Hoje dei boleia a um novo amiguinho do Mateus que me perguntou “O que é que faz?” (apesar de eu insistir que me pode tratar por tu!) O Mateus saltou e disse “Espera eu digo!!! A minha mãe é atriz, apresentadora de televisão, pessoa que faz as outras pessoas felizes, pessoa de podcast, pessoa que faz yoga todos os dias e o trabalho mais importante – melhor mãe do mundo!” Pronto, vim só para aqui exibir-me um pouco e demonstrar o meu orgulho pela percepção que o meu filho tem de mim. 🤣😜
O termo Coaching surgiu em 1500 em Inglaterra, quando era utilizada para descrever os cocheiros, que eram os profissionais que conduziam as carruagens (coches) até ao seu destino. Não é suposto um coach dar-te opiniões, manipular ou utilizar frases feitas. Um verdadeiro coach faz perguntas que te ajudarão a percorrer o teu caminho até ao objetivo que desejas. 🌟💜 #bemestar #kologica #conhecimento #kologicadevida #autocuidado #mindfulness #respiração #coaching
E se, com intenção, presença e coragem, conseguirmos criar uma realidade que transcende os nossos sonhos? . . . #pensamentododia
E se, com intenção, presença e coragem, conseguirmos criar uma realidade que transcende os nossos sonhos? . . . #pensamentododia
Hoje é dia de celebrar a @cloeana . Parabéns amiga mais linda que está lá sempre, que ouve com paciência e compreende. Hoje é dia de celebrar o mulherão que és, que me inspira da cabeça aos pés 🤣 (a rima é fraca mas o Amor está lá). ❤️❤️❤️
Nos últimos meses senti o perigo da expressão “quem corre por gosto não cansa.” A verdade é que mesmo por gosto, mesmo a fazer o que gostamos nos cansamos. E não é pouco. Oiço muitas vezes a expressão “bem Vera, tu não páras!” Mas nunca acreditei muito nisso porque achava que me dava momentos de paragem, nas minhas rotinas matinais (nas quais andava um bocado desleixada), nos meus momentos de escrita, nos meus passeios na natureza, etc. Mas a verdade é que não parava há muito tempo. Comecei a reflectir sobre o último ano e percebi que andei a encavalitar trabalho, projectos e afazeres uns atrás dos outros. Um programa, uma novela, um podcast, um retiro, mais uma temporada de podcast, mais o dizer sim a convites para ajudar projectos de outros, mais as horas a fio em frente ao computador. Parei uma semana em Junho quando desliguei o telefone e estive uns dias no Being Festival mas na verdade não foi suficiente. Não parava há tempo demais. E o corpo e a mente começaram a ressentir-se, comecei a ficar ansiosa, a dormir mal, a sentir um cansaço extremo. Até me permitir parar MESMO. Há uns anos entrevistei a Geninha Varatojo que disse “quando estou numa encruzilhada espero”. Na altura foi dos insights mais poderosos que tive, mas só agora o pus em prática. Só quando esperamos nos podemos permitir a receber. Só quando nos sentamos a observar nos podemos abrir a novas possibilidades. Tive finalmente um momento de pausa há duas semanas, quando fui às Maldivas só para descansar (depois de lá ter ido em trabalho), em que pude permitir-me só a estar, receber, desfrutar e amar. Quem corre por gosto cansa sim, e não é pouco, por isso fiquemos atentos. Só podemos dar quando o nosso tanque está cheio, só podemos investir energia em algo quando recarregamos baterias. Tenho muita sorte nesta vida! 🙌 . . . #quemcorreporgostocansa #kologicadevida #pausa #maldivas
