De vez em quando volto a este vídeo do rookie dos Detroit Liins, Aidan Hutchinson, a apresentar-se à equipa e a conquistá-la completamente, com o poder de uma super canção.
E de uns mooves tímidos mas certeiros. Gosto de tudo aqui, sobretudo a maneira como a música se espalha e enche a sala inteira, acabando tudo em festa.
Tão bom.
A música. Sempre a Música. ❤️
Todos os dias são dias da Rita, mas 5 de Abril é especial.
A minha Favorite People faz anos hoje. Parabéns meu amor.
Vai ser cá um dia! 🍾🎉🎊
Todos os dias são dias da Rita, mas 5 de Abril é especial.
A minha Favorite People faz anos hoje. Parabéns meu amor.
Vai ser cá um dia! 🍾🎉🎊
Todos os dias são dias da Rita, mas 5 de Abril é especial.
A minha Favorite People faz anos hoje. Parabéns meu amor.
Vai ser cá um dia! 🍾🎉🎊
Todos os dias são dias da Rita, mas 5 de Abril é especial.
A minha Favorite People faz anos hoje. Parabéns meu amor.
Vai ser cá um dia! 🍾🎉🎊
Todos os dias são dias da Rita, mas 5 de Abril é especial.
A minha Favorite People faz anos hoje. Parabéns meu amor.
Vai ser cá um dia! 🍾🎉🎊
Todos os dias são dias da Rita, mas 5 de Abril é especial.
A minha Favorite People faz anos hoje. Parabéns meu amor.
Vai ser cá um dia! 🍾🎉🎊
Todos os dias são dias da Rita, mas 5 de Abril é especial.
A minha Favorite People faz anos hoje. Parabéns meu amor.
Vai ser cá um dia! 🍾🎉🎊
Nós, nos feriados, revezamo-nos. Calhou ser eu a fazer este.
Naquele casulo íntimo, que é um estúdio de rádio sem mais ninguém, só eu, o microfone, os auscultadores, uma luz vaga.
Eu quase nunca tenho esta oportunidade, na verdade. Faço rádio com mais três ou quatro pessoas em estúdio. E o TNT, ao fim de semana, é gravado.
Ter 4 horas de rádio em modo original, só eu, a música e ouvintes, foi um bálsamo.
Eu adoro as Manhãs e a equipa, claro, mas isto é diferente. É a essência de quem foi escolhido por esta profissão. Falar na rádio. Sentir que se chega às pessoas. Conseguir surpreende-las, emocionar por vezes, fazer sorrir ou comover. Encontrar a magia, intacta. Tão pura como quando eu comecei a ouvir rádio na sala lá de casa, tinha 5 ou 6 anos.
O mesmo encantamento, pueril e límpido, de quem sabe bem que adora o que faz, e tem a sorte de o fazer.
Naquelas quatro horas, fui tão feliz. Não deixei que as preocupações, frustrações e inquietações do dia a dia tivessem qualquer hipótese. Desfrutei dos pormenores que só quem faz rádio entende. Um timing de improviso que sai perfeito. Um ouvinte que nos mostra que percebeu uma subtileza qualquer. Pessoal a cantar a música que escolhi, mostrando-me que acertei na mouche. Alegria que nasce naquele estúdio, e chega onde esteja alguém a ouvir. E está toda a gente junta, de outra maneira. O que eu cantei, aos berros, sozinho no estúdio. Tão bom.
Um dia, quando eu já cá não estiver, alguém se lembrará, eventualmente, de mim, e dirá algo como “ah, sim. Era um gajo da Rádio.”
Não anseio por um legado diferente. Só quero ter ainda muitos anos para sentir aquele raio de energia boa que nos percorre o corpo quando, num dado momento de uma emissão de rádio, desligamos o microfone e pensamos: “yeah, que fixe que isto foi!”
Voltei para casa tão contente.
Estava sol firme, e céu azul. Rádio Comercial
Da fotografia do 1º dia à festa do 8º aniversário do Já se faz tarde, o 17-20 da Comercial.
O programa “que não ia dar nunca” fez-se líder incontestado do seu horário, anos a fio. Parabéns Joana e Diogo, Patrícia, Marta e Lourenço. À liderança da Comercial passa muito pela química, o tom e o rasgo deste programa.
A magia da rádio juntou no ar duas pessoas tão mas tão diferentes. Imbatíveis.
Parabéns Já se faz tarde. Obrigado. Play the music.
Da fotografia do 1º dia à festa do 8º aniversário do Já se faz tarde, o 17-20 da Comercial.
O programa “que não ia dar nunca” fez-se líder incontestado do seu horário, anos a fio. Parabéns Joana e Diogo, Patrícia, Marta e Lourenço. À liderança da Comercial passa muito pela química, o tom e o rasgo deste programa.
A magia da rádio juntou no ar duas pessoas tão mas tão diferentes. Imbatíveis.
Parabéns Já se faz tarde. Obrigado. Play the music.
Da fotografia do 1º dia à festa do 8º aniversário do Já se faz tarde, o 17-20 da Comercial.
O programa “que não ia dar nunca” fez-se líder incontestado do seu horário, anos a fio. Parabéns Joana e Diogo, Patrícia, Marta e Lourenço. À liderança da Comercial passa muito pela química, o tom e o rasgo deste programa.
A magia da rádio juntou no ar duas pessoas tão mas tão diferentes. Imbatíveis.
Parabéns Já se faz tarde. Obrigado. Play the music.
