CHOCADA! 😳 Sandra contratou Inês como dama de companhia, mas tudo não passa de um plano da vilã pra se livrar do Barão 😱🔥 #ÊtaMundoMelhor
Isto foi há semanas mas foi hoje que aconteceu chegar até aqui. Nesse dia, seria o aniversário do avô Raúl, foi dia de comemorar a vida e a arte com a primeira ida ao teatro da Amora no Rio. ❤️
Isto foi há semanas mas foi hoje que aconteceu chegar até aqui. Nesse dia, seria o aniversário do avô Raúl, foi dia de comemorar a vida e a arte com a primeira ida ao teatro da Amora no Rio. ❤️
Vem Inês! 1960, Paris. Com essa dupla maravilhosa @flaviaalessandra E com tantos profissionais incríveis que fazem de @etamundoomelhor o projetaço que é ❤️ @amoramautner Joao Paulo Jabur Mayara Aguiar Lúcio Tavares @lucianaflores @dadado77 @daniciminelli @pedroramoa #etamundomelhor #redeglobo
Vem Inês! 1960, Paris. Com essa dupla maravilhosa @flaviaalessandra E com tantos profissionais incríveis que fazem de @etamundoomelhor o projetaço que é ❤️ @amoramautner Joao Paulo Jabur Mayara Aguiar Lúcio Tavares @lucianaflores @dadado77 @daniciminelli @pedroramoa #etamundomelhor #redeglobo
Vem Inês! 1960, Paris. Com essa dupla maravilhosa @flaviaalessandra E com tantos profissionais incríveis que fazem de @etamundoomelhor o projetaço que é ❤️ @amoramautner Joao Paulo Jabur Mayara Aguiar Lúcio Tavares @lucianaflores @dadado77 @daniciminelli @pedroramoa #etamundomelhor #redeglobo
Vem Inês! 1960, Paris. Com essa dupla maravilhosa @flaviaalessandra E com tantos profissionais incríveis que fazem de @etamundoomelhor o projetaço que é ❤️ @amoramautner Joao Paulo Jabur Mayara Aguiar Lúcio Tavares @lucianaflores @dadado77 @daniciminelli @pedroramoa #etamundomelhor #redeglobo
Vem Inês! 1960, Paris. Com essa dupla maravilhosa @flaviaalessandra E com tantos profissionais incríveis que fazem de @etamundoomelhor o projetaço que é ❤️ @amoramautner Joao Paulo Jabur Mayara Aguiar Lúcio Tavares @lucianaflores @dadado77 @daniciminelli @pedroramoa #etamundomelhor #redeglobo
A garota de Ipanema ( @joanasolnadoficial ) veio a Lisboa apresentar a Amora à galera! ❤️
Hoje foi dia das mães no Brasil, há uma semana em Portugal, é todos os dias. Amora celebra 4 meses de vida e a minha nova maternidade também. O tempo para as redes diminuiu, a vida urge mas aproveito este post para celebrar bons momentos dos últimos meses. Vem aí textão! Ser mãe é sobre a tua vida deixar de girar à tua volta e passar a girar em torno do que os teus filhos precisam. Não é méritocrata, como dizia Gregório Duvivier. É sobre abandonar o ego e permitirmo-nos doar ao outro, incondicionalmente. É sobre entregar o corpo, a alma e os dias a alguém que precisa de ti com urgência. E fazer isso com amor. Instintivo. Profundo. Animal. Maternar é nutrir, ser presença. É aprender sobre limites, força e valentia. É achar que tudo está perdido e achado no mesmo segundo. É errar tentando acertar, como diz D. Vera. É quando o corpo e o tempo viram templo. É revolução, redenção. É humildade, dádiva. É colo que cura. Sai do domínio do verbo, entramos no âmbito do sagrado. A maternidade é a maior potência da minha vida. Há 12 anos, desconstruiu-me e reconstruiu-me. Fez-me mudar radicalmente a forma como lidava comigo, com a minha profissão e com a minha vida. Foi e é a melhor coisa que me aconteceu. Com tudo o que tem de difícil e desafiador. Reconectou-me com a minha alma e com a minha linhagem — mulheres fortes que abriram caminho com amor e coragem. Agradeço todos os dias ter o privilégio de vivê-la cada vez mais consciente. E reconheço que não é dado adquirido. Obrigada, mãe @alexandrasolnadooficial por seres a referência de mulher e mãe incrível que és. ❤️ Obrigada Flor e Amora, por fazerem de mim um ser muito melhor do que eu era, orgulho-me muito mais de quem sou hoje. E honro todas as mães que não têm os seus filhos nos braços, seja por que motivo for. Que encontrem alento no seu coração. A minha vénia a todas elas. ❤️
