JOÃO LIBERATO EM CONSTRUÇÃO | João Liberato revive um dos quadros mais marcantes do pai, o inesquecível “Táxi do Gugu”, e surpreende Simony com uma ação cheia de emoção. Sem desconfiar de nada, a cantora ainda recebe uma homenagem especial, preparada com carinho pelo próprio filho. A reportagem completa você encontra em: R7.com/canaldomingoespetacular #ReportagensDE #RECORD
Imagina que raro: Gente feliz pelo outro, Sem disputa disfarçada, Sem aplauso por interesse. Essa música é minha e deixo aqui para reflexão de vocês. Amei 😍 @joaoaugustoliberato @mcryan . Aprontando né desde pequeno vocês 2 🤪 Não tenho nem roupa pra esse dia Simony
Vivendo um dia de cada vez
Ah, a infância… Quem viveu os anos 80 sabe o sabor que ela tinha. Era o tempo em que a felicidade morava na rua, no quintal, na simplicidade. Onde o dia começava com o cheiro do pão saindo do forno e terminava com o sol se despedindo enquanto a gente ainda queria brincar mais um pouquinho. Pular corda até cansar, jogar amarelinha descalço no asfalto quente, empinar pipa e torcer pra ela cortar o vento sem cair no fio. era pique-esconde, era o grito da mãe chamando do portão e mesmo assim a gente pedia “só mais cinco minutos!”. As crianças dos anos 80 não tinham pressa. A gente tinha o mundo inteiro dentro de um pedaço de giz colorido, dentro de um sonho simples, dentro do coração. Éramos livres, inteiros, felizes… sem filtro, sem pose, sem pressa de crescer. E crescer, hoje eu entendo, não é deixar de ser criança. É carregar dentro da alma aquele riso fácil, aquele brilho no olhar e a capacidade de se encantar com o que é pequeno. É continuar acreditando que brincar é um ato de amor e que rir cura. Porque ser adulto sem esquecer o lado criança é o maior presente que o tempo pode nos dar. Com meu eterno respeito e gratidão a todos que, de alguma forma, fizeram e ainda fazem as crianças felizes. 💛 Simony ❤️
Ah, a infância… Quem viveu os anos 80 sabe o sabor que ela tinha. Era o tempo em que a felicidade morava na rua, no quintal, na simplicidade. Onde o dia começava com o cheiro do pão saindo do forno e terminava com o sol se despedindo enquanto a gente ainda queria brincar mais um pouquinho. Pular corda até cansar, jogar amarelinha descalço no asfalto quente, empinar pipa e torcer pra ela cortar o vento sem cair no fio. era pique-esconde, era o grito da mãe chamando do portão e mesmo assim a gente pedia “só mais cinco minutos!”. As crianças dos anos 80 não tinham pressa. A gente tinha o mundo inteiro dentro de um pedaço de giz colorido, dentro de um sonho simples, dentro do coração. Éramos livres, inteiros, felizes… sem filtro, sem pose, sem pressa de crescer. E crescer, hoje eu entendo, não é deixar de ser criança. É carregar dentro da alma aquele riso fácil, aquele brilho no olhar e a capacidade de se encantar com o que é pequeno. É continuar acreditando que brincar é um ato de amor e que rir cura. Porque ser adulto sem esquecer o lado criança é o maior presente que o tempo pode nos dar. Com meu eterno respeito e gratidão a todos que, de alguma forma, fizeram e ainda fazem as crianças felizes. 💛 Simony ❤️
Ah, a infância… Quem viveu os anos 80 sabe o sabor que ela tinha. Era o tempo em que a felicidade morava na rua, no quintal, na simplicidade. Onde o dia começava com o cheiro do pão saindo do forno e terminava com o sol se despedindo enquanto a gente ainda queria brincar mais um pouquinho. Pular corda até cansar, jogar amarelinha descalço no asfalto quente, empinar pipa e torcer pra ela cortar o vento sem cair no fio. era pique-esconde, era o grito da mãe chamando do portão e mesmo assim a gente pedia “só mais cinco minutos!”. As crianças dos anos 80 não tinham pressa. A gente tinha o mundo inteiro dentro de um pedaço de giz colorido, dentro de um sonho simples, dentro do coração. Éramos livres, inteiros, felizes… sem filtro, sem pose, sem pressa de crescer. E crescer, hoje eu entendo, não é deixar de ser criança. É carregar dentro da alma aquele riso fácil, aquele brilho no olhar e a capacidade de se encantar com o que é pequeno. É continuar acreditando que brincar é um ato de amor e que rir cura. Porque ser adulto sem esquecer o lado criança é o maior presente que o tempo pode nos dar. Com meu eterno respeito e gratidão a todos que, de alguma forma, fizeram e ainda fazem as crianças felizes. 💛 Simony ❤️
Ah, a infância… Quem viveu os anos 80 sabe o sabor que ela tinha. Era o tempo em que a felicidade morava na rua, no quintal, na simplicidade. Onde o dia começava com o cheiro do pão saindo do forno e terminava com o sol se despedindo enquanto a gente ainda queria brincar mais um pouquinho. Pular corda até cansar, jogar amarelinha descalço no asfalto quente, empinar pipa e torcer pra ela cortar o vento sem cair no fio. era pique-esconde, era o grito da mãe chamando do portão e mesmo assim a gente pedia “só mais cinco minutos!”. As crianças dos anos 80 não tinham pressa. A gente tinha o mundo inteiro dentro de um pedaço de giz colorido, dentro de um sonho simples, dentro do coração. Éramos livres, inteiros, felizes… sem filtro, sem pose, sem pressa de crescer. E crescer, hoje eu entendo, não é deixar de ser criança. É carregar dentro da alma aquele riso fácil, aquele brilho no olhar e a capacidade de se encantar com o que é pequeno. É continuar acreditando que brincar é um ato de amor e que rir cura. Porque ser adulto sem esquecer o lado criança é o maior presente que o tempo pode nos dar. Com meu eterno respeito e gratidão a todos que, de alguma forma, fizeram e ainda fazem as crianças felizes. 💛 Simony ❤️
