Throwback Thursday 2020 Quer o Destino Lucas e Vitória P.S- Adoro que o telemóvel me lembre, repentinamente, de certas fotografias e, por conseguinte, de certos momentos, certos projectos. Este foi um dos projectos certos.
Venezia II
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PORTO. Resumo da primeira de 9 semanas de espectáculos esgotados. Tudo o que está nas fotografias foi o que eu comi nos 3 dias e meio da primeira semana. Mentira. Faltam coisas que não fotografei. Quem me conhece sabe que é verdade. AMO o Porto!
PORTO. Resumo da primeira de 9 semanas de espectáculos esgotados. Tudo o que está nas fotografias foi o que eu comi nos 3 dias e meio da primeira semana. Mentira. Faltam coisas que não fotografei. Quem me conhece sabe que é verdade. AMO o Porto!
PORTO. Resumo da primeira de 9 semanas de espectáculos esgotados. Tudo o que está nas fotografias foi o que eu comi nos 3 dias e meio da primeira semana. Mentira. Faltam coisas que não fotografei. Quem me conhece sabe que é verdade. AMO o Porto!
PORTO. Resumo da primeira de 9 semanas de espectáculos esgotados. Tudo o que está nas fotografias foi o que eu comi nos 3 dias e meio da primeira semana. Mentira. Faltam coisas que não fotografei. Quem me conhece sabe que é verdade. AMO o Porto!
PORTO. Resumo da primeira de 9 semanas de espectáculos esgotados. Tudo o que está nas fotografias foi o que eu comi nos 3 dias e meio da primeira semana. Mentira. Faltam coisas que não fotografei. Quem me conhece sabe que é verdade. AMO o Porto!
PORTO. Resumo da primeira de 9 semanas de espectáculos esgotados. Tudo o que está nas fotografias foi o que eu comi nos 3 dias e meio da primeira semana. Mentira. Faltam coisas que não fotografei. Quem me conhece sabe que é verdade. AMO o Porto!
PORTO. Resumo da primeira de 9 semanas de espectáculos esgotados. Tudo o que está nas fotografias foi o que eu comi nos 3 dias e meio da primeira semana. Mentira. Faltam coisas que não fotografei. Quem me conhece sabe que é verdade. AMO o Porto!
Depois de numa simples consulta de rotina na MALO CLINIC, onde sou seguida, ter percebido que os dentes que tenho tortos (há muitos anos) têm vindo a entortar mais com o tempo e que poderiam vir a dar-me problemas de gengivas (e não só) num futuro próximo, resolvi render-me às evidências. O Dr. Gonçalo Oliveira e Sá, meu ortodontista, ajudou-me a desmistificar o uso de aparelho no século XXI, através dos alinhadores dentários invisíveis. Fiquei rendida a todo o procedimento, extremamente inovador. Já nem é preciso fazer aqueles moldes em massa que qualquer pessoa se agoniava. Foi feito um estudo pormenorizado dos meus maxilares e o meu plano de tratamento está traçado. Levará, sensivelmente, entre 10 a 12 meses até conseguirmos os resultados desejados, tudo de forma cómoda e muito menos dolorosa do que com os aparelhos convencionais 😁 A cereja no topo do bolo é que quem estiver no mesmo barco que eu, se iniciar qualquer tratamento ortodôntico até 31 de Dezembro de 2025 e utilizar o código SBARRADAS_PROMOBRANQ no final pode usufruir de um Branqueamento Dentário! 🦷 MALO CLINIC ERS n.º 12920 #pub
O Fim Foi Visto Ontem foi dia de ver esta preciosidade e eu ainda estou a digerir. Por muito que saibamos como tem sido trágica a passagem da Mulher pela História, é sempre impactante quando isso nos é representado, de uma forma visceral, por meio de dizeres populares da cultura machista, de algumas ironias (que chegam a ser cómicas), acabando com reflexões profundas, palavras, lágrimas e respirações em jeito de poesia, pela voz de 13 mulheres. E que mulheres (todas incríveis)! E nelas estamos todas nós. Estão os nossos antepassados (bisavós, avós, mães) e os nossos descendentes. O texto, da Teresa Coutinho, tão necessário, leva-nos para uma futura ditadura (baseada, digo eu, na ditadura misógina, machista, social e religiosa da qual a Mulher sempre foi vítima), em que as mulheres, acusadas de bruxaria, voltam a ver comprometidos os seus direitos. É uma viagem vertiginosa entre o passado e o futuro, onde sentimos medo, mas também esperança na sororidade e, mais importante, no feminismo. É um hino à resistência. E eu estava a ver e a pensar: “Quem me dera estar ali com elas”. E quando assim é, é tão bom. Corram para ver, mesmo estando esgotado, há sempre uma desistência. Em cena no @teatrodobairroalto até sábado!