Hoje foi dia das mães no Brasil, há uma semana em Portugal, é todos os dias. Amora celebra 4 meses de vida e a minha nova maternidade também. O tempo para as redes diminuiu, a vida urge mas aproveito este post para celebrar bons momentos dos últimos meses. Vem aí textão! Ser mãe é sobre a tua vida deixar de girar à tua volta e passar a girar em torno do que os teus filhos precisam. Não é méritocrata, como dizia Gregório Duvivier. É sobre abandonar o ego e permitirmo-nos doar ao outro, incondicionalmente. É sobre entregar o corpo, a alma e os dias a alguém que precisa de ti com urgência. E fazer isso com amor. Instintivo. Profundo. Animal. Maternar é nutrir, ser presença. É aprender sobre limites, força e valentia. É achar que tudo está perdido e achado no mesmo segundo. É errar tentando acertar, como diz D. Vera. É quando o corpo e o tempo viram templo. É revolução, redenção. É humildade, dádiva. É colo que cura. Sai do domínio do verbo, entramos no âmbito do sagrado. A maternidade é a maior potência da minha vida. Há 12 anos, desconstruiu-me e reconstruiu-me. Fez-me mudar radicalmente a forma como lidava comigo, com a minha profissão e com a minha vida. Foi e é a melhor coisa que me aconteceu. Com tudo o que tem de difícil e desafiador. Reconectou-me com a minha alma e com a minha linhagem — mulheres fortes que abriram caminho com amor e coragem. Agradeço todos os dias ter o privilégio de vivê-la cada vez mais consciente. E reconheço que não é dado adquirido. Obrigada, mãe @alexandrasolnadooficial por seres a referência de mulher e mãe incrível que és. ❤️ Obrigada Flor e Amora, por fazerem de mim um ser muito melhor do que eu era, orgulho-me muito mais de quem sou hoje. E honro todas as mães que não têm os seus filhos nos braços, seja por que motivo for. Que encontrem alento no seu coração. A minha vénia a todas elas. ❤️
Hoje foi dia das mães no Brasil, há uma semana em Portugal, é todos os dias. Amora celebra 4 meses de vida e a minha nova maternidade também. O tempo para as redes diminuiu, a vida urge mas aproveito este post para celebrar bons momentos dos últimos meses. Vem aí textão! Ser mãe é sobre a tua vida deixar de girar à tua volta e passar a girar em torno do que os teus filhos precisam. Não é méritocrata, como dizia Gregório Duvivier. É sobre abandonar o ego e permitirmo-nos doar ao outro, incondicionalmente. É sobre entregar o corpo, a alma e os dias a alguém que precisa de ti com urgência. E fazer isso com amor. Instintivo. Profundo. Animal. Maternar é nutrir, ser presença. É aprender sobre limites, força e valentia. É achar que tudo está perdido e achado no mesmo segundo. É errar tentando acertar, como diz D. Vera. É quando o corpo e o tempo viram templo. É revolução, redenção. É humildade, dádiva. É colo que cura. Sai do domínio do verbo, entramos no âmbito do sagrado. A maternidade é a maior potência da minha vida. Há 12 anos, desconstruiu-me e reconstruiu-me. Fez-me mudar radicalmente a forma como lidava comigo, com a minha profissão e com a minha vida. Foi e é a melhor coisa que me aconteceu. Com tudo o que tem de difícil e desafiador. Reconectou-me com a minha alma e com a minha linhagem — mulheres fortes que abriram caminho com amor e coragem. Agradeço todos os dias ter o privilégio de vivê-la cada vez mais consciente. E reconheço que não é dado adquirido. Obrigada, mãe @alexandrasolnadooficial por seres a referência de mulher e mãe incrível que és. ❤️ Obrigada Flor e Amora, por fazerem de mim um ser muito melhor do que eu era, orgulho-me muito mais de quem sou hoje. E honro todas as mães que não têm os seus filhos nos braços, seja por que motivo for. Que encontrem alento no seu coração. A minha vénia a todas elas. ❤️
