🎊🥁 O carnaval tá chegando! Estão animados? Gal maravilhosa no desfile histórico da escola de samba Mangueira com enredo em homenagem aos Doces Bárbaros, em fevereiro de 1994. A escola não ganhou o campeonato, mas o samba enredo “Atrás Da Verde-Rosa Só Não Vai Quem Já Morreu” (1994) se tornou um clássico da escola carioca. Concordam? Vídeo: @g1 #GalCosta #EquipeGal
🎊🥁 O carnaval tá chegando! Estão animados? Gal maravilhosa no desfile histórico da escola de samba Mangueira com enredo em homenagem aos Doces Bárbaros, em fevereiro de 1994. A escola não ganhou o campeonato, mas o samba enredo “Atrás Da Verde-Rosa Só Não Vai Quem Já Morreu” (1994) se tornou um clássico da escola carioca. Concordam? Vídeo: @g1 #GalCosta #EquipeGal
🎊🥁 O carnaval tá chegando! Estão animados? Gal maravilhosa no desfile histórico da escola de samba Mangueira com enredo em homenagem aos Doces Bárbaros, em fevereiro de 1994. A escola não ganhou o campeonato, mas o samba enredo “Atrás Da Verde-Rosa Só Não Vai Quem Já Morreu” (1994) se tornou um clássico da escola carioca. Concordam? Vídeo: @g1 #GalCosta #EquipeGal
🎊🥁 O carnaval tá chegando! Estão animados? Gal maravilhosa no desfile histórico da escola de samba Mangueira com enredo em homenagem aos Doces Bárbaros, em fevereiro de 1994. A escola não ganhou o campeonato, mas o samba enredo “Atrás Da Verde-Rosa Só Não Vai Quem Já Morreu” (1994) se tornou um clássico da escola carioca. Concordam? Vídeo: @g1 #GalCosta #EquipeGal
🎊🥁 O carnaval tá chegando! Estão animados? Gal maravilhosa no desfile histórico da escola de samba Mangueira com enredo em homenagem aos Doces Bárbaros, em fevereiro de 1994. A escola não ganhou o campeonato, mas o samba enredo “Atrás Da Verde-Rosa Só Não Vai Quem Já Morreu” (1994) se tornou um clássico da escola carioca. Concordam? Vídeo: @g1 #GalCosta #EquipeGal
🎊🥁 O carnaval tá chegando! Estão animados? Gal maravilhosa no desfile histórico da escola de samba Mangueira com enredo em homenagem aos Doces Bárbaros, em fevereiro de 1994. A escola não ganhou o campeonato, mas o samba enredo “Atrás Da Verde-Rosa Só Não Vai Quem Já Morreu” (1994) se tornou um clássico da escola carioca. Concordam? Vídeo: @g1 #GalCosta #EquipeGal
🎊🥁 O carnaval tá chegando! Estão animados? Gal maravilhosa no desfile histórico da escola de samba Mangueira com enredo em homenagem aos Doces Bárbaros, em fevereiro de 1994. A escola não ganhou o campeonato, mas o samba enredo “Atrás Da Verde-Rosa Só Não Vai Quem Já Morreu” (1994) se tornou um clássico da escola carioca. Concordam? Vídeo: @g1 #GalCosta #EquipeGal
🎊🥁 O carnaval tá chegando! Estão animados? Gal maravilhosa no desfile histórico da escola de samba Mangueira com enredo em homenagem aos Doces Bárbaros, em fevereiro de 1994. A escola não ganhou o campeonato, mas o samba enredo “Atrás Da Verde-Rosa Só Não Vai Quem Já Morreu” (1994) se tornou um clássico da escola carioca. Concordam? Vídeo: @g1 #GalCosta #EquipeGal
🎊🥁 O carnaval tá chegando! Estão animados? Gal maravilhosa no desfile histórico da escola de samba Mangueira com enredo em homenagem aos Doces Bárbaros, em fevereiro de 1994. A escola não ganhou o campeonato, mas o samba enredo “Atrás Da Verde-Rosa Só Não Vai Quem Já Morreu” (1994) se tornou um clássico da escola carioca. Concordam? Vídeo: @g1 #GalCosta #EquipeGal