Nos últimos meses senti o perigo da expressão “quem corre por gosto não cansa.” A verdade é que mesmo por gosto, mesmo a fazer o que gostamos nos cansamos. E não é pouco. Oiço muitas vezes a expressão “bem Vera, tu não páras!” Mas nunca acreditei muito nisso porque achava que me dava momentos de paragem, nas minhas rotinas matinais (nas quais andava um bocado desleixada), nos meus momentos de escrita, nos meus passeios na natureza, etc. Mas a verdade é que não parava há muito tempo. Comecei a reflectir sobre o último ano e percebi que andei a encavalitar trabalho, projectos e afazeres uns atrás dos outros. Um programa, uma novela, um podcast, um retiro, mais uma temporada de podcast, mais o dizer sim a convites para ajudar projectos de outros, mais as horas a fio em frente ao computador. Parei uma semana em Junho quando desliguei o telefone e estive uns dias no Being Festival mas na verdade não foi suficiente. Não parava há tempo demais. E o corpo e a mente começaram a ressentir-se, comecei a ficar ansiosa, a dormir mal, a sentir um cansaço extremo. Até me permitir parar MESMO. Há uns anos entrevistei a Geninha Varatojo que disse “quando estou numa encruzilhada espero”. Na altura foi dos insights mais poderosos que tive, mas só agora o pus em prática. Só quando esperamos nos podemos permitir a receber. Só quando nos sentamos a observar nos podemos abrir a novas possibilidades. Tive finalmente um momento de pausa há duas semanas, quando fui às Maldivas só para descansar (depois de lá ter ido em trabalho), em que pude permitir-me só a estar, receber, desfrutar e amar. Quem corre por gosto cansa sim, e não é pouco, por isso fiquemos atentos. Só podemos dar quando o nosso tanque está cheio, só podemos investir energia em algo quando recarregamos baterias. Tenho muita sorte nesta vida! 🙌 . . . #quemcorreporgostocansa #kologicadevida #pausa #maldivas
Nos últimos meses senti o perigo da expressão “quem corre por gosto não cansa.” A verdade é que mesmo por gosto, mesmo a fazer o que gostamos nos cansamos. E não é pouco. Oiço muitas vezes a expressão “bem Vera, tu não páras!” Mas nunca acreditei muito nisso porque achava que me dava momentos de paragem, nas minhas rotinas matinais (nas quais andava um bocado desleixada), nos meus momentos de escrita, nos meus passeios na natureza, etc. Mas a verdade é que não parava há muito tempo. Comecei a reflectir sobre o último ano e percebi que andei a encavalitar trabalho, projectos e afazeres uns atrás dos outros. Um programa, uma novela, um podcast, um retiro, mais uma temporada de podcast, mais o dizer sim a convites para ajudar projectos de outros, mais as horas a fio em frente ao computador. Parei uma semana em Junho quando desliguei o telefone e estive uns dias no Being Festival mas na verdade não foi suficiente. Não parava há tempo demais. E o corpo e a mente começaram a ressentir-se, comecei a ficar ansiosa, a dormir mal, a sentir um cansaço extremo. Até me permitir parar MESMO. Há uns anos entrevistei a Geninha Varatojo que disse “quando estou numa encruzilhada espero”. Na altura foi dos insights mais poderosos que tive, mas só agora o pus em prática. Só quando esperamos nos podemos permitir a receber. Só quando nos sentamos a observar nos podemos abrir a novas possibilidades. Tive finalmente um momento de pausa há duas semanas, quando fui às Maldivas só para descansar (depois de lá ter ido em trabalho), em que pude permitir-me só a estar, receber, desfrutar e amar. Quem corre por gosto cansa sim, e não é pouco, por isso fiquemos atentos. Só podemos dar quando o nosso tanque está cheio, só podemos investir energia em algo quando recarregamos baterias. Tenho muita sorte nesta vida! 🙌 . . . #quemcorreporgostocansa #kologicadevida #pausa #maldivas
Um piquenique na praia, um mergulho, golfinhos a passar, uma conversa boa, um aconchego no coração. ❤️ Que encontro bom querida @_martaborges ❤️
Um piquenique na praia, um mergulho, golfinhos a passar, uma conversa boa, um aconchego no coração. ❤️ Que encontro bom querida @_martaborges ❤️