Hoje foi dia das mães no Brasil, há uma semana em Portugal, é todos os dias. Amora celebra 4 meses de vida e a minha nova maternidade também. O tempo para as redes diminuiu, a vida urge mas aproveito este post para celebrar bons momentos dos últimos meses. Vem aí textão! Ser mãe é sobre a tua vida deixar de girar à tua volta e passar a girar em torno do que os teus filhos precisam. Não é méritocrata, como dizia Gregório Duvivier. É sobre abandonar o ego e permitirmo-nos doar ao outro, incondicionalmente. É sobre entregar o corpo, a alma e os dias a alguém que precisa de ti com urgência. E fazer isso com amor. Instintivo. Profundo. Animal. Maternar é nutrir, ser presença. É aprender sobre limites, força e valentia. É achar que tudo está perdido e achado no mesmo segundo. É errar tentando acertar, como diz D. Vera. É quando o corpo e o tempo viram templo. É revolução, redenção. É humildade, dádiva. É colo que cura. Sai do domínio do verbo, entramos no âmbito do sagrado. A maternidade é a maior potência da minha vida. Há 12 anos, desconstruiu-me e reconstruiu-me. Fez-me mudar radicalmente a forma como lidava comigo, com a minha profissão e com a minha vida. Foi e é a melhor coisa que me aconteceu. Com tudo o que tem de difícil e desafiador. Reconectou-me com a minha alma e com a minha linhagem — mulheres fortes que abriram caminho com amor e coragem. Agradeço todos os dias ter o privilégio de vivê-la cada vez mais consciente. E reconheço que não é dado adquirido. Obrigada, mãe @alexandrasolnadooficial por seres a referência de mulher e mãe incrível que és. ❤️ Obrigada Flor e Amora, por fazerem de mim um ser muito melhor do que eu era, orgulho-me muito mais de quem sou hoje. E honro todas as mães que não têm os seus filhos nos braços, seja por que motivo for. Que encontrem alento no seu coração. A minha vénia a todas elas. ❤️
Hoje foi dia das mães no Brasil, há uma semana em Portugal, é todos os dias. Amora celebra 4 meses de vida e a minha nova maternidade também. O tempo para as redes diminuiu, a vida urge mas aproveito este post para celebrar bons momentos dos últimos meses. Vem aí textão! Ser mãe é sobre a tua vida deixar de girar à tua volta e passar a girar em torno do que os teus filhos precisam. Não é méritocrata, como dizia Gregório Duvivier. É sobre abandonar o ego e permitirmo-nos doar ao outro, incondicionalmente. É sobre entregar o corpo, a alma e os dias a alguém que precisa de ti com urgência. E fazer isso com amor. Instintivo. Profundo. Animal. Maternar é nutrir, ser presença. É aprender sobre limites, força e valentia. É achar que tudo está perdido e achado no mesmo segundo. É errar tentando acertar, como diz D. Vera. É quando o corpo e o tempo viram templo. É revolução, redenção. É humildade, dádiva. É colo que cura. Sai do domínio do verbo, entramos no âmbito do sagrado. A maternidade é a maior potência da minha vida. Há 12 anos, desconstruiu-me e reconstruiu-me. Fez-me mudar radicalmente a forma como lidava comigo, com a minha profissão e com a minha vida. Foi e é a melhor coisa que me aconteceu. Com tudo o que tem de difícil e desafiador. Reconectou-me com a minha alma e com a minha linhagem — mulheres fortes que abriram caminho com amor e coragem. Agradeço todos os dias ter o privilégio de vivê-la cada vez mais consciente. E reconheço que não é dado adquirido. Obrigada, mãe @alexandrasolnadooficial por seres a referência de mulher e mãe incrível que és. ❤️ Obrigada Flor e Amora, por fazerem de mim um ser muito melhor do que eu era, orgulho-me muito mais de quem sou hoje. E honro todas as mães que não têm os seus filhos nos braços, seja por que motivo for. Que encontrem alento no seu coração. A minha vénia a todas elas. ❤️
Hoje foi dia das mães no Brasil, há uma semana em Portugal, é todos os dias. Amora celebra 4 meses de vida e a minha nova maternidade também. O tempo para as redes diminuiu, a vida urge mas aproveito este post para celebrar bons momentos dos últimos meses. Vem aí textão! Ser mãe é sobre a tua vida deixar de girar à tua volta e passar a girar em torno do que os teus filhos precisam. Não é méritocrata, como dizia Gregório Duvivier. É sobre abandonar o ego e permitirmo-nos doar ao outro, incondicionalmente. É sobre entregar o corpo, a alma e os dias a alguém que precisa de ti com urgência. E fazer isso com amor. Instintivo. Profundo. Animal. Maternar é nutrir, ser presença. É aprender sobre limites, força e valentia. É achar que tudo está perdido e achado no mesmo segundo. É errar tentando acertar, como