A voz de alguém, a voz de @galcosta! Para hoje, um #tbt cheio de saudade 👉🏼❤️ Quem aí se lembra dessa apresentação? #CaetanoVeloso #GalCosta #MPB
Há 57 anos, no dia 28 de outubro de 1968, estreava o programa “Divino, Maravilhoso” na TV Tupi, um dos marcos do Tropicalismo. ”Divino Maravilhoso” foi um programa semanal, dirigido por Fernando Faro e Antonio Abujamra, e o novelista Cassiano Gabus Mendes no corte de imagens. Apresentado por @caetanoveloso, @galcosta e @gilbertogil, o programa foi ao ar de outubro a dezembro de 1968. Um programa totalmente anárquico, com cenas antológicas de Caetano Veloso preso em uma jaula comendo bananas ou plantando bananeira e ainda com uma Gal Costa sensual e meio rock n’roll. “Divino Maravilhoso” apresentou nomes de cantores debutantes no cenário brasileiro. Em 13 de dezembro, o governo militar decretou o Ato Institucional 5 (AI-5), que dava direito a dissolver o Congresso, prender sem hábeas corpus, cassar mandatos e impor a censura, entre outras tragédias. Com o AI-5 a ditadura endureceu ainda mais. Na antevéspera do Natal “Divino Maravilhoso” foi ao ar pela última vez, mostrando um provocante Caetano Veloso a cantar “Noite Feliz” com uma arma apontada na cabeça. A apresentação irritou aos militares e à família conservadora que sustentava o regime militar, após tirar o programa do ar, a polícia repressiva do governo prendeu, no dia 27 de dezembro, Caetano e Gil. Os cantores só seriam libertados na quarta-feira de Cinzas de 1969, quando são escoltados pela polícia até Salvador, de onde partem para o exílio em Londres. Termina o programa e o próprio Tropicalismo. Para não comprometer os apresentadores, as fitas do programa são totalmente destruídas por seus diretores, ficando apenas registrado na memória de quem o assistiu na época, e muitas fotos. “Divino Maravilhoso” era uma resposta aos bem comportados programas da TV Excelsior: “O Fino da Bossa”, comandado por Elis Regina e Jair Rodrigues, que foi ao ar de 1965 a 1967, e “Jovem Guarda”, comandado por Roberto, Erasmo e Wanderléa, de 1965 a 1969. Com “Divino Maravilhoso” o Brasil assistiu à ascensão e à queda do mais forte movimento musical desde a Bossa Nova, o Tropicalismo. Fonte: Filmow Fotos: Acervo Estadão, O Globo, Paulo Salomão, Editora Abril #GalCosta #EquipeGal #Tropicalia #DivinoMaravilhoso
Há 57 anos, no dia 28 de outubro de 1968, estreava o programa “Divino, Maravilhoso” na TV Tupi, um dos marcos do Tropicalismo. ”Divino Maravilhoso” foi um programa semanal, dirigido por Fernando Faro e Antonio Abujamra, e o novelista Cassiano Gabus Mendes no corte de imagens. Apresentado por @caetanoveloso, @galcosta e @gilbertogil, o programa foi ao ar de outubro a dezembro de 1968. Um programa totalmente anárquico, com cenas antológicas de Caetano Veloso preso em uma jaula comendo bananas ou plantando bananeira e ainda com uma Gal Costa sensual e meio rock n’roll. “Divino Maravilhoso” apresentou nomes de cantores debutantes no cenário brasileiro. Em 13 de dezembro, o governo militar decretou o Ato Institucional 5 (AI-5), que dava direito a dissolver o Congresso, prender sem hábeas corpus, cassar mandatos e impor a censura, entre outras tragédias. Com o AI-5 a ditadura endureceu ainda mais. Na antevéspera do Natal “Divino Maravilhoso” foi ao ar pela última vez, mostrando um provocante Caetano Veloso a cantar “Noite Feliz” com uma arma apontada na cabeça. A apresentação irritou aos militares e à família conservadora que sustentava o regime militar, após tirar o programa do ar, a polícia repressiva do governo prendeu, no