Hoje é o dia da minha Lilitoca. Minha posh-spice. Meu creme brulèe. A dona dos glúteos mais belos que os deuses já desenharam. A dona do sorriso mais sapeca. A dona do charme mundial. O olhar penetrante que te convida a sorrir. O coração generoso que te convida a se abrir. As mãos que não soltam as dos amigos jamais. Isso é tão poderoso. Que sortuda sou de ter @lisandracortez na minha vida.
A gente se entendeu já no primeiro olhar. Aquarianas… Ela entende sobre amizade. Sobre lealdade. Sobre parceria. Ela entende sobre gargalhada, palhaçada, irreverência. Ela é a melhor parceira de coxia e camarim. E ela me deixa apalpar seu bumbum divino-maravilhoso (obrigada, Deus, pela abundância em minha vida!). Uma excelente ouvinte, tá sempre pronta pra ajudar os seus. Uma profunda pesquisadora de si, do ser humano e suas águas profundas. Uma estudiosa do espírito e do corpo. Uma pessoa que sabe o que é ser do bem: olhar o outro como a si mesmo.
Quem tem Lili por perto realmente tem muito!
Ela é essa riqueza toda… E merece que o universo lhe traga em triplo tudo de maravilhoso que ela é. Minha Lilitoca, que seu novo ciclo seja recheado de maravilhas! Abundância, realizações potentes, alegrias infinitas! Que a boa sorte te acompanhe todos os dias. 🍀❤️ Te amo.
Hoje é o dia da minha Lilitoca. Minha posh-spice. Meu creme brulèe. A dona dos glúteos mais belos que os deuses já desenharam. A dona do sorriso mais sapeca. A dona do charme mundial. O olhar penetrante que te convida a sorrir. O coração generoso que te convida a se abrir. As mãos que não soltam as dos amigos jamais. Isso é tão poderoso. Que sortuda sou de ter @lisandracortez na minha vida.
A gente se entendeu já no primeiro olhar. Aquarianas… Ela entende sobre amizade. Sobre lealdade. Sobre parceria. Ela entende sobre gargalhada, palhaçada, irreverência. Ela é a melhor parceira de coxia e camarim. E ela me deixa apalpar seu bumbum divino-maravilhoso (obrigada, Deus, pela abundância em minha vida!). Uma excelente ouvinte, tá sempre pronta pra ajudar os seus. Uma profunda pesquisadora de si, do ser humano e suas águas profundas. Uma estudiosa do espírito e do corpo. Uma pessoa que sabe o que é ser do bem: olhar o outro como a si mesmo.
Quem tem Lili por perto realmente tem muito!
Ela é essa riqueza toda… E merece que o universo lhe traga em triplo tudo de maravilhoso que ela é. Minha Lilitoca, que seu novo ciclo seja recheado de maravilhas! Abundância, realizações potentes, alegrias infinitas! Que a boa sorte te acompanhe todos os dias. 🍀❤️ Te amo.
A vida é feita de encontros. Às vezes, eles surgem do nada, duram poucos minutos e nos alimentam a alma. Como hoje, de repente, no nosso pré-ensaio. Um reencontro sem planejar…
Tem gente que vira especial pra sempre na vida da gente.
E é isso que faz a vida valer a pena.
Amo essas pessoas!
