Coisas novas a acontecer, que em breve partilharei convosco 😊 De olhos postos no futuro 💫 Mas para já, já, olhos postos no fim-de-semana maravilhoso que aí vem, em contacto com a Mãe Natureza 🪵🌳
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6 anos! O amor incondicional que se tem a um filho é algo inexplicável, transcendente mesmo. São 6 anos do maior desafio da minha vida. Do maior amor da minha vida. A chegada dos 6 tem sido motivo de alguma inquietação para mim, por saber que neles reside e com eles termina a maravilhosa primeira infância. Então é uma sensação agridoce: a felicidade e o orgulho de a ver crescer, tornar-se pessoa, versus a angústia de saber que já não é um bebé, que tem a sua personalidade, as suas vontades, o seu ritmo e que, naturalmente, tenho de respeitar isso. Querer que seja autónoma, mas ao mesmo tempo querer que “dependa” de mim. Querer que durma sozinha, mas não querer deixar de ter aquele cheirinho comigo durante a noite. Querer vê-la feliz na escola, mas não querer que seja mais feliz lá do que em casa. Querer que cresça, mas não querer que a magoem por crescer. Enfim… é uma grande dualidade. E tudo isto faz parte de ser mãe. E tentar encontrar, nesta dualidade, o equilíbrio é adoptar uma parentalidade consciente. É isso que procuro. O meu maior desejo é que seja feliz e que possa viver a sua vida em liberdade (a que nos vai restando…), lutando pelos seus ideais, sendo respeitada e amada. E deixo agora aqui um resumo daquelas que foram as palavras “mal ditas” que mais gostámos durante estes 6 anos: Tóni – túnel Paratices – disparates Falalico – frigorífico Tampufa – pantufa Replécio – reflexo Cristório – escritório Baguinho – bocadinho Bifens- nuggets Clusidade – claridade Rebuba – verruga “Eu concordo com mim própia.” Entre muitas outras… Amo-te (minha) Lua ❤️🌓
6 anos! O amor incondicional que se tem a um filho é algo inexplicável, transcendente mesmo. São 6 anos do maior desafio da minha vida. Do maior amor da minha vida. A chegada dos 6 tem sido motivo de alguma inquietação para mim, por saber que neles reside e com eles termina a maravilhosa primeira infância. Então é uma sensação agridoce: a felicidade e o orgulho de a ver crescer, tornar-se pessoa, versus a angústia de saber que já não é um bebé, que tem a sua personalidade, as suas vontades, o seu ritmo e que, naturalmente, tenho de respeitar isso. Querer que seja autónoma, mas ao mesmo tempo querer que “dependa” de mim. Querer que durma sozinha, mas não querer deixar de ter aquele cheirinho comigo durante a noite. Querer vê-la feliz na escola, mas não querer que seja mais feliz lá do que em casa. Querer que cresça, mas não querer que a magoem por crescer. Enfim… é uma grande dualidade. E tudo isto faz parte de ser mãe. E tentar encontrar, nesta dualidade, o equilíbrio é adoptar uma parentalidade consciente. É isso que procuro. O meu maior desejo é que seja feliz e que possa viver a sua vida em liberdade (a que nos vai restando…), lutando pelos seus ideais, sendo respeitada e amada. E deixo agora aqui um resumo daquelas que foram as palavras “mal ditas” que mais gostámos durante estes 6 anos: Tóni – túnel Paratices – disparates Falalico – frigorífico Tampufa – pantufa Replécio – reflexo Cristório – escritório Baguinho – bocadinho Bifens- nuggets Clusidade – claridade Rebuba – verruga “Eu concordo com mim própia.” Entre muitas outras… Amo-te (minha) Lua ❤️🌓