dia 27 de dezembro, Caetano e Gil. Os cantores só seriam libertados na quarta-feira de Cinzas de 1969, quando são escoltados pela polícia até Salvador, de onde partem para o exílio em Londres. Termina o programa e o próprio Tropicalismo. Para não comprometer os apresentadores, as fitas do programa são totalmente destruídas por seus diretores, ficando apenas registrado na memória de quem o assistiu na época, e muitas fotos. “Divino Maravilhoso” era uma resposta aos bem comportados programas da TV Excelsior: “O Fino da Bossa”, comandado por Elis Regina e Jair Rodrigues, que foi ao ar de 1965 a 1967, e “Jovem Guarda”, comandado por Roberto, Erasmo e Wanderléa, de 1965 a 1969. Com “Divino Maravilhoso” o Brasil assistiu à ascensão e à queda do mais forte movimento musical desde a Bossa Nova, o Tropicalismo. Fonte: Filmow Fotos: Acervo Estadão, O Globo, Paulo Salomão, Editora Abril #GalCosta #EquipeGal #Tropicalia #DivinoMaravilhoso
Há 57 anos, no dia 28 de outubro de 1968, estreava o programa “Divino, Maravilhoso” na TV Tupi, um dos marcos do Tropicalismo. ”Divino Maravilhoso” foi um programa semanal, dirigido por Fernando Faro e Antonio Abujamra, e o novelista Cassiano Gabus Mendes no corte de imagens. Apresentado por @caetanoveloso, @galcosta e @gilbertogil, o programa foi ao ar de outubro a dezembro de 1968. Um programa totalmente anárquico, com cenas antológicas de Caetano Veloso preso em uma jaula comendo bananas ou plantando bananeira e ainda com uma Gal Costa sensual e meio rock n’roll. “Divino Maravilhoso” apresentou nomes de cantores debutantes no cenário brasileiro. Em 13 de dezembro, o governo militar decretou o Ato Institucional 5 (AI-5), que dava direito a dissolver o Congresso, prender sem hábeas corpus, cassar mandatos e impor a censura, entre outras tragédias. Com o AI-5 a ditadura endureceu ainda mais. Na antevéspera do Natal “Divino Maravilhoso” foi ao ar pela última vez, mostrando um provocante Caetano Veloso a cantar “Noite Feliz” com uma arma apontada na cabeça. A apresentação irritou aos militares e à família conservadora que sustentava o regime militar, após tirar o programa do ar, a polícia repressiva do governo prendeu, no dia 27 de dezembro, Caetano e Gil. Os cantores só seriam libertados na quarta-feira de Cinzas de 1969, quando são escoltados pela polícia até Salvador, de onde partem para o exílio em Londres. Termina o programa e o próprio Tropicalismo. Para não comprometer os apresentadores, as fitas do programa são totalmente destruídas por seus diretores, ficando apenas registrado na memória de quem o assistiu na época, e muitas fotos. “Divino Maravilhoso” era uma resposta aos bem comportados programas da TV Excelsior: “O Fino da Bossa”, comandado por Elis Regina e Jair Rodrigues, que foi ao ar de 1965 a 1967, e “Jovem Guarda”, comandado por Roberto, Erasmo e Wanderléa, de 1965 a 1969. Com “Divino Maravilhoso” o Brasil assistiu à ascensão e à queda do mais forte movimento musical desde a Bossa Nova, o Tropicalismo. Fonte: Filmow Fotos: Acervo Estadão, O Globo, Paulo Salomão, Editora Abril #GalCosta #EquipeGal #Tropicalia #DivinoMaravilhoso