@dudapimenta @pimenta_maedaduda @pedrolemosator @edusemerjian
❤️💜💙
Eu e a @liviainhudes temos bochechas que dialogam e facilmente poderíamos ser mãe e filha na ficção. Fora que eu amo essa garota. 💜
E atrás temos esse gato do @cauecamposs (que já foi meu filho na ficção) querendo participar da foto (ja tem uma dele aqui no meu feed, pois eu amo esse garoto! ❤️)
Hoje acordei, comi, treinei (puxar ferro, quem diria, é um poderoso antidepressivo), estudei texto (amanhã tem peça), pensei sobre a vida, li coisas, me angustiei (não porque li coisas, mas porque sim), almocei, me angustiei de novo, vou ensaiar já já, respirei, bebi água (outro item importante), fiquei fritando sobre a vida, senti cansaço, energia no pé, depois subiu de novo, a vida cansa, às vezes descansa, às vezes excita, mas mais cansa do que descansa, daí que brincar com a câmera e fazer pose sexy-melancólica me pareceu um bom jeito de dialogar com o algoritmo, mas depois pensei que não, ele não gosta de fotos meio estranhas, desfocadas, precisava estar com mais pele à mostra, algo mais frontal, iluminado, chapado, raso, fotografia pobre, o algoritmo não gosta de sombras (embora ele seja pura treva) nem de foto realmente boa, daí que as fotos instagramáveis (o robô virou verbo, sai da minha língua!) são sempre pobres em conceito, pergunte aos fotógrafos, eles devem estar frustrados, e eu também, porque não sou instagramável e minha vida muito menos e eu adoro fotos não muito óbvias, mas por aqui não rola muito.
Angústias, oscilações, vazios, perrengues, cansaços… Será que um dia serão instagramáveis?
Acho que não, o povo quer mesmo é uma fábula ruim. Aqui está, olha como posso ser sexy mesmo quando me sinto um nada.
Mesmo assim, Braseel, “bora que #sextou” …
Bom fim de semana!
(Tô em Brasília porque sábado e domingo tem peça, abrimos final de semana extra… brasilienses, venham. No Teatro dos Bancários, esse teatro belíssimo que eu amo. Beijas 💙)
Hoje acordei, comi, treinei (puxar ferro, quem diria, é um poderoso antidepressivo), estudei texto (amanhã tem peça), pensei sobre a vida, li coisas, me angustiei (não porque li coisas, mas porque sim), almocei, me angustiei de novo, vou ensaiar já já, respirei, bebi água (outro item importante), fiquei fritando sobre a vida, senti cansaço, energia no pé, depois subiu de novo, a vida cansa, às vezes descansa, às vezes excita, mas mais cansa do que descansa, daí que brincar com a câmera e fazer pose sexy-melancólica me pareceu um bom jeito de dialogar com o algoritmo, mas depois pensei que não, ele não gosta de fotos meio estranhas, desfocadas, precisava estar com mais pele à mostra, algo mais frontal, iluminado, chapado, raso, fotografia pobre, o algoritmo não gosta de sombras (embora ele seja pura treva) nem de foto realmente boa, daí que as fotos instagramáveis (o robô virou verbo, sai da minha língua!) são sempre pobres em conceito, pergunte aos fotógrafos, eles devem estar frustrados, e eu também, porque não sou instagramável e minha vida muito menos e eu adoro fotos não muito óbvias, mas por aqui não rola muito.
Angústias, oscilações, vazios, perrengues, cansaços… Será que um dia serão instagramáveis?
Acho que não, o povo quer mesmo é uma fábula ruim. Aqui está, olha como posso ser sexy mesmo quando me sinto um nada.
Mesmo assim, Braseel, “bora que #sextou” …
Bom fim de semana!
(Tô em Brasília porque sábado e domingo tem peça, abrimos final de semana extra… brasilienses, venham. No Teatro dos Bancários, esse teatro belíssimo que eu amo. Beijas 💙)
Hoje acordei, comi, treinei (puxar ferro, quem diria, é um poderoso antidepressivo), estudei texto (amanhã tem peça), pensei sobre a vida, li coisas, me angustiei (não porque li coisas, mas porque sim), almocei, me angustiei de novo, vou ensaiar já já, respirei, bebi água (outro item importante), fiquei fritando sobre a vida, senti cansaço, energia no pé, depois subiu de novo, a vida cansa, às vezes descansa, às vezes excita, mas mais cansa do que descansa, daí que brincar com a câmera e fazer pose sexy-melancólica me pareceu um bom jeito de dialogar com o algoritmo, mas depois pensei que não, ele não gosta de fotos meio estranhas, desfocadas, precisava estar com mais pele à mostra, algo mais frontal, iluminado, chapado, raso, fotografia pobre, o algoritmo não gosta de sombras (embora ele seja pura treva) nem de foto realmente boa, daí que as fotos instagramáveis (o robô virou verbo, sai da minha língua!) são sempre pobres em conceito, pergunte aos fotógrafos, eles devem estar frustrados, e eu também, porque não sou instagramável e minha vida muito menos e eu adoro fotos não muito óbvias, mas por aqui não rola muito.
