O Largo do Arouche ganhou mais um Chichá. Que alegria fechar a semana com essa imagem. Estou com o coração leve, transbordando. Este ano presenciei a queda de tantas árvores — cenas de uma tristeza infinita, imagens que não saem da memória. Por isso, ver esse plantio tão simbólico é um alento. Dá esperança. Ainda mais ao encontrar uma muda já bem desenvolvida, com um caule de 15 cm de diâmetro e oito metros de altura. Ela foi cultivada pela Fábrica de Árvores, um viveiro especializado em Mata Atlântica, e foi uma doação de um munícipe à cidade de São Paulo. Que ela cresça saudável, frondosa, e com a certeza de que seguimos atentas para defendê-la — e a todas as outras árvores da cidade.
É impossível assistir a esse vídeo sem sentir um turbilhão de emoções. Primeiro, vem aquele frio na espinha — o pavor que precede uma tragédia anunciada. Logo depois, a revolta: como alguém que dirige uma máquina tão potente quanto um automóvel pode agir com tanta irresponsabilidade e crueldade? Mas o pior vem depois. Mesmo com o vídeo, a placa do carro e o relato das vítimas, nada garante que esse taxista vá sofrer qualquer punição. Ele continua circulando por aí como se nada tivesse acontecido, enquanto ciclistas em todo o Brasil seguem expostos a esse tipo de violência no trânsito. Isso não pode continuar. Temos o direito de pedalar com segurança em todos os lugares.
Que ano, senhoras e senhores! Um dos mais intensos da minha vida. Estar vereadora me ensinou muito. Chego a este resumo com orgulho do nosso mandato — do que construímos, das vitórias e, sobretudo, das “derrotas”. Elas deixaram claro quem somos, nos ensinaram a recalcular rotas e a voltar mais fortes. Descobri em mim uma enorme capacidade de escuta, de negociação e, principalmente, de conter o sangue quente 🔥🤭 — algo que eu jamais imaginei. É assim que se faz política: ouvindo mais do que falando e falando com dados, consistência e propósito. Sou profundamente grata aos eleitores e apoiadores que confiaram em mim nessa missão. À minha equipe, guerreira, competente, comprometida e apaixonada pelo que faz, meu agradecimento especial. E a você que me lê, apoia, participa, critica e propõe: muito obrigada. Obrigada a todas e todos. E saibam: isso foi só o começo. Ano que vem tem muito mais. 💪✨
Estou muito feliz em fazer este anúncio: até março, a ciclovia do Rio Pinheiros finalmente deve ser liberada para os ciclistas na sua totalidade. Essa é a promessa do Metrô, que afirma que as obras para refazer o asfalto e a ciclovia começam já em janeiro. Essa novela é longa. Já são 12 anos de interdição e muitas promessas feitas — e não esquecidas. Ciclovia arborizada, bicicletário, passarela de acesso pela Estação Morumbi… Será que agora vai? As obras de recuperação do asfalto e da ciclovia serão entregues em março, se o cronograma for cumprido. Com a ciclovia reconectada, vamos resgatar um trecho fundamental de 22 quilômetros, essencial para quem usa a bicicleta como meio de transporte e também para desafogar o espaço de quem treina ciclismo de estrada. O bom de ser vereadora é ter ferramentas para acelerar processos, fiscalizar e cobrar que todas as promessas feitas, desta vez, saiam do papel.
Já pensou em ganhar crédito no Bilhete Único só por pedalar? Pois é… está saindo do papel o Programa Bike SP, uma revolução no transporte urbano de São Paulo! A ideia é simples e genial: quem troca o transporte motorizado pela bicicleta recebe um incentivo direto no Bilhete Único — tudo via aplicativo, com base nos trajetos diários. É menos trânsito, mais segurança e economia para os cofres públicos. Além de mais gente pedalando. A base é o próprio subsídio do transporte público: se você não usa o ônibus, a prefeitura economiza — e parte desse valor vai direto pra você. A lei que criou o programa é de autoria do então vereador Police Neto e foi aprovada ainda em 2016. Desde o início do nosso mandato, estamos colaborando com a Prefeitura e a USP na implementação do projeto piloto. Agora, estamos na reta final! Assiste ao vídeo e entenda como essa política pública pode transformar a mobilidade em São Paulo.
Estou muito feliz por termos conseguido defender a prática do ciclismo no campus da USP. Chegamos a um acordo por meio de muito diálogo, dados qualificados e mobilização coletiva. As novas regras acordadas são: Horário de início: 4h da manhã Encerramento para pelotões: 6h15 Encerramento para ciclistas fora de pelotão: 6h30 Tamanho máximo dos pelotões: 12 atletas Percurso: livre, com exceção da Rua do Matão Além disso, será formada uma comissão de fiscalização e acompanhamento, com a participação de cinco ciclistas titulares e cinco suplentes. O trabalho está só começando, mas este primeiro passo já representa um marco importante para o ciclismo e para o uso democrático do campus da USP. Bora pedalar!