Há 57 anos, no dia 28 de outubro de 1968, estreava o programa “Divino, Maravilhoso” na TV Tupi, um dos marcos do Tropicalismo. ”Divino Maravilhoso” foi um programa semanal, dirigido por Fernando Faro e Antonio Abujamra, e o novelista Cassiano Gabus Mendes no corte de imagens. Apresentado por @caetanoveloso, @galcosta e @gilbertogil, o programa foi ao ar de outubro a dezembro de 1968. Um programa totalmente anárquico, com cenas antológicas de Caetano Veloso preso em uma jaula comendo bananas ou plantando bananeira e ainda com uma Gal Costa sensual e meio rock n’roll. “Divino Maravilhoso” apresentou nomes de cantores debutantes no cenário brasileiro. Em 13 de dezembro, o governo militar decretou o Ato Institucional 5 (AI-5), que dava direito a dissolver o Congresso, prender sem hábeas corpus, cassar mandatos e impor a censura, entre outras tragédias. Com o AI-5 a ditadura endureceu ainda mais. Na antevéspera do Natal “Divino Maravilhoso” foi ao ar pela última vez, mostrando um provocante Caetano Veloso a cantar “Noite Feliz” com uma arma apontada na cabeça. A apresentação irritou aos militares e à família conservadora que sustentava o regime militar, após tirar o programa do ar, a polícia repressiva do governo prendeu, no dia 27 de dezembro, Caetano e Gil. Os cantores só seriam libertados na quarta-feira de Cinzas de 1969, quando são escoltados pela polícia até Salvador, de onde partem para o exílio em Londres. Termina o programa e o próprio Tropicalismo. Para não comprometer os apresentadores, as fitas do programa são totalmente destruídas por seus diretores, ficando apenas registrado na memória de quem o assistiu na época, e muitas fotos. “Divino Maravilhoso” era uma resposta aos bem comportados programas da TV Excelsior: “O Fino da Bossa”, comandado por Elis Regina e Jair Rodrigues, que foi ao ar de 1965 a 1967, e “Jovem Guarda”, comandado por Roberto, Erasmo e Wanderléa, de 1965 a 1969. Com “Divino Maravilhoso” o Brasil assistiu à ascensão e à queda do mais forte movimento musical desde a Bossa Nova, o Tropicalismo. Fonte: Filmow Fotos: Acervo Estadão, O Globo, Paulo Salomão, Editora Abril #GalCosta #EquipeGal #Tropicalia #DivinoMaravilhoso
Há 57 anos, no dia 28 de outubro de 1968, estreava o programa “Divino, Maravilhoso” na TV Tupi, um dos marcos do Tropicalismo. ”Divino Maravilhoso” foi um programa semanal, dirigido por Fernando Faro e Antonio Abujamra, e o novelista Cassiano Gabus Mendes no corte de imagens. Apresentado por @caetanoveloso, @galcosta e @gilbertogil, o programa foi ao ar de outubro a dezembro de 1968. Um programa totalmente anárquico, com cenas antológicas de Caetano Veloso preso em uma jaula comendo bananas ou plantando bananeira e ainda com uma Gal Costa sensual e meio rock n’roll. “Divino Maravilhoso” apresentou nomes de cantores debutantes no cenário brasileiro. Em 13 de dezembro, o governo militar decretou o Ato Institucional 5 (AI-5), que dava direito a dissolver o Congresso, prender sem hábeas corpus, cassar mandatos e impor a censura, entre outras tragédias. Com o AI-5 a ditadura endureceu ainda mais. Na antevéspera do Natal “Divino Maravilhoso” foi ao ar pela última vez, mostrando um provocante Caetano Veloso a cantar “Noite Feliz” com uma arma apontada na cabeça. A apresentação irritou aos militares e à família conservadora que sustentava o regime militar, após tirar o programa do ar, a polícia repressiva do governo prendeu, no dia 27 de dezembro, Caetano e Gil. Os cantores só seriam libertados na quarta-feira de Cinzas de 1969, quando são escoltados pela polícia até Salvador, de onde partem para o exílio em Londres. Termina o programa e o próprio Tropicalismo. Para não comprometer os apresentadores, as fitas do programa são totalmente destruídas por seus diretores, ficando apenas registrado na memória de quem o assistiu na época, e muitas fotos. “Divino Maravilhoso” era uma resposta aos bem comportados programas da TV Excelsior: “O Fino da Bossa”, comandado por Elis Regina e Jair Rodrigues, que foi ao ar de 1965 a 1967, e “Jovem Guarda”, comandado por Roberto, Erasmo e Wanderléa, de 1965 a 1969. Com “Divino Maravilhoso” o Brasil assistiu à ascensão e à queda do mais forte movimento musical desde a Bossa Nova, o Tropicalismo. Fonte: Filmow Fotos: Acervo Estadão, O Globo, Paulo Salomão, Editora Abril #GalCosta #EquipeGal #Tropicalia #DivinoMaravilhoso