Angústias, oscilações, vazios, perrengues, cansaços… Será que um dia serão instagramáveis?
Acho que não, o povo quer mesmo é uma fábula ruim. Aqui está, olha como posso ser sexy mesmo quando me sinto um nada.
Mesmo assim, Braseel, “bora que #sextou” …
Bom fim de semana!
(Tô em Brasília porque sábado e domingo tem peça, abrimos final de semana extra… brasilienses, venham. No Teatro dos Bancários, esse teatro belíssimo que eu amo. Beijas 💙)
Dia desses liguei a câmera porque lembrei que preciso alimentar uma vida de rede social, sendo que nem alimento uma vida propriamente social – mas deveria, eu sei, eu sei.
Não sei se devo ter o tal Threads, não dou conta nem de mim, como vocês conseguem ser tão animados?
Talvez me falte vitamina D, não sei, não sei.
Nessa foto eu tô 50% fofa, 35% gostosa e 15% esforçada pra sorrir. Existem aí outros 157% (minha matemática é diferente) que estão exaustos, muito, muito exaustos.
Queria ser aquelas personagens de novela que chegam em casa exaushtaish (elas são cariocas) e tomam um whisky (nem gosto de whisky, mas é chique). Sempre tem gelo disponível, aquele barulho no copo de vidro, aquele olhar de magnata exaushto e cheio de ideias mirabolantes.
Eu, quando exausta, não tenho ideia nenhuma, minha cabeça vira um bololô.
Enfim, quis narrar essas coisas ordinárias de uma mulher ordinária, mas bonitinha.
Oi, rede, boa semana 🍀
A vida é simples, a gente é que complica.
Boa semana!
Abraço!
(@camiloschaden foi quem descobriu essa grande sexóloga Mara Vulvão)
Eu nunca gostei de comemorar dia nenhum, mas sempre tem aquele chocolate ou aquele gesto xis nesse dia, só pra dizer que a gente sabe fazer parte da sociedade. Mas fato é que não sabemos. Compartilhamos as mesmas rebeldias, não gostamos de dia comemorativo nenhum, exceto nosso sagrado aniversário de amor, todo janeiro é nosso e abrimos o melhor vinho possível.
Ontem passamos o dia em funções familiares e ai de quem disser que madrasta não materna.
Mas hoje deu vontade de ver fotos antigas, e essa nem de longe é nossa melhor foto, mas é na Livraria El Ateneo, em Buenos Aires, cidade que tanto amamos. Essa foto foi na nossa primeira ida juntos pra lá, e caminhamos dezenas de quilômetros pela cidade, comendo um alfajor por hora. Ele é meu melhor amigo. Não há nenhum assunto que a gente não converse e eu só sei amar se for assim, porque a amizade é o amor mais bonito que existe. E porque construir um amor alto nível é nossa meta, e exige trabalho e disciplina.
Me apaixonei quando olhei pras mãos dele, entendedorxs entenderão, e desde então eu o amasso todos os dias, porque ele é meu ursinho, meu bolinho, meu amor. Ele quer me ver brilhar em tudo que eu fizer, e nunca vi no mundo alguém tão empenhado por outra pessoa.
Às vezes a gente lamenta não ter se conhecido anos antes, tantas coisas poderiam ter sido lindas, aí a gente lembra da teoria de que tudo é no tempo que tem que ser e, adivinha? A gente segue achando essas teorias idi0tas e segue lamentando não ter se conhecido antes, ué. Não acho que tudo seja no tempo certo, certo pra quem? O tempo às vezes erra, vide as mitologias todas, esses deuses gregos cometem grandes cag4das. E ok, então nossa teoria é outra: o universo nem sempre é perfeito, a gente segue o baile mesmo assim, feliz ao menos de, mesmo com algum atraso, ter podido se encontrar e se amar tanto.
