita por profissionais qualificados, em ambiente hospitalar, pois há riscos de rompimento da bolsa ou de prolapso de cordão (quando o cordão sai antes do bebê). Mais uma decisão difícil a ser tomada, como escolher o que seria melhor para um serzinho que eu mal conhecia. Optei por não realizar a manobra. Era uma escolha muito pessoal, e cabia a mim decidir o que achava mais seguro. Decidi seguir com o parto pélvico, e caso não fosse possível, recorreria à cesárea. Não queria “tumultuar” o momento da chegada de Francisco. Queria que ele viesse no tempo dele e do jeito dele. 📸 @brunaprimofotografia
[Parte 2] Francisco foi um bebê pélvico (ficou sentado, não virou), e por um momento, o medo de não conseguir seguir com o parto normal foi forte. Afinal, eu sonhei tanto com esse momento, e por algumas semanas isso parecia impossível. Mas sim, é possível realizar um parto vaginal com um bebê pélvico, desde que a equipe esteja bem preparada e especializada nesse tipo de parto. No fim, o medo de parir, em qualquer via, tomou conta de mim. Eu tinha medo do que poderia acontecer naquele momento. Bebês pélvicos geralmente demoram um pouco mais para “entender” que nasceram, e em alguns casos, exigem mais atenção na sua chegada. Por sorte, a nossa equipe era extremamente competente no atendimento de partos pélvicos, e nos passaram todas as informações necessárias, responderam nossas dúvidas, nos tranquilizaram e apresentaram estudos atualizados sobre partos pélvicos. Nos sentimos muito seguros e bem assistidos. Existe uma manobra chamada VCE (versão cefálica externa), que pode ser realizada até a 37ª semana para tentar virar o bebê dentro do útero e permitir que ele nasça cefálico. Essa manobra só pode ser feita por profissionais qualificados, em ambiente hospitalar, pois há riscos de rompimento da bolsa ou de prolapso de cordão (quando o cordão sai antes do bebê). Mais uma decisão difícil a ser tomada, como escolher o que seria melhor para um serzinho que eu mal conhecia. Optei por não realizar a manobra. Era uma escolha muito pessoal, e cabia a mim decidir o que achava mais seguro. Decidi seguir com o parto pélvico, e caso não fosse possível, recorreria à cesárea. Não queria “tumultuar” o momento da chegada de Francisco. Queria que ele viesse no tempo dele e do jeito dele. 📸 @brunaprimofotografia
[Parte 2] Francisco foi um bebê pélvico (ficou sentado, não virou), e por um momento, o medo de não conseguir seguir com o parto normal foi forte. Afinal, eu sonhei tanto com esse momento, e por algumas semanas isso parecia impossível. Mas sim, é possível realizar um parto vaginal com um bebê pélvico, desde que a equipe esteja bem preparada e especializada nesse tipo de parto. No fim, o medo de parir, em qualquer via, tomou conta de mim. Eu tinha medo do que poderia acontecer naquele momento. Bebês pélvicos geralmente demoram um pouco mais para “entender” que nasceram, e em alguns casos, exigem mais atenção na sua chegada. Por sorte, a nossa equipe era extremamente competente no atendimento de partos pélvicos, e nos passaram todas as informações necessárias, responderam nossas dúvidas, nos tranquilizaram e apresentaram estudos atualizados sobre partos pélvicos. Nos sentimos muito seguros e bem assistidos. Existe uma manobra chamada VCE (versão cefálica externa), que pode ser realizada até a 37ª semana para tentar virar o bebê dentro do útero e permitir que ele nasça cefálico. Essa manobra só pode ser feita por profissionais qualificados, em ambiente hospitalar, pois há riscos de rompimento da bolsa ou de prolapso de cordão (quando o cordão sai antes do bebê). Mais uma decisão difícil a ser tomada, como escolher o que seria melhor para um serzinho que eu mal conhecia. Optei por não realizar a manobra. Era uma escolha muito pessoal, e cabia a mim decidir o que achava mais seguro. Decidi seguir com o parto pélvico, e caso não fosse possível, recorreria à cesárea. Não queria “tumultuar” o momento da chegada de Francisco. Queria que ele viesse no tempo dele e do jeito dele. 📸 @brunaprimofotografia