Há 57 anos, no dia 28 de outubro de 1968, estreava o programa “Divino, Maravilhoso” na TV Tupi, um dos marcos do Tropicalismo. ”Divino Maravilhoso” foi um programa semanal, dirigido por Fernando Faro e Antonio Abujamra, e o novelista Cassiano Gabus Mendes no corte de imagens. Apresentado por @caetanoveloso, @galcosta e @gilbertogil, o programa foi ao ar de outubro a dezembro de 1968. Um programa totalmente anárquico, com cenas antológicas de Caetano Veloso preso em uma jaula comendo bananas ou plantando bananeira e ainda com uma Gal Costa sensual e meio rock n’roll. “Divino Maravilhoso” apresentou nomes de cantores debutantes no cenário brasileiro. Em 13 de dezembro, o governo militar decretou o Ato Institucional 5 (AI-5), que dava direito a dissolver o Congresso, prender sem hábeas corpus, cassar mandatos e impor a censura, entre outras tragédias. Com o AI-5 a ditadura endureceu ainda mais. Na antevéspera do Natal “Divino Maravilhoso” foi ao ar pela última vez, mostrando um provocante Caetano Veloso a cantar “Noite Feliz” com uma arma apontada na cabeça. A apresentação irritou aos militares e à família conservadora que sustentava o regime militar, após tirar o programa do ar, a polícia repressiva do governo prendeu, no dia 27 de dezembro, Caetano e Gil. Os cantores só seriam libertados na quarta-feira de Cinzas de 1969, quando são escoltados pela polícia até Salvador, de onde partem para o exílio em Londres. Termina o programa e o próprio Tropicalismo. Para não comprometer os apresentadores, as fitas do programa são totalmente destruídas por seus diretores, ficando apenas registrado na memória de quem o assistiu na época, e muitas fotos. “Divino Maravilhoso” era uma resposta aos bem comportados programas da TV Excelsior: “O Fino da Bossa”, comandado por Elis Regina e Jair Rodrigues, que foi ao ar de 1965 a 1967, e “Jovem Guarda”, comandado por Roberto, Erasmo e Wanderléa, de 1965 a 1969. Com “Divino Maravilhoso” o Brasil assistiu à ascensão e à queda do mais forte movimento musical desde a Bossa Nova, o Tropicalismo. Fonte: Filmow Fotos: Acervo Estadão, O Globo, Paulo Salomão, Editora Abril #GalCosta #EquipeGal #Tropicalia #DivinoMaravilhoso
Há 57 anos, no dia 28 de outubro de 1968, estreava o programa “Divino, Maravilhoso” na TV Tupi, um dos marcos do Tropicalismo. ”Divino Maravilhoso” foi um programa semanal, dirigido por Fernando Faro e Antonio Abujamra, e o novelista Cassiano Gabus Mendes no corte de imagens. Apresentado por @caetanoveloso, @galcosta e @gilbertogil, o programa foi ao ar de outubro a dezembro de 1968. Um programa totalmente anárquico, com cenas antológicas de Caetano Veloso preso em uma jaula comendo bananas ou plantando bananeira e ainda com uma Gal Costa sensual e meio rock n’roll. “Divino Maravilhoso” apresentou nomes de cantores debutantes no cenário brasileiro. Em 13 de dezembro, o governo militar decretou o Ato Institucional 5 (AI-5), que dava direito a dissolver o Congresso, prender sem hábeas corpus, cassar mandatos e impor a censura, entre outras tragédias. Com o AI-5 a ditadura endureceu ainda mais. Na antevéspera do Natal “Divino Maravilhoso” foi ao ar pela última vez, mostrando um provocante Caetano Veloso a cantar “Noite Feliz” com uma arma apontada na cabeça. A apresentação irritou aos militares e à família conservadora que sustentava o regime militar, após tirar o programa do ar, a polícia repressiva do governo prendeu, no dia 27 de dezembro, Caetano e Gil. Os cantores só seriam libertados na quarta-feira de Cinzas de 1969, quando são escoltados pela polícia até Salvador, de onde partem para o exílio em Londres. Termina o programa e o próprio Tropicalismo. Para não comprometer os apresentadores, as fitas do programa são totalmente destruídas por seus diretores, ficando apenas registrado na memória de quem o assistiu na época, e muitas fotos. “Divino Maravilhoso” era uma resposta aos bem comportados programas da TV Excelsior: “O Fino da Bossa”, comandado por Elis Regina e Jair Rodrigues, que foi ao ar de 1965 a 1967, e “Jovem Guarda”, comandado por Roberto, Erasmo e Wanderléa, de 1965 a 1969. Com “Divino Maravilhoso” o Brasil assistiu à ascensão e à queda do mais forte movimento musical desde a Bossa Nova, o Tropicalismo. Fonte: Filmow Fotos: Acervo Estadão, O Globo, Paulo Salomão, Editora Abril #GalCosta #EquipeGal #Tropicalia #DivinoMaravilhoso
“Quando você me ouvir cantar…” 🌹✨ Reviver a força de “Como 2 e 2” no palco é tocar na alma da nossa eterna Gal. No histórico show Fa-Tal, essa música foi um grito visceral, dolorido e extremamente necessário. Agora, ela ganha vida na entrega arrepiante de @waleriegondim , que transborda amor e respeito em cada nota. É uma honra gigantesca compartilhar esse pedacinho do nosso espetáculo aqui, na casa da nossa estrela maior. Nosso coração é só gratidão por esse encontro, mas o aviso continua urgente e feito com muita humildade: a nossa temporada é muito curtinha. Os ingressos lá na Sympla estão voando e a gente não quer que ninguém fique de fora dessa homenagem feita com tanto carinho. Não deixe para a última hora! Venha se emocionar e cantar essa verdade de pertinho com a gente. 📍 Local: @033rooftop 🎟️ Vendas: Link na bio Produção: @pariscultural Arte Cartaz: @elbarbera Filmaker: @icarus.filmes #omusicalgal #galcosta #como2e2 #fatal #teatromusical #últimosingressos
📸 Gal posando para as lentes de @bobwolfenson para a capa da @voguebrasil (edição de fevereiro de 2021). Muito rainha! 🌹 #EquipeGal #GalCosta
📸 Gal posando para as lentes de @bobwolfenson para a capa da @voguebrasil (edição de fevereiro de 2021). Muito rainha! 🌹 #EquipeGal #GalCosta
Ídolo também é fã! ✨ Aproveitando o Dia do Fã para relembrar esse momento maravilhoso da Gal simplesmente se acabando no show do @djavanoficial. Ela era apaixonada pelo trabalho dele, e a gente é apaixonado por ver a nossa diva felizona assim no meio da plateia! Feliz Dia do Fã para todos vocês que mantêm o legado da Gal vivo todos os dias! Qual música do Djavan na voz da Gal é a sua favorita? Conta aqui pra gente! 🌹 Vídeo: @marcuspreto #GalCosta #DiaDoFã #Djavan #MPB EquipeGal
🇮🇹 Para o #TBT de hoje, resgatamos esses cliques maravilhosos de Gal Costa passeando pela Piazza San Marco, Veneza, em 1985. Já imaginou a surpresa de estar turistando pela Itália e esbarrar com a nossa Gal? Fotos: Acervo @lverissimo #GalCosta #EquipeGal
🇮🇹 Para o #TBT de hoje, resgatamos esses cliques maravilhosos de Gal Costa passeando pela Piazza San Marco, Veneza, em 1985. Já imaginou a surpresa de estar turistando pela Itália e esbarrar com a nossa Gal? Fotos: Acervo @lverissimo #GalCosta #EquipeGal
28 anos sem @timmaia.oficial No programa “Em Casa Com Nelson Motta”, de 1998, Gal fala sobre sua admiração por Tim Maia e @nelsonmotta conta a famosa situação do vestido de Gal para a gravação do clipe “Um Dia de Domingo”. Vídeo: @globoplay #GalCosta #TimMaia #EquipeGal