O Fim Foi Visto Ontem foi dia de ver esta preciosidade e eu ainda estou a digerir. Por muito que saibamos como tem sido trágica a passagem da Mulher pela História, é sempre impactante quando isso nos é representado, de uma forma visceral, por meio de dizeres populares da cultura machista, de algumas ironias (que chegam a ser cómicas), acabando com reflexões profundas, palavras, lágrimas e respirações em jeito de poesia, pela voz de 13 mulheres. E que mulheres (todas incríveis)! E nelas estamos todas nós. Estão os nossos antepassados (bisavós, avós, mães) e os nossos descendentes. O texto, da Teresa Coutinho, tão necessário, leva-nos para uma futura ditadura (baseada, digo eu, na ditadura misógina, machista, social e religiosa da qual a Mulher sempre foi vítima), em que as mulheres, acusadas de bruxaria, voltam a ver comprometidos os seus direitos. É uma viagem vertiginosa entre o passado e o futuro, onde sentimos medo, mas também esperança na sororidade e, mais importante, no feminismo. É um hino à resistência. E eu estava a ver e a pensar: “Quem me dera estar ali com elas”. E quando assim é, é tão bom. Corram para ver, mesmo estando esgotado, há sempre uma desistência. Em cena no @teatrodobairroalto até sábado!
O Fim Foi Visto Ontem foi dia de ver esta preciosidade e eu ainda estou a digerir. Por muito que saibamos como tem sido trágica a passagem da Mulher pela História, é sempre impactante quando isso nos é representado, de uma forma visceral, por meio de dizeres populares da cultura machista, de algumas ironias (que chegam a ser cómicas), acabando com reflexões profundas, palavras, lágrimas e respirações em jeito de poesia, pela voz de 13 mulheres. E que mulheres (todas incríveis)! E nelas estamos todas nós. Estão os nossos antepassados (bisavós, avós, mães) e os nossos descendentes. O texto, da Teresa Coutinho, tão necessário, leva-nos para uma futura ditadura (baseada, digo eu, na ditadura misógina, machista, social e religiosa da qual a Mulher sempre foi vítima), em que as mulheres, acusadas de bruxaria, voltam a ver comprometidos os seus direitos. É uma viagem vertiginosa entre o passado e o futuro, onde sentimos medo, mas também esperança na sororidade e, mais importante, no feminismo. É um hino à resistência. E eu estava a ver e a pensar: “Quem me dera estar ali com elas”. E quando assim é, é tão bom. Corram para ver, mesmo estando esgotado, há sempre uma desistência. Em cena no @teatrodobairroalto até sábado!
O Fim Foi Visto Ontem foi dia de ver esta preciosidade e eu ainda estou a digerir. Por muito que saibamos como tem sido trágica a passagem da Mulher pela História, é sempre impactante quando isso nos é representado, de uma forma visceral, por meio de dizeres populares da cultura machista, de algumas ironias (que chegam a ser cómicas), acabando com reflexões profundas, palavras, lágrimas e respirações em jeito de poesia, pela voz de 13 mulheres. E que mulheres (todas incríveis)! E nelas estamos todas nós. Estão os nossos antepassados (bisavós, avós, mães) e os nossos descendentes. O texto, da Teresa Coutinho, tão necessário, leva-nos para uma futura ditadura (baseada, digo eu, na ditadura misógina, machista, social e religiosa da qual a Mulher sempre foi vítima), em que as mulheres, acusadas de bruxaria, voltam a ver comprometidos os seus direitos. É uma viagem vertiginosa entre o passado e o futuro, onde sentimos medo, mas também esperança na sororidade e, mais importante, no feminismo. É um hino à resistência. E eu estava a ver e a pensar: “Quem me dera estar ali com elas”. E quando assim é, é tão bom. Corram para ver, mesmo estando esgotado, há sempre uma desistência. Em cena no @teatrodobairroalto até sábado!
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