[Parte 2] Francisco foi um bebê pélvico (ficou sentado, não virou), e por um momento, o medo de não conseguir seguir com o parto normal foi forte. Afinal, eu sonhei tanto com esse momento, e por algumas semanas isso parecia impossível. Mas sim, é possível realizar um parto vaginal com um bebê pélvico, desde que a equipe esteja bem preparada e especializada nesse tipo de parto. No fim, o medo de parir, em qualquer via, tomou conta de mim. Eu tinha medo do que poderia acontecer naquele momento. Bebês pélvicos geralmente demoram um pouco mais para “entender” que nasceram, e em alguns casos, exigem mais atenção na sua chegada. Por sorte, a nossa equipe era extremamente competente no atendimento de partos pélvicos, e nos passaram todas as informações necessárias, responderam nossas dúvidas, nos tranquilizaram e apresentaram estudos atualizados sobre partos pélvicos. Nos sentimos muito seguros e bem assistidos. Existe uma manobra chamada VCE (versão cefálica externa), que pode ser realizada até a 37ª semana para tentar virar o bebê dentro do útero e permitir que ele nasça cefálico. Essa manobra só pode ser feita por profissionais qualificados, em ambiente hospitalar, pois há riscos de rompimento da bolsa ou de prolapso de cordão (quando o cordão sai antes do bebê). Mais uma decisão difícil a ser tomada, como escolher o que seria melhor para um serzinho que eu mal conhecia. Optei por não realizar a manobra. Era uma escolha muito pessoal, e cabia a mim decidir o que achava mais seguro. Decidi seguir com o parto pélvico, e caso não fosse possível, recorreria à cesárea. Não queria “tumultuar” o momento da chegada de Francisco. Queria que ele viesse no tempo dele e do jeito dele. 📸 @brunaprimofotografia
[Parte 2] Francisco foi um bebê pélvico (ficou sentado, não virou), e por um momento, o medo de não conseguir seguir com o parto normal foi forte. Afinal, eu sonhei tanto com esse momento, e por algumas semanas isso parecia impossível. Mas sim, é possível realizar um parto vaginal com um bebê pélvico, desde que a equipe esteja bem preparada e especializada nesse tipo de parto. No fim, o medo de parir, em qualquer via, tomou conta de mim. Eu tinha medo do que poderia acontecer naquele momento. Bebês pélvicos geralmente demoram um pouco mais para “entender” que nasceram, e em alguns casos, exigem mais atenção na sua chegada. Por sorte, a nossa equipe era extremamente competente no atendimento de partos pélvicos, e nos passaram todas as informações necessárias, responderam nossas dúvidas, nos tranquilizaram e apresentaram estudos atualizados sobre partos pélvicos. Nos sentimos muito seguros e bem assistidos. Existe uma manobra chamada VCE (versão cefálica externa), que pode ser realizada até a 37ª semana para tentar virar o bebê dentro do útero e permitir que ele nasça cefálico. Essa manobra só pode ser feita por profissionais qualificados, em ambiente hospitalar, pois há riscos de rompimento da bolsa ou de prolapso de cordão (quando o cordão sai antes do bebê). Mais uma decisão difícil a ser tomada, como escolher o que seria melhor para um serzinho que eu mal conhecia. Optei por não realizar a manobra. Era uma escolha muito pessoal, e cabia a mim decidir o que achava mais seguro. Decidi seguir com o parto pélvico, e caso não fosse possível, recorreria à cesárea. Não queria “tumultuar” o momento da chegada de Francisco. Queria que ele viesse no tempo dele e do jeito dele. 📸 @brunaprimofotografia