📸 Há exatos 54 anos, em 7 de abril de 1971, Gal Costa estampava a capa da revista O Cruzeiro — uma das publicações mais importantes na época: “O bronzeado da pele: garantia do sol de Ipanema, das 11 às 4 da tarde, castigando firme todos os dias, religiosamente, durante o verão. A esbeltez cultivada a pulso: só uma refeição diária, sem doces, gorduras ou bebidas. O regime foi seguido à risca, por Gal Costa, mesmo na temporada do Opinião, onde queimou calorias, num show incrementadíssimo. O público vibrou com Gal mais magra, o cabelo arrepiado, correndo pelo palco, movimentando o corpo, explosiva. De repente, quieta, suave, a saia de cetim branco, o vestido negro transparente, a sandália de tiras, o tamanco: um desafio. “Eu não tenho medo de mudar, gosto do novo e encaro os possíveis erros de frente, porque sei que só assim se pode criar. Não posso ficar parada e achei a fórmula de sucesso: parto para outras. Meu caminho é feito de descobertas e sou feliz assim.” Gal, agora no show do Veredas, em São Paulo, receia perder a cor conseguida a custo. “Durante esta temporada terei pouco tempo para ir ao Rio, mas foi bom o meu primeiro verão em Ipanema: fui sempre à praia, tranquila. As pessoas são bacanas, olham, às vezes dão um alô, mas nos deixam à vontade. Com Caetano, foi a mesma coisa. Talvez seja porque a gente não se esconde”. Depois da temporada de São Paulo, Gal Costa fará outra em BH, antes de regressar ao Rio, à sua vida tranquila, ao seu apartamento de Ipanema, que é a parte de cima de uma casa branca, com janelas azuis, cheia de flores, lindas. As brincadeiras com Joplin, uma cadelinha muito louca, e à companhia de Mariá, sua mãe, com quem vive, recebendo pouquíssimos amigos – gente que gosta de Gal assim como ela é: uma pessoa extremamente pacata, livre, sem rancores. Em seguida, a gravação de um disco em Londres. E para lá que pretende ir em julho, e provavelmente para a Africa e o resto da Europa. Depois do sucesso no Brasil, vale a tentativa de vencer lá fora, e relembrar o verão de Ipanema, mantendo aquele regime que teve o dom de torná-la mais elástica aos olhos dos seus admiradores.” #GalCosta #EquipeGal
📸 Há exatos 54 anos, em 7 de abril de 1971, Gal Costa estampava a capa da revista O Cruzeiro — uma das publicações mais importantes na época: “O bronzeado da pele: garantia do sol de Ipanema, das 11 às 4 da tarde, castigando firme todos os dias, religiosamente, durante o verão. A esbeltez cultivada a pulso: só uma refeição diária, sem doces, gorduras ou bebidas. O regime foi seguido à risca, por Gal Costa, mesmo na temporada do Opinião, onde queimou calorias, num show incrementadíssimo. O público vibrou com Gal mais magra, o cabelo arrepiado, correndo pelo palco, movimentando o corpo, explosiva. De repente, quieta, suave, a saia de cetim branco, o vestido negro transparente, a sandália de tiras, o tamanco: um desafio. “Eu não tenho medo de mudar, gosto do novo e encaro os possíveis erros de frente, porque sei que só assim se pode criar. Não posso ficar parada e achei a fórmula de sucesso: parto para outras. Meu caminho é feito de descobertas e sou feliz assim.” Gal, agora no show do Veredas, em São Paulo, receia perder a cor conseguida a custo. “Durante esta temporada terei pouco tempo para ir ao Rio, mas foi bom o meu primeiro verão em Ipanema: fui sempre à praia, tranquila. As pessoas são bacanas, olham, às vezes dão um alô, mas nos deixam à vontade. Com Caetano, foi a mesma coisa. Talvez seja porque a gente não se esconde”. Depois da temporada de São Paulo, Gal Costa fará outra em BH, antes de regressar ao Rio, à sua vida tranquila, ao seu apartamento de Ipanema, que é a parte de cima de uma casa branca, com janelas azuis, cheia de