6 anos! O amor incondicional que se tem a um filho é algo inexplicável, transcendente mesmo. São 6 anos do maior desafio da minha vida. Do maior amor da minha vida. A chegada dos 6 tem sido motivo de alguma inquietação para mim, por saber que neles reside e com eles termina a maravilhosa primeira infância. Então é uma sensação agridoce: a felicidade e o orgulho de a ver crescer, tornar-se pessoa, versus a angústia de saber que já não é um bebé, que tem a sua personalidade, as suas vontades, o seu ritmo e que, naturalmente, tenho de respeitar isso. Querer que seja autónoma, mas ao mesmo tempo querer que “dependa” de mim. Querer que durma sozinha, mas não querer deixar de ter aquele cheirinho comigo durante a noite. Querer vê-la feliz na escola, mas não querer que seja mais feliz lá do que em casa. Querer que cresça, mas não querer que a magoem por crescer. Enfim… é uma grande dualidade. E tudo isto faz parte de ser mãe. E tentar encontrar, nesta dualidade, o equilíbrio é adoptar uma parentalidade consciente. É isso que procuro. O meu maior desejo é que seja feliz e que possa viver a sua vida em liberdade (a que nos vai restando…), lutando pelos seus ideais, sendo respeitada e amada. E deixo agora aqui um resumo daquelas que foram as palavras “mal ditas” que mais gostámos durante estes 6 anos: Tóni – túnel Paratices – disparates Falalico – frigorífico Tampufa – pantufa Replécio – reflexo Cristório – escritório Baguinho – bocadinho Bifens- nuggets Clusidade – claridade Rebuba – verruga “Eu concordo com mim própia.” Entre muitas outras… Amo-te (minha) Lua ❤️🌓
6 anos! O amor incondicional que se tem a um filho é algo inexplicável, transcendente mesmo. São 6 anos do maior desafio da minha vida. Do maior amor da minha vida. A chegada dos 6 tem sido motivo de alguma inquietação para mim, por saber que neles reside e com eles termina a maravilhosa primeira infância. Então é uma sensação agridoce: a felicidade e o orgulho de a ver crescer, tornar-se pessoa, versus a angústia de saber que já não é um bebé, que tem a sua personalidade, as suas vontades, o seu ritmo e que, naturalmente, tenho de respeitar isso. Querer que seja autónoma, mas ao mesmo tempo querer que “dependa” de mim. Querer que durma sozinha, mas não querer deixar de ter aquele cheirinho comigo durante a noite. Querer vê-la feliz na escola, mas não querer que seja mais feliz lá do que em casa. Querer que cresça, mas não querer que a magoem por crescer. Enfim… é uma grande dualidade. E tudo isto faz parte de ser mãe. E tentar encontrar, nesta dualidade, o equilíbrio é adoptar uma parentalidade consciente. É isso que procuro. O meu maior desejo é que seja feliz e que possa viver a sua vida em liberdade (a que nos vai restando…), lutando pelos seus ideais, sendo respeitada e amada. E deixo agora aqui um resumo daquelas que foram as palavras “mal ditas” que mais gostámos durante estes 6 anos: Tóni – túnel Paratices – disparates Falalico – frigorífico Tampufa – pantufa Replécio – reflexo Cristório – escritório Baguinho – bocadinho Bifens- nuggets Clusidade – claridade Rebuba – verruga “Eu concordo com mim própia.” Entre muitas outras… Amo-te (minha) Lua ❤️🌓
Alguns registos de hoje, neste fim-de-semana que não devia ter fim! 🪵🍃🌻🌳 O @craveiral nunca desilude, só surpreende 💛
Alguns registos de hoje, neste fim-de-semana que não devia ter fim! 🪵🍃🌻🌳 O @craveiral nunca desilude, só surpreende 💛
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Alguns registos de hoje, neste fim-de-semana que não devia ter fim! 🪵🍃🌻🌳 O @craveiral nunca desilude, só surpreende 💛