[Parte 2] Francisco foi um bebê pélvico (ficou sentado, não virou), e por um momento, o medo de não conseguir seguir com o parto normal foi forte. Afinal, eu sonhei tanto com esse momento, e por algumas semanas isso parecia impossível. Mas sim, é possível realizar um parto vaginal com um bebê pélvico, desde que a equipe esteja bem preparada e especializada nesse tipo de parto. No fim, o medo de parir, em qualquer via, tomou conta de mim. Eu tinha medo do que poderia acontecer naquele momento. Bebês pélvicos geralmente demoram um pouco mais para “entender” que nasceram, e em alguns casos, exigem mais atenção na sua chegada. Por sorte, a nossa equipe era extremamente competente no atendimento de partos pélvicos, e nos passaram todas as informações necessárias, responderam nossas dúvidas, nos tranquilizaram e apresentaram estudos atualizados sobre partos pélvicos. Nos sentimos muito seguros e bem assistidos. Existe uma manobra chamada VCE (versão cefálica externa), que pode ser realizada até a 37ª semana para tentar virar o bebê dentro do útero e permitir que ele nasça cefálico. Essa manobra só pode ser feita por profissionais qualificados, em ambiente hospitalar, pois há riscos de rompimento da bolsa ou de prolapso de cordão (quando o cordão sai antes do bebê). Mais uma decisão difícil a ser tomada, como escolher o que seria melhor para um serzinho que eu mal conhecia. Optei por não realizar a manobra. Era uma escolha muito pessoal, e cabia a mim decidir o que achava mais seguro. Decidi seguir com o parto pélvico, e caso não fosse possível, recorreria à cesárea. Não queria “tumultuar” o momento da chegada de Francisco. Queria que ele viesse no tempo dele e do jeito dele. 📸 @brunaprimofotografia
[Parte 2] Francisco foi um bebê pélvico (ficou sentado, não virou), e por um momento, o medo de não conseguir seguir com o parto normal foi forte. Afinal, eu sonhei tanto com esse momento, e por algumas semanas isso parecia impossível. Mas sim, é possível realizar um parto vaginal com um bebê pélvico, desde que a equipe esteja bem preparada e especializada nesse tipo de parto. No fim, o medo de parir, em qualquer via, tomou conta de mim. Eu tinha medo do que poderia acontecer naquele momento. Bebês pélvicos geralmente demoram um pouco mais para “entender” que nasceram, e em alguns casos, exigem mais atenção na sua chegada. Por sorte, a nossa equipe era extremamente competente no atendimento de partos pélvicos, e nos passaram todas as informações necessárias, responderam nossas dúvidas, nos tranquilizaram e apresentaram estudos atualizados sobre partos pélvicos. Nos sentimos muito seguros e bem assistidos. Existe uma manobra chamada VCE (versão cefálica externa), que pode ser realizada até a 37ª semana para tentar virar o bebê dentro do útero e permitir que ele nasça cefálico. Essa manobra só pode ser feita por profissionais qualificados, em ambiente hospitalar, pois há riscos de rompimento da bolsa ou de prolapso de cordão (quando o cordão sai antes do bebê). Mais uma decisão difícil a ser tomada, como escolher o que seria melhor para um serzinho que eu mal conhecia. Optei por não realizar a manobra. Era uma escolha muito pessoal, e cabia a mim decidir o que achava mais seguro. Decidi seguir com o parto pélvico, e caso não fosse possível, recorreria à cesárea. Não queria “tumultuar” o momento da chegada de Francisco. Queria que ele viesse no tempo dele e do jeito dele. 📸 @brunaprimofotografia