flores, lindas. As brincadeiras com Joplin, uma cadelinha muito louca, e à companhia de Mariá, sua mãe, com quem vive, recebendo pouquíssimos amigos – gente que gosta de Gal assim como ela é: uma pessoa extremamente pacata, livre, sem rancores. Em seguida, a gravação de um disco em Londres. E para lá que pretende ir em julho, e provavelmente para a Africa e o resto da Europa. Depois do sucesso no Brasil, vale a tentativa de vencer lá fora, e relembrar o verão de Ipanema, mantendo aquele regime que teve o dom de torná-la mais elástica aos olhos dos seus admiradores.” #GalCosta #EquipeGal
📸 Há exatos 54 anos, em 7 de abril de 1971, Gal Costa estampava a capa da revista O Cruzeiro — uma das publicações mais importantes na época: “O bronzeado da pele: garantia do sol de Ipanema, das 11 às 4 da tarde, castigando firme todos os dias, religiosamente, durante o verão. A esbeltez cultivada a pulso: só uma refeição diária, sem doces, gorduras ou bebidas. O regime foi seguido à risca, por Gal Costa, mesmo na temporada do Opinião, onde queimou calorias, num show incrementadíssimo. O público vibrou com Gal mais magra, o cabelo arrepiado, correndo pelo palco, movimentando o corpo, explosiva. De repente, quieta, suave, a saia de cetim branco, o vestido negro transparente, a sandália de tiras, o tamanco: um desafio. “Eu não tenho medo de mudar, gosto do novo e encaro os possíveis erros de frente, porque sei que só assim se pode criar. Não posso ficar parada e achei a fórmula de sucesso: parto para outras. Meu caminho é feito de descobertas e sou feliz assim.” Gal, agora no show do Veredas, em São Paulo, receia perder a cor conseguida a custo. “Durante esta temporada terei pouco tempo para ir ao Rio, mas foi bom o meu primeiro verão em Ipanema: fui sempre à praia, tranquila. As pessoas são bacanas, olham, às vezes dão um alô, mas nos deixam à vontade. Com Caetano, foi a mesma coisa. Talvez seja porque a gente não se esconde”. Depois da temporada de São Paulo, Gal Costa fará outra em BH, antes de regressar ao Rio, à sua vida tranquila, ao seu apartamento de Ipanema, que é a parte de cima de uma casa branca, com janelas azuis, cheia de flores, lindas. As brincadeiras com Joplin, uma cadelinha muito louca, e à companhia de Mariá, sua mãe, com quem vive, recebendo pouquíssimos amigos – gente que gosta de Gal assim como ela é: uma pessoa extremamente pacata, livre, sem rancores. Em seguida, a gravação de um disco em Londres. E para lá que pretende ir em julho, e provavelmente para a Africa e o resto da Europa. Depois do sucesso no Brasil, vale a tentativa de vencer lá fora, e relembrar o verão de Ipanema, mantendo aquele regime que teve o dom de torná-la mais elástica aos olhos dos seus admiradores.” #GalCosta #EquipeGal
📸 Há exatos 54 anos, em 7 de abril de 1971, Gal Costa estampava a capa da revista O Cruzeiro — uma das publicações mais importantes na época: “O bronzeado da pele: garantia do sol de Ipanema, das 11 às 4 da tarde, castigando firme todos os dias, religiosamente, durante o verão. A esbeltez cultivada a pulso: só uma refeição diária, sem doces, gorduras ou bebidas. O regime foi seguido à risca, por Gal Costa, mesmo na temporada do Opinião, onde queimou calorias, num show incrementadíssimo. O público vibrou com Gal mais magra, o cabelo arrepiado, correndo pelo palco, movimentando o corpo, explosiva. De repente, quieta, suave, a saia de cetim branco, o vestido negro transparente, a sandália de tiras, o tamanco: um desafio. “Eu não tenho medo de mudar, gosto