Esse é um dos clipes que eu tenho mais orgulho de ter feito. É uma reflexão sobre essa sensação de que a vida vai ficando mais difícil à medida que o tempo vai passando e a gente vai ficando mais velho. Assim como no jogo do Mario. Essa sensação me assolou bastante ali por volta dos 25, 26 anos, na transição pro que chamam da vida adulta. No desgarramento do seio familiar, das instituições de ensino, na entrada no mundo profissional, na construção de uma identidade que parece mais definitiva e menos provisória. Talvez só estivesse passando por uma fase difícil (baduntz). Hoje em dia não tenho mais essa sensação, de dificuldade crescente. Me sinto mais em paz com a base que eu construí, com meu trabalho e com as pessoas a minha volta. A vida parece mais prazerosa, tomara que siga assim. Acabei divagando aqui, mas o que eu ia dizer é que fico muito feliz com esse clipe construído em colaboração com @mottamaira e @pedroriguetti no roteiro, com as ilustrações lindíssimas de @miguelcarvalhoilustra, que também cuidou da animação junto de @antoniamuniz e @anabolshaw . O mais perto que já cheguei de um filme da Pixar ✨
Retrospectiva da Retrospectiva de 2023 (agora acabou) Tava difícil começar o ano, parece que janeiro se arrastou, como aquele momento em que você acorda e ainda demora um bocado a acordar de verdade e sair da cama. Mas essa semana eu saí e limpei a remela dos olhos. Acho que depois de 2011 (o ano em que eu fiz intercâmbio e descobri um bocado de coisa e gravei o Pearl), 2023 foi o ano mais transformador da minha vida. Que venham os pássaros e os dragões, seguimos armados e cercados com as armas de Jorge.
Retrospectiva da Retrospectiva de 2023 (agora acabou) Tava difícil começar o ano, parece que janeiro se arrastou, como aquele momento em que você acorda e ainda demora um bocado a acordar de verdade e sair da cama. Mas essa semana eu saí e limpei a remela dos olhos. Acho que depois de 2011 (o ano em que eu fiz intercâmbio e descobri um bocado de coisa e gravei o Pearl), 2023 foi o ano mais transformador da minha vida. Que venham os pássaros e os dragões, seguimos armados e cercados com as armas de Jorge.
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Retrospectiva da Retrospectiva de 2023 (agora acabou) Tava difícil começar o ano, parece que janeiro se arrastou, como aquele momento em que você acorda e ainda demora um bocado a acordar de verdade e sair da cama. Mas essa semana eu saí e limpei a remela dos olhos. Acho que depois de 2011 (o ano em que eu fiz intercâmbio e descobri um bocado de coisa e gravei o Pearl), 2023 foi o ano mais transformador da minha vida. Que venham os pássaros e os dragões, seguimos armados e cercados com as armas de Jorge.
Retrospectiva da Retrospectiva de 2023 (agora acabou) Tava difícil começar o ano, parece que janeiro se arrastou, como aquele momento em que você acorda e ainda demora um bocado a acordar de verdade e sair da cama. Mas essa semana eu saí e limpei a remela dos olhos. Acho que depois de 2011 (o ano em que eu fiz intercâmbio e descobri um bocado de coisa e gravei o Pearl), 2023 foi o ano mais transformador da minha vida. Que venham os pássaros e os dragões, seguimos armados e cercados com as armas de Jorge.
Retrospectiva da Retrospectiva de 2023 (agora acabou) Tava difícil começar o ano, parece que janeiro se arrastou, como aquele momento em que você acorda e ainda demora um bocado a acordar de verdade e sair da cama. Mas essa semana eu saí e limpei a remela dos olhos. Acho que depois de 2011 (o ano em que eu fiz intercâmbio e descobri um bocado de coisa e gravei o Pearl), 2023 foi o ano mais transformador da minha vida. Que venham os pássaros e os dragões, seguimos armados e cercados com as armas de Jorge.
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Retrospectiva da Retrospectiva de 2023 (agora acabou) Tava difícil começar o ano, parece que janeiro se arrastou, como aquele momento em que você acorda e ainda demora um bocado a acordar de verdade e sair da cama. Mas essa semana eu saí e limpei a remela dos olhos. Acho que depois de 2011 (o ano em que eu fiz intercâmbio e descobri um bocado de coisa e gravei o Pearl), 2023 foi o ano mais transformador da minha vida. Que venham os pássaros e os dragões, seguimos armados e cercados com as armas de Jorge.