diz D. Vera. É quando o corpo e o tempo viram templo. É revolução, redenção. É humildade, dádiva. É colo que cura. Sai do domínio do verbo, entramos no âmbito do sagrado. A maternidade é a maior potência da minha vida. Há 12 anos, desconstruiu-me e reconstruiu-me. Fez-me mudar radicalmente a forma como lidava comigo, com a minha profissão e com a minha vida. Foi e é a melhor coisa que me aconteceu. Com tudo o que tem de difícil e desafiador. Reconectou-me com a minha alma e com a minha linhagem — mulheres fortes que abriram caminho com amor e coragem. Agradeço todos os dias ter o privilégio de vivê-la cada vez mais consciente. E reconheço que não é dado adquirido. Obrigada, mãe @alexandrasolnadooficial por seres a referência de mulher e mãe incrível que és. ❤️ Obrigada Flor e Amora, por fazerem de mim um ser muito melhor do que eu era, orgulho-me muito mais de quem sou hoje. E honro todas as mães que não têm os seus filhos nos braços, seja por que motivo for. Que encontrem alento no seu coração. A minha vénia a todas elas. ❤️
Hoje foi dia das mães no Brasil, há uma semana em Portugal, é todos os dias. Amora celebra 4 meses de vida e a minha nova maternidade também. O tempo para as redes diminuiu, a vida urge mas aproveito este post para celebrar bons momentos dos últimos meses. Vem aí textão! Ser mãe é sobre a tua vida deixar de girar à tua volta e passar a girar em torno do que os teus filhos precisam. Não é méritocrata, como dizia Gregório Duvivier. É sobre abandonar o ego e permitirmo-nos doar ao outro, incondicionalmente. É sobre entregar o corpo, a alma e os dias a alguém que precisa de ti com urgência. E fazer isso com amor. Instintivo. Profundo. Animal. Maternar é nutrir, ser presença. É aprender sobre limites, força e valentia. É achar que tudo está perdido e achado no mesmo segundo. É errar tentando acertar, como diz D. Vera. É quando o corpo e o tempo viram templo. É revolução, redenção. É humildade, dádiva. É colo que cura. Sai do domínio do verbo, entramos no âmbito do sagrado. A maternidade é a maior potência da minha vida. Há 12 anos, desconstruiu-me e reconstruiu-me. Fez-me mudar radicalmente a forma como lidava comigo, com a minha profissão e com a minha vida. Foi e é a melhor coisa que me aconteceu. Com tudo o que tem de difícil e desafiador. Reconectou-me com a minha alma e com a minha linhagem — mulheres fortes que abriram caminho com amor e coragem. Agradeço todos os dias ter o privilégio de vivê-la cada vez mais consciente. E reconheço que não é dado adquirido. Obrigada, mãe @alexandrasolnadooficial por seres a referência de mulher e mãe incrível que és. ❤️ Obrigada Flor e Amora, por fazerem de mim um ser muito melhor do que eu era, orgulho-me muito mais de quem sou hoje. E honro todas as mães que não têm os seus filhos nos braços, seja por que motivo for. Que encontrem alento no seu coração. A minha vénia a todas elas. ❤️
Hoje foi dia das mães no Brasil, há uma semana em Portugal, é todos os dias. Amora celebra 4 meses de vida e a minha nova maternidade também. O tempo para as redes diminuiu, a vida urge mas aproveito este post para celebrar bons momentos dos últimos meses. Vem aí textão! Ser mãe é sobre a tua vida deixar de girar à tua volta e passar a girar em torno do que os teus filhos precisam. Não é méritocrata, como dizia Gregório Duvivier. É sobre abandonar o ego e permitirmo-nos doar ao outro, incondicionalmente. É sobre entregar o corpo, a alma e os dias a alguém que precisa de ti com urgência. E fazer isso com amor. Instintivo. Profundo. Animal. Maternar é nutrir, ser presença. É aprender sobre limites, força e valentia. É achar que tudo está perdido e achado no mesmo segundo. É errar tentando acertar, como diz D. Vera. É quando o corpo e o tempo viram templo. É revolução, redenção. É humildade, dádiva. É colo que cura. Sai do domínio do verbo, entramos no âmbito do sagrado. A maternidade é a maior potência da minha vida. Há 12 anos, desconstruiu-me e reconstruiu-me. Fez-me mudar radicalmente a forma como lidava comigo, com a minha profissão e com