Relatos Fictícios de Um Fofoqueiro Entediado Episódio II Aparecida: Leticia Colin Chico: Rubel Roteiro e Direção: @rubelrubelrubel Filmado em São Miguel dos Milagres
Relatos Fictícios de Um Fofoqueiro Entediado (Parte III) Direção e Narração: Rubel Roteiro: Rubel e Manuella Leal
Ontem eu tive a honra de cantar esse hit com a própria compositora @adrianacalcanhotto . Eu sempre fui louco por essa música. O vídeo dela com a Maria Bethânia, é impossível não ficar mobilizado. Nos ensaios, a Adriana contou que escreveu originalmente a música como uma cantada (na sua gravação o próprio título da música é Cantada). Ou seja, uma promessa, um convite, para um dia ter alguém. Um flerte. Como se a letra dissesse “Depois que eu tiver você”. Uma ideia mais irônica, mais safada. A Bethânia, por sua vez, entendia a letra como um encontro que já havia se dado, e que havia sido arrebatador, transformador. Uma visão mais romântica e idealizada (não menos safada), e imprimia essa intenção no canto. “Depois de ter tido você”. Pelo vídeo, essa intenção fica evidente, e sempre foi assim que eu entendi a letra. Achei bonito isso, de como cada intérprete enxerga o seu ângulo. E aí depois de tantos anos, depois de ter você ✨acreditem nos seus sonhos
Relatos Fictícios de Um Fofoqueiro Entediado Episódio IV
Tem um episódio do Charlie Brown de Natal em que o protagonista carequinha se sente frustrado porque não consegue sentir o espírito natalino. Ele passa o episódio todo buscando até finalmente encontrá-lo. Eu reassisto esse episódio todo ano para vivenciar uma jornada parecida com a do Charlie Brown e me colocar no clima certo para viver essa data. Quase sempre funciona. O Natal começa como um dia qualquer, até que, de repente, ele adquire um significado meio mágico, uma sensação especial, esse tal de espírito natalino mesmo que nos visita de vez em quando. E minha sensação é que essa magia não passa de uma invenção coletiva, um acordo que a gente aprende – o que não torna ela menos mágica. O desdobramento inevitável desse pensamento é imaginar que outras tradições inventadas a gente pode soprar. Que significados coletivos ou individuais a gente pode dar a um domingo qualquer e fazer ele ganhar um caráter menos ordinário do que só mais um dia que precede uma segunda feira. O dia do jogo de buraco, o dia do cachorro, o dia do sexo, o dia de assistir poderoso chefão, o dia de qualquer coisa que a gente ama e que dá tesão de viver, e dá a sensação de que a vida pode ser um pouquinho menos ordinária do que esse amontado de dias. Esses são meus votos natalinos. Que a gente encontre nossas tradições.
Tem um episódio do Charlie Brown de Natal em que o protagonista carequinha se sente frustrado porque não consegue sentir o espírito natalino. Ele passa o episódio todo buscando até finalmente encontrá-lo. Eu reassisto esse episódio todo ano para vivenciar uma jornada parecida com a do Charlie Brown e me colocar no clima certo para viver essa data. Quase sempre funciona. O Natal começa como um dia qualquer, até que, de repente, ele adquire um significado meio mágico, uma sensação especial, esse tal de espírito natalino mesmo que nos visita de vez em quando. E minha sensação é que essa magia não passa de uma invenção coletiva, um acordo que a gente aprende – o que não torna ela menos mágica. O desdobramento inevitável desse pensamento é imaginar que outras tradições inventadas a gente pode soprar. Que significados coletivos ou individuais a gente pode dar a um domingo qualquer e fazer ele ganhar um caráter menos ordinário do que só mais um dia que precede uma segunda feira. O dia do jogo de buraco, o dia do cachorro, o dia do sexo, o dia de assistir poderoso chefão, o dia de qualquer coisa que a gente ama e que dá tesão de viver, e dá a sensação de que a vida pode ser um pouquinho menos ordinária do que esse amontado de dias. Esses são meus votos natalinos. Que a gente encontre nossas tradições.