Da fotografia do 1º dia à festa do 8º aniversário do Já se faz tarde, o 17-20 da Comercial.
O programa “que não ia dar nunca” fez-se líder incontestado do seu horário, anos a fio. Parabéns Joana e Diogo, Patrícia, Marta e Lourenço. À liderança da Comercial passa muito pela química, o tom e o rasgo deste programa.
A magia da rádio juntou no ar duas pessoas tão mas tão diferentes. Imbatíveis.
Parabéns Já se faz tarde. Obrigado. Play the music.
Voa, Tinoco, voa!
Não pude ir ao concerto do campo pequeno, mas do que li e do que me contaram, percebi que foi um arraso. Ouvi muito o álbum novo neste fim de semana e caramba: esta miúda é especial.
Ouçam a música “Linha de Sintra” e percebam como este bichinho cresceu.
Parabéns @tinoco.barbara 🎈
Naquele tempo adolescente, eu tinha os Xutos, os Heróis do Mar, o Rui Veloso, os GNR, a 7ª Legião.
Mas depois havia o Trovante.
Assim no singular, como eles gostavam que se dissesse.
Hoje dei comigo a voltar lá. A sucessos maiores, como a Xácara das Bruxas Dançando, 125 Azul, Travessa do Poço dos Negros, Saudade, Balada das 7 Saias. E as mais “minhas”: Linha das Fronteiras, Sorriso, Deixa lá, Memórias de um beijo, Perigo, Como quem não quer a coisa.
Adoro voltar a este universo, há aqui álbuns absolutamente brilhantes, e estas canções acompanham-me desde sempre. O Trovante vive! Bye Bye Blackout, uma música de cada vez.
Naquele tempo adolescente, eu tinha os Xutos, os Heróis do Mar, o Rui Veloso, os GNR, a 7ª Legião.
Mas depois havia o Trovante.
Assim no singular, como eles gostavam que se dissesse.
Hoje dei comigo a voltar lá. A sucessos maiores, como a Xácara das Bruxas Dançando, 125 Azul, Travessa do Poço dos Negros, Saudade, Balada das 7 Saias. E as mais “minhas”: Linha das Fronteiras, Sorriso, Deixa lá, Memórias de um beijo, Perigo, Como quem não quer a coisa.
Adoro voltar a este universo, há aqui álbuns absolutamente brilhantes, e estas canções acompanham-me desde sempre. O Trovante vive! Bye Bye Blackout, uma música de cada vez.
Naquele tempo adolescente, eu tinha os Xutos, os Heróis do Mar, o Rui Veloso, os GNR, a 7ª Legião.
Mas depois havia o Trovante.
Assim no singular, como eles gostavam que se dissesse.
Hoje dei comigo a voltar lá. A sucessos maiores, como a Xácara das Bruxas Dançando, 125 Azul, Travessa do Poço dos Negros, Saudade, Balada das 7 Saias. E as mais “minhas”: Linha das Fronteiras, Sorriso, Deixa lá, Memórias de um beijo, Perigo, Como quem não quer a coisa.
Adoro voltar a este universo, há aqui álbuns absolutamente brilhantes, e estas canções acompanham-me desde sempre. O Trovante vive! Bye Bye Blackout, uma música de cada vez.
Naquele tempo adolescente, eu tinha os Xutos, os Heróis do Mar, o Rui Veloso, os GNR, a 7ª Legião.
Mas depois havia o Trovante.
Assim no singular, como eles gostavam que se dissesse.
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Mas depois havia o Trovante.
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Mas depois havia o Trovante.
Assim no singular, como eles gostavam que se dissesse.
Hoje dei comigo a voltar lá. A sucessos maiores, como a Xácara das Bruxas Dançando, 125 Azul, Travessa do Poço dos Negros, Saudade, Balada das 7 Saias. E as mais “minhas”: Linha das Fronteiras, Sorriso, Deixa lá, Memórias de um beijo, Perigo, Como quem não quer a coisa.
Adoro voltar a este universo, há aqui álbuns absolutamente brilhantes, e estas canções acompanham-me desde sempre. O Trovante vive! Bye Bye Blackout, uma música de cada vez.
Naquele tempo adolescente, eu tinha os Xutos, os Heróis do Mar, o Rui Veloso, os GNR, a 7ª Legião.
Mas depois havia o Trovante.
Assim no singular, como eles gostavam que se dissesse.
Hoje dei comigo a voltar lá. A sucessos maiores, como a Xácara das Bruxas Dançando, 125 Azul, Travessa do Poço dos Negros, Saudade, Balada das 7 Saias. E as mais “minhas”: Linha das Fronteiras, Sorriso, Deixa lá, Memórias de um beijo, Perigo, Como quem não quer a coisa.
Adoro voltar a este universo, há aqui álbuns absolutamente brilhantes, e estas canções acompanham-me desde sempre. O Trovante vive! Bye Bye Blackout, uma música de cada vez.
Absolutamente esmagado pelo episódio Connor’s Wedding, da nova temporada de Succession. Desempenho notável de todo o elenco, uma realização cheia de detalhes preciosos, uma história shakespeariana, entre a miséria e a fragilidade humana. São os diálogos, mas são os silêncios. Os gestos contidos e presos, os olhares e as hesitações. O dito e o não dito. Como na vida. Um episódio sublime. Mordaz, serenamente cruel (o momento “There he is, Dad is that” é o embrulho perfeito da tragédia desta família), entretenimento que faz pensar sobre o que se leva desta vida.