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A turnê das Palavras é um desafio gigante. Levar para o palco um disco que reúne mpb, pagode, forró, funk, e que foi gravado por mais de 50 pessoas, em um repertório que ainda conseguisse conciliar o Pearl e o Casas de uma maneira que fizesse sentido me pareceu impossível em algum momento. Cogitei não fazer essa turnê por ser arriscada ou cara demais. Enquanto eu gravava “As Palavras”, me perguntavam como seria o show e minha única resposta era que eu não conseguia pensar naquilo durante as gravações, se não eu iria enlouquecer – ou iria ser obrigado a me limitar nas escolhas e fazer outro disco, mais simples e mais coeso – a coesão definitivamente não é uma virtude d’as palavras. Talvez justamente a falta dela, e a liberdade decorrente disso, seja. Mas um dia surgiu a figura do @fejuca , diretor musical da Liniker e do Emicida, que conseguiu resolver a equação: uma banda grande, que teria três figuras essenciais: uma percussionista que dominasse a linguagem do pagode e do samba, um segundo percussionista que dominasse a linguagem baiana, da escola Rumpilezz, e por fim um DJ que dominasse a linguagem do hip hop e dos samples. Daí veio @riccardobraga , ex-Rumpilezz, baiano, @larissaumayta , prodígio da percussão nascida e criada em Brasília e @_djmarco_ , fundamento do hip hop paulista. No que chamamos de cozinha (baixo, bateria e piano), meus parceiros de guerra cariocas que já tocam comigo há oito anos, @instafonte , @antonioguerramusica , @pabloarruda.music . Além disso, junto à cozinha chegou @vinisampaioofficial , que transita entre todos esses universos com o cavaquinho, a guitarra, o violão; as irmãs paixão para reproduzir os coros femininos que são centrais no disco, @estela.paixao e @eloizapaixao ; e o tradicional naipe de metais comandado por @richardfermino e @sintiapiccinsax, complementado por @arthurita. Ainda tem toda a parte visual, que vou contar com os devidos detalhes em outro post, mas o fato é que essa caravana de 22 pessoas seguirá em turnê até o fim desse ano. Em breve anunciaremos mais datas. Se eu fosse você não perderia, porque realmente é uma realização rara e tá bonito de verdade. A gente se vê na estrada 🛣️
Encerramento da Turnê As Palavras São Paulo | 23.11 Áudio SP | Ingressos Disponíveis nos Stories A turnê das Palavras vai chegar ao fim. Eu amo esse disco. Eu amo esse show. Amo a loucura que me bateu quando resolvi viajar com 13 pessoas no palco e 22 pessoas na equipe. Porque se fosse de outro jeito não faria sentido. Amo o que ele despertou em mim, a vontade de fazer shows, o prazer de estar no palco, de conseguir encarar as pessoas. Amo o arranjo de pagode de Partilhar, amo tocar com dois percussionistas, amo as intervenções de sample do DJ com a banda orgânica. Sou imensamente grato ao Julio Fejuca pela direção musical, pelo Batman Zavareze pela direção visual. Pela banda incrível que me acompanha – gigante no número de integrantes, na musicalidade e no carisma. Sou imensamente grato a todos vocês que conseguiram assistir. Mas o ciclo desse disco está se encerrando para começar um novo. Essa vai ser a última apresentação em São Paulo. Provavelmente vai ser meu último show com uma banda desse tamanho por um bom tempo. Ano que vem já vem outra história, mas disso, por enquanto, não posso falar aqui. A gente se vê em Novembro.
Encerramento da Turnê As Palavras São Paulo | 23.11 Áudio SP | Ingressos Disponíveis nos Stories A turnê das Palavras vai chegar ao fim. Eu amo esse disco. Eu amo esse show. Amo a loucura que me bateu quando resolvi viajar com 13 pessoas no palco e 22 pessoas na equipe. Porque se fosse de outro jeito não faria sentido. Amo o que ele despertou em mim, a vontade de fazer shows, o prazer de estar no palco, de conseguir encarar as pessoas. Amo o arranjo de pagode de Partilhar, amo tocar com dois percussionistas, amo as intervenções de sample do DJ com a banda orgânica. Sou imensamente grato ao Julio Fejuca pela direção musical, pelo Batman Zavareze pela direção visual. Pela banda incrível que me acompanha – gigante no número de integrantes, na musicalidade e no carisma. Sou imensamente grato a todos vocês que conseguiram assistir. Mas o ciclo desse disco está se encerrando para começar um novo. Essa vai ser a última apresentação em São Paulo. Provavelmente vai ser meu último show com uma banda desse tamanho por um bom tempo. Ano que vem já vem outra história, mas disso, por enquanto, não posso falar aqui. A gente se vê em Novembro.