Tem um episódio do Charlie Brown de Natal em que o protagonista carequinha se sente frustrado porque não consegue sentir o espírito natalino. Ele passa o episódio todo buscando até finalmente encontrá-lo. Eu reassisto esse episódio todo ano para vivenciar uma jornada parecida com a do Charlie Brown e me colocar no clima certo para viver essa data. Quase sempre funciona. O Natal começa como um dia qualquer, até que, de repente, ele adquire um significado meio mágico, uma sensação especial, esse tal de espírito natalino mesmo que nos visita de vez em quando. E minha sensação é que essa magia não passa de uma invenção coletiva, um acordo que a gente aprende – o que não torna ela menos mágica. O desdobramento inevitável desse pensamento é imaginar que outras tradições inventadas a gente pode soprar. Que significados coletivos ou individuais a gente pode dar a um domingo qualquer e fazer ele ganhar um caráter menos ordinário do que só mais um dia que precede uma segunda feira. O dia do jogo de buraco, o dia do cachorro, o dia do sexo, o dia de assistir poderoso chefão, o dia de qualquer coisa que a gente ama e que dá tesão de viver, e dá a sensação de que a vida pode ser um pouquinho menos ordinária do que esse amontado de dias. Esses são meus votos natalinos. Que a gente encontre nossas tradições.
Tem um episódio do Charlie Brown de Natal em que o protagonista carequinha se sente frustrado porque não consegue sentir o espírito natalino. Ele passa o episódio todo buscando até finalmente encontrá-lo. Eu reassisto esse episódio todo ano para vivenciar uma jornada parecida com a do Charlie Brown e me colocar no clima certo para viver essa data. Quase sempre funciona. O Natal começa como um dia qualquer, até que, de repente, ele adquire um significado meio mágico, uma sensação especial, esse tal de espírito natalino mesmo que nos visita de vez em quando. E minha sensação é que essa magia não passa de uma invenção coletiva, um acordo que a gente aprende – o que não torna ela menos mágica. O desdobramento inevitável desse pensamento é imaginar que outras tradições inventadas a gente pode soprar. Que significados coletivos ou individuais a gente pode dar a um domingo qualquer e fazer ele ganhar um caráter menos ordinário do que só mais um dia que precede uma segunda feira. O dia do jogo de buraco, o dia do cachorro, o dia do sexo, o dia de assistir poderoso chefão, o dia de qualquer coisa que a gente ama e que dá tesão de viver, e dá a sensação de que a vida pode ser um pouquinho menos ordinária do que esse amontado de dias. Esses são meus votos natalinos. Que a gente encontre nossas tradições.
Tem um episódio do Charlie Brown de Natal em que o protagonista carequinha se sente frustrado porque não consegue sentir o espírito natalino. Ele passa o episódio todo buscando até finalmente encontrá-lo. Eu reassisto esse episódio todo ano para vivenciar uma jornada parecida com a do Charlie Brown e me colocar no clima certo para viver essa data. Quase sempre funciona. O Natal começa como um dia qualquer, até que, de repente, ele adquire um significado meio mágico, uma sensação especial, esse tal de espírito natalino mesmo que nos visita de vez em quando. E minha sensação é que essa magia não passa de uma invenção coletiva, um acordo que a gente aprende – o que não torna ela menos mágica. O desdobramento inevitável desse pensamento é imaginar que outras tradições inventadas a gente pode soprar. Que significados coletivos ou individuais a gente pode dar a um domingo qualquer e fazer ele ganhar um caráter menos ordinário do que só mais um dia que precede uma segunda feira. O dia do jogo de buraco, o dia do cachorro, o dia do sexo, o dia de assistir poderoso chefão, o dia de qualquer coisa que a gente ama e que dá tesão de viver, e dá a sensação de que a vida pode ser um pouquinho menos ordinária do que esse amontado de dias. Esses são meus votos natalinos. Que a gente encontre nossas tradições.
Tem um episódio do Charlie Brown de Natal em que o protagonista carequinha se sente frustrado porque não consegue sentir o espírito natalino. Ele passa o episódio todo buscando até finalmente encontrá-lo. Eu reassisto esse episódio todo ano para vivenciar uma jornada parecida com a do Charlie Brown e me colocar no clima certo para viver essa data. Quase sempre funciona. O Natal começa como um dia qualquer, até que, de repente, ele adquire um significado meio mágico, uma sensação especial, esse tal de espírito natalino mesmo que nos visita de vez em quando. E minha sensação é que essa magia não passa de uma invenção coletiva, um acordo que a gente aprende – o que não torna ela menos mágica. O desdobramento inevitável desse pensamento é imaginar que outras tradições inventadas a gente pode soprar. Que significados coletivos ou individuais a gente pode dar a um domingo qualquer e fazer ele ganhar um caráter menos ordinário do que só mais um dia que precede uma segunda feira. O dia do jogo de buraco, o dia do cachorro, o dia do sexo, o dia de assistir poderoso chefão, o dia de qualquer coisa que a gente ama e que dá tesão de viver, e dá a sensação de que a vida pode ser um pouquinho menos ordinária do que esse amontado de dias. Esses são meus votos natalinos. Que a gente encontre nossas tradições.