[Parte 1] Sempre gostei de ler relatos de parto, então senta que lá vem história, porque agora chegou a minha vez… Francisco chegou na noite de lua cheia, na madrugada de domingo para segunda-feira, no dia 16 de dezembro, com 38 semanas e 1 dia, 8 dias antes da DPP (data prevista para o parto). Ele cumpriu nosso combinado, esperando o show de @caetanoveloso e @mariabethaniaoficial terminar para finalmente anunciar sua chegada. A última semana foi a mais cansativa; já sentia que ele estava prestes a chegar. As contrações de treinamento já estavam presentes, comecei um ritual para me despedir da barriga (volta 6 posts). Ela estava pesada e as dores no quadril, causadas pela minha displasia, me fizeram travar, fiquei quase dois dias sem conseguir andar direito naquela semana. Depois das sessões de quiropraxia e de um remedinho para aliviar a dor, fui liberada pela nossa obstetra e pelos pediatras (que também estariam no show no sábado), para ir me divertir e liberar ocitocina, ajudando na chegada do nosso pequeno. No dia do show, o tampão já estava saindo e as cólicas mais intensas começaram. Não contamos para ninguém (a não ser para a nossa equipe), e lá fomos nós, com a malinha de maternidade no carro. E, como se não fosse o suficiente, Otávio teve que cuidar de duas grávidas nesse dia! Hahaha Na manhã de domingo, acordei com uma cólica diferente, mais forte. Nem a bolsa de água quente nem o buscopan resolveram. Francisco estava chegando! Em menos de uma hora, a fase inicial já havia dado lugar à fase ativa, com contrações mais intensas e ritmadas. Otávio cronometrou e logo avisou a equipe. Ficamos pouco tempo em casa com a nossa doula, pois partos pélvicos costumam ser mais rápidos. A evolução parecia estar acontecendo rapidamente, então partimos para o hospital.
[Parte 1] Sempre gostei de ler relatos de parto, então senta que lá vem história, porque agora chegou a minha vez… Francisco chegou na noite de lua cheia, na madrugada de domingo para segunda-feira, no dia 16 de dezembro, com 38 semanas e 1 dia, 8 dias antes da DPP (data prevista para o parto). Ele cumpriu nosso combinado, esperando o show de @caetanoveloso e @mariabethaniaoficial terminar para finalmente anunciar sua chegada. A última semana foi a mais cansativa; já sentia que ele estava prestes a chegar. As contrações de treinamento já estavam presentes, comecei um ritual para me despedir da barriga (volta 6 posts). Ela estava pesada e as dores no quadril, causadas pela minha displasia, me fizeram travar, fiquei quase dois dias sem conseguir andar direito naquela semana. Depois das sessões de quiropraxia e de um remedinho para aliviar a dor, fui liberada pela nossa obstetra e pelos pediatras (que também estariam no show no sábado), para ir me divertir e liberar ocitocina, ajudando na chegada do nosso pequeno. No dia do show, o tampão já estava saindo e as cólicas mais intensas começaram. Não contamos para ninguém (a não ser para a nossa equipe), e lá fomos nós, com a malinha de maternidade no carro. E, como se não fosse o suficiente, Otávio teve que cuidar de duas grávidas nesse dia! Hahaha Na manhã de domingo, acordei com uma cólica diferente, mais forte. Nem a bolsa de água quente nem o buscopan resolveram. Francisco estava chegando! Em menos de uma hora, a fase inicial já havia dado lugar à fase ativa, com contrações mais intensas e ritmadas. Otávio cronometrou e logo avisou a equipe. Ficamos pouco tempo em casa com a nossa doula, pois partos pélvicos costumam ser mais rápidos. A evolução parecia estar acontecendo rapidamente, então partimos para o hospital.