Então, nesses anos de amor, paixão e amizade imensa, eu só tenho a agradecer à vida por, mesmo sendo cruel volta e meia, me dar esse presente. O Sessé é um refúgio quentinho tipo café com pão na chapa na padaria domingo. Me sinto rainha do lado dele, e isso também é mérito meu, que não me contento com pouco.
Te amo @sergio.roizenblit
❤️
@leticiacannavale e eu num papo super conectado com o astral e cheias de lições de vida pra vcs.
Afinal, basta ter fone e microfone, e tudo parece profundo. O povo ama compartilhar aqui coisas que são obviedades com a profundidade de um pires. Observem. 🤓
Beijas
Eu nunca vou esquecer a primeira vez que o vi. Diferentemente dos meus amigos nascidos e criados na capital, fui nascida e criada numa pequena cidade beem interiorana, um tanto longe da pauliceia. Então demorei pra conhecer certos tesouros. Mas chegou minha vez, conheci o Zé. E ele é de Araraquara, cidade que também conheço bem. Eu o vi pela primeira vez em São José do Rio Preto, apresentando sua peça autobiográfica “Vento forte para papagaio subir”. Era 2005, acho. Eu já havia ouvido falar muito dele, mas, como ocorre com Dioniso, só quem está em seus ritos entende do que se tratam potência e transcendência. A peça falava sobre isso, sua travessia, a travessia de alguém que nasceu lá e voou pra longe.
Eu ouvia que o Zé, nos primórdios, levou sua peça “Os Sertões” para Araraquara e chocou a aristocracia local. O povo da sala de jantar, sabe?! Muito comum por lá, um agropensamento de tradição, família, propriedade. Zé chacoalhou seu lugar de origem. E depois não precisou mais voltar. Seu reduto, o Teatro Oficina, se tornou nosso reduto, reduto de todos os que precisavam fugir da gente careta e encaixotada, do ar quadrado que obrigam que a gente respire. Ir pro Oficina era fugir do massacre cotidiano. Reduto de liberdade, criatividade, arte. Zé, com todos os seus paradoxos, foi livre e pressionou pra que sua plateia também o fosse. Tentamos. Seguiremos tentando.
Como é nascer assim, de mente alada, Zé? Deve ser bom e deve ser sofrido. Nascer assim, tão colorido, numa sociedade tão cinza. Que dureza. Mas que bom que você veio. Que bom que você marretou essas paredes rígidas do pensamento, do sentimento e, sobretudo, do corpo: você era e pra sempre será puro corpo. Um corpo cênico embriagado de vinho e poesia. Obrigada por tudo. Sobretudo por nos mostrar que a liberdade, mesmo que de vez em quando, é possível.
Lutaremos por aqui, enquanto você segue seu voo.
Evoé. 🍷🎭
(Foto: Amanda Perobelli)
Não é dia de #tbt, mas nosso outubro deste ano merece essa saudade! ❤️
#NY #NYC
📸 @sergio.roizenblit
Não é dia de #tbt, mas nosso outubro deste ano merece essa saudade! ❤️
#NY #NYC
📸 @sergio.roizenblit
Não é dia de #tbt, mas nosso outubro deste ano merece essa saudade! ❤️
#NY #NYC
📸 @sergio.roizenblit
Não é dia de #tbt, mas nosso outubro deste ano merece essa saudade! ❤️
#NY #NYC
📸 @sergio.roizenblit
Nosso filme estreou no @festivaldecinemadesaobernardo e foi uma alegria! 💙
Foram dias felizes filmando em Brasília com um elenco delicioso: @sophiaabrahao @befelinto @sergioharger
Obrigada @cristianovieira10 pelo convite, @rafasalmona pela parceria, @josedecampos_ator pela preparação, @sergioharger por ter feito o filme acontecer! Obrigada a toda a equipe por tudo.