Esta semana fui descobrir todas as novidades da nova temporada @sicoficial , da qual tenho muito orgulho de fazer parte, com mais uma temporada d’O Clube e do podcast @_kologica_ na @sicmulher . . . . Roupa: @novarbebe Sapatos: @aldo_shoes Jóias: @manzonivera Make-up: @sayonara.makeup Cabelos: @carla_mariaramoz Fotos: @ruivalido
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💫 . . . @hema.consciousbrand
Ontem emocionei-me a ver o Missão 100% Português na @rtppt . Fui muito feliz a gravar este programa – aprendi muito não só sobre o país mas sobre mim também. No episódio de ontem passei por uma das situações que mais me tocou ao longo destas 4 (ou serão 5? 🤔) temporadas: fui visitar um lar de idosos em Castro Laboreiro. Deparei-me com a dor da velhice, com a sensação da espera por nada, com as limitações de corpos cansados e de cabeças que não acompanham. Deparei-me com a minha própria vida que segue em frente sem me lembrar das pessoas que estão nessa situação. Admirei-me com as pessoas que dedicam a sua vida a esta causa, que se entregam para proporcionar uma vida mais preenchida a estes idosos. Deparei-me com a dor da solidão e a necessidade de comunidades e redes de apoio, não só para os mais velhos mas para qualquer pessoa que viva só. Deparei-me com a falta de recursos financeiros para criar espaços mais apelativos e contratar pessoas. Tenho muito orgulho em apresentar este programa! Não só pelo carácter didático, por fomentar o orgulho que devemos ter no nosso país, mas também por trazer consciência a certas causas (como a falta de artesãos para prosseguir com tradições ou neste caso a falta de apoios a pequenas comunidades rurais). Ontem foi um episódio com muita emoção: desde um salto de fé no meio do Gerês até ao amassar do pão num antigo forno comunitário, passando por momentos de pura amizade e cumplicidade com o meu querido @joaopaulorodrigues.oficial . Espero que vocês sejam tão felizes a ver este programa como eu sou feliz a gravá-lo. ❤️ . . . @missaoportugues @rtpplay #missao100portugues #castrolaboreiro #geres #joaopaulorodrigues #rtp #rtpplay #portugal #altominho
Ontem emocionei-me a ver o Missão 100% Português na @rtppt . Fui muito feliz a gravar este programa – aprendi muito não só sobre o país mas sobre mim também. No episódio de ontem passei por uma das situações que mais me tocou ao longo destas 4 (ou serão 5? 🤔) temporadas: fui visitar um lar de idosos em Castro Laboreiro. Deparei-me com a dor da velhice, com a sensação da espera por nada, com as limitações de corpos cansados e de cabeças que não acompanham. Deparei-me com a minha própria vida que segue em frente sem me lembrar das pessoas que estão nessa situação. Admirei-me com as pessoas que dedicam a sua vida a esta causa, que se entregam para proporcionar uma vida mais preenchida a estes idosos. Deparei-me com a dor da solidão e a necessidade de comunidades e redes de apoio, não só para os mais velhos mas para qualquer pessoa que viva só. Deparei-me com a falta de recursos financeiros para criar espaços mais apelativos e contratar pessoas. Tenho muito orgulho em apresentar este programa! Não só pelo carácter didático, por fomentar o orgulho que devemos ter no nosso país, mas também por trazer consciência a certas causas (como a falta de artesãos para prosseguir com tradições ou neste caso a falta de apoios a pequenas comunidades rurais). Ontem foi um episódio com muita emoção: desde um salto de fé no meio do Gerês até ao amassar do pão num antigo forno comunitário, passando por momentos de pura amizade e cumplicidade com o meu querido @joaopaulorodrigues.oficial . Espero que vocês sejam tão felizes a ver este programa como eu sou feliz a gravá-lo. ❤️ . . . @missaoportugues @rtpplay #missao100portugues #castrolaboreiro #geres #joaopaulorodrigues #rtp #rtpplay #portugal #altominho