[Parte 1] Sempre gostei de ler relatos de parto, então senta que lá vem história, porque agora chegou a minha vez… Francisco chegou na noite de lua cheia, na madrugada de domingo para segunda-feira, no dia 16 de dezembro, com 38 semanas e 1 dia, 8 dias antes da DPP (data prevista para o parto). Ele cumpriu nosso combinado, esperando o show de @caetanoveloso e @mariabethaniaoficial terminar para finalmente anunciar sua chegada. A última semana foi a mais cansativa; já sentia que ele estava prestes a chegar. As contrações de treinamento já estavam presentes, comecei um ritual para me despedir da barriga (volta 6 posts). Ela estava pesada e as dores no quadril, causadas pela minha displasia, me fizeram travar, fiquei quase dois dias sem conseguir andar direito naquela semana. Depois das sessões de quiropraxia e de um remedinho para aliviar a dor, fui liberada pela nossa obstetra e pelos pediatras (que também estariam no show no sábado), para ir me divertir e liberar ocitocina, ajudando na chegada do nosso pequeno. No dia do show, o tampão já estava saindo e as cólicas mais intensas começaram. Não contamos para ninguém (a não ser para a nossa equipe), e lá fomos nós, com a malinha de maternidade no carro. E, como se não fosse o suficiente, Otávio teve que cuidar de duas grávidas nesse dia! Hahaha Na manhã de domingo, acordei com uma cólica diferente, mais forte. Nem a bolsa de água quente nem o buscopan resolveram. Francisco estava chegando! Em menos de uma hora, a fase inicial já havia dado lugar à fase ativa, com contrações mais intensas e ritmadas. Otávio cronometrou e logo avisou a equipe. Ficamos pouco tempo em casa com a nossa doula, pois partos pélvicos costumam ser mais rápidos. A evolução parecia estar acontecendo rapidamente, então partimos para o hospital.
[Parte 1] Sempre gostei de ler relatos de parto, então senta que lá vem história, porque agora chegou a minha vez… Francisco chegou na noite de lua cheia, na madrugada de domingo para segunda-feira, no dia 16 de dezembro, com 38 semanas e 1 dia, 8 dias antes da DPP (data prevista para o parto). Ele cumpriu nosso combinado, esperando o show de @caetanoveloso e @mariabethaniaoficial terminar para finalmente anunciar sua chegada. A última semana foi a mais cansativa; já sentia que ele estava prestes a chegar. As contrações de treinamento já estavam presentes, comecei um ritual para me despedir da barriga (volta 6 posts). Ela estava pesada e as dores no quadril, causadas pela minha displasia, me fizeram travar, fiquei quase dois dias sem conseguir andar direito naquela semana. Depois das sessões de quiropraxia e de um remedinho para aliviar a dor, fui liberada pela nossa obstetra e pelos pediatras (que também estariam no show no sábado), para ir me divertir e liberar ocitocina, ajudando na chegada do nosso pequeno. No dia do show, o tampão já estava saindo e as cólicas mais intensas começaram. Não contamos para ninguém (a não ser para a nossa equipe), e lá fomos nós, com a malinha de maternidade no carro. E, como se não fosse o suficiente, Otávio teve que cuidar de duas grávidas nesse dia! Hahaha Na manhã de domingo, acordei com uma cólica diferente, mais forte. Nem a bolsa de água quente nem o buscopan resolveram. Francisco estava chegando! Em menos de uma hora, a fase inicial já havia dado lugar à fase ativa, com contrações mais intensas e ritmadas. Otávio cronometrou e logo avisou a equipe. Ficamos pouco tempo em casa com a nossa doula, pois partos pélvicos costumam ser mais rápidos. A evolução parecia estar acontecendo rapidamente, então partimos para o hospital.