Vamos barrar esse absurdo! Do dia para a noite a Prefeitura começou a quebrar a ciclovia embaixo do Minhocão para instalar um bolsão de estacionamento. A medida reduz o espaço de pedestres e ciclistas, desrespeita o Plano Diretor e ignora as necessidades urgentes da cidade diante da crise climática. A justificativa da Prefeitura é coibir o descarte irregular de lixo, mas sabemos que a presença de pessoas em situação de rua no local também é uma questão. São dois problemas graves e que devem ser solucionados com políticas públicas sérias e não com improvisos. As obras começaram hoje, sem qualquer consulta pública. Já enviei um requerimento de informações questionando a Prefeitura, via Comissão de Transporte e Trânsito aqui da Câmara. Além disso, eu e o colega @nabil_bonduki estamos preparando uma Ação Popular na Justiça para a interrupção imediata deste projeto.
Que vitória! Moradores do entorno da fábrica da Saint-Gobain, em Santo Amaro, finalmente vão voltar a respirar melhor. Após muita articulação do nosso gabinete, junto com o Movimento @respira_santoamaro , a empresa assumiu o compromisso de deixar o local em até seis meses. O acordo já foi formalizado por meio de um Termo de Ajuste de Conduta assinado com o Ministério Público — uma garantia concreta dessa saída. Cerca de 50 mil pessoas são impactadas diariamente pela fumaça tóxica, que causa doenças e inúmeros transtornos. Desde o início do mandato, tratamos essa denúncia como prioridade: realizamos audiência pública, e inúmeras reuniões com os órgãos municipais e estaduais responsáveis. Além disso, conseguimos o endurecimento da fiscalização junto à CETESB e chegamos a um consenso com a própria empresa Saint-Gobain, com participação da presidência da FIESP nas negociações. Em menos de um ano, conquistamos uma solução definitiva. Uma vitória coletiva, de quem luta por uma São Paulo mais verde, saudável e comprometida com o enfrentamento das mudanças climáticas.
O ‘presentão’ de fim de ano do paulistano: aumento na tarifa dos transportes coletivos. Nos ônibus, a passagem sobe 6% (índice acima da inflação) e custará R$5,30 a partir de 6 de janeiro. O reajuste é um erro e escancara a ineficiência da Prefeitura em responder duas questões: perda de usuários e o método de remuneração das empresas. Explico… A perda de usuários nos últimos anos é crônica e se explica por falta de investimento em corredores, faixas exclusivas, além de problemas que vão da frequência de saídas até a desativação de linhas. Os ônibus perdem eficiência, velocidade média e, com isso, confiança da população. Aí a Prefeitura entra numa espiral negativa: aumenta a tarifa porque caiu o número de passageiros…e perde ainda mais usuários porque o preço subiu. Por trás disso tudo está ainda o modelo de remuneração das empresas, muito baseado na quantidade de passageiros transportados, o que incentiva as empresas a nos espremer em ônibus abarrotados. A fiscalização também é fraca: compensa para as operadoras pagar a multa ao invés de cumprir o contrato. Para piorar, o subsídio pago a elas pela prefeitura já está na casa dos R$7 bi, mas falta transparência no destino destes recursos. Somos contra o reajuste, pois a Prefeitura não faz a lição de casa para evitar a precarização dos ônibus. Em 2026, nosso mandato na Câmara Municipal vai se debruçar de maneira aprofundada sobre os custos do sistema e contratos com as operadoras. Com ajustes nos contratos, reorganização de custos e uma gestão técnica, é possível até mesmo implantar a Tarifa Zero em São Paulo. Vamos demonstrar com dados que não é nenhuma utopia.
O ‘presentão’ de fim de ano do paulistano: aumento na tarifa dos transportes coletivos. Nos ônibus, a passagem sobe 6% (índice acima da inflação) e custará R$5,30 a partir de 6 de janeiro. O reajuste é um erro e escancara a ineficiência da Prefeitura em responder duas questões: perda de usuários e o método de remuneração das empresas. Explico… A perda de usuários nos últimos anos é crônica e se explica por falta de investimento em corredores, faixas exclusivas, além de problemas que vão da frequência de saídas até a desativação de linhas. Os ônibus perdem eficiência, velocidade média e, com isso, confiança da população. Aí a Prefeitura entra numa espiral negativa: aumenta a tarifa porque caiu o número de passageiros…e perde ainda mais usuários porque o preço subiu. Por trás disso tudo está ainda o modelo de remuneração das empresas, muito baseado na quantidade de passageiros transportados, o que incentiva as empresas a nos espremer em ônibus abarrotados. A fiscalização também é fraca: compensa para as operadoras pagar a multa ao invés de cumprir o contrato. Para piorar, o subsídio pago a elas pela prefeitura já está na casa dos R$7 bi, mas falta transparência no destino destes recursos. Somos contra o reajuste, pois a Prefeitura não faz a lição de casa para evitar a precarização dos ônibus. Em 2026, nosso mandato na Câmara Municipal vai se debruçar de maneira aprofundada sobre os custos do sistema e contratos com as operadoras. Com ajustes nos contratos, reorganização de custos e uma gestão técnica, é possível até mesmo implantar a Tarifa Zero em São Paulo. Vamos demonstrar com dados que não é nenhuma utopia.