Obrigada também @castinglab1 por estarmos juntas!
E parabéns @festivaldecinemadesaobernardo, foi uma delícia! Vida longa ao festival!
Minha vida é mesmo muito aquariana…
Bom, o ano era 2018 e o Sessé me disse: “você precisa conhecer a Julia, ela é muito engraçada e vocês têm um jeito muito parecido. E ela é neta do Nelson Rodrigues.” Pensei: “que incrível! Fiz mestrado sobre a obra do avô dela.”
Daí a vi pela primeira vez e vi que, além de tudo, ela tem esses seios fartos e maravilhosos, meu Deus, que mulher! Nos apaixonamos: viramos amigas em 5 minutos de conversa, viramos fã uma da outra, e começamos uma jornada incrível que culminou em um “filho” juntas: um podcast sobre maternidade e madrastidade, um projeto que nos acompanhou durante toda a pandemia e que foi riquíssimo de fazer. E que depois culminou ainda no meu livro de não-ficção, e no livro infantil dela, que é lindo.
Nos tornamos uma família.
A Ju escreve como ninguém (bom… Neta de quem é e filha de quem é, não era pra menos). Escreve roteiros numa velocidade chocante e com uma qualidade impressionante. É uma escrita dinâmica, fluida, um humor inteligente… Ela realmente merece brilhar muito nessa vida!
Eu amo quando a gente se encontra pra brindar e gargalha a noite toda. Eu amo o sotaque absurdamente carioca que ela tem. Eu amo os peitos dela. E eu amo que ela faz pose de irmã mais velha comigo.
Ju, hoje é seu dia. E escrevo tudo isso pra te desejar o ciclo mais lindo que você já teve até hoje! Que seja doce, próspero, rico! Te amo!
❤️
@divorcioeparentalidade
Minha vida é mesmo muito aquariana…
Bom, o ano era 2018 e o Sessé me disse: “você precisa conhecer a Julia, ela é muito engraçada e vocês têm um jeito muito parecido. E ela é neta do Nelson Rodrigues.” Pensei: “que incrível! Fiz mestrado sobre a obra do avô dela.”
Daí a vi pela primeira vez e vi que, além de tudo, ela tem esses seios fartos e maravilhosos, meu Deus, que mulher! Nos apaixonamos: viramos amigas em 5 minutos de conversa, viramos fã uma da outra, e começamos uma jornada incrível que culminou em um “filho” juntas: um podcast sobre maternidade e madrastidade, um projeto que nos acompanhou durante toda a pandemia e que foi riquíssimo de fazer. E que depois culminou ainda no meu livro de não-ficção, e no livro infantil dela, que é lindo.
Nos tornamos uma família.
A Ju escreve como ninguém (bom… Neta de quem é e filha de quem é, não era pra menos). Escreve roteiros numa velocidade chocante e com uma qualidade impressionante. É uma escrita dinâmica, fluida, um humor inteligente… Ela realmente merece brilhar muito nessa vida!
Eu amo quando a gente se encontra pra brindar e gargalha a noite toda. Eu amo o sotaque absurdamente carioca que ela tem. Eu amo os peitos dela. E eu amo que ela faz pose de irmã mais velha comigo.
Ju, hoje é seu dia. E escrevo tudo isso pra te desejar o ciclo mais lindo que você já teve até hoje! Que seja doce, próspero, rico! Te amo!
❤️
@divorcioeparentalidade
Há uns 10 anos, escrevi no Facebook sobre as frases que são ditas para e sobre uma menina desde que ela nasce. Frases que são ouvidas por nossos ouvidos – maldit4 audição (ou maldit4 a língua que profere absurdos). Listei na época algumas, mas não é isso que importa aqui.