[Parte 1] Sempre gostei de ler relatos de parto, então senta que lá vem história, porque agora chegou a minha vez… Francisco chegou na noite de lua cheia, na madrugada de domingo para segunda-feira, no dia 16 de dezembro, com 38 semanas e 1 dia, 8 dias antes da DPP (data prevista para o parto). Ele cumpriu nosso combinado, esperando o show de @caetanoveloso e @mariabethaniaoficial terminar para finalmente anunciar sua chegada. A última semana foi a mais cansativa; já sentia que ele estava prestes a chegar. As contrações de treinamento já estavam presentes, comecei um ritual para me despedir da barriga (volta 6 posts). Ela estava pesada e as dores no quadril, causadas pela minha displasia, me fizeram travar, fiquei quase dois dias sem conseguir andar direito naquela semana. Depois das sessões de quiropraxia e de um remedinho para aliviar a dor, fui liberada pela nossa obstetra e pelos pediatras (que também estariam no show no sábado), para ir me divertir e liberar ocitocina, ajudando na chegada do nosso pequeno. No dia do show, o tampão já estava saindo e as cólicas mais intensas começaram. Não contamos para ninguém (a não ser para a nossa equipe), e lá fomos nós, com a malinha de maternidade no carro. E, como se não fosse o suficiente, Otávio teve que cuidar de duas grávidas nesse dia! Hahaha Na manhã de domingo, acordei com uma cólica diferente, mais forte. Nem a bolsa de água quente nem o buscopan resolveram. Francisco estava chegando! Em menos de uma hora, a fase inicial já havia dado lugar à fase ativa, com contrações mais intensas e ritmadas. Otávio cronometrou e logo avisou a equipe. Ficamos pouco tempo em casa com a nossa doula, pois partos pélvicos costumam ser mais rápidos. A evolução parecia estar acontecendo rapidamente, então partimos para o hospital.
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[Parte 1] Sempre gostei de ler relatos de parto, então senta que lá vem história, porque agora chegou a minha vez… Francisco chegou na noite de lua cheia, na madrugada de domingo para segunda-feira, no dia 16 de dezembro, com 38 semanas e 1 dia, 8 dias antes da DPP (data prevista para o parto). Ele cumpriu nosso combinado, esperando o show de @caetanoveloso e @mariabethaniaoficial terminar para finalmente anunciar sua chegada. A última semana foi a mais cansativa; já sentia que ele estava prestes a chegar. As contrações de treinamento já estavam presentes, comecei um ritual para me despedir da barriga (volta 6 posts). Ela estava pesada e as dores no quadril, causadas pela minha displasia, me fizeram travar, fiquei quase dois dias sem conseguir andar direito naquela semana. Depois das sessões de quiropraxia e de um remedinho para aliviar a dor, fui liberada pela nossa obstetra e pelos pediatras (que também estariam no show no sábado), para ir me divertir e liberar ocitocina, ajudando na chegada do nosso pequeno. No dia do show, o tampão já estava saindo e as cólicas mais intensas começaram. Não contamos para ninguém (a não ser para a nossa equipe), e lá fomos nós, com a malinha de maternidade no carro. E, como se não fosse o suficiente, Otávio teve que cuidar de duas grávidas nesse dia! Hahaha Na manhã de domingo, acordei com uma cólica diferente, mais forte. Nem a bolsa de água quente nem o buscopan resolveram. Francisco estava chegando! Em menos de uma hora, a fase inicial já havia dado lugar à fase ativa, com contrações mais intensas e ritmadas. Otávio cronometrou e logo avisou a equipe. Ficamos pouco tempo em casa com a nossa doula, pois partos pélvicos costumam ser mais rápidos. A evolução parecia estar acontecendo rapidamente, então partimos para o hospital.
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2024 foi um ano lindo e especial, marcado por muito amadurecimento, medos, mas também por alegrias, transformações e sonhos realizados. Comecei uma faculdade, viajei para novos estados, vivi o carnaval, conheci outro país, engravidei e me desafiei a fazer coisas novas nos bastidores de um set. Também levei Francisco na barriga para ouvir um “ação, gravando” diante das câmeras. Fortalecei ainda mais as amizades antigas e estive mais perto da família. Mas depois daquele axé no dia 2 de fevereiro, na praia do Rio Vermelho, não poderia ser diferente! ✨ Que 2025 seja um ano leve, repleto de mais sonhos realizados, saúde e sabedoria para todos nós! 🌻