a minha vida. Foi e é a melhor coisa que me aconteceu. Com tudo o que tem de difícil e desafiador. Reconectou-me com a minha alma e com a minha linhagem — mulheres fortes que abriram caminho com amor e coragem. Agradeço todos os dias ter o privilégio de vivê-la cada vez mais consciente. E reconheço que não é dado adquirido. Obrigada, mãe @alexandrasolnadooficial por seres a referência de mulher e mãe incrível que és. ❤️ Obrigada Flor e Amora, por fazerem de mim um ser muito melhor do que eu era, orgulho-me muito mais de quem sou hoje. E honro todas as mães que não têm os seus filhos nos braços, seja por que motivo for. Que encontrem alento no seu coração. A minha vénia a todas elas. ❤️
Hoje foi dia das mães no Brasil, há uma semana em Portugal, é todos os dias. Amora celebra 4 meses de vida e a minha nova maternidade também. O tempo para as redes diminuiu, a vida urge mas aproveito este post para celebrar bons momentos dos últimos meses. Vem aí textão! Ser mãe é sobre a tua vida deixar de girar à tua volta e passar a girar em torno do que os teus filhos precisam. Não é méritocrata, como dizia Gregório Duvivier. É sobre abandonar o ego e permitirmo-nos doar ao outro, incondicionalmente. É sobre entregar o corpo, a alma e os dias a alguém que precisa de ti com urgência. E fazer isso com amor. Instintivo. Profundo. Animal. Maternar é nutrir, ser presença. É aprender sobre limites, força e valentia. É achar que tudo está perdido e achado no mesmo segundo. É errar tentando acertar, como diz D. Vera. É quando o corpo e o tempo viram templo. É revolução, redenção. É humildade, dádiva. É colo que cura. Sai do domínio do verbo, entramos no âmbito do sagrado. A maternidade é a maior potência da minha vida. Há 12 anos, desconstruiu-me e reconstruiu-me. Fez-me mudar radicalmente a forma como lidava comigo, com a minha profissão e com a minha vida. Foi e é a melhor coisa que me aconteceu. Com tudo o que tem de difícil e desafiador. Reconectou-me com a minha alma e com a minha linhagem — mulheres fortes que abriram caminho com amor e coragem. Agradeço todos os dias ter o privilégio de vivê-la cada vez mais consciente. E reconheço que não é dado adquirido. Obrigada, mãe @alexandrasolnadooficial por seres a referência de mulher e mãe incrível que és. ❤️ Obrigada Flor e Amora, por fazerem de mim um ser muito melhor do que eu era, orgulho-me muito mais de quem sou hoje. E honro todas as mães que não têm os seus filhos nos braços, seja por que motivo for. Que encontrem alento no seu coração. A minha vénia a todas elas. ❤️
Hoje foi dia das mães no Brasil, há uma semana em Portugal, é todos os dias. Amora celebra 4 meses de vida e a minha nova maternidade também. O tempo para as redes diminuiu, a vida urge mas aproveito este post para celebrar bons momentos dos últimos meses. Vem aí textão! Ser mãe é sobre a tua vida deixar de girar à tua volta e passar a girar em torno do que os teus filhos precisam. Não é méritocrata, como dizia Gregório Duvivier. É sobre abandonar o ego e permitirmo-nos doar ao outro, incondicionalmente. É sobre entregar o corpo, a alma e os dias a alguém que precisa de ti com urgência. E fazer isso com amor. Instintivo. Profundo. Animal. Maternar é nutrir, ser presença. É aprender sobre limites, força e valentia. É achar que tudo está perdido e achado no mesmo segundo. É errar tentando acertar, como diz D. Vera. É quando o corpo e o tempo viram templo. É revolução, redenção. É humildade, dádiva. É colo que cura. Sai do domínio do verbo, entramos no âmbito do sagrado. A maternidade é a maior potência da minha vida. Há 12 anos, desconstruiu-me e reconstruiu-me. Fez-me mudar radicalmente a forma como lidava comigo, com a minha profissão e com a minha vida. Foi e é a melhor coisa que me aconteceu. Com tudo o que tem de difícil e desafiador. Reconectou-me com a minha alma e com a minha linhagem — mulheres fortes que abriram caminho com amor e coragem. Agradeço todos os dias ter o privilégio de vivê-la cada vez mais consciente. E reconheço que não é dado adquirido. Obrigada, mãe @alexandrasolnadooficial por seres a referência de mulher e mãe incrível que és. ❤️ Obrigada Flor e Amora, por fazerem de mim um ser muito melhor do que eu era, orgulho-me muito mais de quem sou hoje. E honro todas as mães que não têm os seus filhos nos braços, seja por que motivo for. Que encontrem alento no seu coração. A minha vénia a todas elas. ❤️