Adoraria que tivéssemos a capacidade de “desouvir” coisas. Não podemos. E pior: ficamos na vida adulta tentando, ao menos, desacreditar naquilo tudo que nos fizeram crer, aí chegamos aos 90 percebendo nosso imenso potencial. Que legal, sociedade, obrigada pelo atraso que você nos impõe. Enquanto nossos amigos estão lá, pilotando aviões, comandando empresas, dirigindo coisas.
Esse vídeo é lindo. Assistam. E quem tem menina em casa: cuide de fazê-la crer em seu potenciai tanto quanto vocês fazem os meninos crerem. Boneca pra um e avião pra outro? Até quando vocês vão achar que a educação distinta entre os gêneros é apenas uma arbitrariedade? Ih, lá vem você falar de patriarcado: pois é, amores, sim, o patriarcado atua nas “pequenas” coisas, como reconhecer (inclusive a ciência é patriarcal) e pesquisar sobre meninos superdotados ou autistas, por exemplo, enquanto essa estatística é incerta sobre as meninas, por “n” razões. Etc. Sabiam? De um lado, menina superdotada interessa a quem? De outro, pesquisar sobre como o autismo se dá nas meninas (doutrinadas sempre a filtrar expressões emocionais, “be a good girl”) é menos importante. Meninas são mais maduras, meninos são meninos. Etc. Mil coisas ridículas. Isso ainda sendo basicona aqui na legenda…
Resumindo: vejam o vídeo.
———
#Repost @fin4she with @let.repost
• • • • • •
Nossa News de hoje falamos sobre a Barbie e seu imaginário na mente das mulheres, onde citamos essa campanha da @barbie @mattel , de 2018, sobre a lacuna de sonhos entre meninas e meninos.
O que estamos permitindo nossas meninas acreditarem que elas podem ser?
*Para receber nossa News se inscreva no link da bio 😉.
Legendas por @fin4she
Olha que elenco!
Hoje faremos uma leitura da peça B-59, com direção do @danrosseto. Venham! Infos abaixo. 💙
@mauriciomachado.oficial @sergio_rufinorufino @victorgarbossa
📸 @fotosgutierrez
#Repost @mauriciomachado.oficial with @let.repost
• • • • • •
E hoje, 19 de Julho, às 20h, faremos a leitura da peça @b_59_teatro texto de Cleber Maeques, com direção de @danrosseto. Baseado em fatos reais, onde um submarino soviético quase deu início a 3a. Guerra Mundial. Na Sala Multiiso do @teatroarthurazevedosp com ENTRADA FRANCA. #leitura #teatro #ator #atores
Boa semana, cidadãos 💙
Todo músico pratica seu instrumento todo dia. Todo artista plástico se enfia no seu ateliê e cria e pinta e pratica. O ator precisa fazer a mesma coisa. Estudar todo dia, em livros e na experimentação cênica. Criar, pensar, experimentar.
Ainda falando de fábulas pobres (veja meu post anterior), a questão é que como meu instrumento é meu corpo, meu rosto, minha voz, o mercado acaba nos encaixando no que é mais fácil. A gente, de alguma forma, vive louvando estereótipos. Mas um ator que estuda é capaz de dar vida ao que quer que seja, sobretudo se o tema ou a personagem lhe tocar de alguma forma.
Maternidade (e a não-maternidade) é um tema caro pra mim. E a prostituição também. Ser put4 e mãe ao mesmo tempo, nas palavras da maioria delas, é impossível. A sociedade não deixa, não facilita. Apedreja.
E daí que eu, que sempre fui a bonitona engraçada, também sou feia, esquisita, confusa, complexa, densa, sei lá, mil coisas. Somos muitas possibilidades.
Então, exercitando aqui minha guitarra, escrevi uma cena – e sempre começo criando primeiro as personagens. Que depois viram cenas, que depois viram curtas. Já fiz outras prostitut4s, mas nunca uma tão desnuda de si.
Editei um trecho curtinho aqui. Ainda é só uma experimentação.
Texto e caracterização meus. Direção e montagem do @sergio.roizenblit.
Beijos e bom fim de semana.
💜