Alguém lembra desse Ao Vivo do Casas? Tava reassistindo essa semana e deu uma saudade desse disco, dessa tour, desses arranjos. Eu tenho muito orgulho desse registro feito na raça, uma variação do tiny desk produzido por nós mesmos, tudo ao vivo de verdade sem overdub. Espero conseguir fazer um registro assim de novo para As Palavras ao fim da turnê ✨
Novembro foi um mês de muitas aventuras e repleto de muita confusão: 1. Antes do Cabelin ficar pronto (sei q vc tá 💨) 2. Cabelin pronto e bem dormindo 3. Mal dormido (energia do gepeto) 4. Meus amigos virando pais 🥺🥺🥺 o remelexo da ninada 5. Ele segurava uma banana, mas parece que sumiu 6. Meus amigos estão casando e proporcionando sobremesas exuberantes 7. Lugar sagrado onde Maria Padilha se banhava 8. Minha cachorra passou por momentos muito difíceis, mas sobreviveu 🙏 9. A Casa Dos Budas Ditosos 10. “Lá e Cá e De Novo Outra Vez”
Novembro foi um mês de muitas aventuras e repleto de muita confusão: 1. Antes do Cabelin ficar pronto (sei q vc tá 💨) 2. Cabelin pronto e bem dormindo 3. Mal dormido (energia do gepeto) 4. Meus amigos virando pais 🥺🥺🥺 o remelexo da ninada 5. Ele segurava uma banana, mas parece que sumiu 6. Meus amigos estão casando e proporcionando sobremesas exuberantes 7. Lugar sagrado onde Maria Padilha se banhava 8. Minha cachorra passou por momentos muito difíceis, mas sobreviveu 🙏 9. A Casa Dos Budas Ditosos 10. “Lá e Cá e De Novo Outra Vez”
Novembro foi um mês de muitas aventuras e repleto de muita confusão: 1. Antes do Cabelin ficar pronto (sei q vc tá 💨) 2. Cabelin pronto e bem dormindo 3. Mal dormido (energia do gepeto) 4. Meus amigos virando pais 🥺🥺🥺 o remelexo da ninada 5. Ele segurava uma banana, mas parece que sumiu 6. Meus amigos estão casando e proporcionando sobremesas exuberantes 7. Lugar sagrado onde Maria Padilha se banhava 8. Minha cachorra passou por momentos muito difíceis, mas sobreviveu 🙏 9. A Casa Dos Budas Ditosos 10. “Lá e Cá e De Novo Outra Vez”
Novembro foi um mês de muitas aventuras e repleto de muita confusão: 1. Antes do Cabelin ficar pronto (sei q vc tá 💨) 2. Cabelin pronto e bem dormindo 3. Mal dormido (energia do gepeto) 4. Meus amigos virando pais 🥺🥺🥺 o remelexo da ninada 5. Ele segurava uma banana, mas parece que sumiu 6. Meus amigos estão casando e proporcionando sobremesas exuberantes 7. Lugar sagrado onde Maria Padilha se banhava 8. Minha cachorra passou por momentos muito difíceis, mas sobreviveu 🙏 9. A Casa Dos Budas Ditosos 10. “Lá e Cá e De Novo Outra Vez”
Novembro foi um mês de muitas aventuras e repleto de muita confusão: 1. Antes do Cabelin ficar pronto (sei q vc tá 💨) 2. Cabelin pronto e bem dormindo 3. Mal dormido (energia do gepeto) 4. Meus amigos virando pais 🥺🥺🥺 o remelexo da ninada 5. Ele segurava uma banana, mas parece que sumiu 6. Meus amigos estão casando e proporcionando sobremesas exuberantes 7. Lugar sagrado onde Maria Padilha se banhava 8. Minha cachorra passou por momentos muito difíceis, mas sobreviveu 🙏 9. A Casa Dos Budas Ditosos 10. “Lá e Cá e De Novo Outra Vez”
Novembro foi um mês de muitas aventuras e repleto de muita confusão: 1. Antes do Cabelin ficar pronto (sei q vc tá 💨) 2. Cabelin pronto e bem dormindo 3. Mal dormido (energia do gepeto) 4. Meus amigos virando pais 🥺🥺🥺 o remelexo da ninada 5. Ele segurava uma banana, mas parece que sumiu 6. Meus amigos estão casando e proporcionando sobremesas exuberantes 7. Lugar sagrado onde Maria Padilha se banhava 8. Minha cachorra passou por momentos muito difíceis, mas sobreviveu 🙏 9. A Casa Dos Budas Ditosos 10. “Lá e Cá e De Novo Outra Vez”