Hoje foi dia das mães no Brasil, há uma semana em Portugal, é todos os dias. Amora celebra 4 meses de vida e a minha nova maternidade também. O tempo para as redes diminuiu, a vida urge mas aproveito este post para celebrar bons momentos dos últimos meses. Vem aí textão! Ser mãe é sobre a tua vida deixar de girar à tua volta e passar a girar em torno do que os teus filhos precisam. Não é méritocrata, como dizia Gregório Duvivier. É sobre abandonar o ego e permitirmo-nos doar ao outro, incondicionalmente. É sobre entregar o corpo, a alma e os dias a alguém que precisa de ti com urgência. E fazer isso com amor. Instintivo. Profundo. Animal. Maternar é nutrir, ser presença. É aprender sobre limites, força e valentia. É achar que tudo está perdido e achado no mesmo segundo. É errar tentando acertar, como diz D. Vera. É quando o corpo e o tempo viram templo. É revolução, redenção. É humildade, dádiva. É colo que cura. Sai do domínio do verbo, entramos no âmbito do sagrado. A maternidade é a maior potência da minha vida. Há 12 anos, desconstruiu-me e reconstruiu-me. Fez-me mudar radicalmente a forma como lidava comigo, com a minha profissão e com a minha vida. Foi e é a melhor coisa que me aconteceu. Com tudo o que tem de difícil e desafiador. Reconectou-me com a minha alma e com a minha linhagem — mulheres fortes que abriram caminho com amor e coragem. Agradeço todos os dias ter o privilégio de vivê-la cada vez mais consciente. E reconheço que não é dado adquirido. Obrigada, mãe @alexandrasolnadooficial por seres a referência de mulher e mãe incrível que és. ❤️ Obrigada Flor e Amora, por fazerem de mim um ser muito melhor do que eu era, orgulho-me muito mais de quem sou hoje. E honro todas as mães que não têm os seus filhos nos braços, seja por que motivo for. Que encontrem alento no seu coração. A minha vénia a todas elas. ❤️
Hoje foi dia das mães no Brasil, há uma semana em Portugal, é todos os dias. Amora celebra 4 meses de vida e a minha nova maternidade também. O tempo para as redes diminuiu, a vida urge mas aproveito este post para celebrar bons momentos dos últimos meses. Vem aí textão! Ser mãe é sobre a tua vida deixar de girar à tua volta e passar a girar em torno do que os teus filhos precisam. Não é méritocrata, como dizia Gregório Duvivier. É sobre abandonar o ego e permitirmo-nos doar ao outro, incondicionalmente. É sobre entregar o corpo, a alma e os dias a alguém que precisa de ti com urgência. E fazer isso com amor. Instintivo. Profundo. Animal. Maternar é nutrir, ser presença. É aprender sobre limites, força e valentia. É achar que tudo está perdido e achado no mesmo segundo. É errar tentando acertar, como diz D. Vera. É quando o corpo e o tempo viram templo. É revolução, redenção. É humildade, dádiva. É colo que cura. Sai do domínio do verbo, entramos no âmbito do sagrado. A maternidade é a maior potência da minha vida. Há 12 anos, desconstruiu-me e reconstruiu-me. Fez-me mudar radicalmente a forma como lidava comigo, com a minha profissão e com a minha vida. Foi e é a melhor coisa que me aconteceu. Com tudo o que tem de difícil e desafiador. Reconectou-me com a minha alma e com a minha linhagem — mulheres fortes que abriram caminho com amor e coragem. Agradeço todos os dias ter o privilégio de vivê-la cada vez mais consciente. E reconheço que não é dado adquirido. Obrigada, mãe @alexandrasolnadooficial por seres a referência de mulher e mãe incrível que és. ❤️ Obrigada Flor e Amora, por fazerem de mim um ser muito melhor do que eu era, orgulho-me muito mais de quem sou hoje. E honro todas as mães que não têm os seus filhos nos braços, seja por que motivo for. Que encontrem alento no seu coração. A minha vénia a todas elas. ❤️