O ‘presentão’ de fim de ano do paulistano: aumento na tarifa dos transportes coletivos. Nos ônibus, a passagem sobe 6% (índice acima da inflação) e custará R$5,30 a partir de 6 de janeiro. O reajuste é um erro e escancara a ineficiência da Prefeitura em responder duas questões: perda de usuários e o método de remuneração das empresas. Explico… A perda de usuários nos últimos anos é crônica e se explica por falta de investimento em corredores, faixas exclusivas, além de problemas que vão da frequência de saídas até a desativação de linhas. Os ônibus perdem eficiência, velocidade média e, com isso, confiança da população. Aí a Prefeitura entra numa espiral negativa: aumenta a tarifa porque caiu o número de passageiros…e perde ainda mais usuários porque o preço subiu. Por trás disso tudo está ainda o modelo de remuneração das empresas, muito baseado na quantidade de passageiros transportados, o que incentiva as empresas a nos espremer em ônibus abarrotados. A fiscalização também é fraca: compensa para as operadoras pagar a multa ao invés de cumprir o contrato. Para piorar, o subsídio pago a elas pela prefeitura já está na casa dos R$7 bi, mas falta transparência no destino destes recursos. Somos contra o reajuste, pois a Prefeitura não faz a lição de casa para evitar a precarização dos ônibus. Em 2026, nosso mandato na Câmara Municipal vai se debruçar de maneira aprofundada sobre os custos do sistema e contratos com as operadoras. Com ajustes nos contratos, reorganização de custos e uma gestão técnica, é possível até mesmo implantar a Tarifa Zero em São Paulo. Vamos demonstrar com dados que não é nenhuma utopia.
O ‘presentão’ de fim de ano do paulistano: aumento na tarifa dos transportes coletivos. Nos ônibus, a passagem sobe 6% (índice acima da inflação) e custará R$5,30 a partir de 6 de janeiro. O reajuste é um erro e escancara a ineficiência da Prefeitura em responder duas questões: perda de usuários e o método de remuneração das empresas. Explico… A perda de usuários nos últimos anos é crônica e se explica por falta de investimento em corredores, faixas exclusivas, além de problemas que vão da frequência de saídas até a desativação de linhas. Os ônibus perdem eficiência, velocidade média e, com isso, confiança da população. Aí a Prefeitura entra numa espiral negativa: aumenta a tarifa porque caiu o número de passageiros…e perde ainda mais usuários porque o preço subiu. Por trás disso tudo está ainda o modelo de remuneração das empresas, muito baseado na quantidade de passageiros transportados, o que incentiva as empresas a nos espremer em ônibus abarrotados. A fiscalização também é fraca: compensa para as operadoras pagar a multa ao invés de cumprir o contrato. Para piorar, o subsídio pago a elas pela prefeitura já está na casa dos R$7 bi, mas falta transparência no destino destes recursos. Somos contra o reajuste, pois a Prefeitura não faz a lição de casa para evitar a precarização dos ônibus. Em 2026, nosso mandato na Câmara Municipal vai se debruçar de maneira aprofundada sobre os custos do sistema e contratos com as operadoras. Com ajustes nos contratos, reorganização de custos e uma gestão técnica, é possível até mesmo implantar a Tarifa Zero em São Paulo. Vamos demonstrar com dados que não é nenhuma utopia.
Ótima notícia para moradores, famílias, atletas e todos os frequentadores da Praça Rosa Alves, na zona sul de São Paulo. O campo será mantido com grama natural, nenhuma árvore será retirada e a Prefeitura promete ampliar o cachorródromo no local. O novo plano foi definido em reunião articulada por mim e minha colega @marinabragante nesta segunda-feira (22) e as novidades foram pactuadas entre o subprefeito da Vila Mariana @rafaminatosp, moradores, além da @sp.rugby. Acreditamos muito em soluções baseadas no diálogo, participação popular e na união de forças para decidir o que é o melhor para a cidade. Sempre com foco na defesa das áreas verdes e da ocupação democrática dos espaços públicos, com esporte e lazer para todos. Vamos juntos nessa!
Sinto muito orgulho de olhar para tudo o que construímos neste ano. Fiz muitas coisas pela primeira vez, presidi cinco audiências públicas, e tiramos a auditoria cidadã do papel, transformando-a em um documento sólido para orientar a reforma das ciclovias. Atuamos com firmeza na defesa das áreas públicas e produzimos dados, porque acredito que a política precisa se apoiar neles. Tivemos conquistas marcantes: a volta da Prova Nove de Julho às ruas, a homenagem à 100ª São Silvestre, o acordo entre ciclistas e a USP e a oficialização dos 180 km da Trilha Interparques, na zona sul — mais do que lazer, parques vivos e prosperidade para o território. Fechamos o ano com o compromisso da Saint-Gobain de deixar o bairro de Santo Amaro. Mais de 50 mil pessoas afetadas pela fumaça tóxica vão respirar melhor em 2026. É isso que me dá força.
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