Novembro foi um mês de muitas aventuras e repleto de muita confusão: 1. Antes do Cabelin ficar pronto (sei q vc tá 💨) 2. Cabelin pronto e bem dormindo 3. Mal dormido (energia do gepeto) 4. Meus amigos virando pais 🥺🥺🥺 o remelexo da ninada 5. Ele segurava uma banana, mas parece que sumiu 6. Meus amigos estão casando e proporcionando sobremesas exuberantes 7. Lugar sagrado onde Maria Padilha se banhava 8. Minha cachorra passou por momentos muito difíceis, mas sobreviveu 🙏 9. A Casa Dos Budas Ditosos 10. “Lá e Cá e De Novo Outra Vez”
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Novembro foi um mês de muitas aventuras e repleto de muita confusão: 1. Antes do Cabelin ficar pronto (sei q vc tá 💨) 2. Cabelin pronto e bem dormindo 3. Mal dormido (energia do gepeto) 4. Meus amigos virando pais 🥺🥺🥺 o remelexo da ninada 5. Ele segurava uma banana, mas parece que sumiu 6. Meus amigos estão casando e proporcionando sobremesas exuberantes 7. Lugar sagrado onde Maria Padilha se banhava 8. Minha cachorra passou por momentos muito difíceis, mas sobreviveu 🙏 9. A Casa Dos Budas Ditosos 10. “Lá e Cá e De Novo Outra Vez”
Todo ser humano que eu conheço tem duas coisas em comum: a insatisfação por ter nascido ser humano – e não outro animal qualquer, como um cachorro ou uma águia, que poderiam ter vidas mais despreocupadas – e a vontade de ler mais. Pois eu descobri uma forma de resolver o segundo problema. Existe um jeito de hackear a preguiça e conseguir ler mais livros no seu ano. Apesar disso parecer que vai dar em uma publi, não vai. É só um conselho recebi, que mudou meu hábito de leitura e que eu queria passar adiante. Há uns dois vi o post de uma amiga com uma pilha gigantesca de livros (bem maior que a minha) dizendo que foram os livros que ela tinha lido aquele ano. Eu achei humanamente impossível e bastante humilhante. Deviam ser uns 40. A legenda explicava o método: Ela descobriu que para ler muito, bastava ler um pouco todo dia. O segredo estava no Todo Dia. 50 páginas por dia. Não importava o que acontecesse, ela dava um jeito de ler rigorosamente 50 páginas por dia. Fazendo as contas, isso dá 1500 páginas por mês, ou seja uns 5 livros por mês (!!) e, pasmem, uns 60 livros por ano (!!) Lendo apenas 50 páginas por dia. A matemática é um troço fascinante. Eu estipulei uma média mais factível de 30 páginas por dia. Falhei um pouco na disciplina de ler mesmo em dias conturbados ou em que eu precisava realmente dedicar meu tempo a jogar fifa ou gta. E, mesmo assim, ainda consegui ler muito mais do que eu costumava. Sou uma pessoa melhor. Fiquem com essa dica gratuita para a entrada do ano: O segredo para ler muito não é ler muito. É ler um pouco todo dia.
Relatos Fictícios de Um Fofoqueiro Entediado 🌲 Um Natal abençoado para todos nós 🌲
É difícil ficar vulnerável aqui nesse lugar onde parece que a gente vai tentando fazer uma vitrine de nós mesmos, onde a gente só compartilha a parte boa e os sucessos, e esconde os desafios e as dificuldades. Pois hoje eu fui buscar um trecho de uma entrevista em que eu falasse sobre minha relação com os fãs e acabei esbarrando aqui nesse trecho sobre como a Gal me ajudou a encontrar coragem no canto. Hesitei bastante em compartilhar, mas acho que faz sentido mostrar os outros lados também. E dito tudo isso, obrigado por me acompanharem nessa jornada de desafios, batalhas e delícias que é a louca jornada de se viver de música ❤️