Ah, a infância… Quem viveu os anos 80 sabe o sabor que ela tinha. Era o tempo em que a felicidade morava na rua, no quintal, na simplicidade. Onde o dia começava com o cheiro do pão saindo do forno e terminava com o sol se despedindo enquanto a gente ainda queria brincar mais um pouquinho. Pular corda até cansar, jogar amarelinha descalço no asfalto quente, empinar pipa e torcer pra ela cortar o vento sem cair no fio. era pique-esconde, era o grito da mãe chamando do portão e mesmo assim a gente pedia “só mais cinco minutos!”. As crianças dos anos 80 não tinham pressa. A gente tinha o mundo inteiro dentro de um pedaço de giz colorido, dentro de um sonho simples, dentro do coração. Éramos livres, inteiros, felizes… sem filtro, sem pose, sem pressa de crescer. E crescer, hoje eu entendo, não é deixar de ser criança. É carregar dentro da alma aquele riso fácil, aquele brilho no olhar e a capacidade de se encantar com o que é pequeno. É continuar acreditando que brincar é um ato de amor e que rir cura. Porque ser adulto sem esquecer o lado criança é o maior presente que o tempo pode nos dar. Com meu eterno respeito e gratidão a todos que, de alguma forma, fizeram e ainda fazem as crianças felizes. 💛 Simony ❤️
Ah, a infância… Quem viveu os anos 80 sabe o sabor que ela tinha. Era o tempo em que a felicidade morava na rua, no quintal, na simplicidade. Onde o dia começava com o cheiro do pão saindo do forno e terminava com o sol se despedindo enquanto a gente ainda queria brincar mais um pouquinho. Pular corda até cansar, jogar amarelinha descalço no asfalto quente, empinar pipa e torcer pra ela cortar o vento sem cair no fio. era pique-esconde, era o grito da mãe chamando do portão e mesmo assim a gente pedia “só mais cinco minutos!”. As crianças dos anos 80 não tinham pressa. A gente tinha o mundo inteiro dentro de um pedaço de giz colorido, dentro de um sonho simples, dentro do coração. Éramos livres, inteiros, felizes… sem filtro, sem pose, sem pressa de crescer. E crescer, hoje eu entendo, não é deixar de ser criança. É carregar dentro da alma aquele riso fácil, aquele brilho no olhar e a capacidade de se encantar com o que é pequeno. É continuar acreditando que brincar é um ato de amor e que rir cura. Porque ser adulto sem esquecer o lado criança é o maior presente que o tempo pode nos dar. Com meu eterno respeito e gratidão a todos que, de alguma forma, fizeram e ainda fazem as crianças felizes. 💛 Simony ❤️
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Eu demorei, mas voltei inteira. A mistura de mim
Dia de consulta, dia de alegria. Feliz em ter você como médico e como amigo @drfernandomaluf. Sua equipe maravilhosa que eu amo e que sempre me trata com muito amor. Estou bem aliás muito bem 👏 como diz o maluf, estou voando ❤️ vamos repetir os exames em novembro. Já deu tudo certo. Porque Deus é bom o tempo todo 👊🏻🙌🏻❤️💕👌🏻
Você não sabe a força que tem, até precisar colocar em prática. Invista em você e na sua saúde. No final é você com você 🫶❤️👊🏻 Pra cima 🥰
JOÃO LIBERATO EM CONSTRUÇÃO | João Liberato refaz mais um quadro icônico da televisão brasileira: o “Táxi do Gugu”. Ele se disfarçou e deu carona para a cantora Simony. Será que ela reconheceu o filho do Gugu? E essa não é a única surpresa para ela! João conta ainda uma história emocionante: a espera de Carlos por um transplante de coração. E tem mais! No último episódio da série, o filho de Gugu assiste aos conteúdos do pai e relembra sua trajetória na televisão. E um bate-papo exclusivo com Boninho, um dos maiores diretores da TV. A reportagem completa você encontra em: R7.com/canaldomingoespetacular #ReportagensDE #RECORD
Eu parei de me editar. Por muito tempo tentaram me encaixar em versões que não eram minhas. Hoje, eu existo inteira. Contraditória. Em movimento. Isso é A Mistura de Mim. — Simony
Um Dia de Cada Vez Essa palestra nasceu das minhas dores, das minhas curas e da minha fé. Cada história que eu conto é uma parte do que vivi, do que enfrentei e do que aprendi quando precisei recomeçar. É sobre coragem, sobre segurar firme na mão de Deus e acreditar que o amanhã pode ser leve mesmo depois da tempestade. Em Um Dia de Cada Vez, eu falo sobre vida, superação, fé e verdade. Entre palavras e canções, quero tocar corações e lembrar que sempre é possível florescer de novo, mesmo quando parece impossível. Porque falar de dor também é falar de renascimento. E cada passo que dou é com essa certeza. Um dia de cada vez também é música Composição minha e dela @thaisnascimentosaccomani. Que por enquanto você só escuta na palestra. EU NÃO TENHO MEDO DA COLHEITA PORQUE SEI EXATAMENTE O QUE VENHO PLANTADO Que minha palestra possa impactar e transformar sua vida