do novo e encaro os possíveis erros de frente, porque sei que só assim se pode criar. Não posso ficar parada e achei a fórmula de sucesso: parto para outras. Meu caminho é feito de descobertas e sou feliz assim.” Gal, agora no show do Veredas, em São Paulo, receia perder a cor conseguida a custo. “Durante esta temporada terei pouco tempo para ir ao Rio, mas foi bom o meu primeiro verão em Ipanema: fui sempre à praia, tranquila. As pessoas são bacanas, olham, às vezes dão um alô, mas nos deixam à vontade. Com Caetano, foi a mesma coisa. Talvez seja porque a gente não se esconde”. Depois da temporada de São Paulo, Gal Costa fará outra em BH, antes de regressar ao Rio, à sua vida tranquila, ao seu apartamento de Ipanema, que é a parte de cima de uma casa branca, com janelas azuis, cheia de flores, lindas. As brincadeiras com Joplin, uma cadelinha muito louca, e à companhia de Mariá, sua mãe, com quem vive, recebendo pouquíssimos amigos – gente que gosta de Gal assim como ela é: uma pessoa extremamente pacata, livre, sem rancores. Em seguida, a gravação de um disco em Londres. E para lá que pretende ir em julho, e provavelmente para a Africa e o resto da Europa. Depois do sucesso no Brasil, vale a tentativa de vencer lá fora, e relembrar o verão de Ipanema, mantendo aquele regime que teve o dom de torná-la mais elástica aos olhos dos seus admiradores.” #GalCosta #EquipeGal
🇧🇷🤘 Hino do aniversariante do dia! Salve @cazuza.oficial! 🙌 “Brasil” (Cazuza / George Israel / Nilo Romero) #EquipeGal #GalCosta #Cazuza
“O sol nasceu, a lua nasceu O dia nasceu, o sol nasceu É tudo mentira É tudo figura” 🎶 Quem Nasceu (@pericles_cavalcanti) Álbum: Temporada de Verão Ao Vivo na Bahia – Caetano Veloso, Gal Costa e Gilberto Gil (1974) #GalCosta #CaetanoVeloso #GilbertoGil #EquipeGal
🎂🌴“Salvador, minha Bahia, Capital”, parabéns pelos 476 anos! Hoje é aniversário de Salvador, essa cidade cheia de ginga, cultura e magia, primeira capital do Brasil, berço de Gal Costa. No vídeo, Gal canta “Ladeira do Pelô”, ao lado do grupo Raízes do Pelô, faixa que faz pot-pourri com “Salvador Não Inerte”, no álbum “Plural” de 1990. Parabéns, Salvador! #GalCosta #EquipeGal #Salvador476anos
“Sabiá, que falta faz sua alegria” 🐚✨💙42 anos sem o sorriso de Clara Nunes Foto: @therezaeugenia #GalCosta #ClaraNunes #EquipeGal
“Sabiá, que falta faz sua alegria” 🐚✨💙42 anos sem o sorriso de Clara Nunes Foto: @therezaeugenia #GalCosta #ClaraNunes #EquipeGal
Por que será que esse fogo não queima o que tem pra queimar? 🎶 O Que É Que Há (Fábio Jr / Sérgio Sá) #GalCosta #EquipeGal
#TBT 💄👄 Gal Costa em matéria da Revista Sétimo Céu, de 1987: “A boca pintada de vermelho e traçada por ela mesma já e uma espécie de marca registrada, mas Gal Costa não dispensa a maquilagem leve de Marlene Moura, a maquiladora que a acompanha fielmente desde que Guilherme Pereira, cada vez mais envolvido com a responsabilidade das novelas da Rede Manchete e dezenas de trabalhos para o cinema, não pode mais acompanhá-la nas turnês. Ausência de base, apenas um pó-de-arroz no tom da sua pele, os olhos realçados por uma sombra escura, lápis preto e rímel. “O mais natural possível porque não gosto de artificialismos”, justifica Gal. Mesmo sendo uma pessoa simples, sem vaidades, Gal gosta de cuidar do corpo e da aparência. “Toda a noite, antes de dormir, limpo bem a pele com um creme de limpeza, passo uma loção adstringente e depois um creme nutritivo que pode ser à base de vitamina E.” Oito quilos mais magra depois de um regime para