Foi a nossa prenda dos seus 6 anos! Queríamos que fosse algo memorável, que fosse representativo desta fase maravilhosa, deste ciclo que se conclui – a primeira infância. Foi a primeira vez da Lua na Disneyland Paris, foi a minha primeira vez enquanto adulta, e foi a primeira vez do Zé depois de 30 anos. E amámos! É como viver constantemente dentro de um filme, a revisitar a nossa infância. A Lua quis andar em tudo o que pôde, e a atracção preferida foi a montanha-russa do Nemo, que é uma descarga de adrenalina brutal! O pai teve medo, mas a filha quis repetir 3 vezes 😂 Foram 3 dias e 3 noites incríveis, em família, como gostamos! E aquele espectáculo nocturno é inesquecível…! A promessa ficou feita: temos de voltar!!! P.S- Claro que foi tudo preparado em modo surpresa! Ela só soube para onde íamos quando lá chegou, e escusado será dizer: ficou em êxtase! 🥰💞🎆🏰❤️ @disneylandparis #disneylandparis #ad
Hoje comemoramos mais um Dia Mundial do Teatro e a primeira pessoa que me veio à memória, a propósito do mesmo, foi a grande Isabel de Castro. Lamento, sincera e profundamente, não ter privado com ela, nem sequer representado ao seu lado. Sempre a admirei, desde que era pequena e a vi pela primeira vez na televisão. Alguma coisa nela me magnetizava. Era a verdade. Quando cresci e comecei a pesquisar mais fiquei absolutamente rendida. Os seus percursos cinematográfico e teatral são surreais e de louvar. A Isabel é um dos meus grandes ídolos desta arte tão nobre e bonita. Fazer teatro. Ela não fazia. Ela era. Teatro.
PORTO. Resumo da primeira de 9 semanas de espectáculos esgotados. Tudo o que está nas fotografias foi o que eu comi nos 3 dias e meio da primeira semana. Mentira. Faltam coisas que não fotografei. Quem me conhece sabe que é verdade. AMO o Porto!
PORTO. Resumo da primeira de 9 semanas de espectáculos esgotados. Tudo o que está nas fotografias foi o que eu comi nos 3 dias e meio da primeira semana. Mentira. Faltam coisas que não fotografei. Quem me conhece sabe que é verdade. AMO o Porto!
PORTO. Resumo da primeira de 9 semanas de espectáculos esgotados. Tudo o que está nas fotografias foi o que eu comi nos 3 dias e meio da primeira semana. Mentira. Faltam coisas que não fotografei. Quem me conhece sabe que é verdade. AMO o Porto!
PORTO. Resumo da primeira de 9 semanas de espectáculos esgotados. Tudo o que está nas fotografias foi o que eu comi nos 3 dias e meio da primeira semana. Mentira. Faltam coisas que não fotografei. Quem me conhece sabe que é verdade. AMO o Porto!
Sustos do “Cheque-Mate” 😈 Não estão cá todos mas… me aguardem.
A Lua tem passado os fins-de-semana connosco no teatro, porque a nossa vida assim exige e, acima de tudo, porque ela ama! Ela anda pelos camarins, corre o palco de uma ponta à outra 50 vezes em cada sessão, faz de contra-regra, brinca, tudo! E desde que estamos em digressão, vem connosco de quinta a domingo para o Porto, que também ama! Ora, com o aproximar do seu aniversário, que foi ontem (domingo), tudo isto foi bastante sugestivo para a temática da coisa. Encontrei a @made.bymummy que tornou possível este bolo incrível! A Lua, com a sua vergonha habitual, fez-se difícil, mas quando desbloqueou ficou em êxtase! Difícil foi cortar o bolo, a vontade era de emoldurá-lo 😂
🎭 Sara Barradas e Diogo Martins convidam-no a assistir a “SE ACREDITARES MUITO”. ✨ “Se Acreditares Muito” regressa a Lisboa, já em Novembro, a pedido do público, para os 3 últimos espectáculos na capital! 👉 Sara Barradas e Diogo Martins sobem ao palco do Teatro Armando Cortez, na Casa do Artista, para contar a história de Alex e Rupert, um casal improvável com personalidades completamente opostas, que tentam seguir com a vida após a perda de um filho. 📍 Teatro Armando Cortez – Casa do Artista 📅 21 a 23 de Novembro ⏰ Sexta e Sábado às 21h e Domingo às 18h 🎟️ Bilhetes à venda na Ticketline e nos locais habituais ☎️ Reservas pelo 932 838 255