Há exatos 8 anos, em 09 de março de 2018, chegava às lojas o CD duplo do #TrincadeAses. A moça, o rapaz maduro calejado pela idade e o menino impetuoso e viril. Gal Costa, Gilberto Gil e Nando Reis são apresentados assim em “Trinca de ases”, CD e DVD ao vivo recheado de sucessos que fizeram parte da vida dos 3 artistas. A reunião foi realizada pela primeira vez em 2017, em Brasília, em homenagem ao centenário de Ulysses Guimarães – idealizada pelo jornalista Jorge Bastos Moreno. Naquela noite de caráter especial, realizada quase sem ensaio, mostrou-se a potência da união: o diálogo dos violões de Gil e Nando, a voz de Gal revendo as canções do amigo baiano e revelando outras cores da estranheza pop do paulistano e sua “música ruiva”, que ela nunca tinha cantado. No Trinca esta potência aparece lapidada – e ampliada. Além de estarem os três o tempo inteiro no palco, em todas as formações vocais possíveis (trios, duetos e solos), eles têm o reforço de dois músicos: o baixista Magno Brito e o percussionista baiano Kainan. Como os três mosqueteiros eram quatro, a Trinca de Ases tem cinco em sua composição. – Tenho uma longa relação com Gil, mas quando Nando entra isso já vira outra coisa. Vou cantar coisas de Gil que nunca gravei – anunciou Gal, referindo-se a um roteiro que vinha cheio de surpresas. – Eu e Gil temos essa coisa de nos lançarmos nos abismos musicais. O arrojo é algo nosso. O arrojo de três mosqueteiros, a leveza de três patetas, a grandeza de três poetas – Trinca de Ases, enfim, lançada à mesa. No site da @biscoitofino você encontra o CD e DVD Duplo do Trinca de Ases. Link na bio. #GalCosta #NandoReis #GilbertoGil #EquipeGal BiscoitoFino
Há 42 anos 👄 Gal com seu maquiador Guilherme Pereira e seu assessor @aminkhaderoficial, durante viagem para shows no Panamá (março de 1984). Gal fez duas apresentações para diretores e funcionários da IBM, no encerramento da convenção da multinacional. A cantora lamentou não ter tido a oportunidade de cantar para o público em geral em sua primeira viagem ao Panamá e planejava voltar ao Panamá com sua turnê: “O Panamá parece ser um bom mercado, pois, enquanto estive lá, as emissoras de rádio tocaram muitas músicas brasileiras, entre as quais “Sonho Meu”, que gravei com Maria Bethânia”. Fotos: Acervo @lverissimo Informações: Jornal Última Hora – 16/03/1984 #GalCosta #EquipeGal
Há 42 anos 👄 Gal com seu maquiador Guilherme Pereira e seu assessor @aminkhaderoficial, durante viagem para shows no Panamá (março de 1984). Gal fez duas apresentações para diretores e funcionários da IBM, no encerramento da convenção da multinacional. A cantora lamentou não ter tido a oportunidade de cantar para o público em geral em sua primeira viagem ao Panamá e planejava voltar ao Panamá com sua turnê: “O Panamá parece ser um bom mercado, pois, enquanto estive lá, as emissoras de rádio tocaram muitas músicas brasileiras, entre as quais “Sonho Meu”, que gravei com Maria Bethânia”. Fotos: Acervo @lverissimo Informações: Jornal Última Hora – 16/03/1984 #GalCosta #EquipeGal