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Em águas de bacalhau a arrotar postas de pescada. . . . @cloeana #verao #praia #algarve #aguasdebacalhau #postasdepescada
Podia dizer que nasci deste mar… “Era uma vez uma menina de 6 anos que adorava brincar com bonecas. Passava horas a trocar vestidos, a fazer penteados a Barbies, a cuidar do bebé careca, da Nancy, da boneca Matilde e as que mais houvesse… Com o seu instinto maternal e feminino na sua essência, desde cedo manifestou o enorme e forte desejo de ter uma irmã. Um belo dia encontrou a oportunidade ideal para a possibilidade de concretização desse sonho! Pediu a alguém uma fita côr-de-rosa do Senhor do Bomfim da Bahia, enrolou-a no seu fino e frágil pulso e pediu que lhe dessem 3 nós – pois sabia que em cada um deles teria que pedir um desejo. Os mesmos não podiam ser partilhados com ninguém e teria que deitar a fita ao mar quando rebentasse! Assim foi, no entanto rapidamente se esqueceu dos outros desejos porque o único que tinha real significado e pretensão era o enorme e forte desejo de ter uma irmã. Um dia a fita rompeu inesperadamente e a menina correu para a Ria Formosa para a atirar ao mar e pedir novamente ao universo uma mana. O tempo passou e um dia a mãe anunciou que a família iria crescer! Claro que a menina sabia desde logo ser a sua irmã a caminho e que o seu sonho seria uma realidade. O seu mundo encheu-se de Verdade! A Verdade de ser possível um sonho tornar-se realidade, a Verdade da força do pensamento, a Verdade do amor que enche uma família e ajuda a ultrapassar e a enfrentar todas as barreiras. A minha mana é tudo isto e muito mais, é a verdade desta história, é a força desta verdade e deste universo, é a minha linda irmã Vera!” A Verdade está naquilo em que acreditamos. Obrigada mana @elisakolodzig ,amo-te muito. ❤️ . . . #riaformosa #desejo #manas
Podia dizer que nasci deste mar… “Era uma vez uma menina de 6 anos que adorava brincar com bonecas. Passava horas a trocar vestidos, a fazer penteados a Barbies, a cuidar do bebé careca, da Nancy, da boneca Matilde e as que mais houvesse… Com o seu instinto maternal e feminino na sua essência, desde cedo manifestou o enorme e forte desejo de ter uma irmã. Um belo dia encontrou a oportunidade ideal para a possibilidade de concretização desse sonho! Pediu a alguém uma fita côr-de-rosa do Senhor do Bomfim da Bahia, enrolou-a no seu fino e frágil pulso e pediu que lhe dessem 3 nós – pois sabia que em cada um deles teria que pedir um desejo. Os mesmos não podiam ser partilhados com ninguém e teria que deitar a fita ao mar quando rebentasse! Assim foi, no entanto rapidamente se esqueceu dos outros desejos porque o único que tinha real significado e pretensão era o enorme e forte desejo de ter uma irmã. Um dia a fita rompeu inesperadamente e a menina correu para a Ria Formosa para a atirar ao mar e pedir novamente ao universo uma mana. O tempo passou e um dia a mãe anunciou que a família iria crescer! Claro que a menina sabia desde logo ser a sua irmã a caminho e que o seu sonho seria uma realidade. O seu mundo encheu-se de Verdade! A Verdade de ser possível um sonho tornar-se realidade, a Verdade da força do pensamento, a Verdade do amor que enche uma família e ajuda a ultrapassar e a enfrentar todas as barreiras. A minha mana é tudo isto e muito mais, é a verdade desta história, é a força desta verdade e deste universo, é a minha linda irmã Vera!” A Verdade está naquilo em que acreditamos. Obrigada mana @elisakolodzig ,amo-te muito. ❤️ . . . #riaformosa #desejo #manas