perder as gordurinhas que ganhou na sua estada em Portugal, Gal confessa que seu problema é apreciar a boa mesa. “Adoro comer comida gostosa, bem-feita, e que engorda, e claro. Por outro lado sou muito disciplinada e, quando é preciso, sei me abster de qualquer coisa. Não me prendo a vícios” , afirma. Outra coisa que a cantora não dispensa é uma hora de ginástica todo dia com um professor particular. “Faz bem ao corpo e à cabeça” conta. Até o final do ano ela pretende estar cheia de disposição para o lançamento do seu LP, depois de dois anos sem gravar.” Reportagem: Behula Spencer Foto: Cristiana Isidoro #GalCosta #EquipeGal
#TBT 💄👄 Gal Costa em matéria da Revista Sétimo Céu, de 1987: “A boca pintada de vermelho e traçada por ela mesma já e uma espécie de marca registrada, mas Gal Costa não dispensa a maquilagem leve de Marlene Moura, a maquiladora que a acompanha fielmente desde que Guilherme Pereira, cada vez mais envolvido com a responsabilidade das novelas da Rede Manchete e dezenas de trabalhos para o cinema, não pode mais acompanhá-la nas turnês. Ausência de base, apenas um pó-de-arroz no tom da sua pele, os olhos realçados por uma sombra escura, lápis preto e rímel. “O mais natural possível porque não gosto de artificialismos”, justifica Gal. Mesmo sendo uma pessoa simples, sem vaidades, Gal gosta de cuidar do corpo e da aparência. “Toda a noite, antes de dormir, limpo bem a pele com um creme de limpeza, passo uma loção adstringente e depois um creme nutritivo que pode ser à base de vitamina E.” Oito quilos mais magra depois de um regime para perder as gordurinhas que ganhou na sua estada em Portugal, Gal confessa que seu problema é apreciar a boa mesa. “Adoro comer comida gostosa, bem-feita, e que engorda, e claro. Por outro lado sou muito disciplinada e, quando é preciso, sei me abster de qualquer coisa. Não me prendo a vícios” , afirma. Outra coisa que a cantora não dispensa é uma hora de ginástica todo dia com um professor particular. “Faz bem ao corpo e à cabeça” conta. Até o final do ano ela pretende estar cheia de disposição para o lançamento do seu LP, depois de dois anos sem gravar.” Reportagem: Behula Spencer Foto: Cristiana Isidoro #GalCosta #EquipeGal
“Atenção ao dobrar uma esquina Uma alegria, atenção, menina” Gal Costa em foto de 1969, autor desconhecido. Acervo: Diários Associados RJ / Instituto Moreira Salles #GalCosta #EquipeGal
Esta semana o compositor e poeta carioca @herminiobellodecarvalho completou 90 anos, e não poderíamos deixar de homenagear esse grande letrista e defensor da música brasileira! 🎂👏 Em 1979, Gal gravou a canção “Noites Cariocas (Minhas Noites Sem Sono)”, de composição de Hermínio e Jacob do Bandolim, no icônico álbum “Gal Tropical”. Uma curiosidade sobre a música: “Noites Cariocas”, originalmente um choro instrumental composto por Jacob do Bandolim em 1957, só ganhou letra em 1979, quando Hermínio transformou a melodia em pura poesia, e se tornou um dos maiores sucessos da carreira de Jacob do Bandolim. #GalCosta #HermínioBellodeCarvalho #NoitesCariocas #GalTropical #MPB #EquipeGal
🚚🎶👯♀️“Não quero oito nem oitenta Só quero o bloco do prazer E quem não vai querer?” 🌺 O frevo “Bloco do Prazer” composta por Moraes Moreira e Fausto Nilo, foi gravada originalmente no álbum “Minha Voz” de 1982. No ano de 1979, o Trio Elétrico Dodô e Osmar, banda criada pelos inventores do trio elétrico na Bahia, lançou no Carnaval a música “Bloco do Prazer”. Bom carnaval! 🎉 #GalCosta #EquipeGal #Carnaval2025 #BlocodoPrazer