👄 “Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é.” “Dom de Iludir”, ao vivo no @coalafestival, chega agora ao meu canal no YouTube! O clássico de Caetano Veloso foi originalmente gravado por @galcosta em 1982 no álbum “Minha Voz”, e também fez parte da trilha sonora da novela “Louco Amor” (TV Globo, 1983). “As Várias Pontas de uma Estrela – Ao Vivo no Coala Festival”, o último show de Gal, realizado em setembro de 2022, em São Paulo, é um registro histórico da turnê em que Gal homenageia Milton Nascimento e outros compositores importantes em sua carreira. 🎥 Assista agora ao vídeo completo de “Dom de Iludir” no meu canal no YouTube. O link está na bio. E aproveite também para ouvir o álbum na íntegra em todas as plataformas de música. #GalCosta #AsVáriasPontasDeUmaEstrela #CoalaFestival #BiscoitoFino #acasadamúsicabrasileira #MPB
Há 45 anos, Gal era a capa da Revista Fatos e Fotos – Gente. A cantora estava em cartaz no Canecão, no Rio de Janeiro, estreando o espetáculo “Fantasia”. Com direção de Guilherme Araújo e direção musical de Guto Graça Melo, o show era descrito por ela como uma estrutura mais simples: “basicamente, um recital de uma cantora, finalizado com uma homenagem ao teatro de revista.” Na época, muitos tentavam comparar o novo projeto com o estrondoso sucesso de “Gal Tropical”, mas ela foi categórica ao rejeitar comparações: “Não me ligo em rótulos. (O que me importa mesmo é que, mais uma vez, estou sobre um palco fazendo aquilo que mais gosto na vida: cantar. Nasci para isso. O canto é o que me completa, me satisfaz, me alimenta. E se não canto, morro.” A entrevista também revelou uma mulher em pleno processo de autoconhecimento. Adepta da ioga, da macrobiótica, com muita fé no candomblé e praticando psicanálise há sete anos, Gal fez questão de desmistificar a imagem de mulher vulnerável que alguns tinham dela: “Apesar de minha aparência frágil, sou uma pessoa de muita força interior.” Ela também rebateu o título de “símbolo sexual”, afirmando que sua sensualidade no palco era apenas reflexo de sua naturalidade. “Não faço nada com meu corpo para que os outros o admirem; faço para que eu mesma me sinta bem dentro dele.” Qual música do disco “Fantasia” é a sua preferida? Conta pra gente nos comentários! #GalCosta #EquipeGal
A primeira fornada esgotou em poucos dias. E agora, atendendo a inúmeros pedidos, anuncio que o vinil “A Pele do Futuro”, de @galcosta, está de volta em nova prensagem! Também acompanhada de brindes exclusivos. 💿👄 Salvem a data: 03/11. #BiscoitoFino #GalCosta #ACasadaMúsicaBrasileira #MPB
👄 “Quando você me ouvir cantar…” “Como 2 e 2”, canção de @caetanoveloso que Gal eternizou em 1971 no álbum “Fa-Tal – Gal a Todo Vapor”, ganhou um registro especial ao lado de @rubelrubelrubel. Em setembro de 2022, no show “As Várias Pontas de Uma Estrela – Ao Vivo no Coala Festival”, os dois dividem esse clássico no palco do @coalafestival, num encontro emocionante, concordam? 🎥 Assista ao show completo no canal da Biscoito Fino no YouTube. O link está na bio. #GalCosta #CoalaFestival #AsVáriasPontasDeUmaEstrela #MPB
🎸Hoje é o Dia do Guitarrista, e não tem como falar dessa data sem relembrar da sempre icônica performance de Gal na música “Meu Nome é Gal” (Roberto Carlos /Erasmo Carlos)! No vídeo, ela protagoniza um verdadeiro duelo com a guitarra de @guilmonteiro, na turnê “Estratosférica Ao Vivo” (2017). Esse número já fazia parte do show do álbum “Gal Tropical” (1979-1980) e foi inspirado na banda de rock britânica Led Zeppelin. Como relembra o guitarrista @victorbiglione: “Foi muito natural a gente reproduzir o que faziam Jimmy Page (guitarra) e Robert Plant (vocal). O que aconteceu foi algo muito marcante para mim. Eu vou na última nota da guitarra, e ela acompanha.” Um salve a todos os guitarristas ! #GalCosta #DiadoGuitarrista #EquipeGal
#Repost @canalbrasil Ícone da liberdade de expressão, GAL COSTA comenta sobre a sua trajetória e lutas, antigas e atuais.